Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida

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Metade da vida é gasta tentando impressionar em busca de elogios; a outra, em um propósito que nasce do entendimento após as quedas.

A vida é um jogo eterno; onde o passado se repete com novos jogadores.

A ideia dum deus que pode tirar sua vida a qualquer instante por um capricho, exige adoração absoluta e pune a desobediência é profundamente perversa. Uma relação baseada no medo não é amor, é submissão. Não existe liberdade genuína quando a alternativa é a destruição. Isso não difere, em essência, dum pai que afirma ter o direito de matar o próprio filho caso ele desobedeça.

⁠Uma vida inteira
valida as decisões de um segundo.
Qual a vida?
Qual o segundo?
Qual a história contarei?
A história é o agora
O tempo é a ponte
E as certezas são todas inúteis
Pois teríamos que inventar a verdade
para ter certezas úteis!

“A vida pode se tornar uma bela aquarela quando escolhemos enxergar o mundo com um olhar colorido e livre de preconceitos. São as diferenças que pintam as mais belas obras.”
Dom Veiga

Na hora da herança irmãos esquecem que são irmãos e não se comovem se um deles tem uma vida mais difícil.
Onde há dinheiro e ganância não há irmandade.
#bysissym

… e lá fora a
vida me espera,
um manto azul e
nuvens brancas,
uma alameda florida
e perfumada
Então, eu fui viver!
#bysissym

A vida é sobre ter “disciplina, constância, resistência, insistência e muita fé.”
Um compromisso consigo mesmo.
#bysissym

O melhor da vida acontece no desvio, quando o imprevisto encontra espaço para aparecer. Um livro descoberto enquanto procuramos outro, uma rua encontrada porque erramos o caminho, uma música que chega no meio do silêncio, um encontro que acontece por acidente.

"Chega um momento da vida em que o homem compreende que seu maior dever já não é construir o próprio futuro, mas preservar, para o futuro, aquilo que o tempo não deveria levar."

As decepções na vida chegam quando menos espero,
e acabam me tirando o chão onde um dia me firmei.
o ser humano falha e fere sem licença,
enquanto o coração ferido tenta ajustar a conta, explicar o erro e exigir reparo.
Mas a justiça oriunda da fé
não nasce do acerto imediato,
nasce de não me trair no meio da dor.
Ser justo, nessas horas amargas,
é não permitir que a mágoa dite minha conduta.

O Peso da Solidão e a Leveza da Solitude
A vida, às vezes, nos leva a um lugar silencioso.
E é nesse silêncio que descobrimos duas experiências muito diferentes:
Solidão (a falta)
É o sentimento de exclusão.
É como estar em um deserto onde o eco da própria voz assusta, porque não há ninguém para responder.
Na solidão, a desconexão dói — porque o ser humano nasceu para a troca.
Solitude (o encontro)
É quando a solidão é atravessada pelo acolhimento.
É deixar de ser sua própria carrasca… para se tornar sua própria companhia.
A solitude não é sobre viver isolada, mas sobre saber que, mesmo quando o mundo silencia, você ainda tem a si mesma como um lugar seguro.
O equilíbrio necessário
Viver é aprender a transitar entre esses dois estados:
Cultivar a solitude, para que o silêncio não seja um peso, mas uma base de paz.
E buscar o movimento, para que essa paz não se transforme em estagnação — permitindo que a troca, o encontro e o pertencimento tragam o brilho da felicidade.
A geografia dos sentimentos: Paz e Felicidade
A paz é o alicerce.
É o mar calmo. A ausência de ruídos. O descanso.
A felicidade é movimento.
Ela acontece no “entre”:
entre você e um propósito,
entre você e alguém,
entre você e a vida acontecendo.
Se a paz é o solo,
a felicidade é a planta que cresce, se movimenta e floresce.
Resumo da vida em dois ritmos
A paz recarrega.
A felicidade expande.
Sem a paz da solitude, a busca pela felicidade se torna cansativa.
Sem o movimento da felicidade, a paz corre o risco de virar vazio.
A solitude é o porto.
A felicidade é o mar.
E viver é saber quando ancorar…
e quando partir.
Uma imagem para guardar
A paz é como um cavalo parado no pasto.
Ele não espera nada — apenas existe, inteiro, presente, suficiente.
A felicidade é o galope.
É quando essa força encontra direção e se transforma em vida, em movimento, em liberdade.
O equilíbrio está na sabedoria de sentir:
quando é hora de recolher…
e quando é hora de se permitir viver.


"Talvez a vida não esteja pedindo que você deixe de estar só…
mas que você aprenda a não se abandonar —
e, aos poucos, volte a caminhar em direção ao que te faz sentir viva."

A vida é um processo que nos ensina, que mais vale o percurso, do que o ponto de partida ou da chegada.

A vida não é uma lista de compras, é a posição de sentido de um soldado.

A adoração não se limita ao momento do culto; ela se expressa em um estilo de vida rendido a Deus.

E a vida?
Uma catarse de pileque e ressaca curados com um abraço de mãe antes de dormir.

A ÁRVORE DA VIDA – UM POEMA
Eis que, antes das emanações serem emanadas
e das criaturas serem criadas,
a Luz Superior Simples preenchia toda a existência.
Não havia vazio,
nem ar vazio, nem vácuo.
Tudo estava preenchido
por essa Luz Simples, ilimitada.
Não havia cabeça nem fim,
mas tudo era Um:
Luz simples,
equilibrada, igual e uniforme.
E esta foi chamada
a Luz de Ein Sóf.
Quando, por Sua simples vontade,
surgiu o desejo de criar os mundos
e emanar as emanações,
para revelar a perfeição de Suas ações,
Seus nomes e Suas denominações,
— causa da criação dos mundos —
Então, Ein Sóf restringiu-Se a Si mesmo
em Seu ponto médio,
precisamente no centro.
A Luz foi contraída,
afastando-se para os lados
que circundam esse ponto.
E ali permaneceu
um espaço vazio:
ar vazio, vácuo,
no exato centro.
Essa restrição ocorreu igualmente ao redor,
de modo que o vazio
ficasse circundado de forma uniforme.
Após a contração, restou
um espaço oco e silencioso
no meio da Luz de Ein Sóf:
um lugar onde
Emanação, Criação, Formação e Ação
pudessem existir.
Então, da Luz de Ein Sóf,
uma única linha desceu do Alto
até esse espaço.
E por meio dessa linha,
Ele emanou, criou, formou e fez
todos os mundos.
Antes desses quatro mundos,
em Ein Sóf,
Ele e Seu Nome eram Um,
em união oculta e maravilhosa.
E mesmo nas proximidades mais íntimas,
não há força nem compreensão em Ein Sóf,
pois nenhuma mente criada pode alcançá-Lo.
Ele não possui lugar,
limite
ou nome.


-Isaac Luria

⁠Fiz um balanço da minha vida e tenho três certezas. Se hoje eu sou quem sou, são graças a essas três elementos:

1°- Deus.
2°- Família
3°- Exército Brasileiro.

A única coisa que entrou e saiu comigo, do Exército, foi o cristianismo. As demais coisas eu moldei lá dentro.

O amor, quando não se pode viver, é carregar a saudade de um abraço que a vida não deixa acontecer. Tem noites em que a razão perde a força e o sentimento transborda: a dor do querer supera qualquer lógica.

DESABAFO DE UM CORAÇÃO!

Não raramente observamos e ouvimos reclamações sobre o discorrer da vida.
Talvez os sentidos apostos em cada palavra possam ocupar um real significado, pois, afinal, ninguém se angustia por blasfêmia, repetição de falas ou por descuido do coração.
Somos as variâncias de sentidos revelados nos resultados entre o ofertar e o receber... poucos estão aptos a receber e, muito menos, adequados a doar.
Nesta caminhada, entre o ir e o ficar, surgem dúvidas condicionantes. Não ficamos pelo receio da repetição daquilo que já fora vivido e registrado nos escaninhos de nossas almas como algo negativo e não seguimos pela incerteza do novo, pois a zona de conforto, muitas vezes, é a sustentação da imobilidade para novas estradas e outros rumos.
Sem o que oferecer no mundo ilusório do TER e oferecendo muito quando se trata de amor e do SER... muitos se perdem pelo desespero da invariável máscara do presente que impõe os retrocessos do ontem que pulula no amanhã. Gente sem presente ostentando o velho e o futuro de nada.
Vasculhando bem... e não limpando muito... a lamúria é o estado desalmado de uma alma ferida e quase abatida pelo flanco da solidão.
Viver é o inusitado murmúrio das vozes que são silenciadas quando precisamos acenar um sentido e não nos permitem e que, muitas vezes, gritam quando carecemos manter o silêncio absoluto para não ferirmos como nos ferem.

Brasília, 04 de abril de 2012