Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida
Passarinho livre
Um passarinho precisa de liberdade
Precisa sentir saudade
Precisa escolher seu destino
Precisa conhecer o desatino
A solidão, a frustração, a decepção
Só não espere a mesma gaiola à disposição.
"A vida é um sopro, uma leve brisa que por muitas vezes nem sentimos passar. Mas há quem diga que ela pode ser como um furacão: que pode lhe arrancar tudo e fazê-lo perder o teto,mas afinal, há estrelas em teto coberto?
Renovamos quando em zona de conforto?
A vida é um sopro ou furacão, pouco importa! O mais importante é como você vai se comportar diante de cada situação. Seja adverso para que as adveridades,por mais que reais, não te sejas um susto."
OCASIÃO (soneto)
A coerência lá se foi tão espantada
por um tropel de vândalos da rudeza
E mesmo o depois de tanta clareza
quedam robóticos, sem mais nada...
No escarcéu disperso, contos de fada
O veras, sem exatidão, e sem defesa
expõe toda a burrice e a estranheza
do revelado na dada outra jornada...
Sobra “Inania verba”, nenhum intento
ao mourejar hercúleo do lhano cidadão.
Indiferentes, só importa o seu contento!
Mas não é meu. Se afasta da tal meta
de parceiro, de irmão, fazer a ocasião
Cria-se curvas, e não a essencial reta...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro de 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
REMORSO II (soneto)
Às vezes, um poetar me espera
E os amores e temores infando
Me padecem, doem, até quando?
E assim, em branco vai a quimera
Inspiração, emoção, vou sufocando
N'alma, sem a doce ventura sincera
Oh! Como este gozo no poetar quisera
Mais suspirar, viver e amar trovando!
Ah! Quão dura é a vera realidade
Desespera, ao encarar a vetustez
Te traz remorso e tira a suavidade
Das paixões que deixei por talvez
Da timidez do olhar na oportunidade
E dos versos quererem só a lucidez!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
28/08/2019, 06'55"
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Minha vida parte 1
Ah mais ou menos 04 anos eu mudei de um estado para outro, e chegando nesse estado que atualmente estou, conheci novas pessoas, que mais tarde eu chamaria de amigos, alguns eu simpatizei de cara outros o tempo se encarregou de fazê-lo. Tinha acabado de completar 20 anos e como muitos jovens de minha idade estava descobrindo algumas coisas. Era uma jovem cheia de traumas, alguns medos e uma mala carregada de decepções a cerca da vida, com ênfase em decepções e desilusões amorosas embora tivesse em minha vida como namorado um jovem de 21 anos que aparentemente eu gostava bastante. Mas aqui estava eu, do lado de cá da Bahia e ele do outro lado, lado bem distante. Embora fosse uma jovem cheia de traumas e insegura, poderia me auto-avaliar como alguém cheia de muita garra, cheia de sonhos e planos no coração, alguém que embora já tivesse tentado desistir da vida, agora ansiava por uma vida melhor e está do lado de cá era um recomeço, também poderia me avaliar como alguém alegre, risonha e que contagiava quem cercava... Mas uma jovem fechada no que diz respeito a si mesma, sempre gostava de ouvir os outros mas com uma grande incapacidade de falar de si. Com o tempo aprendeu a falar de si pro namorado, falar do seu estado de espírito de acordo com os dias, mas não sobre o que realmente achava da vida e assim caminhava, dia após dia com a mala carregada de peso morto, mágoas passadas, medo, insegurança, revolta, e no fundo a decisão de não querer e nem acreditar que existe amor verdadeiro, ou que podia até existir mas com outras pessoas, e que o meu namoro iria terminar, em alguns dias, quem sabe até o namorado cansar, arrumar outra ou sei lá que desgraça poderia acontecer, mas sem dúvida iria acontecer em algum momento! Mas a vida parecia seguir seu curso normal, até pensar e planejar casamento, planta de csa, lugar que iam morar e tudo mais, mas no íntimo a certeza que isso jamais iria acontecer! É que já tinha se decepcionado tanto que planejou nunca se casar, nem ter filhos, se preocupar apenas em ser alguém na vida rsrs, mas as coisas mudaram tanto e agora estava ela vivendo uma vida "feliz" Com um dos carinhas mas cobiçados da cidade, uhul tudo que as meninas queriam eu tinha, uau, isso era o máximo! É os outros achavam e até eu que isso era legal, que eu era privilegiada pela vida que tinha. Mas ninguém sabia dos dilemas que ela enfrentava dentro do peito, é mas a vida seguia seu curso normal.
Parte 4
Sim solteira, era melhor não tava dando certo achei que um tempo seria perfeito pra organizar as ideias, comecei pensar, no que as amigas diziam e examinar meu coração, joguei limpo comigo e tentei descobrir que tava acontecendo na minha cabeça complicada, será que lá no fundo tinha um coração com sinal de que tava com alguma queda por esse amigo? Ah não podia ser nada demais além de loucura de minha cabeça. Até que um dia ele tomou inciativa de falar algo que nem devia, me pediu um beijo e eu dei, foi um beijo, longo, demorado e ali a ficha caiu, eu tava erascada eu estava gostando de meu melhor amigo, eu estava num beco sem saída. E mesmo sabendo que tava gostando sim e muiiiito eu me recusei aceitar isso, e numa tentativa de esquecer que tinha algo rolando, eu fiz uma bobagem, falei que estava namorando, que tinha voltado com meu ex namorado, e coloquei na cabeça que foi um momento de carência, rum doce ilusão eu bem sabia que estava apaixonada, pq senão nunca o teria beijado, de forma alguma. Nos desentendemos uns dias, não qeria mais vê-lo e nem saber de nada determinada a não gostar mais dele nem nada, mas como? Vendo-o todo dia? Era uma tortura, eu via e lembrava do beijo, do momento, eu pensava nele, eu sonhava com ele, eu estava apaixonada. Mas gostava do meu namorado porém não era justo, então decidir terminar, decisão mais dura da minha vida, ficar sem os dois era mais certo embora eu fosse sofrer absurdamente como sofrir. Vivir dias negros e sorrindo para os outros, mas aqui dentro meu peito sangrava, mas eu aguentava. Enfim muitas coisas aconteceram nossa amizade voltou o que era antes, com mais força, que antes, muitas águas rolaram, ele conheceu outras meninas enquanto eu ainda namorava, depois separou, mas eu aqui aceitando a situação que escolhir, o tempo passou e eu sofrir calada. Aí um dia nós estávamos solteiros e inventamos de namorar a maior idiotice de nossas vidas, hoje é motivo de graça, mas na época foi de choro o pouco tempo que ficamos juntos me fizeram ver as coisas como eram de fato, era um péssimo momento pra namorar. Mas de uma coisa eu tive certeza, eu o amava, como nunca, amei ninguém, nunca! Talvez eu não ame mais nesta intensidade a ninguém, eu aprendi o que é vc amar em silêncio, perdoar em silêncio, lutar em silêncio, eu cresci de um jeito ao longo de nossos anos de amizade, parceria amizade eu sofrir mudanças ininternas que só eu sei, eu fui muito magoada com tantas loucuras que fizemos de nossa vida juntos, colocamos em risco uma amizade que era linda, e que eu sentia muita falta, vi ele ficando com outras garotas, vi meu mundo então perdendo as cores, vi meninas se apaixonando por ele, vi ele dando ousadia e vi em seus olhos interesse por outras meninas, e nossa meuuuu mundo caiu, eu passei noites chorando, sim noites, dias sem fome, indisposta e mal, por todos esses motivos e por outros mais, eu fiquei mal, quis lutar, quis insistir pra que pelo menos nossa amizade fosse salva, mas não foi tão simples ela ficou fortemente abalada.
Podemos viver a vida com desafios e sem rotinas aproveitar os melhores momentos dela fazer um caminho novo a cada dia
Ou apenas deixa ela passa como uma correnteza que desce de um rio que já tem um lugar certo para parar
Vão te julgar sem saber o real teor do assunto.
Talvez um dia mesmo os desavisados entenderam que não é frieza.
Mas sim uma incapacidade de lhe dar com uma causa sem futuro positivo.
Então ficar longe é a mais sensata decisão.
Decida se recolher.
Decida viver por você.
Não viva por outros. Prepare-se!
Um dia de cada vez.
Entenda que no final de tudo é como um quadro onde você pinta. Rabisque, apague, amplie e colore. Você pode mudar a aquarela desse quadro por você. E se não for por você. Jogue-o fora!
E preciso estar e sentir-se bem.
Confie! Ja nascemos sabendo o que é bem e o mal. É instintivo!
A gratidão é a capacidade de experimentar a vida como um presente. Ela nos liberta da prisão da autopreocupação.
Sou um verdadeiro amante da essência que constrói a arte e a moda. Registro momentos mesclando brilhos às luzes, expressando em imagens.
Nós podemos ter todas as peças de um jogo ou tudo o que desejamos na vida, mas isso ainda não será suficiente para nos proteger de todas as ameaças. O contrário também é verdadeiro, você pode ter pouquíssimas peças ou coisas na vida, mas organizadas da forma correta, elas serão suficientes para te levar aonde você precisa.
Somos responsáveis pelos nossos atos. A vida é um ato de muita responsabilidade. Se soubéssemos quão responsável somos, pensaríamos duas vezes antes de tomar uma decisão.
De tudo se morre, viver é um risco absoluto! Cada decisão, pode provocar uma avalanche, levar um escorregão, de indecisão também morre ao atravessar um sinal por exemplo, será que dá tempo... Se ficar parado, não fizer nada, também uma bala perdida lhe alcança, um vento, um tombo de mal jeito, a cabeça encontrando o chão, morresse por não se movimentar. Levanta-se murro, cercas eletrificadas, pra se proteger, como se fosse só isso, vivessem invadindo casas, fôssemos algum Silvio Santos, pra sequestrar. São inúmeras possibilidades. Então vamos aproveitar... Na volta da festa acontece algo, o carro bate, ou uma inocente taça lhe corta a jugular num encontrão inocente, assim não vale, estávamos tentando aproveitar. Então é bom nem falar... Como evitando de falar não acontecesse essa sucessão de eventos sinistros e trágicos. Acho que a vida é mais uma aposta, e nos os jogadores e o homem nasceu pra ser eterno, mais vida tiver, mais vida quererá, não importando as condições em que viva, enquanto houver vida há esperança. Ou como diria o poeta: "Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido." - Fernando Pessoa.
Sermos pequenos em um Universo tão vasto não nos faz insignificantes, mas raros e valiosos. Somos uma amostra inexplicável de vida, guardada em um pequeno grão de areia, entre tantos outros grãos de areia, num infinito desconhecido.
Querem que seguimos um roteiro feito por pessoas que vieram antes de nós, o problema é que vivemos em uma época bem diferente das pessoas que fizeram esse roteiro.
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