Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida
A indiferença é algo que me entristece muito. Muitas vezes ela se comporta com tentativa de querer deixar o outro "menor ", sem importância em um determinado contexto.
É a síndrome do "Rei sem trono", que para se sentir bem precisa ainda da subserviência daqueles que o cercam.
Triste ainda ver seres humanos que se comportam assim!!!
NOITE DE UM METALEIRO +18
Com a minha jaqueta de couro é o meu masso de cigarro,
rasgo as madrugadas em bares é botequins,
na mesa de sinuca no famoso bilhar eu dou rizadas do meu oponente,
para as prostitutas eu olho e mando beijo,
na roda de amigos desconhecidos eu jogo conversa fora contando historia de amores do passado,
o rock que eu peço o garson são os melhores, todo mundo fica feliz é se entorpece com mais bebidas e tabacos !
NOITE DE UM METALEIRO +18 por caio oliva
A vida me fode, não nos damos bem. Tenho que comê-la pelas beiradas, não tudo de uma vez só. É como engolir baldes de merda.
Porque você não faz parte da minha vida e eu não me importo mais com isso, já tinha me curado do vício de falar sobre você e de pensar em você. Mas depois que sonhei com você, sonho esse que estou quase me convencendo que foi o meu subconsciente, me dizendo que eu não me curei porra nenhuma e que eu amo você de uma maneira incrível e contraditória.
Nunca pedi para ser do jeito que sou
Nunca quis que minha vida fosse assim
mas suponho que não há motivo para se queixar
Para quem é que eu vou me queixar?
Eu quero uma forma vazada
que guie as lamúrias do mundo
quero um peru grande e gordo todos os dias do ano
e não somente no dia de Ação de Graças
quero paz, a paz desses vampiros esquisitos
que não querem me deixar sozinho
eu quero a morte tanto quanto quero a vida
A única diferença entre elas
é que a morte é muito fácil
e eu sempre tenho uma
para que não haja discordância
quero me levantar, algum dia, antes do meio-dia
quero bater punheta até me entediar
quero ver o deserto, em segurança,
de dentro do meu carro com ar condicionado.
Eu vou querer uma outra dose!
Seio de Virgem
O que eu sonho noite e dia,
O que me dá poesia
E me torna a vida bela,
O que num brando roçar
Faz meu peito se agitar,
É o teu seio, donzela!
Oh! quem pintara o cetim
Desses limões de marfim,
Os leves cerúleos veios
Na brancura deslumbrante
E o tremido de teus seios?
Quando os vejo, de paixão
Sinto pruridos na mão
De os apalpar e conter...
Sorriste do meu desejo?
Loucura! bastava um beijo
Para neles se morrer!
Numa certa fase da vida, os homens têm demais, e no fim, muito pouco. (...) passam a metade da vida lidando com putas e a outra metade sendo cornos.
Ele me lembrou que cada um de nós tem apenas uma chance para conquistar a medalha de ouro, sem replay.
O amor não é sempre como um raio, as vezes é só uma escolha. Talvez o amor verdadeiro seja uma decisão. Decisão de correr risco com alguém. Dar-se, sem se preocupar se vão dar algo em troca ou magoar você ou se é a pessoa certa. Talvez o amor não seja algo que aconteça, talvez seja apenas uma escolha.
ABAIXO A BANDARILHA
Que mal o touro fez ao homem?
Maldito bípede desumano...
Enfurece o quadrúpede ...
Usa a bandarilha colorida...
Sangra aos poucos...
Causa dor no dito animal...
Quem seria racional?
Na arquibanda gritam “olé”...
Em nome de uma cultura,
De um costume tão estúpido,
Raça maldita e estúpida,
Que sente prazer em causar a dor
Usem criminosos como touros,
Seriam mais justos,
Criem seus filhos bípedes como touros,
Coloque-os na arena,
Como numa arena romana,
Cheio de um povo dito civilizado,
Quando seu filho tiver sangrando
Jogue flores e grite “olé”...
Maldito costume humano,
Causar dor pelo prazer de outros,
Castrem esses humanos desumanos,
Que são ditos cultura antiga,
Orgulham-se de ser primeiro mundo,
Mas não respeita o ser vivo...
Venha um Tsunami ou Terremoto,
Faça a limpeza dessa injustiça.
Ai os poucos humanos racionais
Que se enojam com as bandarilhas,
Poderão respirar e gritar a Deus... Olé!
15-01-2013
Bandarilha s.f. Dardo ou farpa cuja haste é enfeitada com uma bandeira ou,
Com fitas de papel de cores e que os toureiros espetam no cachaço dos touros
Quando estes são corridos.
Hoje, anos após o incidente, penso ter sido um grão de areia que me fez sofrer. E sofrendo, precisei envolver essa areia que me machucava. Acabei formando essa pérola lisa que funciona como uma cicatriz.
Não se acostume a usar o fatalismo. O fatalismo é só um mecanismo para voce sobreviver.Acostume-se.Mantenha o foco e saiba que quando você toma decisões baseadas emopiniões de outros, por todas as consequências quem irá pagar serávocê e não eles.
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