Um Amor Amigo Companheiro
"Um dia você descobre que pessoas "confiáveis" falaram mal de você pelas costas depois de receber muita ajuda... Recebe ingratidão, desfeitas, desprezo de outras... Mas faz parte na natureza humana, esta é a má notícia. A boa é que Deus, que tudo vê e tudo provê, não espera, não se adianta e nem se atrasa: na hora certa faz justiça e o ingrato recebe conforme deu. É da sua Lei. Enquanto eles ficam pelo caminho, repensando atitudes em árduas provas, você segue em frente. Em paz."
"Certas pessoas são como crianças: se dedicam, gastam um tempo precioso para construir um castelo na areia. Quando ele está pronto, grande, lindo; eles não curtem. Derrubam."
Sorria para que cada
gotícula de lágrimas
já Derramada! se torne um Jardim.
porém jamais se esqueça
Da boca seca em teus desertos.
Nada pode nos preparar para um dos acontecimentos mais dolorosos e inescapáveis da vida. A morte de um dos pais.
Por que sempre tenta achar o meu lado bom? Acorda! Eu não tenho um lado bom. Tenho pais e um passado problemáticos.
A ambição é uma droga que transforma quem se entrega a ela em um demente em potencial.
Dezembro chegou! Um mês para refletirmos tudo que passamos e melhorar onde erramos. Seguimos caminhando pelos nossos sonhos. Ele está logo à frente das nossas atitudes. Seguimos na fé!
Ciclos são feitos de processos e a cada novo ciclo um novo processo é determinado para sermos aperfeiçoados.
Outro dia observei
a construção de um ninho
vi graveto por graveto
no bico de um passarinho
Parecia um engenheiro
tão forte e tão ligeiro,
mesmo tão pequenininho.
É ali que cada filho
vai aprender a cantar,
vai ver os raios de sol,
ouvir a chuva pingar,
até que um belo dia
vai provar da alegria
de aprender a voar.
Eu fiquei ali pensando
do que é feito o nosso ninho.
Afinal, também nascemos
frágeis, igual um passarinho.
E a mãe, do mesmo jeito,
trabalha e estufa o peito
e constrói nosso cantinho.
Enfrenta tudo no mundo
pra poder nos proteger
dá pra gente o de calçar,
o de vestir, o de comer.
E, quando o dia chegar,
a gente não vai voar,
mas já vai saber correr.
Vai correr no mêi do mundo,
na correria da vida,
vai sofrer, vai sentir medo,
vai ter a alma ferida,
mas também vai entender
que a estrada a percorrer
não é apenas de ida.
O ninho tá sempre ali,
basta o cabra reparar
que é talvez pelo retorno
que a gente aprende a andar
que as coisas são diferentes
que às vezes andar pra frente
também pode ser voltar.
Voltar pra não esquecer
de quem nunca esquece a gente,
pra se lembrar do abraço
mais apertado, mais quente
lembrar da ave mais bela
mais bonita e mais singela,
mas também a mais valente.
Lembrar que cada graveto
de amor e de carinho,
cada folha, cada galho
prepararam o seu caminho,
lhe deram sabedoria
pois já já será o dia
de fazer seu próprio ninho.
Há entre o céu e a terra apenas um único caminho: seguir após Cristo; tanto no tempo quanto na eternidade só há uma escolha, uma única escolha: escolher este caminho; só há na terra uma única esperança eterna: seguir após Cristo até o céu. Há na vida uma única alegria bem-aventurada: seguir após Cristo; e na morte uma única última alegria bem-aventurada: seguir após Cristo para a vida.
Sinto-me morrendo um pouco todas as noites, e digo que esta tudo bem
me programei a apenas continuar.
quero companhia mas mesmo que me careça de tal eu não vou parar,
não consigo parar, sozinho continuo correndo, mesmo que as minhas pernas
se quebrem, minha mente desmonte, meu espirito continuará
porque morrerei se parar.
Eu não me considero o melhor, eu me considero apenas mais um jogador. No campo, somos todos iguais quando o jogo começa.
Soneto de Natal
Um homem, – era aquela noite amiga,
Noite cristã, berço do Nazareno, –
Ao relembrar os dias de pequeno,
E a viva dança, e a lépida cantiga,
Quis transportar ao verso doce e ameno
As sensações da sua idade antiga,
Naquela mesma velha noite amiga,
Noite cristã, berço do Nazareno.
Escolheu o soneto... A folha branca
Pede-lhe a inspiração; mas, frouxa e manca.
A pena não acode ao gesto seu.
E, em vão lutando contra o metro adverso,
Só lhe saiu este pequeno verso:
“Mudaria o Natal ou mudei eu?”
Mais uma madrugada
Em que a insônia
O abismo sem fim me engole,
Mais um finito tempo .
Entre espaço e pensamentos
Corroe, roendo
As minhas borboletas no estômago
Que hoje não passam de cinzas .
Que amargam a minha boca
Que me causam enjôos
Mais um dia em que a única coisa que muda
É o meu humor.
