Um Amor Amigo Companheiro
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Qual a origem da palavra amigo?
Considerando a sua derivação a partir do latim, amicus, especulam-se principalmente duas possibilidades:
1) É de que a expressão venha de amare , amar;
2) É de que ela viria de animi (alma) custas (custódia), ou seja, guadador-de-alma, ou alguém que toma conta da alma de outro.
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O tempo poderá ser o seu maior amigo ou inimigo. Ele jamais voltará ou esperará. Portanto construa no seu presente, todas as suas pretensões ou se perderá no vazio de sua existência.
(teorilang)
Dizem que quando uma pessoa amada,
familiar ou amigo, morre, falam: " A vida continua". Não corroboro,
pois a vida é pausada, o espírito para quando
temos a consciência que nunca mais veremos a outra pessoa na qual
esteve em todos os nossos momentos de felicidade
e antagônico. Pode se dizer quê: o retorno ao estado
de espírito, na qual a vida continuará, poderá
ocorrer quando a consciência entender e quiser
compreender que a vida continua. Além disso, não
será mais a mesma pessoa emocionalmente,
será um ser humano mais rígido no seu interior,
menos hiperbólico ao amar e mais
consciente na dor. Depreende-se, por tanto, que se viva a vida sem pensamentos retroativos, pensando sempre em proatividade de vida, porque ela poderá te surpreender em segundos ou um sopro.
O DESABAFO
Opa amigo!
Chegue-se e sente-se
Não repare esse recinto
É humilde mais é aconchegante
Mandei te chamar
Pois preciso com alguém desabafar
Nessas condições climáticas
Cuido muito da minha saúde
Pois na idade que tenho
Não posso facilitar.
Vou ser breve e
Prometo-te também ,em não demorar
Há muito tempo estou aqui
Aqui nasci e me criei
Aqui cresci e me casei
Um jovem moça conheci
Bonita como uma flor
Se bem me lembro
Eu tinha vinte anos
Tivemos uma única filha
Que ao dar a luz
Logo cedo morreu
Foram muitas primaveras
Outonos carregados de frutos
Já vi de tudo nessa vida,
Mas nada parecido
Com o que te narrarei.
Foram cinquenta anos de casado.
Quem inventou esse tipo felicidade
Não pensou que iria existir a tal
Afamada dor.
Mundo cruel esse!
Fui bem criado e não tive estudos
Amei e fui muito amado, porém, no ano passado;
Um momento tirano e espantoso me tirou o chão
Levando-me ao total desespero e solidão.
Um caçador jovem e destemido,
Passou perambulando aqui pelas redondezas.
A sua espreita
Uma onça pintada, brava como uma fera.
Ali em baixo no grotão,
Minha velhinha estava lavando roupas
Na tábua do Ribeirão.
Eu estava na colina,
consertando cercas
Cuidando da boiada
E dando milho para as galinhas.
De repente,
Um tiro de espingarda ecoou além das fronteiras
Doendo até os meus tímpanos.
Jamais imaginei que faria parte de tamanha desgraça.
Quando chego no barracão,
Com meu cachorrinho que sempre esteve a meu lado.
O caçador ja estava ali parado
Montado em seu alazão
Na garoupa ,uma onça pendurada.
Minha velhinha na frente do seu assento.
Com a roupa toda rasgada
Ajoelhei não acreditando e ao mesmo tempo já sabia da morte do meu amor.
O moço era educado.
Aparentemente era um jovem estudado.
Ele chorou dizendo:
-Eu juro!
-Eu juro que não queria matar sua amada.
Mas na verdade foi a onça quem deu
O golpe fatal.
Minha atitude foi matar o felino implacável, que até um pequeno menino não poupou...
Fera indolente,
Fera impaciente.
Impiedosa felina com filhotes
E ela estava com fome e agora que que estou sabendo quê aquele menino é o seu netinho
Que a fera também,
Devorou.
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Raramente eu fui reconhecido pessoal mente. Nunca me dei conta do quão importante era o amigo. Agora eu sei que quando eu tiver amigo ele será inexistente. E assim eu sempre serei inerente a alguma amizade.
Saudades do passado
E do meu peixe Teobaldo, Meu primeiro amigo estimado
Peixe querido e amado, Que em um passado distante, Partiu sem dar adeus, Deixando em meu peito
Uma saudade constante!
Ah! Que saudade, De tempos de liberdade, Onde poderíamos ir e vir
Sem o medo da maldade, Maldade essa, Que afasta a humanidade, Deixando em nosso peito
Um vazio inexplicável!
Saudades de um tempo, Onde víamos rostos, Onde víamos sorrisos
Onde ainda era possível
Dar um abraço em um amigo
Hoje o que nos resta
É olhar nos olhos, Espelho da alma e
Espelho de afeto!
Oh! Que saudades eu tenho
Da sala escura e da tela imensa
Onde no óculos 3D, A felicidade era expressa, E com o tempo não tínhamos pressa, Ah! Que saudade do cinema, E essa tal liberdade, que nos faz ter pressa.
Saudades da escola e dos amigos
Saudades essa que deixa meu peito sucumbido, Saudades das conversas, Saudades dos professores queridos
Em breve essa saudade passará
E assim o abraço poderemos dar.
O verdadeiro amigo !
O verdadeiro sentido de uma amizade,
você o vê, quando o verdadeiro amigo, se alegra com a sua felicidade e tem prazer em compartilhar.
Mas, o falso não olha para dentro dos seus olhos, pois o sentimento de ciúmes, o impedem, que ele se dirigia a você, paralhe desejar felicidades.
Por isso, manter-se distantes desse tipo de pessoas, é a melhor e mais saiba, decisão que tomamos.
O meu amigo disse que ele trai sua mulher e ela trai ele com outros.
Depois voltam para o mesmo teto.
Pois ele acredita no método:
"lavou tá nova" 😂😂😂😂
Amigos secretos partilham segredos
Amigo, desde que ocasionalmente descobri o teu segredo
Mesmo sem tencionar, me tornei tua amiga oculta,
conhecedora das vicissitudes do teu predileto brinquedo.
Guardo segredos que nem mesmo tu consegues guardar.
E por saber dos teus mais libidinosos pecados, eu sinto medo
E uma profunda incerteza começa a me habitar.
Uma amizade que começa com segredos mal contados
pode ser mesmo amizade verdadeira ou é pura asneira?
Porém, seja lá o que for essa insensatez resistiu ao tempo.
É que de ti fiquei cativa a espera de tantas outras revelações
driblando as limitadas situações, fomento astuciosas ocasiões
que me alimentam de inusitadas confissões do teu passatempo
porque existe dentro de mim uma pessoa avidamente curiosa,
que precisa ser constantemente saciada de tuas peripécias.
E quando desapareces irrompe-se uma aguda lacuna queixosa,
um hiato que precisa ser quebrado, que só por ti é realimentado.
Sinto falta de jogar conversa fora, cedo da noite ou fora de hora.
E desde que fostes embora, acompanho o tic tac do passar das horas.
Mas o vazio interior não faz parar o tempo que alimenta a ansiedade
de uma solitária e introvertida senhora. O relógio corrobora.
Já não existe um cretino aventureiro a me entreter e me fazer rir
derramando seu charme e fofocando dos seus casos de aventuras inusitadas.
Suas conquistas, suas diabruras que me racham de sorrir.
Já não há que me choque com suas loucuras salientadas.
Não queres mais me chocar com a tua falta de compromisso e afeto
por tuas amantes insaciáveis, tuas ficantes de cenas picantes?
Onde estão as tuas charmosas idosas carentes e as vorazes ninfetas?
Cadê as senhoras viúvas sedentas e as mulheres casadas carentes?
E aquelas mulheres avulsas que logo afastas se te afetas?
Tenho curiosidade de rir com tantas mentiras esfarrapadas,
contadas como se fossem verdades irrefutáveis. Tantas luxúrias.
Sinto a falta de sentir pena da ingenuidade delas. Quanta espúria!
Sinto falta de destilar meus inúteis e incontáveis sermões
sobre as tuas atitudes rudes de despachar as tuas aventuras.
Tenho curiosidade de conhecer o mistério de tantas conquistas.
Que feitiço jogastes em todas elas que se dão sem exceções
e acreditam inteiramente nas tuas mentiras e tuas falsidades?
Que mandiga fizestes para que elas aceitem o tempo limitado
roubado da tua matriz que nem desconfia da infinidade de filiais?
Eu gostaria de desconhecer os teus segredos incompartilháveis.
