Tudo Oque eu Sentia Acabou
Solitário e Livre
Só quando o homem perde-se tudo é que ele se tornasse soberano e quando digo se “soberano” refiro-me soberano de si mesmo. Não mais escravo de si mesmo, não mais escravo de si próprio, como tal dos próprios impulsos. Por isso pode-se esse homem tornas se: vilão, herói, um deus ou um demônio. É um homem simplesmente livre do próprio ego e dono de si próprio.
O homem torna-se um vazio solitário, felizardo por estar livre ou ao mesmo tempo arrasado perseguido por seus traumas.
Quando o homem perde-se tudo deixa de ser escravo dos próprios impulsos, então com isso me refiro que o homem deixa de ser escravo de si mesmo. E se torna dono de si mesmo, dono dos próprios impulsos, por fim tudo isso é domado por ele próprio, por ele mesmo.
É um homem que inspira as alturas e nela se reflete a sua imagem de um homem livre e soberano.
O homem tolo permanece tolo, um escravo de si mesmo e a sim permanecerá domado pelos próprios impulsos, sem nada de grandioso a oferecer a si mesmo e nem para o mundo. Não pode ser então um: herói, vilão, demônio ou um deus ou simplesmente livre. É apenas um medíocre, um homem comum, preso na própria ignorância da sua própria mediocridade.
Dentro do útero dessa própria construção virtual criada pelo homem ele permanecerá e não nascerá e a sim viverá esse circulo virtual de nascimento, crescimento e morte dentro da sociedade.
O homem comum não presta para ser grande. O homem grande não serve para ser comum. O homem medíocre serve para ser comum. A sim como o grande homem não serve para ser medíocre. E isso é uma lei universal plenamente cósmica.
'Sempre é bom ter alguém para contar , que tá ali do seu lado para tudo que for preciso...Pena que é tudo ilusão, essas pessoas estão completamente extintas'
Tudo ao nosso redor, pelos sete sentidos ainda pouco divulgado, o tempo inteiro ora quando estamos dormindo e quando estamos acordado, são profundas e generosas revelações.
Depois que tudo isso passar. Depois de todas as paixões, depois de todas as dores, depois de todas as alegrias, de todas as incertezas, de todas as memórias, depois de todas as crueldades, depois de todas as purezas, depois de toda ternura refreada, todos os beijos dados, depois de todos os amantes abandonados, depois de toda solidão sentida, só vai restar as cidades e os ventos que por ela passam.
Amar é como viver perigosamente, a gente se arrisca, luta e até se machuca, mas tudo isso mentalmente, muitas das vezes é uma escolha complicada, tome cuidado pode estar amando a pessoa errada.
Toda pessoa tem suas qualidades e defeitos, pois ninguém é perfeito. Amar é se jogar de cabeça em um lugar que você conhece muito mal, é como pular do topo de uma pedra direto em águas desconhecidas, pode ser uma "missão suicida", mas vale arriscar, afinal isso é amar.
"AMOR" uma palavra usada por tanta gente, TODO MUNDO diz, mas será que alguém sente ?
Uns amam por dinheiro, outros por poder. Amam sua casa e os carros que estão em sua garagem, mas poucos amam você. Venda seus carros, sua casa em um bairro nobre. Seja pobre e será rico, rico de amor, rico de pessoas que realmente se importam com você, pessoas que te amam pelo que você é e não pelo que você tem
Nem tudo se explica!
Exemplo, matemática do Amor.
1+1 = 1 “casamento”
Quanto + se ÷ mais cresce. “O Amor”
Na vida não escolhemos nada? Tudo é o destino? Mentira escolhemos sim, escolhemos fazer tudo o que queremos, se eu quiser sair e andar sem rumo, sairei, se eu quiser simplesmente ficar em casa sem fazer nada, também farei, somos livres para fazermos o que nos der vontade, porém tem uma coisa que ninguém consegui fugir, e isso sim somos presos e não conseguimos escolher, será? Será que conseguimos mandar no coração? Será que conseguimos desviar os olhos daquilo que ele nos predestina a olhar ou a sentir? Vivo incansavelmente a tentar resolver esse mistério que tanto me assusta, pois se sou livre na vida, também poderia ser livre a escolher a quem quero amar, mas não é assim, podemos até tentar esquecer para onde nosso coração nos mandou olhar, mas aí a guerra se inicia, guerra entre a razão e o coração, e quase sempre é o coração quem ganha à batalha, é o coração quem domina os campos de batalha da razão, e num ultimo tiro de misericórdia aflora o que mais nos dá medo, amar, pois esse amar às vezes nos fazem perder os sentidos, pois a razão já havia sido derrotada e ela não manda mais nada, desse momento em diante, viramos motorista de um carro sem freio em uma ladeira, não mais sabemos onde vamos parar, se chegaremos lá embaixo em segurança ou nos perderemos em alguma curva. E agora o que faremos, pulamos desse carro em movimento e corremos mais risco ainda? Descemos a ladeira e vemos se conseguiremos chagar lá em baixo, ou nos perderemos em uma curva qualquer no meio desse percurso? Não podemos mandar no coração, ele simplesmente faz o que quer, porém podemos dar rumo nas coisas, podemos assumir esse “volante” e com maestria de um piloto de corrida ao pilotar, fazer curva a curva desse sentimento, sem medo, e fazendo ser intenso cada metro percorrido, cada curva realizada, podemos abrir as janelas e deixar o vento entrar, podemos arriscar tudo, pois quando chegarmos ao fim terá uma reta, a reta da vitória, da missão cumprida. Portanto ame intensamente, faça valer a pena, a estrada da vida é muito curta para não aproveitarmos.
Cada pedacinho seu ficou em mim. Tudo aqui si parece com você. Cada canto da casa, vejo você, sinto seu cheiro. A vida o apresentou pra mim, e eu pensei que seria pra sempre. Não, hoje eu sei que a vida simplesmente quis me dizer, que por mais doloroso que seja, a gente aprende, a gente deixa de sonhar, a gente esquece, a gente luta, e a gente vence. Hoje tenho consciência que nada é pra sempre, nem a vida. Por isso, resolvi seguir sem você. Posso até, as vezes, me sentir fraca, insegura, mas sei que vou conseguir. Afinal, hoje já não existe, você e eu...Mas existe um eu em mim, que vai conseguir seguir, sem reviver o ontem, para não correr o risco de abrir feridas já fechadas. Pois sua ausência eu já sentia, mesmo quando estavas aqui!
DEUS nunca nos julga.
ELE, na sua sabedoria e inacabável amor de PAI nos deixou tudo pronto; o que é bom e o que não é bom e o livre arbítrio.
Então, quando procedemos de uma forma que nosso coração fica pequeno, o peito aperta e sabemos que aquilo não foi bom, não é DEUS nos julgando, é nossa consciência nos alertando para o perigo de determinado ato.
Não há inferno nem castigos intermináveis num lugar horrível. O inferno ou o paraíso somos nós mesmos que trazemos às nossas vidas, quando agimos de uma ou outra maneira e, pela Lei do Retorno, a energia daquele ato voltará um dia para nós mesmos.
Se sofremos, adoecemos, perdemos algo importante e que nos entristece, a culpa não é de DEUS, é nossa a culpa, pois ELE nos deixou o que é bom e o que não é bom, e deixou o livre arbítrio, que usamos conforme nossa vontade.
Então, sempre é bom ponderar muito bem nossos atos, palavras, respostas e emoções de ira, raiva e agressões, pois tendo nós o livre arbítrio para usar em nossas vidas, na volta não teremos para quem reclamar dos resultados das nossas escolhas feitas ao longo da existência.
TUDO no universo foi criado com a VIBRAÇÃO do AMOR, quando você sai dessa vibração aparecem as doenças, desarmonia e pobreza.
Dinheiro compra tudo, até o falso amor e a falsa felicidade, mas a real felicidade e o real amor fazem parte do seu estado de espírito, e dinheiro não compra espírito.
O que alimenta sua alma, talvez faça mal a sua consciência, e tudo se torna uma balança, o que prefere, Consciência limpa ou Alma leve ?
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