Tudo Oque eu Sentia Acabou

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Quantas vezes eu estive
cara a cara com a pior metade?
A lembrança no espelho,
a esperança na outra margem

Quantas vezes a gente sobrevive
à hora da verdade?
Na falta de algo melhor
nunca me faltou coragem

Se eu soubesse antes o que sei agora
erraria tudo exatamente igual...

Tenho vivido um dia por semana
acaba a grana, mês ainda tem
Sem passado nem futuro,
eu vivo um dia de cada vez

Quantas vezes eu estive
cara a cara com a pior metade?
Quantas vezes a gente sobrevive
à hora da verdade?

Se eu soubesse antes o que sei agora
iria embora antes do final...

Surfando karmas e DNA
eu não quero ter o que eu não tenho
não tenho medo de errar!

Surfando karmas e DNA
não quero ser o que eu não sou
eu não sou maior que o mar...

Surfando karmas e DNA...
na falta do que fazer, inventei a minha liberdade!!
(Engenheiros do Hawaii)

Bem, eu conheço algumas
pessoas que tem um pouco menos que nada
Mas ainda
acham algo para economizar
E outras pessoas tem mais do que poderiam usar
Mas elas não dividem

⁠"Majestade, me perdoe, eu não sabia que a República era isso."

"Observando você a durmir percebo o quanto realizado e feliz eu sou, por ter em meus princípios tudo o que me ensinou. Ter você como mãe é não saber reclamar da vida, é não ter motivos para tal. Mãe que em seu ventre me gerou. Mãe que sempre fez de tudo para agradar. Mãe sempre a paparicar. Mãe que amamentou. Mãe de corpo e alma. Mãe de coração. Mãe que dos bons momentos faz lembrar. Mãe incomparável. Mãe majestade. Mãe rainha. Mãe com amor. Mãe com carinha. Mãe incontestável. Mãe com seu terço a rezar. Mãe pura. Mãe de coração grandioso a todos quer salvar!"

"Eu não sabia o que fazer, e abri a blusa.
Mais tarde eu ia dizer: foi sem pensar.
Ele me achou desnorteada, confusa,
Como acharia qualquer mulher que abre a blusa
E faz tudo que eu fiz só pra agradar.

Minha cabeca não era mesmo muito certa.
Mulher esperta eu nunca fui, mas deveria
Saber me colocar no meu lugar.
Não adiantava nada, eu era assim desatinada,
O tipo de mulher que faz as coisas sem pensar...

Você agora, me ouvindo contar essas histórias,
Talvez me ache também um pouco confusa.
E eu, que faco tudo pra agradar,
Já sem saber o que fazer, abro minha blusa,
Como faria qualquer mulher confusa em meu lugar!"

DEPOIS DO FIM

Mas como eu começo depois do fim
O som da porta batendo atrás de mim
Minha vida se parte em pedacinhos pequenos
O que restou, o que dizer, prá quem ligar, aonde ir?

O vazio total e a urgência de recomeçar
Em que casa, em que rua, em que mundo eu vou morar?
Onde eu vou entre o fim do trabalho e o começo do
sono?
Prá te esquecer me entrego pra qualquer bobagem na TV

E eu rezo pra dormir
Mas Deus não quer me ouvir
Eu tento resistir
Enquanto a noite e o céu desabam sobre mim

O vazio na alma, na cama e ao redor de mim
Caio em prantos na rua e nem ligo,
Me acostumei com vexames
Volta pra mim, me mostra onde eu errei e te perdi

E eu rezo pra dormir
Mas Deus não quer me ouvir
Eu tento resistir
Enquanto a noite e o céu desabam sobre mim

Pai, eu sou mau por dentro? Não, mas as camadas de maldade na superfície vão quase até o centro.

Meu livro favorito era, de longe, “Uma aflição imperial”, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como “Uma aflição imperial”, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.

Eu te chamava de amor, mas aí eu me dei conta que amor era só uma parte de mim, e você não é uma parte de mim. Você é eu por completo, e foi ai que eu comecei a te chamar de vida.

Amar não é apenas dizer “eu te amo”, mas deixar que os gestos falem por si só.
É querer estar sempre por perto, mesmo no momento mais incerto.
Não é xingar, humilhar, ofender, mas sim , cuidar, amparar, proteger...
É querer expressar o nobre sentimento que invade o coração e às vezes até machuca, sufoca, dói de tal forma que muitas vezes parece que será impossível suportar tamanha dor.
Como é estranho esse bicho chamado amor!
Ele pode ser massacrado, sufocado, até esmagado, mas é forte o suficiente para seguir em frente e ressurgir do chão e passar por cima de tudo, perdoar o que for, esquecer tudo o que for necessário, mesmo que todos digam para que se faça ao contrário.
O amor não é vingativo.
É nobre, sublime, terno.
É um sentimento que, quando é verdadeiro, é para sempre.
É eterno.

Mas perdas machucam como
balas, e eu estou começando a
sangrar.

Eu me vejo tanto nas suas palavras que começo a me perder em você.

- Esta é a parte onde você me diz que se eu machucá-la, você vai me matar?
- Não. Se você machucar Clary, ela é bem capaz de te matar por si mesma. Possivelmente com uma variedade de armas.

Já sei, alguma das minhas piadas estúpidas. Olha, não vou me desculpar, eu sou assim, se eu tiver que desdizer qualquer bobagem que eu disser, não terei mais tempo para outra coisa.
(Bicho do Mato)

Quanto mais tempo eu observo a vida, mais tenho a certeza que a felicidade está nos pequenos goles da bebida chamada sonho.
Embriago-me!

Eu não quero encontrar a pessoa certa, não, não mesmo.
Quero que ela seja toda errada, toda torta, que venha na hora errada, que entre pela janela ao invés da porta, que chegue em uma data qualquer e sem aviso prévio, que venha despreparada ou chegue atrasada, mas que aos poucos, não queira partir, não consiga ir embora.
Não quero que ela me ame assim que me veja, talvez até que não vá com a minha cara, que me ache de repente superficialmente chata ou antiquada, mas que entenda que gostar ou não de alguém é algo que só depende da convivência e do "se permitir" conhecer o outro.
Não quero que ela veja minhas qualidades de pronto, nem que me ache incrível no primeiro encontro caso eu lhe arranque suspiros, não, não quero, quero sim é que descubra aos poucos o melhor de mim.
Não quero que ela seja irresistível, daquelas pessoas que só de olhar dá vontade de engolir ou pôr no bolso, não isso não, eu quero é alguém a quem eu não queira resistir, com todas as coisas erradas e certas que ela possa ter.
Não quero que ela seja super interessante, quero que ela tenha manias e erros irreparáveis e tudo isso a torne antes de tudo singular.
Não quero a pessoa certa.
Quero a pessoa errada, que vá contra minha racionalidade, aos padrões da sociedade, aí sim, saberei que realmente é pra ser!

Ah, tormento que eu não posso confessar...
O que eu escrevo é a verdade, eu não minto,
eu declaro tudo aquilo que eu sinto,
e é a outra que teus lábios vão beijar...

Sei que quanto mais verdade tem no escrito,
mais distante eu te ponho dos meus braços,
pois desenho o paralelo de dois traços
que na certa vão perder-se no infinito...

Estes versos feitos para te emocionar
justificam todo o amor que tens por ela
e as carícias que esses dois amantes trocam.

E eu te excito, sem que venhas a notar
que esses lábios que tu beijas são os dela,
mas são minhas as palavras que te tocam.

Pedro Bandeira
BANDEIRA, P., A Marca de uma Lágrima, Moderna, 1985

Mostra o teu lado mais mulher, mais ousada, mais provocante. Eu juro que seu lado mais frágil me apaixona, mas é teu lado mais provocante me faz perder o controle

Eu e você somos uma coisa só. Não posso te maltratar sem me ferir.

Não sou eu quem descrevo. Eu sou a tela
E oculta mão colora alguém em mim.
Pus a alma no nexo de perdê-la
E o meu princípio floresceu em Fim.