Trindade

Cerca de 2486 frases e pensamentos: Trindade

Senti de dentro uma emoção ardendo, no meu coração, já tinha certeza era a tal da paixão que vem sem aviso e dela dificilmente eu me livro. Não consegui aguentar, me atraí pelo seu olhar, meu coração se acelerou, minha mente se preocupou, já tinha a certeza, era essa tal de paixão, que não escolhe pensamento, religião, ou cor, mas uma coisa é certa ela vem como uma flecha em busca de um coração vazio para se abrigar, porque precisamos nos apaixonar?
Me encantei por você, seu jeito de menina que me fascina, me alucina e me atrai o olhar, poderia te admirar o dia todo sem me cansar, cada vez mais que eu te olhar, vou me apaixonar, sua voz para os meus ouvidos é como o mais calmante som. Será que isso é amor? Bom, não sei! Mas uma coisa é certa essa paixão me criou confusão se ouço a razão ou a voz do coração. O coração diz sim, mas a mente diz não, e nesse embate quem está no meio? Eu, lógico fico no fogo cruzado, não sei se me rendo, ou prossigo sofrendo com esse coração apaixonado.
Me apaixonei, me ferrei. Não sou do tipo que busca relacionamento, pois da última vez que fiz assim, fiquei sozinho no relento, queria eu isso de novo para mim? dias e noites peno com essa paixão que me faz sofrer, o sono perder e até emagrecer. Não me leve a mal, mas eu estou apenas buscando meu bem estar pessoal, paixão faz o homem sofrer, se desesperar e se essa paixão não o corresponder, ele pode até querer se matar.
Me apaixonei, me ferrei, pois a paixão é um sentimento corrosivo que não tem moradia fixa, mora de aluguel, mas acaba com o hospedeiro, que sofre com ela o dia inteiro e não descansa nem um dia, a paixão é parasita que depende da gente, mas acaba com a gente, se eu pudesse escolher não me apaixonaria, que pena pois assim essa história não se repetia, mas se não fosse a paixão esses versos não existiam.
Me apaixonei, me ferrei!

Inserida por felipe_eugenio

Parem de almejar o que conquistei.

O que conquistei tem valor pra mim que corri atrás, o troféu a mim pertence!
Faça por onde, corra longe, arrisque, lamente do que fez e não do que poderia ter feito.
Seja capaz, seu troféu é a consequência das suas buscas.

Inserida por VanessaTrindade

Saudade, palavra que define o que sou, quando estou longe de você!

Inserida por VanessaTrindade

A distância faz doer
A saudade faz chorar
O esperança aquece o peito de quem sabe o que é amar

Inserida por VanessaTrindade

DOCE DE GENTE
Diz a sabedoria popular
Que o doce mais doce
É um tal açucarado
Doce de batata-doce.

Desse só ouço falar.
Pode ser que você goste
Ou mesmo saiba fazer.
Deve ser bom... aposto!

Mas se tem um doce,
Que agrada bem o paladar,
É o "doce de gente"...
Você há de concordar!

Não engorda, é de graça...
Faz bem até pra alma
E a embalagem versátil
Encanta, alegra e acalma.

Vários potes de dia
(Sorte quem à noite tem)
Tornam a vida mais serena:
O coração diz "amém"!

Pode ser que até você
Seja um "doce de gente"
Se alguém por um instante
Você sabe deixar contente.

Inserida por rogeriotrindade

A felicidade é algo pela qual lutamos todos os dias. Algumas batalhas que travamos conosco e com o mundo nós vencemos. Em outros casos, juntamos os cacos quando a derrota acontece. Isso ocorre com todos desde que o mundo é mundo. De toda forma, cada batalha que travamos nos moldam e nos guiam para algo muito maior, vencer a guerra, vencer na vida… ser feliz.

Inserida por JaksonTrindade

Cultive pensamentos positivos e benéficos. Livre-se de toda negatividade. Direcione sua mente para aquilo que te faça crescer.

Inserida por tiagotrindade

Tente enxegar o lado positivo das pessoas. Não se limite a criticar. Enalteça suas qualidades.

Inserida por tiagotrindade

A PALAVRA
Palavra não custa nada...
Mas tem muito valor.
Bendita seja a palavra
Quando dita por amor.

Palavra não custa nada...
Que traga graça e sabor!
Maldita seja a palavra
Que leva tristeza e rancor.

Palavra não custa nada...
Seja cada novo dia
Uma nova oportunidade
De espalharmos alegria.

Nunca se cale o homem...
Que não poupe palavra
Enquanto, da tristeza,
Houver uma alma escrava.

Inserida por rogeriotrindade

⁠PARTIR
Navegar-te foi ausência
Entender-te foi silêncio
Parto agora sem ressalvas
Parto também o meu peito
Logo à frente um sorriso
Ao sul de algum lugar
A vida é partir
A morte é ficar

Inserida por douglastrindade

⁠DOIS
Uma ideia
Calma e doce
Alma e corpo
Lua ao fundo
Finda o outro
Sem relevo
Contorna o eterno
Amor profundo
Na varanda
Dois corações
Dos corações
Que pulsam o mundo

Inserida por douglastrindade

⁠Perco-me em pensamentos, e quando o vento retoca a beleza das folhas do ipê ao lado de minha janela, a vida num sopro mostra-se branda. O peito antes apertado, agora expande-se como se fosse abarcar tudo que a vista alcança. Minha angústia dissolve com tamanha rapidez que parece nunca ter existido. E eu, retomo o prumo de minha existência; e como aquele vento, sigo a retocar a beleza de tantas outras folhas por aí…

Inserida por douglastrindade

⁠DA POESIA INDIGESTA
Corro, recorro
Penso, repenso
Sem pressa a prece em socorro
Em absurdo meu Eu absorto
Num rastro de uma dúbia linha
Agora tênue linha transpasso
E creio
Na pele
na carne
E no espaço
Quando nem homem resta
Do que sobrou
Do risco
Da fresta
Sem rima
Na via sem volta
Da poesia
Por fim
Em mim, indigesta

Inserida por douglastrindade

⁠PÁLIDAS PAREDES BRANCAS
Quando olhei, pálidas paredes brancas
Tão gélidas que congelavam-me o pudor
Cercavam um pequeno espaço irregular
De um lado o peso do tempo
Intacto e sólido
Do outro, o peso do corpo
Disperso e flácido
E no centro de tudo
O olhar do retirante
Ríspido e desconexo
Acuado pelas pálidas paredes
E pelo esboço de uma era
Que sucumbiu ao veneno das meias verdades
E do riso frouxo e estéril

Inserida por douglastrindade

⁠SONÂMBULO
Vitória para ti sonâmbulo
Que perambula na tessitura da noite
E no relevo das notas, ruidosas noturnas
Deita teu corpo cansado e disperso
Enquanto o sono esconde o sonho mais belo
Dado ao guerreiro como troféu de ouro e sonífero
Pela odisseia noturna da todos os dias
No limbo e na relva do acordado desgosto
Onde o ruído do ventilador é ode ao calor
E também uma das sete pragas do Egito de tuas entranhas
E do fervor infernal de teus pensamentos
Tão agarrados a tua carne
Que parecem fios de linho do lençol que nunca o cobre
O corpo que nunca para
Por hora vago e flutuante
Sozinho e tenso
Imagina o sol já se pondo
E sem armas nas mãos, o olhar desfalece
A coluna estala, mais uma ruga aparece
O alarde das horas marcam tua pele frígida
Náufrago, que durmas de olhos abertos
Absorto na sede da indigesta vitória
Pois nas tuas olheiras mais um dia floresce
A guerra acaba
O sono cede
Amansa teu prumo
E vai trabalhar

Inserida por douglastrindade

⁠SILÊNCIO
Que longo silêncio nos consome
Que até o pingo suave da chuva
Retumba seco
E ecoa na alma
Que até a freada de um carro distante
Se torna presente
e freia minha fala
tímida
tremula
E rasa
Que longo silêncio
Que derruba calado
Nosso olhar desviado
Para o canto da sala
E no canto que cruzam
Paira o longo silêncio
Paira o pingo da chuva
E outro carro que freia
E a mão que não toca
E o calor que não vem
Pois a fala apertada
Sem querer quase fala
Que no canto da sala
O olhar que não cruza
Já cruzou outro alguém

Inserida por douglastrindade

⁠A MESA
Mesa que apoio meus braços
Por laços a tenho há anos
Mogno maciço curado
A pena, lamentos e prantos

Inserida por douglastrindade

⁠TROVÕES
Trovões, trovões, trovões
Mil vezes teus brandos trincados
Que rompam a tampa do mundo
Mas não os encontros marcados

Inserida por douglastrindade

⁠REI CALISTO
Calisto é rei do mundo
O mundo tem um rei
E há de ser o velho Calisto
O resto não é digno
O resto é frouxo
O resto não é Calisto
O verdadeiro rei
Mas uma avaria aconteceu
E até Calisto é carne
E toda carne é resto
Aquele resto que não é rei
Mas apodrece com dignidade
Ora, ora rei Calisto
Agora és podre aos pés do mundo
Jogado ao resto no solo
E carne ao sol cheira mal
Aqui jaz O rei Calisto
Visto a luz de um verme
Um resto indgno, frouxo e mortal

Inserida por douglastrindade

⁠POEMINHA DO DESASSOSSEGO
Foge agora o sentimento
cerne bruto a lapidar
pelo gorjeio do tormento
sobre o afago do luar;
turvo ensaio a rima
sinto pulsar o coração
anseio pela obra-prima
ao moer minha paixão;
e os gritos antes imersos
no silêncio sem coragem
agora rasgam estes versos
e desatinam minha imagem;
e tudo vaza e tudo grita
num acalanto sem perdão
e pela artéria da escrita
navega a esmo a razão;
então voo feito nada
leve ao sopro de Caeiro
sem o olhar da musa amada
resta a pena e o tinteiro;
ouço sutil minha essência
como harpa nota a nota
sou faísca da existência
na vã redoma da revolta;
caio desperto em teimosia
fôlego de tolas incertezas
e quando vejo é poesia
divina dama das tristezas;
surge rubra em vasto alarde
arrebata o mundo que percebo
tem ela o poente da saudade
dor da verdade que recebo;
foge agora o sentimento
foge o ar, o verso e a aflição
foge o assombro em pensamento
foge o desassossego em questão;
- Posto em um arranjo
sem o espanto de outrora
vejo a face de agora
juro, sonha, parece anjo!

Inserida por douglastrindade