Trechos de Livros Românticos
“O luto honra o amor, mas não precisa apagar toda a luz que ainda permanece na vida.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O amor que controla ainda teme a perda; o amor que liberta já aprendeu a confiar.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O amor que vem em ordem divina não exige que a alma se diminua para ser escolhida.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
A Bíblia é o único livro de amor em que o protagonista escolhe dar a própria vida pelo vilão da história.
ABERTURA
Este é o livro do amor
Do mesmo amor que arde em nosso peito...
Abre-lhe as suas páginas divinas
e sinta o mesmo ardor do qual ele foi feito,
Como lírios em sonhos que provêm do nosso leito!
Livro de mais ninguém!
Somente do amor eleito
Perene em cada estação
E docemente perfeito!
Falo do amor pois tenho medo dele cair no esquecimento.
Como um livro empoeirado na pratilheira dos sentimentos.
Esquecido na biblioteca da paixão...
Falo do amor, pois tenho medo de quando encontra-lo não reconhecer-te a face.
E me dar como insensível, ser desamado que nunca sofreu de amor..
O AMOR É PARA OS FORTES
No hábito da leitura, dos mais diversos gêneros, me deparei um livro cujo título me deixou instigada: “O amor é para os fortes”, de Marcelo César, excelente obra, por sinal. Se o amor é para fortes, presume-se que não é fácil amar. Afinal o que é o amor? Há várias formas de amor: paternal, fraternal, carnal, interpessoal, etc. E para mim a melhor e aplicada á todas as formas é o amor incondicional, aquele que não impõe condições para se amar. É amar sem pré-requisitos, pelo simples fato do amor existir, sem exigir nada em troca.
Amar o “belo” é fácil, em todos seus adjetivos. É fácil amar o que tem forma ou aparência agradável, perfeita, harmoniosa. Que desperta sentimentos de admiração, de grandeza, de nobreza, de prazer, de perfeição. Não há quem não ame um jovem de aparência privilegiada, saudável, inteligente, estudioso e bem sucedido profissionalmente, não é? É o orgulho de toda a família, o marido cobiçado, o profissional promissor, o amigo para todas as “paradas”, etc. Á esse é fácil amar, em todas as suas formas.
Difícil é amar o “feio”. Os que têm aparência desagradável, desproporcionado, disforme. Rapazes têm uma leve tendência a desprezar as meninas que não foram contempladas com uma beleza física considerada “ideal” ou de acordo com padrões sociais e vice-versa. Os que têm desvios de comportamento, imoral, indecoroso, torpe. Quem em são consciência quer amizade ou namorar com um delinquente, viciado em drogas, alcoolista? Quantos casamentos não são desfeitos pelo fato das esposas não suportarem maridos alcoolistas, jogadores compulsivos, etc. Os que são desprovidos de boa saúde, portadores de deficiências físicas e mentais, etc. Já viu um cadeirante, um portador de Síndrome de Down rodeado de colegas? E os com dificuldades de aprendizado, considerado “burros”, são os últimos a se integrarem aos grupos nos trabalhos escolares. Que tipo de amor é dedicado aos “feios”? Quem seria forte suficiente para amá-los? Aos “feios” é consagrado o melhor dos amores: o incondicional. E poucos são os que o dedicam.
Exemplos de amor verdadeiro e incondicional são o dos pais de portadores de deficiências físicas e mentais, aceitam a condição dos filhos e cuidam com total carinho e dedicação. Pais de delinquentes, viciados, que apesar de todo o desgosto causado pelo filho não os rejeita, cuida, orienta, muitas das vezes em vão. O amor incondicional de um casal, onde muitas das vezes o marido é alcoolista, drogado, jogadores compulsivos; ou desprovido de condições financeiras, desempregado e mesmo assim a esposa se mantém companheira, cuidando, ajudando-o; situações em que um é acometido por doenças ficando debilitado, dependente, e o outro se dedica aos seus cuidados.
Sim o amor é para os fortes. Somente os fortes tem a magnanimidade de amar o “feio”. Somente os fortes são providos de amor incondicional, verdadeiro, em todas as suas formas.
Descrever o amor que sinto por você, não caberia nem em mil livros! Pois, são infinitas palavras de amor!
Te amo Fabricio.
Eu quero café preto com pão doce. Quero livros, muitos e só os melhores. Eu quero o amor do meu lado. Quero alguns poucos alvos de afeto. Quero peculiaridades. Eu quero filmes. Sim, eu quero sonhos! E tudo sem prazo de validade.
"AH! BOM MESMO É O AMOR" = meu título de um livro.
Outro dia, andava pensando no amor, no amar. Como é triste a desilusão, mas é nesse ambiente de desamor/desilusão que mais se pensa na vida e por conseguinte no amor. Tanto é assim que os parnasianos foram recordistas em decifrar o amor.Rubem Alves disse que amar é ter um pássaro na ponto do dedo, e deve ser assim, não numa gaiola!
"Quero um amor maior, amor maior que o meu... sábia canção
Será que o verdadeiro amor acaba?
tenho feito essa pergunta frequentemente por ter vivido isso. Como é triste vê-lo acabar. Agora eu sei que o importante é o fim e não os meios, embora o que se viveu, se sentiu tenho sido maravilhoso, o que vale mesmo é o final: é o que mais parece e vale.
O amor existe.
Não foi um livro que disse. Eu só vejo ele pairando no ar em meio a conversa de duas pessoas que estão sentadas com mãos entrelaçadas em um banco qualquer, numa praça qualquer, mas com o amor que só esses dedos entrelaçados e esses olhares focados e bobos sabem dizer. O amor existe. Ele não está só nos livros de Machado ou naqueles romances americanos que as livrarias se esgotam de vender,e é por isso que vendem tanto, por que as pessoas acreditam na sua existência, e querem acreditar, por que ele existe.O amor existe. Difícil topar com ele, óbvio. Mas acontece. Sem previsão de hora, data, mês, ano. As vezes quando menos se espera o amor invade qualquer sinal vital nosso e pronto. Somos refém do sentimento mais transformador do mundo. O amor existe mesmo sem existir ainda. O amor existe. Dolorido, nervoso,inquieto, bonito, avivado mas existe. Confuso, bruto, calmo,forte, quebradiço, mas existe. O amor é tudo isso que não vemos, é tudo isso tão grande que a nossa mão não consegue segurar, o amor é isso que existe e que um dia, sem motivo, começa habitar dentro da gente por alguém. O amor existe e é demodê.
O Cardeal Guibert tinha também desde a juventude, em grau extraordinário, o amor aos livros. De família pobre, saboreava aqueles que lhe emprestavam, esperando algum dia realizar o seu sonho: comprá-los por conta própria.
"Eu fico com o amor em vez do ódio,com livros em vez de violência.Pois,na paz se encontra a bonança e no respeito a chave da boa convivência".
(Rodrigo Dias).
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