Trechos de Livros
Talvez eles estivessem certos em colocar o amor em livros… Talvez eles não pudessem viver em qualquer outro lugar.
Livros.
Você pode deixar um livro cair, e ele não vai chorar.
Você pode colocá-lo em uma prateleira, e ele não vai se sentir sozinho.
Você pode emprestar ele para os seus amigos, e ele não vai se sentir usado.
Você pode rir e não entender o seu conteúdo, e mesmo assim ele vai estar sempre ali, te esperando para você tentar decifrá-lo mais uma vez.
Um livro não importa quanto tempo permaneceu fechado, pode sempre ser reaberto outra vez.
Não os julgue por capas e críticas vagas.
Livros, alguns são melhores que pessoas.
A gente aprende muita coisa na escola, com os professores, nos livros, com oa amigos, com nossos pais, ouvindo e lendo histórias de vida das pessoas. Mas sabe de uma coisa, nunca, nada e nem ninguém te ensinará tão bem como a vida. Ela te ensina da maneira fácil, caso você aceite o que ela te ensina, ou da maneira mais dificil, caso você tente vive-la achando que sabe de tudo só porque ouviu conselhos, leu livros e histórias. A vida vai te ensinar de verdade de um jeito que, passe o tempo que for, você jamais esquecerá a lição. Enquanto você não aprende a ser humilde e entende que tudo acontece no seu devido tempo e nao na hora que você quer, ela vai te colocar de joelhos sempre, sem dó. Vai te derrubar justamente naquele momento em que você esta mais convencido da vitória. Sei disso porque ja passei por muitas coisas, tive frustrações, decepções, fracassos... Mas quer saber, não lamento nada disso. Hoje sei que tudo que aconteceu, mesmo nao sendo la tao bom, foi para que me trousesse até aqui onde estou. Sempre tive planos grandiosos pra minha vida, e continuo, mas hoje não uso a força com o destino, uso a humildade, se não der certo dessa vez, tento, retento, e assim vou, até quando as coisas se encaixarem e tomarem seu devido lugar. Se isso nao acontecer é porque não éra pra ser. Por fim, acredite, nunca se sabe o quanto se é feliz até que acabe, pois a felicidade é uma coisa rara, mas ao mesmo tempo, é encontrada nas coisas mais simples da vida, como um simples passeio em um parque com uma pessoa que a gente ama. Parece algo simples, mas acredite, é alí, justamente nesse ato simples e normal, que se encontra a verdadeira e mais pura felicidade. Agora, vai la viver pra você aprender.
Pessoas são como livros
Não há nada que me faça mudar essa visão. Quer eternizar? Escreva um livro. Quer eternizar mais ainda? Seja um livro. Sem pudor, escute a voz do coração. Livros e pessoas marcam gerações e épocas. Livros e pessoas são fonte de inspiração em todo e qualquer texto, verso, frase ou parágrafo. O cotidiano não seria nada sem os livros e as pessoas. Livros e pessoas são poesia, pura canção. Pessoas não seriam nada sem livros. E os livros, o que seriam sem as pessoas? Não seriam. Não haveria emoção, inquietação. Aliás, não haveria nada.
Pessoas são como livros. Livros são eternos, logo, pessoas são eternas.Perca as pessoas pelas palavras . Ganhe as palavras pelas pessoas. Livros e pessoas, são palavras, ações. Por essas e outras razões, tenho cujas convicções, sem elas, já não sei o que me convém. Mas essa certeza jamais será efêmera, e é isso o que apesar de tudo, ainda me mantêm. Seja por mal, ou seja por bem.
Pessoas me encantam.
Livros também.
Eu acho que ela se alimenta de letras. Toda a casa dela está atulhada de livros. Ela os prefere à companhia de seres humanos.
Os livros são as suas naves,
Desbravadores leitores, seres insaciáveis,
Viajantes que trafegam
entre universos alternativos.
Quando suas próprias realidades
os deixam fadigados ou aflitos, dispostos ou entediados,
cada um na sua necessidade de usufruir um pouco de liberdade.
Um bom motivo para sair à procura
de uma aventura, à segurança de um abrigo,
ou um amor de verdade.
Um suspense temido, enfim, quem sabe? O que for preciso.
Poder viajar é libertador,
ser feliz com vontade
sendo um caro leitor.
*
"Os livros
e os contos,
estava no seu itinerário.
*
Amava as palavras, e corria atrás das frases, colecionava rimas,
dormia com os livros
e buscava sempre o desfecho de um episódio pra comparar com as emendas,
que o escritor furtava dos contornos das histórias trançadas que sua mente inventava..."
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( Francisca Lucas )
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Eu não quero um amor perfeito, desses que estão nas histórias de filmes, de livros, de músicas. Quero um amor desses simples que é cheio de beijos de "bom dia" com gostinho de pasta de dente; Com olhares e sorrisos que nos deixam com vontade de sorrir timidamente e pensar "Nossa, eu realmente estou sendo feliz" ; Com compartilhamentos de opiniões, segredos.. A famosa cumplicidade. E que quando as opiniões e as vontades não baterem, haja discussõezinhas e briguinhas que no final leve a abraços e beijos que representam um acordo, onde o sentimento é que fala mais alto.. Eu não quero nada que as pessoas chamam de "o felizes para sempre".. Eu quero apenas algo que seja intenso e aproveitável , com um toque do "vai ficar gravado na minha mente e no meu coração.." :)
Já deixei bons livros para trás e os perdi, já deixei pessoas que amei para atrás e também as perdi, mas o que mais me dói foi o de ter perdido os livros, eles não mudam de opinião sobre mim.
Você não deve temer alguém que tem uma biblioteca e lê muitos livros; você deve temer alguém que tem apenas um livro, e o considera sagrado, mas nunca o leu.
Entre livros e cigarros
beijos doces, sentimentos amargos,
blues e heavy metal,
sortes e revezes;
Tão complexa e ingênua…
Não me encaixo no esquema.
"Não precisa ficar lendo um monte de livros pra impressionar, se quem vive ao seu redor não irá se impressionar, Hum!"
Frase Minha 0165, Criada no Ano 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
O EVANGELHO DOS INFELIZES.
Prefácio.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Há livros que nascem da erudição. Outros, da experiência. Este nasce da dor compreendida.
O sofrimento sempre acompanhou a humanidade como sombra inevitável. Desde as primeiras narrativas do Gênesis até as páginas pungentes do Novo Testamento, a dor não é acidente, mas linguagem. Em Bíblia Sagrada, a aflição aparece não como punição arbitrária, mas como pedagogia moral. No livro de Jó, o justo sofre. Nos Salmos, o coração clama. Nos Evangelhos, o Cristo consola os aflitos e declara bem aventurados os que choram, porque serão consolados.
Contudo, os infelizes sempre foram mal interpretados. A sociedade, em suas estruturas históricas, tende a confundir sofrimento com fracasso. Sob a ótica espírita, tal equívoco dissolve-se. Em O Evangelho segundo o Espiritismo, publicado em 1864, afirma-se que as aflições possuem causas atuais e pretéritas, inscritas na lei de causa e efeito. A dor, longe de ser mero acaso biológico ou injustiça divina, revela se instrumento de reajuste e de ascensão moral.
Este livro não pretende romantizar o padecimento. O sofrimento que embrutece, que revolta, que obscurece a consciência, é sinal de incompreensão. Mas o sofrimento que desperta, que purifica intenções e amadurece o espírito, converte-se em semente de luz. É nesse ponto que os infelizes tornam-se protagonistas de uma revelação silenciosa.
A tradição cristã sempre compreendeu que a cruz não é símbolo de derrota, mas de transfiguração. Em O Livro dos Espíritos, encontra-se a afirmação de que a vida corporal é prova ou expiação. Tal proposição exige maturidade filosófica. Prova implica oportunidade. Expiação implica reparação. Em ambos os casos, há finalidade educativa.
O Evangelho dos infelizes não é um novo texto canônico. É antes uma leitura interior do Evangelho eterno aplicado às almas que caminham sob o peso das lágrimas. Ele dirige-se aos que perderam, aos que foram traídos, aos que experimentaram a solidão moral, aos que se veem incompreendidos em meio ao ruído social.
Historicamente, as grandes transformações espirituais nasceram do sofrimento. A perseguição moldou os primeiros cristãos. A pobreza formou santos. A renúncia edificou consciências. O infortúnio, quando assimilado com dignidade, desvela dimensões superiores do ser.
Sob a análise psicológica contemporânea, reconhece-se que a dor pode produzir resiliência, expansão de sentido e reorganização existencial. A tradição espírita amplia essa compreensão ao afirmar a continuidade da vida e a perfectibilidade do espírito. Assim, o que hoje se chama infelicidade pode ser capítulo necessário de uma história mais ampla que ultrapassa a existência presente.
Este prefácio não oferece consolo superficial. Oferece perspectiva. O Evangelho dos infelizes convida à reflexão severa e à esperança fundamentada. Não há sofrimento estéril quando há consciência desperta. Não há lágrima ignorada quando há justiça divina.
Se a humanidade aprendesse a olhar para os infelizes não como derrotados, mas como viajores em processo de depuração, a ética social seria mais compassiva e a própria noção de êxito seria reformulada.
Que estas páginas sirvam não para alimentar lamentos, mas para transformar dor em lucidez, culpa em reparação e desespero em coragem moral.
Porque o verdadeiro Evangelho não se dirige aos satisfeitos, mas aos que ainda choram, e é na pedagogia da aflição que a alma começa a reconhecer a grandeza de seu destino.
