Trechos de Livros

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Somente os livros podem dar ao jovens à sabedoria dos idosos.

Se você quer ser o que eu sou comece lendo os livros que já li

Sabedoria não se aprende de outros, nem nos livros.

- Quero todos os dias
Presentear o que eu tenho de melhor,
Vou lhe presentear – livros…

Os livros são como o boxe: um tédio no início; e excitante no fim.

Por mais estranho e solitário que fosse o mundo lá fora, os livros sempre me faziam lembrar de casa.

Há crimes piores do que queimar livros. Um deles é não lê-los.

Ela construiu sua casa entre as páginas dos livros.

Se encontrarmos um homem de rara inteligência, devemos perguntar-lhe que livros ele lê.

Tão importante quanto o ar que eu respiro são minhas leituras, eu devoro livros. Tenho fome de conhecimento.

Contam os livros antigos uma lenda que fala do amor de uma estrela pelo sol - a lenda do girassol.
Dizem que existia no céu uma estrelinha tão apaixonada pelo sol que era a primeira a aparecer de tardinha, no céu, antes que o sol se escondesse. E toda vez que o sol se punha ela chorava lágrimas de chuva.
A lua falava com a estrelinha que assim não podia ser, que estrela nasceu para brilhar de noite, para acompanhar a lua pelo céu, e que não tinha sentido este amor tão desmedido! Mas a estrelinha amava cada raio do sol como se fosse a única luz da sua vida, esquecia até a sua própria luzinha.
Um dia ela foi falar com o rei dos ventos para pedir a sua ajuda, pois queria ficar olhando o sol, sentindo o seu calor, eternamente, por todos os séculos.
O rei do vento, cheio de brisas, disse à estrelinha que o seu sonho era impossível, a não ser que ela abandonasse o céu e fosse morar na Terra, deixando de ser estrela.
A estrelinha não pensou duas vezes: virou estrela cadente e caiu na terra, em forma de uma semente.
O rei dos ventos plantou esta sementinha com todo o carinho, numa terra bem macia. E regou com as mais lindas chuvas da sua vida.
A sementinha virou planta. Cresceu sempre procurando ficar perto do sol. As suas pétalas foram se abrindo, girando devagarzinho, seguindo o giro do sol no céu. E, assim, ficaram pintadas de dourado, da cor do sol.
É por isso que os girassóis até hoje explodem o seu amor em lindas pétalas amarelas, inventando verdadeiras estrelas de flores aqui na Terra.

Livros e vinhos são como peças íntimas, compreende?
Permita-me escolher!

A sim como os livros os gatos são os melhores companheiros. Preenche o nosso vazio sem nos roubar a solidão.

Estude os livros e você será alguém na vida, estude a vida e você será alguém nos livros.

Deve haver alguma coisa nos livros, coisas que não podemos imaginar, para levar uma mulher a ficar numa casa em chamas; tem de haver alguma coisa. Ninguém se mata assim a troco de nada.

Ray Bradbury
Fahrenheit 451. São Paulo: Globo, 2012.

Pela grossura da camada de pó que cobre a lombada dos livros de uma biblioteca pública pode medir-se a cultura de um povo.

O sábio lê livros, mas lê também a vida. O universo é um grande livro e a vida é uma grande escola.
(A importância de viver)

Gosto de livros que não só são adoráveis, mas que possuem memórias. Assim como tocar uma música, pegar de novo um livro com lembranças pode transportar você de volta a outro lugar ou a outra hora.

Os Sertões, de Euclides da Cunha, é um dos livros que traça o Brasil, e todo o nordeste brasileiro.

A mochila, a viagem e eu

Mochila, sempre eu a levo comigo. Levo livros, cadernos, e outras coisas mais. A vida e suas bagagens. Se não me bastasse as malas que carrego na vida, essa é mais uma. O problema sempre é as outras coisas mais. Coisas que não tem prioridade, mas que insisto em levar comigo. E a mala pesa ainda mais, juntamente com aquilo que preciso para o dia. Será vaidade? Obsessão pelos detalhes? Encurvo-me todo, mas a mala deve ir comigo. Já fiz faxinas, limpezas, já joguei muita coisa fora, mas volta e meia, pesa mais. A vida é um constante revisar de pesos. O que te pesa é realmente importante para você? Pesa revisar pesos, pois pesará os pesos supérfluos que fazemos questão de carregar. Acostumamos-nos a ser pesados e nos esquecemos de ser leves. A rotina que nós criamos nos tornou pesados e enclausurados. Seja leve e leve o necessário!