Trança
De tanto amor vou falar
Pulsando sinceridade
No frio, calor, claridade
Partindo do limiar
Não quero me habituar
À devastação da flor
Ao invés de viver dor
Doce de mel, de ameixa
Amor em trança, madeixa
Deixa-me falar de amor.
Amor em linhas gerais
Amor, fazer cafuné
Amor na paz e na fé
Amor em sonhos reais
Amor, amor, muito mais
Amor a todo vapor
Amor, a força motor
Amor assim, quem se queixa?
Amor em trança, madeixa
Deixa-me falar de amor.
Expressar suavidade
Cumplicidade e leveza
Amor intenso, agudeza
Mansuetude, unidade
Quietude, amenidade
Girassol libertador
Pôr do sol, que resplendor
Meada em fio, não me deixa
Amor em trança, madeixa
Deixa-me falar de amor!
Na história, seu nome é esperança! Um olhar que encanta, uma pureza de trança, seu olhar de criança brilhando Perseverança, valor a identidade é sua herança, sorrir com altivez e autoconfiança.
As vezes você só precisa de um tempo pra você. Não precisa ir pra longe, se tranca no quarto. Liga o rádio, se desconecta do mundo e conecte a si mesmo.
Ouça suas músicas antigas, dance, se expresse, escreva. Lembre-se de quem você realmente é.
LIVRE LEVE E SOLTA
Livre leve e solta
em cambraia
fina envolta
uma trança no
cabelo carmim
com laço
de fita cetim...
Saiu a menina
em pensamento
seguindo a direção
do vento
queria conhecer
o mundo
mesmo apenas
por um segundo...
Foi tão feliz
na fantasia
que voltar
não mais queria...
mel - ((*_*))
05/05/2015
Grande menina, pequena mulher...
Moça de trança, que sabe o que quer...
Acorda, levanta e é para o que "der e vier"... (J.Dhany)
O mosquito escreve
O mosquito pernilongo
trança as pernas, faz um M,
depois, treme, treme, treme,
faz um O bastante oblongo,
faz um S.
O mosquito sobe e desce.
Com artes que ninguém vê,
faz um Q,
faz um U, e faz um I.
Este mosquito
esquisito
cruza as patas, faz um T.
E aí,
se arredonda e faz outro O,
mais bonito.
Oh!
Já não é analfabeto,
esse inseto,
pois sabe escrever seu nome.
Mas depois vai procurar
alguém que possa picar,
pois escrever cansa,
não é, criança?
E ele está com muita fome.
Quando muito é machucado
Ele se fecha sem pensar
Se tranca se retrai
Sem ao menos hesitar...
Triste pobre coração
Triste alma a vagar
Coração que tanto sofre
Está na hora de se apaixonar
Eu tranco a porta
Pra todas as mentiras
E a verdade também está lá fora
Agora a porta está trancada
A porta fechada
Me lembra você a toda hora
A hora me lembra o tempo que se perdeu
Perder é não ter a bússola
É não ter aquilo que era seu
E o que você quer?
Orientação?
Eu tranco a porta pra todos os gritos
E o silêncio também está lá fora
Agora a porta está trancada
Eu pulo as janelas
Será que eu tô trancado aqui dentro?
Será que você tá trancado lá fora?
Será que eu ainda te desoriento?
Será que as perguntas são certas?
Então eu me tranco em você
E deixo as portas abertas
Eu pulo as janelas
Será que eu tô trancado aqui dentro?
Será que você tá trancado lá fora?
Será que eu ainda te desoriento?
Será que as perguntas são certas?
Então eu me tranco em você
Eu me tranco em você
E deixo as portas abertas
Não entendo por que razão
a vida tem que ser tão complexa
Tranca-se o coração...
Mas sempre resta uma fresta.
Entrega...
Tranca-me em teus segredos
Faz-me objeto de loucos desejos
Afoga-me nas profundezas de teu olhar
Para que não me sinta só...
Chora-me em efusivas lagrimas de alegria
Sonha-me em tuas insones noites embriagadas
Perde-me nas esquinas de teus caminhos
Para que eu não viva só...
Sacia-me com tua fome de beijos
Apraza-me em teus gozos lascivos
Ensurdeça-me com os ecos de teu silencio
Mas não me deixe só...
Escraviza-me na tua liberdade
Deleita-me com as dores da saudade
Completa-me com tua metade
E nunca mais serei só...
O que acontece quando a pessoa é rejeitada por alguém que ama que tranca os músculos do rosto? Uma enzima especial? (Possível descoberta científica. Sabe por que os rejeitados não sorriem? Todo mundo diz que não têm por que sorrir. Mas talvez isso seja o efeito de uma enzima especial, o que significa que não podem sorrir. Esse é o tipo de descoberta que ganha prêmios.)
Pai, hoje a saudade vem me apertar,
Aquela que tranca o peito e faz chorar.
Queria te abraçar, sentir seu calor,
Escutar sua voz, firme, cheia de amor.
O tempo passa rápido, não aprendi a lidar,
Com a sua ausência que insiste em ficar.
Mesmo nas brigas, no fundo eu sabia,
Que você estava aqui.
Agora é diferente, a dor é profunda,
A agonia aperta, minha alma se inunda.
Fecho os olhos e te busco em oração,
Peço a Deus que leve minha mensagem ao coração.
Onde o senhor está, espero que descanse,
Sinto tanta saudade, meu amor não se canse.
Um beijo daqui até o céu, onde você brilha,
Te amo, papai querido, minha eterna maravilha.
Feliz Dia dos Pais, com amor e gratidão,
Seu legado é luz, sempre em meu coração.
Quando estiver triste, desanimado ou sem forças, entra no teu quarto, tranca a porta e vai orar, solta o que está te prendendo.
Silêncio, grito preso, choro preso, silêncio.
Tranca, cadeado, cofre. Onde está a dor? Em qual lugar desse corpo vazio se esconde?
Onde está o sangue, o calor? Por que as veias estão vazias?
A pressão enlouquece ao mesmo tempo que anestesia. A mente engana, sai em desvaneio e de repente foca no ponto, e aí, aí vagueia de novo em um ciclo sem fim...
Só um buraco, oco, vazio.
As cores se foram, o cinza chegou.
Me tornei um dia comum, nublado, sem sol, mas também sem chuva, sem calor ou vento.
Só nublado, cinza, eterno.
O ponto de virada dramático
O eco do vazio preenche cada espaço. Não há nada. Não há sequer a dor, apenas a ausência. O sangue e o calor se foram, e a memória de quando estavam lá é o único fardo que o vazio não consegue apagar. A lembrança de um tempo colorido, de uma pulsação, é a tortura final, o sussurro de uma mentira que a mente insiste em reviver antes de se calar.
A tranca se dissolve, não por quebra, mas por corrosão. O cadeado enferruja até virar pó, porque não há mais nada a ser protegido. O cofre se abre, revelando nada além do ar rarefeito.
O cinza não é uma espera, é a resposta final. A mente já não vagueia, ela flutua, um grão de poeira insignificante em um espaço infinito e desprovido de qualquer coisa. E o drama maior é a constatação de que não há drama. Não há tragédia, não há reviravolta. Apenas o nada, perfeito, completo e eterno, que se instalou e a memória do que existiuecoa para sempre no que restou de minha vida.
a.c.g.c
Seus olhos tinham o brilho das cores de uma regueira, seus cabelos como trança de uma beleza exuberante, sua cor negra.
Discriminadas por sua cor azulada, como um diamante azulado poderia nascer uma beleza negra como o reggae em forma de canção .
Seu cabelo ao vento era a paisagem mais bela
Tinha a complexidade de uma Vênus moderna!
Conhecer a verdade não é privilégio disponível.
Atrás da cortina, há paredes, muros e cofres trancados,
segredos e mistérios guardados longe da vista humana.
O mundo é um espelho distorcido,
e talvez jamais toquemos a verdade com as mãos nuas.
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