Todos temos um Segredo Inconfessavel

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O HÁBITO DE DAR BOM DIA.

Dou bom dia a todos, todos os dias.
Dou bom dia pessoalmente e também por msg.
Saudar as pessoas com um harmonioso e simpático 'bom dia', dizer 'muito prazer, por favor' e 'muito obrigado' não tira pedaço, não custa nada e, de quebra, ganha a atenção e simpatia das pessoas, deixando o dia a dia, muito mais prazeroso e produtivo.
Dê e responda o bom dia nem se for só por educação. ⚘

As pessoas falam que nada é impossível, mas eu faço nada todos os dias!

Theodor Rosyfelt
The Foolish Almanak For Anuthur Year, 1906

Nota: A citação costuma ser atribuída ao Ursinho Pooh, personagem criado por A. A. Milne, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

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O que eu desejo para esse Natal? Eu desejo que todos tenham o que comer e onde dormir. Que as pessoas tenham mais amor ao próximo e sejam mais caridosas. Que não sejam tão egoístas ao ponto de querer tudo só pra si. Quero que o verdadeiro espírito natalino que é Jesus tome conta de todos, não só na noite de natal. Mais sim todos os dias pois a bondade deve permanecer!

Gosto da minha condição inacabada, da possibilidade de mudar todos os dias. Pra mim, descobrir coisas novas é “um meio” e não o fim. Não quero deixar o que eu penso tornar-se definitivo nunca. Há tanta coisa para aprender, tanta informação para absorver. Se tudo na vida é uma questão de “ponto” de vista, o meu, certamente, é reticências…

Segunda chance existe e todos merecem uma, desde que tenham aprendido algo com seus erros na primeira.

O tempo é meu guardião. No seu cofre estão todos os segredos secretos que só ele saberá a hora exata de decifrar.

Amigos verdadeiros são poucos, impossível ter muitos, não se teria tempo pra cuidar de todos eles, porque amigo a gente cuida, a gente ama...

Todos têm o direito de pensar, desejar e dizer o que quiser. Porém, não devem confundir o verdadeiro significado de sensibilidade. Muitas vezes, ter sensibilidade significa perceber o momento certo de pensar, desejar e dizer sobre sentimentos.

O maior de todos os guerreiros não venceu seus inimigos empunhando uma espada, nem mesmo montado em um cavalo, mas Ele venceu guerreando com amor e pregado numa cruz derramando Seu sangue.

A escuridão não é para todos, ela escolhe quem merece, quem precisa dela, quem precisa se alimentar.
A escuridão não se ganha, se merece.

Eu quero que todos te conheçam como eu te conheci, em doses homeopáticas, devagar, se encantando com uma coisa de cada vez. E assim se apaixonarem por você igual eu me apaixonei.

Lembre-se sempre disso: Nem todas as paixões são amor, mas todos os amores são uma paixão eterna.

Todos parecem felizes nos filmes em preto e branco. Até os vilões são mais felizes.

Bom dia, meus bons amigos!
Domingo alegre a todos!

Acordo feliz e sorrindo
Olho lá fora, o dia promete
Um domingo brilhante e lindo
Que o azul do céu reflete...

Eu não te amei na primeira vez, nem na segunda, nem na terceira, mas sim todos os dias em que te vi.

⁠Carregamos todos, dentro de nós, as nossas masmorras, os nossos crimes e as nossas devastações.

Albert Camus
O homem revoltado. Rio de Janeiro: BestBolso, 2017.

Finalmente chorei todos os meus amores que acabaram, todas as portas que eu deixei entreabertas (porque sou péssima em fechá-las) e que se fecharam pela vida...

“Na Natureza Selvagem”

Todos os seres humanos são motivados a fazer coisas inusitadas, quase, senão sempre tem que haver um motivo racional. Na história real de Christopher McCandless, protagonista do drama interpretado por Emile Hirsch em “Na Natureza Selvagem”, suas motivações vão além de um livro que o possa influenciar, como por exemplo: “O apanhador no campo de centeio” (1951) de J.D. Salinger que conta a história de um adolescente que ao ser expulso da escola pega o trem para Nova York antes que seus pais fiquem sabendo da notícia; ou do lendário “Pé na estrada” de Jack Kerouac (1951) que influenciou uma juventude inconformada a sair de casa em busca cada qual de um novo significado para a vida da forma que cada um bem entende.
Com Christopher pode-se dizer que foi um pouco diferente, sobretudo no que se refere às motivações que o levaram a ser um “extremista” como ele mesmo se declara. Antes de se lançar em um ambiente inóspito ao homem solitário, sua sabedoria e revolução espiritual estavam bastante avançadas como é mostrada nessa obra cinematográfica que Sean Penn adaptou do livro de Jonh Krakauer que, aliás, leva o mesmo título.
Após concluir seu ensino superior em 1990 aos 21 anos, Christopher doa toda sua poupança (24 mil dólares) para um instituto de caridade. Parte então para uma aventura vivendo à margem desta sociedade de faz de conta considerada civilizada. Pegando caronas ou viajando clandestinamente em trens de carga. Christopher renega todos os “valores” sociais consumistas, abandona a superficialidade da ideia de estar sempre se ocupando em ter cada vez mais movidos pela ganância. Seus valores familiares também não são mais acessados, o pai, a mãe e a irmã nunca mais o viria novamente.
Na medida em que se relaciona com as pessoas em seu caminho sua perspectiva de mundo vai se configurando e, sendo esta uma via de mão dupla, as pessoas também vão se modificando e principalmente revendo seus valores.
Ansioso por liberdade total, desapegado à regras o jovem adota para si outro nome, agora seu nome é Alexander Supertramp (super-andarilho). Apesar de viver sem rumo, sem dinheiro, apenas sua mochila com diários, livros e algumas roupas, vivendo do que se encontra pela frente, Christopher tem um objetivo: chegar ao Alasca e quando lá chegar, viver o mais intensamente possível sendo, ele mesmo, total parte da natureza selvagem.
Portanto, depois de 2 anos se aventurando e indo ao norte dos Estados Unidos, Christopher chega ao Alasca e pretende viver da terra por um tempo. Compra um livro sobre a fauna local para se orientar. Encontra um ônibus abandonado, provavelmente por uma equipe de biólogos pesquisadores, este é o já lendário “Ônibus Mágico”.
A paixão pela vida selvagem caiu como uma luva para justificar sua fuga de uma sociedade que para ele é mais hostil do que viver como mendigo. Em sua mochila, além dos diários, as obras literárias de Jack London, Leon Tolstoy e Henry David Thoreau que carregavam, tiveram grande influência sobre McCandless. Não se tratava de uma nobre missão, apenas de viver sozinho no Alasca, reconfortado com o que a natureza pudesse lhe proporcionar.
Contudo, perto do centésimo dia no ônibus mágico a fome passa a ser latente e cruel. Os desdobramentos dessa história real nos levam a reflexão sobre a condição humana da vida ativa. A ação do homem e o suprimento de suas necessidades de fato mora na relação com outros homens, outros seres humanos ou é possível viver solitário? Finalmente ele próprio conclui sabiamente que “a felicidade só é real se compartilhada”.

Existe prazer nas matas densas
Existe êxtase na costa deserta
Existe convivência sem que haja
Intromissão no mar profundo e
Música em seu ruído
Ao homem não o amo pouco
Porém, muito a natureza...

Se a vida te der limões, faça deles uma torta de limão, pois, limonada, todos fazem.

“Procurei em ti todos os defeitos do mundo para parar de gostar de você. Mas daí eu me lembro que sou apaixonada por todos eles também.”