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Todos temos um Segredo Inconfessavel

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Nem Jesus Cristo agradou a todos. Não vou ser eu que vou agradar...

A maior maldade de todos os tempos, a mais cruel, foi inventar que o sofrimento está para o bem assim como o prazer está para o mal.

Carla Madeira
Tudo é rio. Rio de Janeiro: Record, 2021.

Segunda chance existe e todos merecem uma, desde que tenham aprendido algo com seus erros na primeira.

Quando retornamos ao nosso “eu”, começamos a perceber os sinais que a vida nos dá. Todos dias temos que fazer escolhas, algumas tão simples que nem percebemos, mas sempre nos é dado a oportunidade de escolhermos. Quando vamos por um caminho que não é o que vai nos proporcionar felicidade é porque não ouvimos nosso coração, então, tudo que fizermos, façamos com ele e com amor, pois isso vai nos retornar na mesma intensidade.

Olá, sou eu
Eu estava me perguntando se depois de todos esses anos
Você gostaria de encontrar, para falarmos sobre tudo
Eles dizem que o tempo deveria te curar
Mas eu não me curei nem um pouco

Adele

Nota: Tradução de um trecho da música "Hello".

O tempo é meu guardião. No seu cofre estão todos os segredos secretos que só ele saberá a hora exata de decifrar.

A vida é isso aí, o que todo mundo sabe e vê todos os dias, ela é feita de momentos, decepções, conquistas e tudo que lhe faça sentir algo...
E é na troca desses momentos, de experiências com outras pessoas que se conquista a maturidade, sabedoria e a tao desejada felicidade! Por isso conheça lugares, pessoas novas, seja gentil e tenha respeito com tudo ao seu redor, ame o máximo que você puder amar sua família e amigos, e procure ver tudo pelo lado positivo! Agindo assim, você tera poucos arrependimentos em sua cabeça, tera paz no coração, e só recebera coisas boas em troca, porque a vida gosta de quem gosta dela e trata ela bem!

Era uma vez chamado Vale dos Sentimentos. Lá moravam todos os sentimentos do mundo, cada qual com seu nome: alegria, riqueza, sabedoria, determinação.

Apesar de serem tão diferentes, se davam muito bem. Até os sentimentos como orgulho, tristeza e vaidade não tinham problemas entre si. Mas era lá no fundo do vale, na última das casinhas que morava o mais bonito de todos os sentimentos. O AMOR. Ele era tão bom que quando os outros sentimentos chegavam perto dele ficavam mudados porque eles sabiam que dentre eles, o amor era o melhor. Porém no mesmo vale, num lugar mais afastado havia um castelo. E lá também morava um sentimento, só que não tinha nadinha de bom... Era a raiva. E a raiva, de tão ruim que era, não gostava dos moradores do vale. Por isso, quando acordava de mau humor fazia de tudo para estragar a beleza do lugar.

Certo dia, a raiva teve uma boa idéia. Foi até o calabouço e preparou a poção mais esquisita e estraga-prazeres de que se teve notícias. A fumaça da poção tomou conta do lugar, e o vale e se transformou numa tempestade como nunca se tinha visto antes.

Quando o vale se encheu de raios, chuvas e ventos, todos correram para se proteger. O egoísmo foi o primeiro a se esconder, deixando todos para trás. A alegria deu risada de alívio por ter se salvado rapidinho. A riqueza recolheu tudo que era seu, antes de se abrigar. A tristeza, a sabedoria, a vaidade, todos conseguiram chegar as suas casas a tempo. Todos, menos o amor. Ele estava tão preocupado em ajudar aos outros que acabou ficando pra trás.

Então uma coisa aconteceu. Um raio bem forte caiu sobre o vale atingindo o amor. A raiva deu sua tarefa por cumprida e foi dormir. Quando a tempestade passou, os sentimentos puderam abrir as janelas aliviados. Mas ao saírem eles sentiram uma coisa diferente no ar, o que nunca tinham sentido antes. Foi então que eles viram...
- O que aconteceu com o amor?
- Ele não se mexe...
- Tá tão parado que parece que... Morreu.

Nisso a tristeza começou a chorar. O orgulho não aceitava. Disse que era mentira. A riqueza disse que era um desperdício. E a alegria pela primeira vez, não sorriu.

Foi aí que uma coisa estranha começou a acontecer. Os sentimentos começaram a ter desavenças, porque sem o amor para uní-los, as diferenças apareceram. A situação já estava bem ruim quando eles repararam que estavam sendo observados. Alguém que eles nunca tinham visto ali antes. Então, o estranho se ajoelhou na frente do amor, tocou-o calmamente e ele abriu os olhos.
- Ele não morreu. O amor não morreu. Gritaram todos. Foi aí que todos puderam ver o rosto do estranho que se chamava tempo.

E todos comemoraram porque o amor estava vivo e sempre vai estar, porque não ha nada que acabe com o amor tendo o tempo ao seu lado para ajuda-lo. E sabe o que aconteceu com o amor e o tempo? Eles se uniram e tiveram três filhos: experiência, perdão e compreensão, que moram até hoje no vale dos sentimentos, lá no fundinho do coração.

Decidi me olhar no espelho
todos os dias e contemplar a
vida de Deus que há em mim.
Deixar de lado as incertezas,
ignorar as dúvidas e valorizar
cada segundo do dia que ele me
concedeu, cada acontecimento,
cada sorriso, cada detalhe,
cada instante, pois aprendi
que este dia não volta e
deixa-lo passar é perder parte
de uma história linda que o
Senhor escreveu pra mim.

Todos os dias são iguais. Lá no fundo, estava entediado. Queria culpar alguém por essa vida chata. Mas, na última primavera, depois de conhecer a Mashiro, percebi... Se você assim desejar, as cores do mundo podem mudar em um piscar de olhos.

A nossa amizade será eterna.

Já tentei nada perder, mais isso é impossível visto que todos os dias perco 24h da minha vida! Em contramão, ganho mais amigos de verdade, momentos de alegria, mais conhecimentos! Então, resolvi me apegar em tudo de bom que me aconteceu e subtrair tudo de ruim! Só posso te dizer que nossa amizade será eterna!

Gosto da minha condição inacabada, da possibilidade de mudar todos os dias. Pra mim, descobrir coisas novas é “um meio” e não o fim. Não quero deixar o que eu penso tornar-se definitivo nunca. Há tanta coisa para aprender, tanta informação para absorver. Se tudo na vida é uma questão de “ponto” de vista, o meu, certamente, é reticências…

Se estamos de bem com Deus, todos os caminhos se abrem...porque nossa alma fica em paz. E estar de bem com Deus é abraçar o mundo com amor, amor que gera respeito, que gera maturidade...aí acredite, erramos menos, desviamos mais facilmente de conflitos, vemos mais belezas em volta, temos mais prazer nas coisas simples, mais harmonia e sorte...quando estamos de bem com Deus, estamos em estado de graça...humildes... e nisso, todo o universo nos sorri.

Se somar todas as estrelas do céu, todos os grão de areia da praia, todas as rosas do mundo e todos os sorrisos que ja foram dados na Histórias começarás a ter uma ideia do quanto que te quero.

É obrigação de todos edificar os demais com uma vida boa, santa e honesta.

Todos os capítulos que revelam o mistério da vida estão gravados na primeira pedra sobre a qual se edificou o universo.
De nada servem as súplicas, nem os rogos, nem as orações a Deus se não acerca a Ele pelo caminho da redenção.
Cada hora que ocupe na preparação de sua alma pode economizar-lhe séculos de dor

Uns fogem do amor e outros procuram com sofreguidão, mas no fim o que fica, em todos, é a mesma coisa, uma insuportável sensação de vazio.

Todos podem te dizer o risco. O empreendedor pode ver a recompensa.

“Na Natureza Selvagem”

Todos os seres humanos são motivados a fazer coisas inusitadas, quase, senão sempre tem que haver um motivo racional. Na história real de Christopher McCandless, protagonista do drama interpretado por Emile Hirsch em “Na Natureza Selvagem”, suas motivações vão além de um livro que o possa influenciar, como por exemplo: “O apanhador no campo de centeio” (1951) de J.D. Salinger que conta a história de um adolescente que ao ser expulso da escola pega o trem para Nova York antes que seus pais fiquem sabendo da notícia; ou do lendário “Pé na estrada” de Jack Kerouac (1951) que influenciou uma juventude inconformada a sair de casa em busca cada qual de um novo significado para a vida da forma que cada um bem entende.
Com Christopher pode-se dizer que foi um pouco diferente, sobretudo no que se refere às motivações que o levaram a ser um “extremista” como ele mesmo se declara. Antes de se lançar em um ambiente inóspito ao homem solitário, sua sabedoria e revolução espiritual estavam bastante avançadas como é mostrada nessa obra cinematográfica que Sean Penn adaptou do livro de Jonh Krakauer que, aliás, leva o mesmo título.
Após concluir seu ensino superior em 1990 aos 21 anos, Christopher doa toda sua poupança (24 mil dólares) para um instituto de caridade. Parte então para uma aventura vivendo à margem desta sociedade de faz de conta considerada civilizada. Pegando caronas ou viajando clandestinamente em trens de carga. Christopher renega todos os “valores” sociais consumistas, abandona a superficialidade da ideia de estar sempre se ocupando em ter cada vez mais movidos pela ganância. Seus valores familiares também não são mais acessados, o pai, a mãe e a irmã nunca mais o viria novamente.
Na medida em que se relaciona com as pessoas em seu caminho sua perspectiva de mundo vai se configurando e, sendo esta uma via de mão dupla, as pessoas também vão se modificando e principalmente revendo seus valores.
Ansioso por liberdade total, desapegado à regras o jovem adota para si outro nome, agora seu nome é Alexander Supertramp (super-andarilho). Apesar de viver sem rumo, sem dinheiro, apenas sua mochila com diários, livros e algumas roupas, vivendo do que se encontra pela frente, Christopher tem um objetivo: chegar ao Alasca e quando lá chegar, viver o mais intensamente possível sendo, ele mesmo, total parte da natureza selvagem.
Portanto, depois de 2 anos se aventurando e indo ao norte dos Estados Unidos, Christopher chega ao Alasca e pretende viver da terra por um tempo. Compra um livro sobre a fauna local para se orientar. Encontra um ônibus abandonado, provavelmente por uma equipe de biólogos pesquisadores, este é o já lendário “Ônibus Mágico”.
A paixão pela vida selvagem caiu como uma luva para justificar sua fuga de uma sociedade que para ele é mais hostil do que viver como mendigo. Em sua mochila, além dos diários, as obras literárias de Jack London, Leon Tolstoy e Henry David Thoreau que carregavam, tiveram grande influência sobre McCandless. Não se tratava de uma nobre missão, apenas de viver sozinho no Alasca, reconfortado com o que a natureza pudesse lhe proporcionar.
Contudo, perto do centésimo dia no ônibus mágico a fome passa a ser latente e cruel. Os desdobramentos dessa história real nos levam a reflexão sobre a condição humana da vida ativa. A ação do homem e o suprimento de suas necessidades de fato mora na relação com outros homens, outros seres humanos ou é possível viver solitário? Finalmente ele próprio conclui sabiamente que “a felicidade só é real se compartilhada”.

Existe prazer nas matas densas
Existe êxtase na costa deserta
Existe convivência sem que haja
Intromissão no mar profundo e
Música em seu ruído
Ao homem não o amo pouco
Porém, muito a natureza...

Eu agradeço a Deus todos os dias por ter colocado você em minha vida, meu pequeno príncipe.
Você é a minha fonte de inspiração...
Para viver... para correr atrás de meus objetivos... para escrever... e para me sentir viva.
O amor que sinto por você é algo espiritual, é algo que sai da alma.
Não é só um amor carnal... um amor de desejos. É algo muito maior que isso.
É um sentimento que foge a todas as explicações.
É querer estar perto... é querer cuidar... é querer proteger...
É muito mais que carinho... é muito mais que ternura... é muito mais que paixão...
É essência de vida!