Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

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Descansa seus sonhos nas mãos de Deus.
Que a paz lhe traga tranquilidade para uma noite abençoada!

"Resolvi que todas as vezes que praticar uma ação visivelmente má, analisarei a mesma até chegar a sua causa original e então me esforçarei cuidadosamente para não repeti-la, bem como para lutar e orar, com todas as minhas forças, contra o que a originou."

⁠Cada momento que temos é uma chance de algo novo.

A vida é uma caixinha de surpresas, não discordo; mas olha só que ironia gostosa: a minha vem com brinde!

⁠É impossível alguém se arrepender de fato sem ter uma profunda decepção consigo mesmo.

O que te desejo:

O brilho de uma estrela, para te iluminar por toda sua vida.
Um pedacinho do sol para aquecer seu coração
O colorido do arco-íris para que não exista nenhum momento preto e branco.
Uma nuvenzinha para você descansar nela.
Anjinhos todas as noites para te proteger.

O Segredo da Conquista.


O segredo de conquistar uma mulher e falar exatamente o que ela quer e deseja ouvir. Seja amável pois o amor tudo conquista; Seja gentil e atencioso a mulher adora saber que você presta atenção nela; Seja amigo e companheiro a mulher sente a necessidade de saber que você vai estar por perto quando precisar, e que você vai estar pronto para ajuda-la. Nunca minta pois a mentira traz a desconfiança e a confiança é como um espelho quando você quebra pode consertar mais a rachadura vai estar sempre la quando refletir a sua imagem. Nunca traia porque ela vai te dar o troco e depois terminar. Nunca peça um tempo pois é uma desculpa porque não tem a coragem de dizer que acabou. Seja sincero sempre e ela vai aprender a confiar em você. Ame-a acima de tudo e ela vai te amar 10 vezes mais. Sacrifique parte do seu tempo e ofereça a ela, a mesma vai ver que de certo modo já faz parte da sua vida. Seja moldado por ela, a mulher gosta de dizer que você e propriedade dela, o que significa que ela não está mentido. Prove seu amor para com ela todos os dias e você nunca irá perde-la. Mostre pra ela se possível sempre que ela é mulher de sua vida. Proporcione a ela momentos inesquecíveis e você irá criar marcas na mesma. Marcas essas difíceis de serem removidas. Seja o seu servo e ela irá te recompensar. Seja romântico: mande flores, nunca esqueça datas importantes, escreva o que você sente e entregue a ela, mulheres adoram romantismo.Impressione-a sempre e ela vai ver que você é a pessoa perfeita. Fazendo tudo isso você irá conquista-la, ela vai te amar, e vocês serão felizes para sempre.

FIM

Houve uma época em que eu pensava que as pessoas deviam ter um gatilho na garganta: quando pronunciasse — eu te amo —, mentindo, o gatilho disparava e elas explodiam. Era uma defesa intolerante contra os levianos e que refletia sem dúvida uma enorme insegurança de seu inventor. Insegurança e inexperiência. Com o passar dos anos a idéia foi abandonada, a vida revelou-me sua complexidade, suas nuanças. Aprendi que não é tão fácil dizer eu te amo sem pelo menos achar que ama e, quando a pessoa mente, a outra percebe, e se não percebe é porque não quer perceber, isto é: quer acreditar na mentira. Claro, tem gente que quer ouvir essa expressão mesmo sabendo que é mentira. O mentiroso, nesses casos, não merece punição alguma.

Por aí já se vê como esse negócio de amor é complicado e de contornos imprecisos. Pode-se dizer, no entanto, que o amor é um sentimento radical — falo do amor-paixão — e é isso que aumenta a complicação. Como pode uma coisa ambígua e duvidosa ganhar a fúria das tempestades? Mas essa é a natureza do amor, comparável à do vento: fluido e arrasador. É como o vento, também às vezes doce, brando, claro, bailando alegre em torno de seu oculto núcleo de fogo.

O amor é, portanto, na sua origem, liberação e aventura. Por definição, anti-burguês. O próprio da vida burguesa não é o amor, é o casamento, que é o amor institucionalizado, disciplinado, integrado na sociedade. O casamento é um contrato: duas pessoas se conhecem, se gostam, se sentem a traídas uma pela outra e decidem viver juntas. Isso poderia ser uma coisa simples, mas não é, pois há que se inserir na ordem social, definir direitos e deveres perante os homens e até perante Deus. Carimbado e abençoado, o novo casal inicia sua vida entre beijos e sorrisos. E risos e risinhos dos maledicentes. Por maior que tenha sido a paixão inicial, o impulso que os levou à pretoria ou ao altar (ou a ambos), a simples assinatura do contrato já muda tudo. Com o casamento o amor sai do marginalismo, da atmosfera romântica que o envolvia, para entrar nos trilhos da institucionalidade. Torna-se grave. Agora é construir um lar, gerar filhos, criá-los, educá-los até que, adultos, abandonem a casa para fazer sua própria vida. Ou seja: se corre tudo bem, corre tudo mal. Mas, não radicalizemos: há exceções — e dessas exceções vive a nossa irrenunciável esperança.

Conheci uma mulher que costumava dizer: não há amor que resista ao tanque de lavar (ou à máquina, mesmo), ao espanador e ao bife com fritas. Ela possivelmente exagerava, mas com razão, porque tinha uns olhos ávidos e brilhantes e um coração ansioso. Ouvia o vento rumorejar nas árvores do parque, à tarde incendiando as nuvens e imaginava quanta vida, quanta aventura estaria se desenrolando naquele momento nos bares, nos cafés, nos bairros distantes. À sua volta certamente não acontecia nada: as pessoas em suas respectivas casas estavam apenas morando, sofrendo uma vida igual à sua. Essa inquietação bovariana prepara o caminho da aventura, que nem sempre acontece. Mas dificilmente deixa de acontecer. Pode não acontecer a aventura sonhada, o amor louco, o sonho que arrebata e funda o paraíso na terra. Acontece o vulgar adultério - o assim chamado -, que é quase sempre decepcionante, condenado, amargo e que se transforma numa espécie de vingança contra a mediocridade da vida. É como uma droga que se toma para curar a ansiedade e reajustar-se ao status quo. Estou curada, ela então se diz — e volta ao bife com fritas.

Mas às vezes não é assim. Às vezes o sonho vem, baixa das nuvens em fogo e pousa aos teus pés um candelabro cintilante. Dura uma tarde? Uma semana? Um mês? Pode durar um ano, dois até, desde que as dificuldades sejam de proporção suficiente para manter vivo o desafio e não tão duras que acovardem os amantes. Para isso, o fundamental é saber que tudo vai acabar. O verdadeiro amor é suicida. O amor, para atingir a ignição máxima, a entrega total, deve estar condenado: a consciência da precariedade da relação possibilita mergulhar nela de corpo e alma, vivê-la enquanto morre e morrê-la enquanto vive, como numa desvairada montanha-russa, até que, de repente, acaba. E é necessário que acabe como começou, de golpe, cortado rente na carne, entre soluços, querendo e não querendo que acabe, pois o espírito humano não comporta tanta realidade, como falou um poeta maior. E enxugados os olhos, aberta a janela, lá estão as mesmas nuvens rolando lentas e sem barulho pelo céu deserto de anjos. O alívio se confunde com o vazio, e você agora prefere morrer.

A barra é pesada. Quem conheceu o delírio dificilmente se habitua à antiga banalidade. Foi Gogol, no Inspetor Geral quem captou a decepção desse despertar. O falso inspetor mergulhara na fascinante impostura que lhe possibilitou uma vida de sonho: homenagens, bajulações, dinheiro e até o amor da mulher e da filha do prefeito. Eis senão quando chega o criado, trazendo-lhe o chapéu e o capote ordinário, signos da sua vida real, e lhe diz que está na hora de ir-se pois o verdadeiro inspetor está para chegar. Ele se assusta: mas então está tudo acabado? Não era verdade o sonho? E assim é: a mais delirante paixão, terminada, deixa esse sabor de impostura na boca, como se a felicidade não pudesse ser verdade. E no entanto o foi, e tanto que é impossível continuar vivendo agora, sem ela, normalmente. Ou, como diz Chico Buarque: sofrendo normalmente.

Evaporado o fantasma, reaparece em sua banal realidade o guarda-roupa, a cômoda, a camisa usada na cadeira, os chinelos. E tudo impregnado da ausência do sonho, que é agora uma agulha escondida em cada objeto, e te fere, inesperadamente, quando abres a gaveta, o livro. E te fere não porque ali esteja o sonho ainda, mas exatamente porque já não está: esteve. Sais para o trabalho, que é preciso esquecer, afundar no dia-a-dia, na rotina do dia, tolerar o passar das horas, a conversa burra, o cafezinho, as notícias do jornal. Edifícios, ruas, avenidas, lojas, cinema, aeroportos, ônibus, carrocinhas de sorvete: o mundo é um incomensurável amontoado de inutilidades. E de repente o táxi que te leva por uma rua onde a memória do sonho paira como um perfume. Que fazer? Desviar-se dessas ruas, ocultar os objetos ou, pelo contrário, expor-se a tudo, sofrer tudo de uma vez e habituar­-se? Mais dia menos dia toda a lembrança se apaga e te surpreendes gargalhando, a vida vibrando outra vez, nova, na garganta, sem culpa nem desculpa. E chegas a pensar: quantas manhãs como esta perdi burramente! O amor é uma doença como outra qualquer.

E é verdade. Uma doença ou pelo menos uma anormalidade. Como pode acontecer que, subitamente, num mundo cheio de pessoas, alguém meta na cabeça que só existe fulano ou fulana, que é impossível viver sem essa pessoa? E reparando bem, tirando o rosto que era lindo, o corpo não era lá essas coisas... Na cama era regular, mas no papo um saco, e mentia, dizia tolices, e pensar que quase morro!...

Isso dizes agora, comendo um bife com fritas diante do espetáculo vesperal dos cúmulos e nimbos. Em paz com a vida. Ou não.

A Obsessão por uma única pessoa, é corrosiva, e se duradoura, leva-nos diretamente ao suicídio indireto.

Quando temos ligação com uma arte magica, como por exemplo a wicca, temos uma ligação direta com a natureza e isso nos permite ver além do que nossos olhos normais enxergam, e uma dessas coisas é a beleza além das aparências.

Os erros são quase sempre de uma natureza sagrada. Nunca tente corrigir-los. Pelo contrário: racionalize-os, compreenda-os a fundo. Depois disso, lhe será possível sublimá-los.

Enquanto houver livros nas prateleiras, você nunca estará presa. Cada livro é uma chance de escapar.

A Biblioteca da Meia-Noite (livro)
HAIG, Matt. A biblioteca da meia-noite. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2021.

Confiança é que nem uma borracha. Fica menor e menor a cada erro cometido.

Claro, pode ser amor! Mas pode ser uma baita frescura também.

O amor sempre será uma cançao eterna e quando não toca mais no tempo do agora, toca na lembrança. Por isso, é pra sempre.

Uma alegria que era o avesso daquela que tinham me treinado para sentir.

"Foi uma certeza abstrata que me fez chegar a uma desilusão... "

Singularidade,

Sendo únicos, emitimos uma luz característica. A cor é variável. Ofusca e fere. Acalma e aquece. Vez por outra, é uma chama. Quando não, uma onda. A luz de verdade não está no fim do túnel. Somos todos seres de luz e alegria. Esta luz deve iluminar os nossos próprios caminhos. Carregue sempre suas baterias de forma tal que ela nunca se apague. A verdadeira luz, aquela inerente a singularidade, nunca ofusca. É uma referência, porém, não é salvação para ninguém. Ainda assim serás crucificado. Vão tentar sugá-la de ti. Emitir luz exige assumir responsabilidades e conseqüências.

PODE IR.

Pode ir
A escolha é sua
Se mantenha decidida
Fugir, não deixa
De ser uma saída
Eu já busquei entender
Pra aceitar
Já não tenho medo de ficar
Ainda sinto o amor pulsando
Isso me faz viver
Tudo ficará bem
Você escreve o seu destino
Não haverá dor
Eu prefiro entender além
Eu fico com
A parte mais bonita do amor

Amigo é uma bênção
Que vem do coração de Deus
Pra gente cuidar

É assim que você é pra mim
Como uma pérola que eu mergulhei pra encontrar
É assim que você é pra mim
Um tesouro, que pra sempre
Eu vou guardar

Amiga, eu nunca vou desistir de você
E pela tua vida eu vou interceder
Mesmo que eu esteja longe
Meu carinho vai te encontrar
Porque você
É impossível de esquecer

Eu acredito em você
Eu acredito nos sonhos de Deus pra tua vida
Amiga eu oro por você
Porque a tua vitória também é minha.