Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende
Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar o conceito de céu e inferno.
Mas o monge respondeu-lhe com desprezo:
– Não passas de um rústico… não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia!
Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando a espada da bainha, berrou:
– Eu poderia te matar por tua impertinência.
– Isso – respondeu calmamente o monge – é o inferno.
Espantado por reconhecer como verdadeiro o que o mestre dizia acerca da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo ao monge a revelação.
– E isso – disse o monge – é o céu.
Então, quando a alegria se for, quando a doação começar a ser mais uma carga, é quando se deve parar! Mas, se você for como a maioria que eu conheço, você doa até se machucar, e depois doa mais ainda!
Desejo a você passaros na primavera
Para dar ao seu coração uma canção para cantar
Te desejo saude
E mais do que riqueza
Eu te desejo amor
Meu coração partido e eu concordamos
Que você e eu nunca poderiamos ficar juntos
Então com o meu melhor
O melhor de mim
Eu te deixo livre
Te desejo um abrigo na tempestade
Eum fogo pra te manter quente
E mais do que tudo
Quando a neve cair
Eu te desejo amor
Crepúsculo de Outono
O crepúsculo cai, manso como uma bênção.
Dir-se-á que o rio chora a prisão de seu leito...
As grandes mãos da sombra evangélicas pensam
As feridas que a vida abriu em cada peito.
O outono amarelece e despoja os lariços.
Um corvo passa e grasna, e deixa esparso no ar
O terror augural de encantos e feitiços.
As flores morrem. Toda a relva entra a murchar.
Os pinheiros porém viçam, e serão breve
Todo o verde que a vista espairecendo vejas,
Mais negros sobre a alvura unânime da neve,
Altos e espirituais como flechas de igrejas.
Um sino plange. A sua voz ritma o murmúrio
Do rio, e isso parece a voz da solidão.
E essa voz enche o vale... o horizonte purpúreo...
Consoladora como um divino perdão.
O sol fundiu a neve. A folhagem vermelha
Reponta. Apenas há, nos barrancos retortos,
Flocos, que a luz do poente extática semelha
A um rebanho infeliz de cordeirinhos mortos.
A sombra casa os sons numa grave harmonia.
E tamanha esperança e uma tão grande paz
Avultam do clarão que cinge a serrania,
Como se houvesse aurora e o mar cantando atrás.
Depois das nossas brigas, compreendi uma porção de coisas. Compreendi, por exemplo, que eu estava mitificando e mistificando você; que estava também me anulando perto de você; que estava aceitando tudo o que vinha de você somente por achar você bacana.
Na final da vida o que resta ao homem é um pouco de orgulho, uma pitada de rancor e a saudade do passado.
Nós todos fazemos parte da grande família da humanidade e somos moradores em comum de uma imensa casa chamada terra. Não há outra forma senão nos entendermos. Não há por que não chegarmos a um entendimento através de um sincero diálogo. Ao menos devemos nos esforçar e nos empenhar ao máximo para isso. Quem não se esforça nesse sentido demonstra uma grande arrogância em relação as pessoas. Além disso, na maioria das vezes, existe por trás disso um espírito covarde que tenta proteger a si mesmo.
era uma
vez,
uma princesa
que nasceu das cinzas
que seus amores-dragão
fizeram dela
&
se
coroou
a
rainha de
si mesma.
- Uma vez um homem sábio disse que a história é definida por conversas em mesas elegantes.
- E quem disse isso?
- Eu, agora.
Troque uma fantasia pela realidade, e pode se sentir como Alice no País das Maravilhas. O mundo pode não piscar e brilhar, mas o chão será sólido sob seus pés, e seus olhos estarão abertos para todas as aventuras que esperam por você aqui mesmo, no mundo real.
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