Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende
"A vida é um Sopro de Deus
As vezes longo as vezes não
Enquanto isso vamos vivendo
Aproveite esse tempo Divino
Nunca saberemos até quando"
A fragilidade do amor contemporâneo
O amor de hoje é tão frágil
Que se quebra com um sopro
E se esconde atrás do orgulho
E da dor de um coração roto
O amor de hoje é tão vazio
Que se enche de ilusões
E se perde em fantasias
E em falsas emoções
O amor de hoje é tão covarde
Que tem medo de se entregar
E prefere a solidão
Do que o risco de se machucar
O amor de hoje é tão triste
Que se conforma com o fim
E se consola com a saudade
E com a lembrança de um sim
O amor de ontem era tão forte
Que resistia a qualquer prova
E se nutria de confiança
E de uma paixão que renova
O amor de ontem era tão pleno
Que se bastava em si mesmo
E se expressava em gestos
E em um olhar sincero
O amor de ontem era tão valente
Que enfrentava qualquer desafio
E se entregava sem medo
E sem nenhum receio
O amor de ontem era tão feliz
Que se alegrava com o presente
E se projetava no futuro
E em um sonho permanente
Aniversário
Num suave sopro o tempo flui,
entre os dias que se passam,
dedos e mãos se entrelaçam,
seu sol, girassol,
ilumina a estrada,
tece laços, trilha a jornada,
celebra o presente aniversário,
na batida do coração,
como doce melodia,
canta e dança a vida,
a poesia.
Até onde esse sopro me leva eu não sei, talvez não saiba nem ao mais onde estou, mas sei onde quero chegar, não vem de mim. Vou ver o mar enquanto o céu aberto me abrir os olhos, vou tomar banho de chuva no frio da meia noite, lavar minha pele daquilo que me diverte, me distrai, eu sei, conheço quem verdadeiramente me ama, conheço Quem também.
Meus olhos vermelhos de choro, entorpecidos de vida, minha vida que escorre.
A lua está sorrindo, você não vê?
que Tudo nos abençoe.
O Sopro do vento, faz os meus versos
Vago sempre em caminhos curtos
Nos pensamentos de sermos incertos
Das minhas falas saem sopros mudos.
Sopro
Ser severo solitário,
Servindo sem sonho, sem sede,
Sereno sorri soturno,
Sabendo somente seu semblante,
Sai sozinho sofrendo,
Sua saúde sem sorte,
Seu soluço sobresaltado,
Sempre só, sempre sincero,
Sopro sem substância,
Saliva sem sal,
Só seu ser selvagem
Sua solidão senciente.
Gosto de estar ao teu lado, de beijar tua boca
Que me tira o chão num sopro vento, delírio!
Do nosso amor irrestrito de poemas infinitos
A REFORMA
Foi preciso ver desmoronado o castelo;
A areia cedeu ao primeiro sopro.
Foi preciso um novo dilúvio,
Para me dar conta que até a fauna sucumbiu;
Foi preciso despir-me por inteiro,
Para enxergar sujeira nas minhas vestes;
Foi preciso a reforma; foi precisa.
Precisa pela tempestividade;
Precisa em continuidade;
Precisa para a eternidade.
Meu amor não é fogueira nem sopro.
Não se desfia nem se desdobra à toa.
É cauteloso e principia pouco
Para crescer a cada coisa boa.
Amor bondoso, resistente ao tempo,
Constante mesmo quando se magoa.
Envolvedor e, em seu envolvimento,
É mais amor e, sendo assim, perdoa.
Embora possa parecer maduro,
É meu amor também insaciável,
Sem rumo certo, amargo e inseguro.
É meu destino, mesmo tão amável,
Tornar o amor, além de insuportável,
Ao mesmo tempo, eterno e sem futuro.
(do livro: Fadas Guerreiras, à venda em www.caca.art.br)
Por tantos lugares caminhei, para encontrar algo, mas hoje cheguei ao pingo de chuva, ao sopro dos ventos, Não consigo mais caminhar... Aprisionei-me na minha dor
a vida é como um sopro com muita força, no início é concistente e vai com força ao seu destino, porém enfraquece com o passar do tempo, as vezes se transforma
em uma leve brisa outra acaba se perdendo nas trevas da solidão.
Temos medo da cair na solidão por isso sempre procuramos formas de estar sempre junto com uma ou mais pessoas, para evitar esse sentimento de abandono, eu sempre estive só, mais foi por escolha e acho que isso hoje tem me prejudicado, tal vez por que minha presença apenas é incomoda pra mim, gostaria de poder ser uma pessoa mais facil de se conviver, mais sou repleto de dúidas e misterios, sou complicado de mais até mesmo pra mim. As vezes sento ao ar livre sinto o vento em meu rosto e me sinto novamente só, realmente...
A Batalha perdida , as Poeras das Cinzas.
o Sopro do frio vento , gelado ,Vejo em meus Redores
A idade das Trevas se Aproximas.
O passado Triste , melanculoso
Espero nunca perdeste a Humildade .
talvez me digá de futuro mais frutoso.
o Amor que era grandes para Ti
Ficou pequeno , deixandos apenas o rastos de sangue.
Mostrando o qual tinha as frutas mais vistosas do Jardim
Um dia nesse ciclo , queira mostra o meu valor
Quem sabe deixar para traz tudo o que se passou
o Choro derramado ,
espero um dia Vira Felicidade ,
O Amor mais sincero , sempre esteve ao seu lado.
Mas a vida é injusta com a sua Sociedade.
Agora eu so penso no futuro
mas até chegar lá , será que vou Aguentar?
Pensar em Você ainda lembro do seu Calor
Percorrendo Rapidamente ao meu coraçao até me matar.
Estou Morto , Senhor ?
ou ainda existe alguma salvação...
Essa Respota Digina somente depende
daquela que um dia esteve presente.
Conhecemos pouco
diante do tanto que há pra conhecer
e a vida é apenas um sopro,
o tempo se torna cada vez mais escasso, então, os bons momentos valem ouro
e poder vivê-los é necessário.
Do sopro divino, a vida;
da água, o vinho;
da crucificação, a ressurreição;
do sepultamento, o perdão.
Não há tribulação que impeça a nossa renovação.
SOMOS MAIS QUE O DESVIO
A vida é um sopro
Somos mais do que sonhos
Somos mais do que a busca à felicidade
Somos mais do que a busca por um objetivo
Esse não é o mundo da Eternidade
Mas podemos vive-la em um milésimo de segundo
Somos o sopro
Somos o sonho
Somos a felicidade
Somos o próprio objetivo
Somos Amor
Todo o resto é desvio
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