Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende
Acordar sem uma vontade de começar a dia. Que vazio e esse que me habita, não consigo pensar, raciocinar e nem formular algo direito. Que vazio estranho de definir, como se não tivesse nada, mas tivesse um caos desorganizado no meu peito. Creio eu, que um simples vazio não deveria doer. Mas, já se tornou natural, mas não me familiarizei por completo. Me sinto estranha e por algum motivo que desconheço, as vezes e tão estranho que chega a ser confortável quando penso nesse vazio sem fundo. Que conforto e esse que me faz querer chorar? Não tenho motivos para chorar, mas eu sinto um vazio cheio. Que tipo de antítese é essa que falei? Mas acho que isso é uma das palavras que consigo descrever o que sinto nessa situação, é, talvez em outras futuras. Bom, se fosse explicar de forma lógica o que e "vazio cheio", seria....
Acho que não tem explicação conveniente para minha loucura, não me entenda mal, mas é também tão confuso para mim explicar algo quase inlógico. Mas acho que "vazio cheio" seria um copo de água cheio até a borda, em um ponto que a água fica tão transparente que não dá para vê-la, se torna quase invisível, é não dá para imaginar que o copo está vazio. Acho que, talvez isso é muito confuso. E de forma recorrente me sinto assim, me sinto vazia, mas sinto necessidade de esvaziar algo dentro de mim, para me senti-me mais leve. Não sei exatamente o que me pesa, mas sei que não é água. Ainda tento descobrir até hoje nesse labirinto psicodélico, e um nó difícil de desiniar. Nem a lógica poderia me ajudar nesse caso profundo. Bom, eu vou conseguir desiniar uma hora ou outra. Não é?
Carta para o meu grande amor!
Meu amor,
Dizem que o universo nasceu de uma explosão.
Mas eu — que te encontrei — sei de outra verdade:
o universo nasceu no instante em que teus olhos beberam os meus com aquela lentidão que só os deuses conhecem.
Tudo antes disso era ensaio.
Era o silêncio à espera da tua voz.
Era partitura sem melodia,
uma oração perdida entre galáxias,
à espera do milagre que és.
As estrelas — hoje eu entendo —
são cicatrizes do céu,
fissuras sagradas por onde tua existência transbordou.
E o tempo?
O tempo se tornou um animal manso.
Deita-se entre nós, nos observa em reverência,
e oferece o agora como um altar.
Quando me tocas, algo acontece que a ciência não explica.
As galáxias se dobram como folhas de papel em tuas mãos,
e até o caos, que sempre me acompanhou,
se cala para ouvir o som do teu nome no meu corpo.
Há planetas girando ao redor do teu ombro,
como se ali morasse o eixo do divino.
Teu riso, meu amor...
Teu riso é o idioma que os anjos esqueceram,
mas que minha alma nunca deixou de falar.
Quando ouço tua alegria,
volto ao ventre do mundo.
Sou feita de lava e canto,
de luz primeira,
de amor antes da linguagem.
Amar-te é caminhar por todos os tempos
com os pés descalços e o coração nu.
É habitar corpos que ainda não existem,
é dançar no meio da chuva
como quem celebra o sagrado no ordinário.
É ser poema antigo,
escrito em uma língua que só tua pele decifra.
Somos feitos, tu e eu,
da mesma substância que os deuses esconderam:
carne embriagada de céu,
pecado redimido em milagre,
beijo que conhece a morte e ainda assim escolhe viver.
Se o universo decidir desabar,
que me desintegre em teus braços.
Se houver outro mundo,
que eu renasça do lado esquerdo do teu peito,
na morada mais secreta do teu silêncio.
E se, por fim, tudo se desfizer
e o nada for o único idioma possível,
ainda assim,
eu levarei teu nome comigo —
como se fosse uma oração
que nem o escuro ousa apagar.
Com tudo que há de eterno em mim,
Te amo.
T.
Em uma manhã fria, com chuva bem fraca, ou até mesmo uma garoa, na janela de um onibus meus pensamentos vão longe, tão longe que é dificil de voltar, um pensamento baseado no passado, com perspectivas no futuro, um passado que me lembra angustias e a incerteza de um futuro, idignações do presente faz com que esse futuro seja obscuro ao meu ver, na janela de um onibus eu reflito sobre minha vida, o que eu passei e que ainda vou passar, a musica pareçe fazer parte de minha, da minha trajetoria, como se fosse uma trilha sonora daquela ilusão que acaba de criar em teu pensamento, e o barulho da chuva deixa o clima tenso, as pessoas ao seu redor pareçe nem se importar com nada além dela mesma, na janela de um onibus penso coisas que não pensaria mesmo em momentos de pura reflexão, na janela de um onibus...
Em um quarto escuro vejo uma janela iluminada pela luz da lua...Comparando com a minha vida a escuridão do quarto é os meus pensamentos e a luz da lua na janela é a fé de um futuro melhor...
O silêncio é os gritos de uma alma ferida que busca alento, cura e libertação que jamais foi encontrada no dia a dia das palavras frias do cotidiano.
Aprenda uma lição sobre algumas pessoas: Sempre leias as entrelinhas pois nem sempre o que dizem é, nem sempre o que demonstram é e nem sempre se é o que se é...
Eis que digo algo importante: Mesmo que você tente manter uma "moral séria e ética conservadora" na nossa era, sempre seremos taxados de antiquados ou seremos mal interpretados.
Se a felicidade está nas pequenas coisas, te desejo uma vida cheia de coisas simples, belas e boas. O suficiente para se tornarem inesquecíveis.
Reflexões: 🦉 ESCUTE OS AMIGOS
Isto ajuda, é agradável, passa energias, etc...
Mas, da uma espiada também no que dizem teus inimigos, ambos tem coisas interessantes a dizer sobre tua pessoa.
E muitas vezes o que um omite, o outro fala...
Geralmente, ambos tem razão.
Toma cuidado, pois no meio dos amigos pode ter algum inimigo enrustido.
Também um suposto inimigo pode ser um verdadeiro amigo que não teme te desagradar.
(CLovis G.A.Macedo)
VOCÊ tem uma perspectiva diferente?
Importante não ter MEDO de mostrar
É a sua criatividade saindo da MENTE.
SONHOS são definidos por forças externas.
O que nos parece uma provação amarga pode ser uma bênção disfarçada.
Um pedestal é uma prisão tanto como qualquer outro espaço pequeno, limitado.
Tem dias em que a vida parece uma piada escrita por alguém com um senso de humor extremamente duvidoso.
Você acorda, resolve um problema, aparecem três. Tenta respirar, vem outra pancada. E no fim do dia ainda perguntam: “Mas e aí, tudo bem?”
Tudo. Bem.
O mais curioso da vida adulta é perceber que ninguém sabe realmente o que está fazendo. Tem gente sorrindo com ansiedade, motivando os outros enquanto desaba no banho, dizendo “fé” com a alma parcelada em 12 vezes sem juros.
E mesmo assim o mundo continua.
O ônibus passa.
Os boletos vencem.
O sol nasce com uma arrogância absurda, como se nada tivesse acontecido.
A dor mais funda nem é a tragédia.
É o desgaste.
É perceber que a vida não destrói de uma vez; ela vai mastigando aos poucos: expectativa, inocência, paciência, esperança… E quando você percebe, ficou mais fria, mais cansada e absurdamente boa em dizer “tá tudo certo”.
Mas existe algo quase poético nisso tudo:
Mesmo decepcionada, exausta e ironicamente consciente do caos… continua levantando.
Talvez não por coragem.
Talvez só porque amanhã ainda tem roupa para lavar.
Uma frase é um jarro de letras
Onde a flor da atenção desabrocha
Se a muda de ideias for regada
Com o olhar de descoberta
Você pode ter uma vida além dos seus sonhos mais
selvagens
tudo que você tem que fazer é mudar tudo...
tudo que você tem que fazer é mudar tudo...
tudo que você tem que fazer é mudar tudo...
tudo que você tem que fazer é mudar tudo...
Pegue uma onda e absorva a doçura
Pense nisso, a escuridão, a profundidade
Todas as coisas que me fazem ser quem eu sou
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