Tô com Saudades
Cadê os imitadores de Jesus? Tô precisando de vinho, pão e peixes, quero curar minhas doenças crônicas, inclusive preciso ressuscitar meu vizinho que me devia uma fortuna.
Eu digo que tô bem
como quem fecha a porta devagar.
Por dentro,
tudo faz barulho.
Não é dor,
é cansaço de existir acesa.
Queria um lugar sem nome,
onde eu pudesse cair
sem ninguém me pedir força.
Se eu ficar em silêncio,
talvez eu me encontre.
The Search of a Capuchinho
I once knew a man whose heart was never attached to the things of this world. But before he became a man, he was simply a tiny cry in a cold room.
It was the year 2000. While many feared the end, life was beginning to blossom. Amid the chaos of that time, a boy was born — a boy named Capuchinho.
At that moment, his greatest desire was not to see the world or discover the paths of life. He only wanted his mother’s warmth, her loving arms, her lap, her comfort.
And in that cold room, a mother’s love showed that there is a warmth no season can overcome, an embrace that no cold can withstand, a love capable of transforming any beginning into a home.
Time passed slowly, and almost two years went by before Capuchinho decided to walk.
Perhaps, deep down, he knew that many paths were waiting for him. Or perhaps he simply wanted to remain a little longer in the arms he loved so much.
But one day, he stood up, took his first steps, and when he looked at his mother, he found in her eyes the most beautiful of rewards:
the joy of a mother watching her child walk.
And so life went on.
Still so young, he was already learning to care for the one who had once cared for him.
He did not collect enemies, but he gained many friends. He did not seek vanity, but carried humility.
He had a gentle heart, the kind that leaves a mark without needing to make noise.
And perhaps his greatest “flaw” was precisely this:
he wanted to be a little better today than he was yesterday.
His heart did not long only for the temporary things of this world. There was a greater question within him, a deeper longing:
“How does God’s world work?”
He wanted to understand the ways of the Lord. He wanted to know the truth. He wanted to be saved. He wanted to be approved by God.
And in his prayers, there was a sincerity that few people knew.
He would say to the Lord:
“If I am already ready for salvation, do not prolong my days to the point that I might lose my way.
And if it is possible, when my time comes, let me simply fall asleep.”
Perhaps no one could have imagined that such an intimate prayer would one day be answered.
But God knows the heart that no one else can see.
And in 2026, when the appointed time came, Capuchinho fell asleep.
Without noise. Without a grand farewell. He simply closed his eyes to this world and opened his heart to eternity.
Perhaps it was the mercy he had asked for.
Perhaps it was the answer he had been waiting for.
And now those who loved him remain.
His family remains. His friends remain. The stories remain. The embraces that will never happen again, the words that will never be heard again, the moments that time will never be able to erase.
Because some people leave, but they never disappear.
They continue to live in our memories, in the lessons they taught us, in the stories told with longing, and above all, within the hearts of those who loved them.
Today, perhaps there is silence where his voice once was.
But there is also gratitude for everything that was lived.
Because Capuchinho did not leave behind just a story.
He left love. He left friendship. He left humility. He left memories. He left longing.
And if one day someone asks who that man was whose heart was never attached to the things of this world, perhaps the answer is simple:
He was a man who was born wanting his mother’s embrace, grew up wanting to care for her, lived wanting to become better, and departed wishing only to be prepared to meet God.
In memory of Capuchinho.
May his story remain alive in the hearts of those who had the privilege of knowing him and loving him.
@gs_capuchinho
eu tô bem.
Tem uma mentira que a gente aprende a contar tão bem que, depois de um tempo, começa a acreditar nela. “Eu tô bem.” Sai automático, quase educado. A pessoa pergunta como você está e você responde sem pensar, porque explicar o que acontece por dentro dá trabalho demais e, sinceramente, tem coisa que nem cabe numa resposta curta.
Eu tô bem, é o que ele diz. Só que ninguém vê o silêncio depois que a porta fecha, o quarto escuro, a cabeça procurando respostas onde já não existe pergunta. Ninguém vê as coisas que ele deixou de falar porque percebeu que algumas verdades, quando ditas em voz alta, deixam de ser esperança e viram despedida.
E talvez estar bem não seja ter esquecido. Talvez seja conseguir carregar sem deixar cair tudo o que ainda pesa. É passar pelos lugares onde antes existia alguém e continuar andando. É ouvir uma música e não precisar procurar significado em cada palavra. É lembrar de uma conversa sem imaginar como ela poderia ter terminado diferente.
Porque tem gente que vai embora, mas deixa uma versão sua morando no lugar onde ela esteve. E demora até essa versão entender que acabou. Ela continua esperando uma mensagem, uma ligação, qualquer sinal de que aquilo não foi só mais uma coisa bonita que não soube durar.
Mas uma hora a gente entende.
Nem tudo que foi verdadeiro precisava ser eterno. Nem todo amor que marcou a vida precisava ficar nela. Algumas pessoas chegam para mostrar uma parte do mundo que você ainda não conhecia e depois seguem o caminho delas, levando algumas versões antigas suas embora junto.
Então, sim, eu tô bem.
Não porque nada mais dói. Não porque eu virei pedra. Não porque deixei de sentir.
Eu tô bem porque finalmente entendi que sentir falta não é o mesmo que precisar voltar. Que lembrar não significa esperar. Que amar alguém também pode significar aceitar que aquela história terminou antes que o coração estivesse pronto para terminar junto.
E talvez esse seja o verdadeiro significado de estar bem: não é quando você para de sentir. É quando aquilo que um dia te derrubava começa a caber dentro de você sem te destruir.
Eu tô bem.
E dessa vez, talvez eu esteja falando sério.
Aqui, no RS, não existe mais inverno, verão ou primavera; só existe outono! Ou tô no aguaceiro, ou tô no fogo... ou tô no inferno!
Hoje eu acordei cantando.
Do nada, eu tô rimando.
Eu não estou falando de amor.
Acordei com uma paixão antiga.
Por mim, por você e principalmente pela vida.
Só estou no clima da canção.
Rimando essa cantiga
🎷🎹 C7+ 🎤🔛
E não explana pra não estragar.
É que amanhã eu tô em outro lugar
Mas se quiser de novo, é só chamar
Só não exagera pra não enjoar
A pressa.
Correndo entre círculos.
Uma vozinha miúda grita
Apressa o passo! Apressa.
Um torrão de açúcar.
Cercado por um formigueiro
Não é um bolo.
De dinheiro.
Uma lágrima amarela.
Não é uma aquarela.
Sem ler, você ainda pode ver.
O irônico é que até consegue.
Escrever!
Sem ver.
A pressa.
Não acompanha ninguém.
Apressa... Apressa.
E viva.
Bem.
🐜݁
Ouvindo: I'll Be There.
Às vezes eu estou cansada de tudo!
Eu respeito o meu cansaço e tudo bem não estar bem o tempo todo. Essa tempestade também vai passar.
TUDO PASSA..⋆˚꩜。
A razão, sabendo que a revelação divina é de fato divina, já está convencida de que ela excede a toda certeza humana.
A semelhança com Cristo nunca foi um caminho para a popularidade. Quanto mais a vida de Jesus se torna visível em nós, mais natural é que desperte as mesmas reações que Ele despertou. Se a ausência de oposição nos tranquiliza, talvez valha a pena perguntar não o quanto o mundo mudou, mas o quanto Cristo é realmente visto em nós.
*GPS da Vida Real: Sexta VS Segunda
Sexta-feira eu mando a localização:
"Gente, tô indo. Chego em 10".
Segunda-feira é a localização que me manda:
"Van, pelo amor de Deus, onde você tá?"
Sexta eu localizo os outros.
Segunda eu me perco de mim mesma 😂
Moral: meu celular tem vida dupla.
De dia é GPS, de ressaca é detetive particular.
Ps: se me verem perdida na segunda, só seguir o barulho.
É a vergonha gritando.🤦🏼♀️
_Van Escher_
Eles acham que eu tô sozinha...
Mal sabem que meu segurança é fardado de luz
e trabalha 24h sem dormir.
Salmo 91 na bio,
E anjo no portão,
Leoa no trono.
Tenta me derrubar pra ver.
Van Escher
ontem eu te vi, só não posso afirmar que foi pessoalmente, ou físicamente, já que eu poderia ter tocado em seu corpo,
mas infelizmente não foi dessa vez, não dessa vez.
talvez o problema seja meu, e claro, ele é.
por que quem insiste em ligar, em pensar, e olhar as fotos sou eu.
o passado condena, ele fere, machuca, e tira a paz.
eu poderia ter deixado você ir, de uma só vez, mas talvez, eu poderia ter deixado.
quem sabe, amado, ficado, esperado, mas infelizmente você só está ali, do outro lado.
e nem sabe quem sou, talvez, eu seja seu amor.
seu amante, amante amado.
Hoje eu tô pra maldade..
hoje eu tô pra safadeza ..
hoje eu tô pra saciar tua sede ... vem depressa ... apaga eu fogo ou causa um incendio...
Obrigada, Papai do Céu...
Só tenho que agradecer...
Tô bem... Tô viva...
Tô cheia de vontade de vencer...
Tô irradiando alegria...
Tô exalando esse brilho todo que vem de você!
E dai se eu tô longe...
Meu pensamento não sai de vc ...ele mora em vc... ele vive vc... ele é todo vc...
Ela é doce feito mel ... meiga , carinhosa ..
Ela é poema , poesia , rima , estrofe ...
Ela é toda delicadeza !!!
Ela é sensibilidade , é força, coragem ...
Ela é música para os ouvidos, ela é felicidade, sorriso.
Ela é sonho bom , fé em dias melhores. Ela é ventania , vendaval , furacão!
Ela é perfeita , ela é de fases , de lua , de emoção... adrenalina pura , puro êxtase.. quando contrariada Ela é vulcão! Menina moça, princesa , mulherão!!!
Ela é toda indefinível, indecifrável,ela é um livro , que nem se pode julgar pela capa. Ela não é flor que se cheira,mas é leoa , fera , felina.. minha musa , minha deusa, minha loucura, minha perdição , minha inspiração!!
