Tipos de Pessoas
Existem dois tipos de pessoas: as que lutam para restabelecer a paz tirada pelos conflitos do dia a dia próprios da convivência humana e os se negam a superá-los, os aprofundam ainda mais, constroem muros intransponíveis dentro da própria casa, fazem da vida um constante campo de batalha e palco de crises intermináveis e mágoas incuráveis.
Só existem dois tipos de pessoas que elegem políticos corruptos: O ingênuo, que acredita na inocência do mesmo. Ou o cúmplice. Que sabe da culpa mas ignora. Provavelmente por se beneficiar diretamente caso o culpado chegue ao poder.
Esse tipo de pessoa acorda cedo, resolve suas tarefas diárias,
Segura preocupações no bolso e ainda encontra força pra perguntar ao outro se está tudo bem.
Às vezes nem está. Mas oferece cuidado mesmo assim.
Existem dois tipos de pessoas em nossa caminhada: aquelas que nos dão asas fortes, feitas de coragem e confiança, para que possamos voar cada vez mais alto; e aquelas que nos oferecem asas de cera, belas à primeira vista, mas frágeis diante do calor da realidade. Com elas, até voamos por um instante, porém a queda costuma ser inevitável.
A pergunta que fica é: com que tipo de asas você tem alimentado seus sonhos? As que fortalecem sua jornada ou as que apenas sustentam uma ilusão passageira?
O pior tipo de pessoa é aquela que comete a injustiça sabendo o que está fazendo, e depois dorme como se fosse a vítima. A conta do tempo é silenciosa, mas é exata.
Quem vive de aparências e de enganar os outros sempre acha que saiu impune. Mal sabe que o pior tombo é aquele que a vida dá quando a pessoa acha que está no topo.
Você é o tipo de pessoa que espera a felicidade chegar?
Mas, me diga:
Chegar de onde, criatura?
Ela vive e pulsa dentro de você!
Nenhuma situação ou pessoa trará alegria para sua vida se ela já não estiver dentro do seu ser!
Felicidade não é algo a se esperar, mas algo a cultivar.
Se espera que algo externo a traga, está esperando em vão...
Ela está nas pequenas coisas e são essas coisas que fazem sua vida!
Felicidade é você! Não há lugar para se esconder.
Há dois tipos de pessoas que não sentem uma indignação sufocante: as coniventes por burrice e os cegos pelo favorecimento.
“Eu amo essa pessoa… mas ela não é o tipo de parceira que eu preciso para a vida que estou construindo.”
Há dois tipos d pessoas: as q esperam a oportunidade acontecer e as q fazem a oportunidade acontecer.
Eu já tentei ser o tipo de pessoa que o mundo queria… cansativo demais.
Hoje eu prefiro ser exatamente quem sou: intenso, livre e impossível de decifrar por completo.
Não faço questão de plateia, nem corro atrás de validação.
Quem me conhece de verdade, fica. Quem não suporta minha liberdade, se incomoda em silêncio.
Aprendi que maturidade é saber sair de lugares rasos sem precisar fazer escândalo.
E sinceramente?
Tem gente que perde a chance de viver algo incrível por orgulho, ego e infantilidade.
Enquanto isso, eu sigo leve… porque quem carrega verdade não precisa carregar personagens
"Chefe" é aquele tipo de pessoa que, no fundo, é fraca, mas tenta parecer forte. Ele precisa de você, depende dos funcionários para manter a empresa dele funcionando, porque, se todos saíssem, a empresa iria à falência e ele não saberia o que fazer. Mesmo assim, ele hipocritamente diz que você é quem precisa dele. Ele se sente superior, te explora, paga mal, ameaça te mandar embora e ainda espera ser bajulado. E, se você não o bajula, ele te trata mal, como se fosse errado não fazer o que ele espera.
“Há dois tipos de pessoas, aquela que ao ler uma frase faz um livro e aquela que ao ler um livro não faz uma frase.”
Seja aquele tipo de pessoa que anda com um potinho de açúcar no bolso, mesmo que te achem adocicado demais.
Ontem sonhei que estava em um tipo de abrigo, junto com várias outras pessoas que também precisavam de cuidados. Havia uma indiana chamada Lininus; ela era muito alegre e feliz, e estava com uma criança. Ela me dizia “Deus te abençoe” e me deu um abraço forte. Eu disse a ela que, se conseguisse algo material na vida, iria procurá-la para ajudar no que fosse possível. Ela riu.
Depois, apareceu um rapaz negro. Ele sorriu para mim e orou por mim, segurando o topo da minha cabeça com a mão direita e os olhos fechados. Eu também fechei os meus. Ao final, ele me desejou boa sorte e deu um leve beijo na ponta do meu ombro esquerdo.
Em seguida, havia uma menina que conheço. Ela estava diferente da vida real: tinha cortado o cabelo em chanel curto e estava muito, muito feliz ao contar um sonho que teve comigo, para mim e para quem quisesse ouvir. Ela começou dizendo: “Era uma linda flor, e apareceu o espírito…”. Ela gesticulava e ria. Eu vi várias outras pessoas conhecidas ali, naquele lugar.
No sonho, eu estava voltando para minha casa após dois meses me recuperando de uma cirurgia. O curioso é que, na vida real, estou na casa da minha sogra, me recuperando de uma cirurgia de três hérnias, uma umbilical e duas inguinais. Hoje, 18 de abril de 2026, faz 1 mês e 13 dias da minha segunda cirurgia.
Nesse sonho, acredito que eram guias espirituais zelando por mim, em forma de pessoas que conheço. Eu estava muito feliz e disse a todos que os ajudaria de alguma forma, algum dia na vida. No final, nem deu para ouvir o restante do sonho da Alessandra, porque meu marido entrou no quarto e eu acabei despertando.
Se cada pessoa carregasse menos ódio e mais consciência, que tipo de humanidade existiria daqui a cem anos?
Existem 3 tipos de pessoas:
as que dão 100% independente de onde estiverem
as que dão 100% somente no que é do seu interesse
e os medíocres!
benta
Existe um tipo de pessoa que não entra na vida dos outros.
Ela inaugura uma estação.
Antes dela, os dias acontecem como um inverno comprido. As árvores continuam de pé, os carros continuam passando, o relógio continua cumprindo sua obrigação de girar. Mas existe uma diferença silenciosa entre viver e apenas sobreviver. Quase ninguém percebe até encontrar alguém capaz de acender as luzes de uma casa que sempre esteve habitada por sombras.
Foi assim que conheci Benta.
Os olhos mais sinceros que já presenciei em 26 anos de vida.
Bonitas eram as coisas que aconteciam perto dela.
O café parecia mais quente.
As ruas pareciam menores.
Os silêncios deixavam de ser um lugar de abandono para se tornarem um idioma que duas pessoas podiam dividir sem medo.
Ela carregava uma estranha habilidade de fazer o mundo perder o excesso. Como se passasse as mãos sobre a realidade e retirasse todo o ruído que sobrava entre um coração e outro.
Algumas pessoas chegam oferecendo promessas.
Benta oferecia paz.
E isso era infinitamente mais perigoso.
Porque promessas quebram.
Paz vicia.
Passei tempo demais acreditando que anjos tinham asas.
Depois percebi que talvez eles apenas saibam permanecer quando ninguém mais consegue.
Ela nunca precisou salvar ninguém de incêndios, tempestades ou guerras.
Bastou existir.
Há pessoas que nos dão conselhos.
Outras nos dão coragem.
Ela me devolveu uma versão de mim que eu desconhecia.
Na presença dela, eu não precisava fingir ser forte. Não precisava vencer discussões imaginárias, provar inteligência, esconder as rachaduras ou construir personagens. Pela primeira vez, existir parecia suficiente.
E isso me assustava.
Porque quando alguém nos enxerga sem as armaduras, sobra apenas a responsabilidade de não ferir aquilo que finalmente encontrou descanso.
Nem sempre consegui.
É estranho perceber que o amor também pode carregar culpa.
Não aquela culpa dramática dos romances.
Uma culpa silenciosa.
A de olhar para trás e pensar que algumas mãos aparecem apenas uma vez na vida para nos tirar da água.
E nós, ainda aprendendo a respirar, acabamos soltando exatamente a mão que nos mantinha na superfície.
Às vezes imagino que Deus distribui milagres de maneira discreta.
Não em igrejas.
Não em profecias.
Mas em pessoas.
Pessoas que aparecem sem anunciar a própria importância.
Que entram pela porta como qualquer outra.
Que riem de coisas pequenas.
Que bagunçam os cabelos com o vento.
E só depois de irem embora revelam que sustentavam um universo inteiro sem nunca terem dito uma palavra sobre isso.
Benta era assim.
Nunca precisou dizer que era luz.
A escuridão fazia esse trabalho por comparação.
Existe uma rua dentro da memória onde ela continua caminhando.
Não envelhece.
Não se despede.
Não pede que eu a siga.
Apenas continua andando, enquanto tudo ao redor floresce com a delicadeza de quem nunca soube que estava realizando um milagre.
Talvez seja por isso que algumas lembranças doam tanto.
Não sentimos falta apenas de uma pessoa.
Sentimos falta daquilo que éramos quando alguém nos fazia acreditar que o mundo ainda tinha um lugar reservado para a esperança.
Benta nunca foi uma casa.
Casas podem ser reconstruídas.
Ela foi horizonte.
Você pode atravessar continentes inteiros, aprender novos idiomas, dormir em outras camas, conhecer outros rostos.
Ainda assim, em algum momento do dia, seus olhos procuram exatamente aquela linha distante onde o céu parecia tocar a terra.
E então você entende.
Existem pessoas que passam pela nossa vida para serem amadas.
Outras, para serem esquecidas.
Mas há uma categoria infinitamente mais rara.
Aquelas que nos libertam de nós mesmos.
Que chegam quando tudo dentro parece um labirinto sem saída e, sem perceber, derrubam uma única parede.
Não mostram o caminho.
Elas se tornam o caminho.
E mesmo quando já não estão mais ali, seguimos andando por causa da direção que deixaram.
É por isso que nunca consegui pensar em Benta como uma ausência.
Ausências pertencem ao tempo.
Ela pertence ao que existe antes das palavras.
Àquela sensação inexplicável de encontrar abrigo sem precisar entrar em lugar algum.
Se algum dia me perguntarem qual foi o melhor sentimento que experimentei, não responderei com felicidade.
Felicidade é breve.
Direi que, por um instante impossível da vida, conheci alguém cuja simples existência fazia o mundo parecer menos pesado.
E desde então passei a desconfiar que certos anjos aceitam viver entre os homens apenas para lembrá-los de que a salvação, às vezes, não desce dos céus.
Às vezes ela sorri.
E atende por um nome que ninguém mais compreenderá.
Benta.
O que uma pessoa não é capaz de fazer em nome da paixão? Torna-se cega a qualquer tipo de consequência.
O pior tipo de pessoa não é a que vai embora. É a que te joga no lixo e, quando percebe o seu valor, volta para te recolher como se você fosse reciclagem.
É quem te chamou de ingrato, te abandonou quando você mais precisava e te deixou no fundo do poço. Depois reaparece vestindo a máscara de boa pessoa, como se a memória não existisse.
Quem realmente ama não descarta pessoas. Quem tem caráter não destrói para depois fingir que está salvando. Algumas desculpas chegam tarde demais, porque há feridas que ensinaram o coração a nunca mais aceitar o mesmo desprezo.
