Tipos de Pessoas
As pessoas só querem ser amadas, mas não querem se doar, qualquer tipo de relacionamento requer entrega, e poucos têm disposição para se dedicar. Colher,
qualquer um colhe, porém cultivar é raro.
Eu não sou do tipo ausente, porém se eu tiver ausente na vida de alguém provavelmente essa pessoa foi ausente na minha quando eu mais precisei dela... sou ausente sim pra pessoas que não acreditam em mim e na minha capacidade, nas pessoas que nao valorizam meu trabalho aponto de procurarem outro sabendo que eu faço o mesmo. Hoje eu simplesmente entendi quem realmente merece minha presença.
Existem dois tipos de pessoas, aquelas que lhe respeitam e aquelas que lhe exaltam enquanto fazes suas vontades.
Nunca se abale com críticas que deixam você pra baixo. Tem certos tipos de pessoas que nunca vão querer ver você melhor do que elas. Uma dica: se afaste, será a melhor decisão.
Eu sou do tipo de pessoa que do nada vem aquelas músicas antigas na cabeça e você quer escuta o dia inteiro a mesma música tipo casinha de sapê - Jorge Aragão
Ha diversos tipos de pessoas, cada qual com suas características. Algumas não gostam do nosso jeito, do nosso cheiro, do nosso discurso, da nossa vestimenta, da nossa fé e do modo que agimos. Portanto temos que nos esforçar para vivermos em harmonia com todos, sem guerras. Segundo as Escrituras a nossa luta não é contra os seres humanos e sim contra poderes autoritários, contra os dominadores deste mundo de trevas e contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.
O meio pelo qual o ser humano tenta induzir as outras pessoas, manipulando-as a terem certos tipos de comportamentos, é pelo medo, culpa e ganância.
"Existem apenas dois tipos de pessoas neste mundo; Os facilitadores e os complicadores."
Não tem meio-termo, ou você é um, ou você é outro.
Apenas 2 tipos de pessoas revelam o que realmente pensam de você
Os bêbados, e as com raiva
É nesses momentos que eles externizam o que realmente estava reprimido e não tinha coragem de lhe falar
Na primeira oportunidade fuja desse tipo de gente
Você é o tipo de pessoa que destrói sem levantar a voz. Um evitativo de estimação, um incêndio que não faz barulho, uma ausência que se deita comigo todo dia. Eu queria te amar, juro. Mas toda vez que me aproximo, você se fecha como igreja abandonada. E eu? Eu sou a blasfema que ainda acende vela aos seus pés, pedindo que um dia me deixe entrar.
Existem dois tipos de pessoas que querem o seu bem. Aquelas que querem seu bem e você sendo quem você é, e aquelas que até querem o seu bem, porém sendo do jeito que elas querem que você seja.
Não entendo certos tipos de pessoas que são iguais aos fariseus: São criteriosos com tantas coisas,deixam a desejar em outras.Por isso que está a bagunça religiosa no meio evangélico.O que é certo é certo.Exemplo: Um visitante do seu vizinho não pergunta se pode colocar o carro em frente à sua garagem e o estaciona ali.Se você não falar nada,ele sempre o estacionará ali.Agora,se você pede educadamente para retirá-lo dali,afinal,é um direito seu fazer isso,afinal a garagem é da sua casa,ninguém têm nada com isso! Ser omisso e deixar as coisas passarem,quando se tem que resolvê-las é um tremendo erro!
No mundo há todo o tipo de pessoas.Os ingênuos,incautos e trabalhadores.
Por outro lado, há os maliciosos,soberbos e aproveitadores. Destes últimos,afasta-te!
Você é o tipo de pessoa que transforma desafio em propósito… então nunca se esqueça: o que hoje parece pesado, amanhã será a prova da força que você construiu em silêncio.
A teoria da pessoa que não ocupa espaços (by: franckles Werivan)
Existe um tipo de pessoa que atravessa o mundo como quem pisa em chão alheio: leve demais para deixar marcas, silenciosa demais para ser lembrada. Ela existe — respira, trabalha, observa — mas não faz questão de existir na vida de ninguém. Não ocupa espaços. Não constrói presença. Não deixa rastros.
É como se tivesse aprendido, em algum momento, que ser percebida é um risco.
Essa pessoa evita laços afetivos como quem evita um incêndio. Não por falta de desejo — talvez até exista, escondido, um desejo profundo de pertencimento — mas por medo das consequências. Ela não sabe dialogar porque, possivelmente, nunca se sentiu realmente ouvida. Não é recíproca porque talvez nunca tenha recebido o suficiente para aprender o que é troca. Então ela se fecha, se economiza, se retira.
E assim, vai vivendo uma vida paralela: está presente, mas ausente. Participa, mas não se envolve. Sente, mas não demonstra.
Mas por quê?
Do ponto de vista psicológico, podemos pensar em traumas silenciosos. Relações quebradas cedo demais. Afetos que não foram correspondidos. Ambientes onde falar era inútil ou perigoso. Aos poucos, a pessoa aprende que se expor dói — e então cria uma espécie de casca. Não é frieza: é defesa. Não é indiferença: é sobrevivência.
Já numa perspectiva mais espiritual, talvez seja uma alma que se desacostumou ao vínculo. Ou que carrega feridas de outras experiências, outras histórias, outros ciclos. Uma alma que teme se conectar porque sabe, de alguma forma, o peso que as conexões têm quando se rompem.
Mas existe um custo.
Porque viver sem ocupar espaços é, no fundo, aceitar uma existência sem testemunhas. É passar pela vida sem ser profundamente conhecido. Sem ser verdadeiramente amado. Sem deixar ecos.
E há uma tristeza nisso.
Uma tristeza quieta, quase invisível, mas constante. A tristeza de não ser esperado por ninguém. De não fazer falta. De não ser lembrado em detalhes, em histórias, em saudades. É como se a vida acontecesse, mas não se entrelaçasse com outras vidas.
E a gente precisa se perguntar: isso é escolha… ou é medo disfarçado?
Quantas vezes a ausência de alguém não é frieza, mas insegurança? Quantas vezes o silêncio não é desinteresse, mas incapacidade de se expressar? Quantas vezes o distanciamento não é falta de amor, mas medo de perdê-lo?
Talvez essa pessoa não ocupe espaços porque, no fundo, acredita que não merece ocupar.
E essa é a parte mais dolorosa.
Porque ocupar espaços não é invadir — é existir com coragem. É permitir-se ser visto, conhecido, tocado. É correr o risco de se conectar, mesmo sabendo que conexões podem falhar.
No fim das contas, a vida ganha sentido justamente nisso: no encontro. No olhar que reconhece. Na conversa que atravessa. No vínculo que, por mais breve que seja, transforma.
Tocar outra alma é uma das experiências mais bonitas que existem.
E agora, vale a pergunta — não sobre o outro, mas sobre você:
Será que, em algum nível, você também tem evitado ocupar espaços?
Será que tem se diminuído, se escondido, se poupado… por medo, por traumas, por insegurança?
Porque existir de verdade exige presença.
E talvez esteja na hora de deixar de apenas passar pela vida…
e começar, aos poucos, a fazer parte dela.
"Do ponto de vista financeiro, Deus só conhece três tipos de pessoas:
Os pobres - totalmente dependentes do dinheiro;
Os escravos - totalmente possuídos pelo poder do dinheiro;
Os livres - Exercem total poder sobre o dinheiro que possuem."
