Tijolo

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E cada vez que te vejo ergue-se um tijolo de desejo...

⁠Ela é louca. Se for pra chegar com medo, nem chega. Às vezes ela é um tijolo de grossa e na outra hora é uma manteiga. Ela não gosta de se sentir presa porque sempre se sentiu livre pra voar. Já chorou por quem não merecia. Hoje ela aprendeu a se amar.

⁠ Quando se faz "barro virar tijolo" é que se conhece o valor de uma casa.

Disseram-nos a vida inteira que o amor é uma construção, um edifício que se levanta tijolo por tijolo. Mas ninguém avisa que, quando um grande amor se vai, a estrutura não desaba de uma vez. Ela fica lá. A casa esvazia, as luzes se apagam, mas as paredes continuam de pé, guardando o eco de uma voz que já não mora ali.
A dor de perder um grande amor não é a ausência física; é a insistência da memória. É você pegar o telefone para contar uma piada boba e lembrar, no meio do caminho, que aquele número mudou de dono, ou que aquela tela já não vai acender com o nome que te fazia sorrir na correria do dia. É ir ao supermercado e, por puro automatismo, pegar o doce favorito do outro, para depois devolvê-lo à prateleira com um nó na garganta.
A gente tem a tendência de achar que a superação é uma linha reta, um processo bonito onde cada dia dói um pouco menos. Não é. Tem dias em que você acorda se sentindo o rei do mundo, pronto para recomeçar. E há tardes de domingo em que o cheiro da chuva ou uma música qualquer no rádio te jogam de volta para o fundo do poço. E tudo bem. Sentir essa oscilação não é fraqueza; é o preço que se paga por ter tido a coragem de amar de verdade num mundo onde quase ninguém se arrisca.
A verdadeira motivação depois de uma perda dessas não vem de frases de efeito ou de conselhos clichês de quem vê de fora. Ela vem de um pacto silencioso que você faz com o espelho.
O amor que você dedicou a outra pessoa não sumiu no espaço: ele voltou para a fábrica. Ele ainda está aí dentro de você. Toda aquela capacidade de cuidar, de rir, de planejar o futuro e de se entregar... aquilo é seu, sempre foi seu. O outro foi apenas o canal por onde você jorrou a sua própria luz.
Perder um grande amor rasga a nossa pele, expõe as nossas fragilidades, mas também limpa o terreno. Você não precisa esquecer o que viveu, nem fingir que não importou. Importou sim. Foi lindo, foi gigante e agora faz parte da sua história. Mas é apenas um capítulo, não o livro inteiro.
Vencer essa dor não é encontrar alguém na semana seguinte para tapar o buraco. É olhar para o vazio, entender o tamanho dele e ter a paciência de ir preenchendo o espaço com amor-próprio, com café fresco pela manhã, com novos projetos e com o silêncio que antes assustava, mas que agora passa a acolher.
Você vai voltar a sorrir sem peso na consciência. Vai voltar a olhar para o futuro sem medo do fantasma do passado. O amor da sua vida não era o outro; o amor da sua vida é a sua própria capacidade de continuar vivo, sentindo e pulsando, mesmo depois de ter o coração partido.
Respire fundo. A vida continua te esperando lá fora, e ela ainda tem coisas muito bonitas para te apresentar. Dá tempo ao tempo. Você vai ficar bem.

O erro de quem está dentro da igreja, é pensar que quem está fora não tem fé em Deus

Você constroe a cada dia , tijolo por tijolo, a grande construção de seu destino.

Casa de tijolo
Casa de madeira
Casa lá no morro
Em plena ribanceira

Gente de todo tipo
Gente trabalhadeira
De sujeito esquisito
As várias mães solteiras

Muitos sons, ritmos muitos
O silencio nunca impera
A ostentação convive junto
Com a mais plena miséria

Tem a rapa da esquina
Que ganham a vida parados
Tem seu Zé que não para
Em busca de algum trabalho

Tem menina bonita
Que vive fazendo coisa feia
Tem criança que não brinca
E pega coisa alheia

Falam que lá tem de tudo,
Que só não tem dinheiro
Embora tenham achado um monte
Com um ex-prisioneiro

Hum, fofoca?
é o que lá mais tem
É a fulana que vai ter filho
E não sabe quem é o pai do neném

Lá não tem caloteiro
Lá não precisa de SPC
Pega emprestado algum dinheiro
E não paga pra tu vê

O castigo vem ligeiro
A punição é um horror
É melhor doer no bolso
Do que morrer de tanta dor

Mas lá tem muita coisa boa
Gente simples, né Arlindo
Gente que vem suportando
Gente que vai indo

Gente que não tem nada
Mas divide tudo
Gente que sofre em silencio
Mas que nunca fica mudo

Gente que para e pensa
E que não usa razão pra justificar
Gente que briga e luta
Para paz proliferar

Tem gente inteligente
Que vive achando que o governo vai ajudar
E gente que como o Renato
Morreu por isso esperar

Esse é o retrato
Essa é a realidade
E sei que esse sofrimento
não tira da quebrada a felicidade

Faça uma coisa por vez. Tijolo por tijolo. A vida é assim, camarada. Lá na frente, você terá uma casa.

Valorize cada tijolo colocado na sua construção, você é seu projeto mais importante e precisa ser reconhecido principalmente por você!

Me nego a sucumbir a qualquer tempestade.
Construo dia após dia um tijolo acima d’ outro com um firme propósito e com sólida consciência de que meu castelo jamais será derrubado por tempestade alguma.
É claro que haverá outras tempestades, e não posso negar sua força e o barulho que ela proporciona em sua passagem, mas sucumbir para algo passageiro é deixar de acreditar que todo o nosso esforço na construção de algo sólido foi em vão.
Acredite sempre que amanhã haverá um sol lindo para aquecer nossos corações e nossos ideais.

Eu acreditava, e ainda acredito, que você pode construir seus sonhos tijolo por tijolo. Que você é capaz de realizar qualquer coisa com persistência.

Tijolo, cimento, areia e água. Não é interessante, mas é construtivo!

De tijolo em tijolo se constrói uma muralha e
Com fé, paciência e trabalho se constrói um castelo

“Nem toda palavra é aquilo que o dicionário diz. Nem todo pedaço de pedra se parece com tijolo ou com pedra de giz. Avião parece passarinho que não sabe bater asa. Passarinho voando longe parece borboleta que fugiu de casa. Borboleta parece flor que o vento tirou pra dançar. Flor parece a gente, pois somos semente do que ainda virá. A gente parece formiga lá de cima do avião. O céu parece um chão de areia, parece descanso pra minha oração. A nuvem parece fumaça, tem gente que acha que ela é algodão. Algodão às vezes é doce, mas às vezes não é doce não. Sonho parece verdade quando a gente esquece de acordar. E o dia parece metade quando a gente acorda e esquece de levantar. Eu não pareço meu pai, nem pareço com meu irmão. Sei que toda mãe é santa, sei que incerteza traz inspiração. Tem beijo que parece mordida, tem mordida que parece carinho. Tem carinho que parece briga, tem briga que aparece pra trazer sorriso. Tem riso que parece choro, tem choro que é pura alegria. Tem dia que parece noite. E a tristeza parece poesia. Tem motivo pra viver de novo, tem o novo que quer ter motivo. Tem aquele que parece feio, mas o coração nos diz que é o mais bonito. Descobrir o verdadeiro sentido das coisas é querer saber demais.”

A leitura é o alicerce da escrita. É o tijolo e a argamassa de um texto bem construído. Quem muito lê, geralmente escreve com muita facilidade.

⁠Na minha casa da saudade, tem um tijolo chamado pai.

⁠Uma casa se constrói com muitas mãos mas sempre um tijolo por vez.

Cada página de conhecimento que já li foi tijolo na construção de que sou eu. E todos os instantes que estimo expandir o ser com a leitura, nado um pouco no mar da sabedoria.

⁠A única coisa que eu queria, era ser o teu lar, a tua casa. Mas você me destruiu, tijolo por tijolo, até não sobrar nada além de escombros.

Você é um tijolo amarrado a mim
Que está me arrastando para baixo
Acenda um fósforo e queimarei você totalmente
Somos as lanternas de Halloween em julho
Pondo fogo no céu
Lá vai ele, esta maré crescente
Então vamos