Tijolo
A vida é uma construção feito uma casa que você põe um tijolo sobre o outro e se você deixar de sobrepor esses tijolos ela pode até não cair mais fica torta!
Cada palavra ouvida é um tijolo no relacionamento 🏗️
Dinheiro é a estrutura, mas o amor é a alma 💖
Construam com cuidado! 🛠️
A cada dia um passo é dado, e a cada passo um tijolo é levantado, a cada tijolo levantado um sinal de construção, e a cada sinal, uma certeza de estar trilhando um caminho justo, e bom, pois a vida só pode ser considerada vivida quando vivemos honestamente....
"Cada pensamento trilionário de Isaque é um tijolo na construção de um império que começa no ser e termina no ter."
"Você que sofre como eu: não pare. Cada 'não' que você recebe é um tijolo a mais no seu castelo. Deixe que eles pisem; a terra pisada é a que melhor sustenta uma grande construção."
"O PIB de todas as nações da história não pagaria um único tijolo da Nova Jerusalém, pois lá o valor não reside na escassez, mas na presença da Glória."
"Aquele que ergue os olhos para o céu compreende que cada tijolo colocado na terra e cada palavra escrita no papel são, em última instância, uma forma de oração, pois não existe obra maior do que aquela que começa nos planos de Deus para se manifestar pelas mãos do homem. Muitas vezes nos perdemos no ruído das máquinas ou na velocidade dos dias, esquecendo que o maior Arquiteto do Universo não nos deu apenas o sopro da vida, mas nos confiou o sagrado talento de sermos coautores da Sua criação. Ser Anderson Del Duque é reconhecer que a inteligência que projeta, a mão que executa e a sensibilidade que narra são dons emprestados pela Eternidade para que possamos iluminar o caminho daqueles que ainda caminham na penumbra. Cada estrutura que levantamos é um testemunho de fé, pois construir é acreditar no amanhã; cada história que contamos é um reflexo da Verdade, pois criar é buscar a centelha divina em meio à matéria bruta. Que saibamos que o sucesso terreno é fumaça se não estiver alicerçado na Rocha que não se abala, e que o prestígio dos homens é efêmero se a nossa obra não glorificar Aquele que nos deu o propósito. Quando o silêncio da noite chegar e as ferramentas descansarem, que possamos olhar para o que deixamos no mundo e sentir a paz de quem não trabalhou para si, mas foi instrumento de uma vontade superior, entendendo que o verdadeiro legado não é feito de pedra ou papel, mas das vidas que foram tocadas, dos corações que foram aquecidos e das almas que encontraram esperança através do nosso suor. Pois o homem que caminha com Deus não teme a tempestade que açoita a obra, ele sabe que o que é feito com amor, ética e temor ao Senhor está selado para a eternidade. Que a minha trajetória não seja apenas uma busca por horizontes, mas um altar de gratidão, onde cada conquista é uma prova de que, para aquele que crê e trabalha com retidão, não há impossíveis, e que a maior direção cinematográfica ou a fundação mais profunda são apenas sombras da glória que nos espera quando o Diretor da Vida encerrar o último ato, nos recebendo na morada que Ele mesmo preparou, onde não haverá mais cansaço, apenas a plenitude de quem cumpriu o chamado de ser luz no mundo e sal na terra, honrando o nome que recebeu e o fôlego que o sustenta até o fim dos dias."
— Anderson Del Duque
"Cada frase de Riqueza Trilionária é um tijolo na construção de um império mental onde a desunião, a falsidade e a pobreza não têm autorização para entrar."
"Cada desafio enfrentado é apenas um tijolo a mais na construção do meu império de ideias e realizações."
O Peso do Tijolo
A fumaça do café barato subia em linha reta, ignorando a bagunça de papéis sobre a mesa. Do outro lado do bar, a voz de Arthur ecoava, terna e flutuante, recitando versos sobre o "inefável vazio do ser". Os jovens ao redor estalavam os dedos em aprovação. Arthur era o poeta oficial do bairro, um caçador de relâmpagos.
Benício, no entanto, olhava para as próprias mãos sujas de tinta preta. Ele não caçava relâmpagos. Ele carregava pedras.
— Você devia subir lá, Benício — disse a garçonete, deixando a conta. — Deixar um pouco de poesia sair desse peito ranzinza.
— Não sou poeta, Clarice — respondeu Benício, sem tirar os olhos do caderno. — Sou escritor.
— E qual a diferença? — ela sorriu, limpando o balcão.
— O poeta voa, Clarice. Eu preciso caminhar. O poeta resume o mundo em um suspiro. Eu preciso de trezentas páginas para entender por que um homem chora ao ver um sapato velho na calçada.
Ela deu de ombros e se afastou. Benício voltou ao trabalho. Ele estava há três semanas preso no terceiro capítulo de seu romance. Não buscava a palavra perfeita que rimasse com a dor; buscava o motivo exato pelo qual seu protagonista, um velho relojoeiro chamado Vicente, havia parado de falar com o filho.
Arthur, o poeta, aproximou-se da mesa, exalando o perfume do aplauso recente.
— Benício, meu caro! Sempre enterrado na lama da realidade. Por que não liberta sua escrita dessas amarras? A vida é efêmera, meu amigo! Um sopro!
Benício ajeitou os óculos e olhou para o amigo.
— A vida pode ser um sopro para quem olha de longe, Arthur. Para quem vive, ela tem o peso de um tijolo por dia. Seu poema é lindo, mas ele não explica como o Vicente vai pagar o aluguel amanhã de manhã.
Arthur riu, uma risada leve, e deu um tapinha no ombro de Benício antes de sair pelos fundos com seu séquito.
Benício ficou sozinho. A luz do bar começou a piscar. Ele pegou a caneta. Esqueceu as rimas, a métrica e as metáforas abstratas. Em vez disso, escreveu sobre o cheiro de graxa nas mãos de Vicente. Escreveu sobre o barulho mecânico dos relógios de parede preenchendo a solidão da casa. Escreveu o diálogo seco, doído, que o pai nunca teve coragem de dizer ao filho.
Identidade não é algo que você descobre. É algo que você constrói tijolo por tijolo, escolha por escolha, cicatriz por cicatriz.
"Cada pensamento meu hoje é um tijolo na construção de um império que vai abrigar o futuro das próximas gerações."
Me reconstruo tijolo por tijolo, um castelo de esperança erguido da ruína, cada pedaço, uma vitória sem testemunhas.
O perdão que me salva é lento e sem lampejos. Ele se instala como casa simples, tijolo sobre tijolo. Não é espetáculo, nem notícia de jornal. É a rotina de admitir e soltar ao mesmo tempo. E aí a alma respira sem urgências.
