Textos Tristes

Cerca de 11012 textos Tristes

⁠🌹
Não adianta procurar sua felicidade
no mesmo lugar em que a perdeu.
🍃
Existem corações novinhos em folha,
cheios de disposição para te receber.
🍃
Esquece essa de procurar alguém.
🍃
No final vai acabar sendo sem querer;
numa trombada, num tropeço ou
em um caminho que você fez errado.
🌹

🌷
⁠O perdão é mesmo uma língua
que não dominamos de primeira.
🍃
Ser fluente no perdão é ato para desbravadores!
🍃
Especialmente o perdoar a si
mesmo.
🍃
Perdoar o outro nos cobre com
um certo manto de superioridade.
🍃
Perdoar a si é mais um rastejar naquilo que negamos em nós.
🌷

ENTRE PAIS E FILHOS.
EVOLUÇÃO E RESPONSABILIDADE NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS À LUZ DA CONSCIÊNCIA ESPÍRITA.
A travessia histórica que experimentamos caracteriza-se por acentuado progresso técnico e simultânea instabilidade moral. A inteligência humana amplia suas conquistas científicas, mas o discernimento ético nem sempre acompanha tal expansão. Essa assimetria produz um fenômeno recorrente nas sociedades de transição. A ilusão de que liberdade exterior equivale automaticamente a maturidade interior.
A Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec em 1857, estabelece distinção rigorosa entre progresso intelectual e progresso moral. Em "O Livro dos Espíritos", questão 780, afirma-se que o progresso moral acompanha o intelectual, mas nem sempre o segue de imediato. Há descompassos. Há atrasos da consciência. A ampliação de direitos civis e a multiplicação de recursos tecnológicos não garantem, por si, elevação ética.
Nesse cenário, a missão dos pais adquire relevo singular. Segundo a questão 582 da mesma obra, a paternidade e a maternidade constituem verdadeira missão. Missão não no sentido místico superficial, mas no sentido ético de incumbência deliberada. Educar um filho é participar do processo evolutivo de um Espírito que retorna à experiência corpórea com necessidades específicas de aprendizado.
A reencarnação, fundamento pedagógico da lei de causa e efeito, indica que cada criança traz consigo tendências, inclinações e desafios anteriores. Não se trata de determinismo, mas de predisposições que requerem orientação consciente. Pais e mães não recebem páginas em branco, mas consciências em elaboração. A tarefa educativa consiste em favorecer a retificação de inclinações inferiores e o florescimento das virtudes latentes.
Sob perspectiva psicológica, tal compreensão encontra paralelo nas teorias do desenvolvimento moral. A criança nasce com disposições temperamentais, porém a estrutura ética consolida-se pela interação com figuras parentais. O lar é o primeiro espaço de internalização de normas, de construção de autocontrole e de aprendizagem empática. A ausência de limites claros compromete a formação da segurança psíquica. Permissividade não é sinônimo de respeito. É frequentemente abdicação da responsabilidade formativa.
A mãe, historicamente associada ao cuidado primordial, exerce função estruturante na formação do apego seguro. Estudos da psicologia do desenvolvimento demonstram que vínculos estáveis favorecem a regulação emocional e a capacidade de confiar. Contudo, reduzir a maternidade a sentimentalismo seria empobrecer sua grandeza. A mãe educa também pela firmeza serena, pela coerência moral, pela presença vigilante que orienta sem humilhar.
O pai, por sua vez, não pode ser compreendido apenas como provedor material. Sua atuação consistente contribui para a consolidação do senso de responsabilidade e para a interiorização da autoridade legítima. A figura paterna simboliza referência normativa. Quando equilibrada, favorece a autonomia responsável. Quando ausente ou incoerente, pode gerar fragilidade na estrutura identitária.
Na perspectiva espírita, educar é cooperar com o aperfeiçoamento de um ser destinado à continuidade da existência além da matéria. Essa concepção amplia a gravidade de cada gesto cotidiano. Palavras impensadas, omissões reiteradas, exemplos contraditórios produzem marcas profundas. A educação não ocorre apenas nos grandes discursos, mas nos hábitos diários, na forma como os pais lidam com frustrações, conflitos e deveres.
A autoridade genuína fundamenta-se no exemplo. A tradição moral sempre reconheceu que o caráter se transmite mais por convivência do que por instrução verbal. Pais que exigem honestidade, mas praticam duplicidade, comprometem a credibilidade da própria orientação. A coerência entre discurso e conduta constitui o eixo da pedagogia doméstica.
Importa igualmente compreender que responsabilidade não significa controle absoluto. O excesso de vigilância pode sufocar a individualidade em formação. Educar é equilibrar afeto e disciplina. É permitir experiências graduais de autonomia, mantendo diretrizes firmes. A liberdade saudável é aquela que se exerce dentro de referenciais éticos estáveis.
A época contemporânea desafia a família com estímulos constantes, relativização de valores e cultura de imediatismo. Nesse ambiente, a missão parental torna-se ainda mais exigente. Exige presença qualitativa. Exige diálogo fundamentado. Exige consciência de que cada geração transmite à seguinte não apenas patrimônio material, mas herança moral.
A evolução coletiva principia no núcleo familiar. Reformas sociais autênticas emergem de consciências bem formadas. O lar antecede a escola e o Estado na construção do caráter. Quando mães e pais assumem a educação como dever sagrado e racional, contribuem para a edificação de uma sociedade mais justa e equilibrada.
Educar, sob a ótica espírita, é também caminho de autotransformação. Ao orientar um filho, o adulto confronta suas próprias imperfeições. Aprende paciência. Desenvolve empatia. Exercita renúncia. A parentalidade converte-se, assim, em instrumento de progresso mútuo.
Liberdade verdadeira é aquela que se harmoniza com responsabilidade. Evolução autêntica é a que integra conhecimento e virtude. Mães e pais que compreendem essa distinção tornam-se artífices silenciosos do futuro moral da humanidade. No recolhimento do lar, longe dos aplausos públicos, forjam-se consciências capazes de renovar o mundo.
Educar é plantar no presente a dignidade que florescerá nas gerações futuras, e cada gesto consciente no interior da família é semente de um amanhã mais lúcido e mais nobre.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

O SILÊNCIO DO NOSSO ADEUS
Há despedidas que não se pronunciam. Elas não se fazem em voz alta, nem se escrevem com gestos dramáticos. Instalam-se na alma como um inverno interior, lento e definitivo.
O silêncio do nosso adeus não foi ausência de palavras. Foi excesso de consciência. Quando dois espíritos compreendem que o caminho já não é o mesmo, o ruído torna-se indigno. Falar seria profanar aquilo que já estava consumado no íntimo.
Há algo de antigo e solene em certas separações. Como nos ritos arcaicos em que o fogo se apaga sem espetáculo, apenas com a dignidade de quem cumpriu sua função. O amor, quando verdadeiro, não se degrada em escândalo. Ele recolhe-se.
O mais doloroso não é partir. É permanecer por instantes no limiar, sentindo que o que foi intenso agora se converte em memória. E a memória não abraça. Ela apenas ecoa.
Nosso adeus foi assim. Um entendimento tácito. Um acordo silencioso entre duas consciências que se respeitam. Não houve acusações, nem dramatizações, apenas a gravidade de quem reconhece o fim de um ciclo.
O silêncio, nesses casos, não é fraqueza. É maturidade. É a forma mais elevada de respeito. Porque quando se ama de modo honrado, até a despedida preserva a dignidade do que existiu.
E assim seguimos. Não como estranhos, mas como capítulos encerrados com sobriedade. Pois há histórias que não terminam em ruínas, terminam em silêncio. E esse silêncio, embora doa, é a prova de que um dia houve verdade.

⁠⁠Quando me reconstruir
quero ter janelas enormes
Pra que nenhum canto em mim permaneça tanto tempo no escuro
Pra que algo consiga ser maior que minha solidão
Mas não cobrirei minhas rachaduras
Nem disfarçarei minhas angústias
Carrego comigo cada mulher que eu já fui nas minhas frestas
Usarei esses vazios como respiro e não como ruínas

⁠Meus cílios são como barras de ferro aprisionando meus olhos
eu os sinto pesarem, ando olhando para o chão
a loucura é um espelho que liberta meus dragões
enfurecida, incendiosa
voo, subo alto e sou puxada de volta
não posso ultrapassar muros
as sombras nascem junto com o sol
antes que a realidade queime minhas retinas
vou arranhar paredes, roer as unhas
preciso ser mais leve
me desfazer de mim
comer a boca, me consumir inteira
serrar as grades
e todo dia engolir um sol,
pra fazer parar de chover aqui dentro.

⁠Ainda penso em ti libélula minha,
da última vez que assisti seu pouso
e continuo
evitando os dias bonitos pois perdi a habilidade de vivê-los.
Ao se pôr o sol cai e quebra
destrói cada flor de lembrança
foi lá que derramei essências de saudade
mas a vida continua avançando ironicamente
cada minuto parece debochar de mim
está quase impraticável o atravessar dos dias
agora só faço contar semanas.
Ainda vives em mim libélula minha;
com suas asas não esmago nenhum jardim de vida
sei que um dia
criaremos juntas um mosaico com aquele sol quebrado

A complacência de deixar, é a vereda da que mais fere
O desgosto das palavras é o egoísmo de não falar
Um ato desmancha tudo juntamente com a frieza
O não querer saber é muito sutil
Sutil só quando não é uma mágoa
Por vezes tentei falar, mas por vezes não consegui
Não é o que você está pensando
Mas sim o que eu senti
Um "por que" não foi perguntado
Só pensamentos foram criados
Pensamentos que estão errados
Mas ainda sim não houve um "por que" perguntado

Inserida por kamissama1

SONETO CHOROSO

Choroso soneto, meu, tão chorado
Sem leveza, sem arte, sem ternura
Traçados pela sorte em desventura
Em vagidos manhosos desentoado

É tristura na trova, e desesperado
O estro. No papel cheio de ranhura
Sem condição de uma doce leitura
Afrontando o coração desgraçado

E nesta tal tirania de infeliz criatura
Ditosos algozes. No peito abafado
Surgindo da sepultura da amargura

Ó sátira mordaz, de sentido perverso
Deixe o teu jugo imóvel e silenciado
Guie só fausta melodia ao meu verso

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, outubro
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

Quero te ver
Mas não consigo
Você do meu meu lado me faz feliz.
E agora?
Você não está
Me traz tristeza.


Não aguento mais
Cadê você? Não te acho!
Quando estava viva
Sentia à plena felicidade.

A vida é repleta de lágrimas
Mas sem você, acaba sendo
uma tristeza constante.

Inserida por laviniacaruso

NUNCA MAIS

Eu a amei, me recuso a repetir, Nevermore!
Escrevo E-cartas com súplicas e clamor
Lavrei-as nessa solidão, fúrias com primor
Revejo fotos, tudo me diz rememore.

És a ave que, do busto grita, não demore?
Nunca mais. Nunca mais vou viver com temor
Que me negues seu beijo que causa tremor
Um adolescente que toca o seio e se enamore.

Converso com a ave, ela espera que eu melhore
E faça uma nova poesia que ademais, só piore.
Teço linhas recheadas do mais puro fervor.

Dediquei palavras, fi-lo com mais puro amor
Dos negros cumes, profundos céus, meu temor
Nevermore, meu luto eterno, apavore.

Inserida por paulosiuves

Já não posso ficar de pé.
Sinto o peso do mundo caído sobre as minhas costas.
Já não abro os meus olhos
A pouca serenidade cegou a minha alma
Já nem oiço, tapei os meus ouvidos
E não com as mãos, mas com a alma
Porque cansei de tanto ouvir ruídos
Que já não me falam de bem de amor
Que já não me guiam e levam tudo para o rancor
Já não ando, para não cair nos buracos que eu cavei
Por agora acendo o cigarro, porque sei que não irá virar-se contra mim para queimar.
E isso, só imaginei.

Inserida por JosianeDaniela

►Texto Depressivo

Eu até estava um pouco afastado dos textos
Estava focado no futuro que em meus olhos vejo
Mas, hoje, as onze e meia da noite, fui apunhalado
Senti-me obrigado a pegar o caderno e me expressar
E, na verdade eu já estava com alguns rascunhos
Mas, deixei-os de lado, depois irei postá-los
Não consigo nem rimar como antes, pois quero muito chorar
Chorar não por demonstrar minha fraqueza,
Mas sim por admitir aquela minha antiga certeza
Que eu deveria sim mudar, ser uma pessoa menos meiga
Uma pessoa mais agressiva,
Um homem de uma época já há muito tempo vivida.

Estou escrevendo, justamente por estar sofrendo
Quem me dera escrever um romance,
Mas, definitivamente não é isso que estou vivendo
Conforme o tempo vai passando, novos Judas vão se revelando
Hoje me deparei com um, que estava bem escondido, só esperando
Um garoto, rapaz, jovem, chamem do que quiser
Um sujeito que sempre apoiei, ajudei, "estamos para o que vier".

Comprei uma bebida, sim, alcoólica
Estou apenas esperando ela gelar, mas demora
Não sou de beber, não se confundam, nunca fui
Mas, fui atraído pelo ditado "Beber para esquecer"
E eu quero muito esquecer, quero muito "des-ver"
Quero abolir o motivo do meu sofrer.

Estou querendo chorar, sim, estou
Não vou esconder de forma alguma a minha dor
Sempre tento, me esforço para escrever sobre o amor,
Mas, o amor, em meu coração não mais pousou
Hoje? Hoje estou apenas remoendo um antigo,
Que logo, logo, irá se apagar, e, quando esse dia chegar,
Talvez eu pare de vez de rimar.

Talvez esse seja o texto mais depressivo que escrevi
Está sendo difícil diluir o que sinto, e o que senti
O que eu vi não me deixará tão cedo
Estou implorando para que os meus pensamentos me deixem dormir,
Mas, acredito que eles ganharam vida própria
Só consigo reviver aquela mesma hora,
Aquele mesmo minuto, aquela maldita proposta
Não sei o que fazer, se já tentei mudar e não consegui
O que faço, Deus? Me responda se o senhor estiver aí
Preciso de um conselho, te pago com meus bons feitos,
Que só para relembrar, já tenho bastantes,
E acredito que você pôde vê-los.

Não sei como consegui compor esse texto, não sei
Se a rima que tanto amo não pensei
Estou apenas escrevendo sem olhar para o papel,
Sem corrigir palavras, ou contar as estrelas no céu
Meus olhos estão vazios, o meu coração? Frio
Irei rever no dicionário o conceito de amigo,
Pois me sinto enganado, acho que fui iludido
Aqui termino mais um texto lírico, mas tão pouco lindo,
Porém, que reflete claramente o que estou sentindo.

Inserida por AteopPensador

""A alma está frio, como o vento que entra pela janela junto aos últimos vestígios de luz dessa tarde cinza eu aperto meu peito e rogo para que a noite chegue e posso encontrar algo mais quente, algum líquido forte que me entorperça e acalme esse pobre coração a muito destilado""
PauloRockCésar

Inserida por PauloRockCesar

Estamos tão acostumados a esconder nossas dores, aquilo que nos incomoda, nos magoa, nos tira o sono, que carregamos o peso quem talvez nos tenha causado tão incomodo.
É porque dói que escolhemos esconder, dói falar, dói discutir, dois questionar os motivos então omitimos e seguimos em frente.
O maior erro eh vc imaginar que é melhor não tocar no assunto do que expor e ser "curado" sim! Curado!
Porque esses sentimentos são como cânceres que ficam alojados em silêncio e quando você vai ver já é tarde demais para uma cura completa.
Você pode ficar dias, meses, anos sem mexer na dor, mas quando você menos esperar você irá acordar com a dor, você estará no trabalho e sua mente será dominada por tudo aquilo que te machuca.
Ninguém precisa viver assim.
Não importa quanto doa, não importa o quanto outras pessoas também fique machucadas, diga a verdade!
Liberte se dê tudo aquilo que te machuca, chorar não é uma consequência, é uma escolha.
Se resolva com quem tiver que resolver, se não vale a pena, deixe ir, caso queira lute, você merece ser feliz, não deixe que nada nem ninguém roube isso de você.

Inserida por BrunaPopovane

Eu planejei de manhãzinha lhe dar um presente. De no natal irmos ver Quebra Nozes e apreciar as luzes piscantes natalinas.
Planejei um dia de chuva pra não fazer nada e um dia de sol para fazer tudo.
Plantei uma semente de árvore para um dia sentarmos em baixo dela.
Bordei nosso nome numa toalha de rosto, só para enfeitar o banheiro.
Esqueci de propósito uma peça de roupa em sua cama.
Planejei molhar nossos pés na beira da praia e colher jaboticaba do pé.

Eu planejei.

Sozinha.

Inserida por carolhanke

Quero um poema que me faça chorar
Que faça sangrar a dor que sinto,
Neste noite vazia
Neste momento pensando em você

Quero ler um poema que me faça chorar
Que me diga que a distância ser· vencida
Que compadeça com o meu pranto
Neste noite mal dormida
Que faÁa-me lembrar que reservo o dia todo para chorar

Quero ler um poema que diga:
Tudo ficar· bem, mesmo não sendo verdade
Que continuo sonhando que você estará comigo
Mesmo não sendo verdade
Que talvez não seja um amor eterno.
Mas que dure enquanto seja sincero

Quero ler um poema que me faça chorar
Que me machuque mais ainda ao lê-lo
Que cada estrofe seja como uma bala perfurando meu coração
Que me diga é tolice o que eu sinto...
Que hei-de morrer amando o inesperado.

Quero ler um poema que me faça chorar...

Inserida por muxinjeka

Não existe se quer um dia em que eu não pense no quão feliz eu sou,
Muitas vezes paço por dificuldades,
Algumas dessas vezes posso até chorar,
Em alguns momentos achar que não sou Homem o suficiente para encarar as rasteiras e as voadoras que a vida tem me dado,
A cada ano que passa o meu modo de ver e pensar as coisas acabam mudando,
Talvez eu já esteja ficando velho e começo a ver o passado com outros olhos,
Deveria ter valorizado mais os pequenos detalhes,
Já quis ter muito para estar ao nível da sociedade para ser notado,
Mas nunca tinha notado a felicidade que me acompanhou por alguns anos,
Hoje vejo que não existe uma sociedade e sim uma concorrência de quem mais tem bens materiais,
O amor ao próximo está quase extinto e raramente são transmitidos por textos,
As brincadeiras se tornaram redes sociais e jogos digitais,
O abraço muitas vezes está presente apenas no funeral que triste conhecidencia bem na hora de se despedir de alguém,
As poesias de hoje são memes,
E as declarações são apenas mizeros nudes,
Me sinto em um mundo, em completo colapso de liberdade,
Me sinto preso e sem ar no meio de tanta gente fantasma,
Ao mesmo tempo feliz,
Feliz por um dia ter vivido de verdade alguns anos atrás,
Não estou triste e nem me sentindo realizado na vida,
Mas me sinto feliz,
Feliz por que a felicidade não é perfeita.

Autor: Jonathaas Nogueira da Silva

Quando você percebe já será tarde demais,
Quando as lágrimas rolarem pelo seu rosto eu estarei lá para enchuga-las,
Quando tudo parece ser o fim eu estarei lá para te mostrar o início,
Quando o coração se abalar eu estarei lá para segura-lo com o meu abraço,
Quando se sentir em perigo eu estarei no céu para protegê-la,
Quando sentires saudades leia as cartas que escrevi e estarei ao seu lado para ouvi-la,
E quando a vida não tiver mais sentido lembra-se de cada momento e sinta novamente o prazer do momento em que peguei em seus cabelos e percorri com as pontas dos dedos pelo seu rosto até o queijo e dei-lhe um leve e suave beijo em seu rosto,
Quando peguei em suas mãos e disse-lhe te amo,
E se as portas fecharem lembra-se de levantar as mãos que virei para lhe levar pelas nuvens para que saibas o caminho certo para as oportunidades,
E quando você percebe será tarde demais que estive a todo momento aqui ao seu lado em vida,
E quando achares novamente que eu não estarei aqui mais, mandarei uma rajada de ar puro para que possamos respirar juntos como no exato momento em você já foi mais feliz enquanto estava ao meu lado,
E se a vida lhe presentear com a fecidade de uma nova vida o meu objetivo aqui na terra terá sido comprido,
E mesmo assim ainda estarei aqui a todos os momentos mais felizes ou triste,
Deveria ser amor mais essa tristeza nunca mais voltarás sentir,
E a solidão nunca mais virá,
E se seu coração estiver batendo forte ou sentir um frio no peito neste momento é apenas eu tentando ouvi-lo mais uma vez,
Não por favor, não chore, eu estou aqui, mais se quiser chorar para se aliviar vamos chorar juntos abraçados....
Te amo.

AUTOR: JONATHAAS NOGUEIRA DA SILVA

Todo dia

Todo dia com um sorriso falso
Para evitar que aconteça um olocausto
Todo dia com a postura impecável
Para que ninguém perceba que sou vulnerável

Todo dia acenando e sorrindo
Para que não percebam que estou fingindo
Todo dia concordando de cabeça
Para evitar que alguém me enlouqueça

Todo dia fazendo tudo de novo
Como um paradoxo
Como uma coisa de louco

Todo dia fazendo tudo igual
Como se estivesse em uma espiral,
Como se não existisse um Final..... 🌙🌧❄

Inserida por LaryMoon