Textos sobre Deus
Se Cristo morreu apenas pelos eleitos e não por toda a humanidade, e se aquele que foi salvo, não perde a salvação, como explicar a passagem de 2º Pedro 2.1, onde o verbo renegar do grego é “agorázō”, que significa (resgate)? O texto é enfático em dizer que eles foram resgatados por Cristo, comprados por Cristo; logo, eles eram salvos, mas se apostataram da fé, se tornando falsos mestres. O verbo agorázō não aparece somente aqui em 2º Pedro 2.1, mas também em 1º Co 6.20 e em 1º Co 7.23, onde Paulo confirma essa verdade. Em 1º Pd 1.18 também é encontrado o sinônimo do verbo agorázō que é lutroô.
Gostaria de ver alguns calvinistas fazendo malabarismos, cambalhotas e algumas esejegues nesses textos.
Tetélestai
Tetélestai é uma expressão grega que significa “está consumado”. Na época de Cristo, recibos de impostos em papiro foram encontrados com a palavra Tetélestai (está pago ou está liquidado).
Agora, quais são os significados e lições de Tetélestai para nossa caminhada de fé?
1) Tetélestai significa terminei o meu trabalho.
Quando alguém era incumbido de uma tarefa, ao concluí-la ele então dizia: “Tetélestai”. Quando Jesus morre na cruz, Ele cumpre o propósito de Deus de morrer em favor de toda humanidade (João 3.16; 1° João 2.2).
2) Tetélestai significa que a dívida foi paga.
Quando uma conta no banco era quitada, o devedor recebia um documento com carimbo “Tetélestai”, ou seja, está pago (Efésios 1.7-8; 1° João 2.12; Colossenses 2.14).
3) Tetélestai significa libertação.
Quando uma pessoa cumpria sua pena na prisão, era colocada na cela onde ele esteve preso a palavra “Tetelestai”, que significava que aquela pessoa havia cumprido sua pena e agora estava livre (Isaías 61.1; Colossenses 1.13).
4) Tetélestai significa posse da propriedade.
Quando alguém comprava um terreno e fazia o pagamento total, recebia uma escritura registrada com o carimbo “Tetélestai”, ou seja, agora, você é o dono de direito e de fato (1° Co 6.20; 1° Pe 1.18-19).
Todos esses significados podem ser aplicados em nossas vidas; pois quando Cristo brada “Tetelestai”, Ele estava confirmando que a obra para qual Ele havia sido enviado foi consumada. Portanto, no calvário, aqueles que creem passam a pertencer a Cristo, não sendo mais escravos do pecado, agora a posse de nossas vidas e corações passaram para as mãos do nosso Redentor que nos comprou com o Seu próprio sangue.
Pense nisso e ótimo fim de semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Crente desinformado: “Ain, a Bíblia não manda celebrar o nascimento (Natal) de Cristo”.
Bíblia: Os magos do oriente celebraram o nascimento de Cristo (Mateus 2.11); os pastores da região celebraram o nascimento de Cristo (Lucas 2.17); Simeão, movido pelo Espírito Santo, celebrou o nascimento de Cristo (Lucas 2.28-32); a profetisa Ana, celebrou o nascimento de Cristo (Lucas 2.38) e todas as hostes celestiais cantaram com alegria no nascimento de Cristo (Lucas 2.14).
Calvinismo X Cruz de Cristo
No determinismo calvinista, a cruz de Cristo não é o centro da salvação, mas o prego do decreto arbitrário! Nesse esquema determinista, a pessoa nasce salva (eleito incondicionalmente) ou perdida (réprobo incondicionalmente) por um decreto arbitrário do deus calvinista que, não leva em consideração a fé, arrependimento e fidelidade, por considerarem essas condições estabelecidas por Deus como obras humanas. Assim, qual o propósito do sacrifício de Jesus na cruz? Qual propósito da fé? Qual propósito da pregação do Evangelho? Não já está tudo determinado incondicionalmente antes da fundação do mundo como ensina o calvinismo?
Sola-mentos com essa doutrina heterodoxa.
Pense nisso e cuidado com os heterodoxos deterministas!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A Cruz de Cristo
“A cruz foi apenas um instrumento de morte; porém, Aquele que morreu sobre ela é a Vida! A cruz não tem poder de salvação; porém, o Crucificado sim. A Cruz é apenas um cenário histórico do que aconteceu na eternidade passada; porém, O Cordeiro é o sacrifício eterno da salvação. Quando Paulo diz que só se gloriava na cruz, ele não nos aponta o madeiro, mas O Crucificado; pois O Cordeiro é ‘o mistério outrora oculto e agora revelado’, com todas as implicações da Graça em favor daqueles que creem. A cruz revela a maldade humana; porém, O Cordeiro revela o Amor de Deus pela humanidade caída.”
Marcelo Rissma
D. A. Carson disse com muita propriedade:
“O que você pensaria se uma mulher chegasse ao trabalho usando brincos que estampavam uma imagem da nuvem, em forma de cogumelo, da bomba atômica lançada sobre Hiroshima? O que você pensaria de uma igreja adornada com um afresco das inúmeras sepulturas em Auschwitz? Ambas as visões são grotescas. Não são intrinsecamente detestáveis, mas são chocantes por causa de suas poderosas associações culturais. O mesmo tipo de horror chocante estava associado com a cruz e a crucificação no século I. Sem a sanção explícita do próprio imperador, nenhum cidadão romano seria morto por crucificação. Ela estava reservada para os escravos, estrangeiros, bárbaros. Muitos achavam que esse não era um assunto que devia ser conversado entre pessoas educadas. À parte da tortura perversa infligida àqueles que eram executados por crucificação, as associações culturais traziam à mente imagens de maldade, corrupção e rejeição profunda. No entanto, hoje, cruzes adornam nossos prédios e timbres de cartas, embelezam bispos, resplandecem em lapelas, oscilam em brincos — e ninguém se escandaliza. Essa distância cultural do século I nos impede de sentir apropriadamente a ironia de 1º Coríntios 1.18: ‘A palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus’. Essa distância cultural precisa ser encurtada. Precisamos retornar sempre à cruz de Jesus Cristo, se temos de determinar a medida de nosso viver, serviço e ministério cristão.”
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A morte de Cristo nunca é tratada como pagamento pelo pecado na Escritura. Ela é tratada como pagamento pela libertação dos escravos, como compra para a liberdade. Isso aponta para uma diferença entre duas maneiras de ver a salvação:
Em uma, "Deus" é o problema. Na outra, Deus é o libertador.
Verdades Bíblicas Sobre a Volta de Cristo:
- Será REPENTINAMENTE! Mt 24.44; 1º Co 15.52.
- Será AUDIVELMENTE! 1º Ts 4.16.
- Será VISIVELMENTE! Mt 24.30; Mc 13.26; Ap 1.7.
- Será GLORIOSAMENTE! Mt 16.27; Mt 24.30; Lc 21.27.
- Será nas NUVENS e ninguém sabe o dia e a hora! Atos 1.11; Mt 24.36.
Um calvinista consistente ensina que aqueles por quem Cristo morreu certamente serão salvos.
Se assim é eu pergunto: “Como explicar 2º Pedro 2.1, onde diz que Cristo comprou ou resgatou (agorazo- ἀγοράζωno Grego cf. Ap 5.9) falsos profetas e falsos doutores?” Se todos aqueles por quem Cristo morreu serão salvos, como explicar o fato de Cristo ter comprado ou resgatado (agorazo- ἀγοράζω no Grego cf. Ap 5.9) os falsos profetas e falsos doutores em 2º Pedro 2.1?
Aguardando as cambalhotas e malabarismos.
Habemus Christus X Habemus Papam
Nós seguimos Cristo, eles seguem o papa. Essa é a diferença fundamental entre os Cristãos Bíblicos e os cristãos não Bíblicos. Nós seguimos as Escrituras e não confissões de fé e tradições humanas que sobrepõem à palavra de Deus. Assim, todo Cristão Bíblico tem a Bíblia como autoridade em questões de fé e prática.
Calvino não se inspirou em Cristo ou na Escritura para criar sua doutrina, pois o herege confessa:
“Agostinho está tão ligado a mim que, se eu quisesse escrever uma confissão de minha fé, eu poderia assim fazer com toda a plenitude e satisfação a mim mesmo de seus escritos”.
João Calvino - A Treatise on the Eternal Predestination of God, p. 38
A Igreja verdadeira tem sua origem em Cristo (Cl 1.16-18)! A Igreja não nasceu de uma instituição (catolicismo) ou partir do movimento da reforma. Qualquer um que afirme o contrário tem o espírito do anticristo nele, pois tenta cortar a Cabeça da Igreja.
(Cristo: Ef 1.22; Ef 5.23; Cl 1.18)
Menina do Rio
Autor: Tadeu G. Memória
Você tem as paisagens das colinas,
O Cristo, Copa, a Quinta...
Maracá, flamengo e a Rua Venus,
Trombas d’água e neblinas,
Garotos que sussurram galanteios,
De corpos perfeitos, meninas...
Você tem o Rio e o Rio corre em Você,
Eu tenho uma folha de caderno e uma Caneta,
Eu faço o poema e o poema me Envolve
Com metamorfoses, vicissitudes e cataclismas
Mágoas e marcas indeléveis de trezentos anos.
Os meus cabelos já ficaram brancos...
Antes eu não era nada, agora eu não sou ninguém,
E você tem o Rio e o Rio te tem...
Eu já conheci essa paixão avassaladoura
de fim-de-semana...
Sexta a gente se apaixona...
Casa-se sábado...
Domingo é lua de mel
E segunda? E segunda?
Aonde eu vou me esconder?
Eu não tenho colinas...
Cristo, a Plenitude da Lei
A Lei mosaica era mais do que um código moral: ela expressava, por meio de preceitos, o caráter santo de Deus e o propósito redentivo de sua aliança com Israel. No entanto, desde o início, o mero cumprimento externo — a letra da Lei — jamais agradou a Deus quando divorciado de uma resposta interna de amor, reverência e fé. A obediência mecânica, dissociada da essência — que é a justiça, a misericórdia e a fidelidade (Mateus 23:23) — tornava-se inútil e até condenatória (Isaías 1:11-17; Amós 5:21-24).
Jesus é o único que cumpriu plenamente tanto a letra quanto a essência da Lei. Ele viveu a justiça que a Lei exigia e encarnou o amor que a Lei apontava. Por isso, Paulo declara: “Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Romanos 10:4). E também: “Para que a justiça da Lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Romanos 8:4).
Cristo não apenas satisfez as exigências legais da aliança, mas também expôs sua verdadeira profundidade — não matar, por exemplo, não é apenas não tirar a vida, mas também não odiar (Mateus 5:21-22). A justiça do Reino não é uma justiça quantitativa, mas qualitativa — é superior, porque brota de um coração regenerado.
D.A. Carson resume com precisão:
“A Lei foi dada para revelar o caráter de Deus e a pecaminosidade do homem, mas somente em Cristo ela é cumprida em seu propósito final — conduzir-nos à justiça pelo Espírito, e não pela letra.”
É por isso que Paulo distingue claramente entre a antiga aliança da letra, que mata, e a nova aliança do Espírito, que vivifica (2 Coríntios 3:6). Cumprir a letra da Lei sem sua essência é repetir o erro dos fariseus: honrar a Deus com os lábios, enquanto o coração permanece distante (Marcos 7:6).
Portanto, os que estão em Cristo não são antinomistas — como se a graça fosse desculpa para o pecado —, tampouco legalistas — como se a justiça viesse da performance religiosa. São homens e mulheres habitados pelo Espírito, que vivem não segundo o rigor da letra, mas segundo a liberdade da obediência que nasce do amor.
Em Cristo, a Lei não é anulada — ela é superada, não em valor, mas em cumprimento.
O que antes era mandamento gravado em pedra, agora é impulso gravado no coração.
O que antes era imposição externa, agora é transformação interna.
Este é o escopo do Evangelho: não apenas perdoar transgressores da Lei, mas formar neles, pelo Espírito, a justiça do próprio Cristo.
Não vejo um Cristo ferido, de cabeça baixa
Vejo o Leão que rugiu mais alto que a dor
A coroa de espinhos ficou no passado
Hoje Ele brilha em glória, em poder
A cruz foi o palco da minha salvação
Mas o túmulo vazio grita:
Ele está em ação!
*Trecho de Cristo vive*
Compositor Evans Araújo
Só sofri desilusão !
Na minha vida, só sofri desilusão,
longe de Cristo, só passei decepção.
Bati cabeça, no terreiro da Dedé,
mas, Jesus Cristo, me tirou do candomblé.
Hoje eu canto, aleluias ao Senhor,
sou grato a Cristo, meu amado
e bom pastor.
Se não fosse o Senhor,
O que seria de mim ?
O que seria de mim ?
Servindo a satanás ?
por certo aqui.
Eu não estaria mais.
Deus seja, louvado para sempre,
para sempre seja, Deus louvado.
O que seria de mim?
Se não fosse o seu amor,
pra morrer, por meus pecados.
A realidade da segunda vinda de Cristo nos ares, como Ele prometeu, será um dia de muita alegria para os que receberam o perdão de pecados e o aguardam, como Ele prometeu.
Já, para os que não o aguardam e não vivem na nova vida em Cristo, será um dia de muita tristeza e agonia, porque experimentarão de inúmeras tribulações, como disse e diz a biblia.
Aguardemos o Rei dos reis, Ele virá nos buscar! Os sinais estão se cumprindo!
Você crê?! Creia em Jesus!
Assim como Paulo, nós que estamos vivos, devemos crer que veremos o segundo retorno de Cristo e iremos ao seu encontro nos ares.
Que dia alegre será para todos que aguardam e anseiam estar para sempre com o Senhor na eternidade!
(...)
Depois nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre. (Apóstolo Paulo)
( 1 Tessalonicenses 4.16-18)
Jesus em breve virá!
Na questão da segunda vinda de Cristo, a Bíblia nos orienta que devemos permanecer vigilantes para estarmos preparados.
Adotar essa postura é mais sábio e importante para os discípulos do que saber o dia e a hora do evento, advertiu Jesus.
Por isso, obedeçamos às orientações do Mestre! Ele cumpre suas promessas!
Os sinais já se cumprem, dia após dia!
O CRISTO E EU MAIS OUTRO
Só há tempos confirmei
Em êxtase, no cimo de um outeiro,
Que o Cristo nasceu na mesma terra
Que eu, quanto sei,
Se a memória não me erra.
Numa rude manjedoura,
Lá no cimo do "monte do bicho",
Que em pequeno e por capricho,
Lhe construi no presépio de madeira,
Com mãos de artista de primeira,
Em recordação duradoura.
Já homens, eu e ele, ainda sem o outro,
Sentados à sombra dos pinheirais,
Imaginávamos o mundo dos mortais
Sem penas, nem dores e só amores reais...
..................
Depois, vieram algozes e levaram-nos
Sem julgamento, ao suplício final.
Chicotearam-nos,
Ridicularizaram-nos,
E cruxificaram-nos no alto do " monte do bicho"
Também por capricho.
Na pressa de completar o quadro:
Foram então buscar o "Gestas", o mau ladrão.
Deram-me o nome de "Dimas" o ladrão bom.
E ao Cristo, não deram nome, não.
Ele não precisava de graça, pois já nasceu Cristo
E posto isto,
Ele ficou na cruz ao meio.
Eu, Dimas, um dos ladrões, fiquei-lhe à direita
E o Gestas, o bebedolas da aldeia, mais a torto.
Porque ele gostava de morrer,
Dizia
E insistia:
Para ficar vivo, depois de morto!
(Carlos De Castro in Há Um Livro Por Escrever, em 15-03-2023
A devoção à Cristo é diferente da devoção aos homens. A Cristo basta lhe ofertar os seus anseios, sentimentos, pensamentos atos e ações. Quando recebes uma graça, não é necessário que ninguém além de ti saiba da sua gratidão. Enquanto aos homens essa gratidão deve ser explicitada.
290922
