Textos sobre Deus

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⁠As pessoas falam de deus, mas não sabem quem foram os templários.
Leem a bíblia, mas não sabem o que foi o concílio de niceia. Repetem que jesus é amor, mas não sabem o que foi a Inquisição. Seguem à risca a Palavra, mas não conhecem a reforma protestante.
Ignorância não é falta de estudo, é enxergar o mundo com os olhos dos outros.

Inserida por levi_rodrigues

⁠⁠"Quando somos orientados por Deus, muitas vezes, às pessoas, não irão nos compreender, mas aqueles que são eleitos por Eles compreenderão. Talvez parcialmente ou até totalmente, o importante é não negar o entendimento a ninguém.
Jesus nos ensinou a dividir e não a multiplicar."

Inserida por murilomarchi

⁠Aí você cria um conceito sobre quem é Deus, você cria uma imagem mental de Deus, mas não baseado no que a Bíblia nos revela sobre Deus, mas sim naquilo que você acha sobre Deus, naquilo que o seu pastor diz sobre Deus e na visão que o seu ministério tem de Deus.
Você pinta essa caricatura de Deus daquilo que Deus pode e não pode fazer, daquilo que Deus permite ou não permite, tudo isso baseado no seu achismo, daí você adora essa imagem mental que você criou de Deus, você presta culto à essa imagem de Deus criada na sua mente e você prega para outros sobre o Deus da sua ridícula e limitada compreensão.

Sinto te informar, mas você é tão idólatra quanto aqueles que se curvam a deuses de barro e madeira a única diferença é que seu ídolo existe apenas na sua mente.

Inserida por bruno_dark

⁠Quando você estiver sem vontade nenhuma de fazer algo que não agrada a Deus, não faça, é certo de que Ele que está querendo te livrar de alguma situação.
Quando você estiver sem vontade nenhuma de fazer algo de Deus, e um sinal que está no caminho certo, e que grandes coisas estão por vir.

Inserida por RobsonWilliamJr

⁠Quem tem razão? A Palavra de Deus ou as institutas de Calvino?
Deus não só viu de antemão a queda do primeiro homem e nela a ruína de sua posteridade, mas também por seu próprio PRAZER a ordenou. CALVINO, João. Institutas da Religião Cristã. Livro III, cap. 23, Seção 7.
Salmos 5.4: Porque tu não és um Deus que tenha prazer na iniquidade, nem contigo habitará o mal.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Aos que desejam atualizar a Palavra de Deus e seus princípios devem aprender a diferenciar a bíblia da Palavra; pois a bíblia é antiga, mas a Palavra é Eterna! João 1.14.
Deuteronômio 4.2: Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que eu vos mando.
Provérbios 30:5-6: Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso.
Mateus 24.35: Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão.
Hebreus 13.8: Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre.
Apocalipse 22.18-19: Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Quem tem razão? A Palavra de Deus ou Augustus Nicodemus?
“O chamado de Deus, no entanto, é irresistível. Quando Deus chama, a pessoa vem – recalcitrante, esperneando e relutante, mas vem! Quem pode resistir à vontade Dele?” Augusto Nicodemus
Provérbios 1.24-25: Entretanto, porque eu clamei e recusastes; e estendi a minha mão e não houve quem desse atenção, Antes rejeitastes todo o meu conselho, e não quisestes a minha repreensão...
Isaías 66.4: Também eu escolherei as suas calamidades, farei vir sobre eles os seus temores; porquanto clamei e ninguém respondeu, falei e não escutaram; mas fizeram o que era mau aos meus olhos, e escolheram aquilo em que eu não tinha prazer.
Jeremias 7.25-26: Desde o dia em que vossos pais saíram da terra do Egito, até hoje, enviei-vos todos os meus servos, os profetas, todos os dias madrugando e enviando-os. Mas não me deram ouvidos, nem inclinaram os seus ouvidos, mas endureceram a sua cerviz, e fizeram pior do que seus pais.
Zacarias 7.12-13: Sim, fizeram os seus corações como pedra de diamante, para que não ouvissem a lei, nem as palavras que o Senhor dos Exércitos enviara pelo seu Espírito por intermédio dos primeiros profetas; daí veio a grande ira do Senhor dos Exércitos. E aconteceu que, assim como ele clamou e eles não ouviram, também eles clamaram, e eu não ouvi, diz o Senhor dos Exércitos.
Lucas 13.34: Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha os seus pintos debaixo das asas, e não quiseste?
Atos 7.51: Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Quem tem razão? A Palavra de Deus ou os cânones de Dort?
“Alguns homens não são eleitos... Deus decidiu deixa-los na miséria comum... não lhe concedendo a fé salvadora e a graça de conversão”. Cânones de Dort capítulo 1.15.
Atos 17.30: Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A equação de Deus é diferente da nossa:
- Tem situações que o maior serve o menor - Gn 25.23;
- Os felizes são os que choram - Mt 5.4;
- Aquele que perde é que ganha - Mt 5.39-42;
- Os últimos serão os primeiros - Mt 20.16;
- O louco que é sábio - 1º Co 1.27;
- O pobre que é rico - 2º Co 8.9;
- O fraco que é forte - 2º Co 12.10.
- Se você não entender isso, você não vai compreender os princípios do Reino de Deus.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Entendendo as Facetas da Lei
A Lei Moral: Aborda as regras estabelecidas por Deus para uma vida de conduta correta e integra (Êxodo 20.1-17); aplicável em todas as épocas e ocasiões.
Um adendo ao sábado na lei moral. Alguém pode perguntar: “e o sábado”? “Devemos guarda-lo ainda hoje”? Devemos nós lembrar que o sábado (descanso) foi uma sombra do Primeiro Testamento que apontava para Cristo. Todo cordeiro que era trazido como oferta, toda a oferta queimada, todo o incenso oferecido, foi uma sombra da obra Jesus Cristo. O tabernáculo era uma sombra dele. O sumo sacerdote, nas suas vestes e em seu sacerdócio, era uma sombra de Cristo como nosso Sumo Sacerdote. O livro de Hebreus é claro e contundente quanto a isso. Quando Cristo se manifestou e terminou Suas obras, as sombras não eram mais necessárias; assim como o sábado, pois Cristo passou a ser o verdadeiro descanso (sábado), Mateus 11.28-30. O mandamento da guarda do sábado no Primeiro Testamento foi uma sombra da salvação em Cristo, sendo hoje um descansar na obra que Jesus fez por nós concernentes a nossa salvação. O sábado semanal terminou na cruz Colossenses 2.13-17.
A Lei Civil: Aborda a vida jurídica e social de Israel como nação (Êxodo 21.1 – 23.33); era temporal e necessária para a época á qual foi concedida.
A Lei Cerimonial: Aborda a forma e o ritual da adoração ao Senhor por Israel, inclusive o sistema sacrificial (Êxodo 24.12 – 31.28); cumprida em Cristo, não se aplicando mais aos nossos dias.
Medite nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠O louvor sempre fez parte das batalhas do povo de Deus ao longo da história,

quando a gente louva, se nosso coração estiver no Senhor, "muralhas" vão cair na vida dos nossos irmãos,

vamos ser ponte do fluir de Deus no meio das pessoas...

Precisamos ir além de como estamos hoje, o momento é delicado e muita gente precisa de socorro, de esperança e de agir de Deus...

Isso não acontece se nosso coração estiver longe demais de Jesus a ponto do Espírito Santo não poder nos usar e ministrar de alguma forma...

Não podemos levar ninguém "nas costas", mas podemos fazer o que for possível pra Presença de Deus fluir, e o resto é com o Espírito Santo e com a intenção de cada irmão nosso lá em baixo..."


A gente sabe que todo mundo aqui passa por luta, mas no momento de louvar tudo fica pra trás e olhamos somente pro nosso Jesus..."

Se nossos olhos estiverem nEle, as pessoas O verão de alguma maneira..."

#GloryGOD

Inserida por matthseraph

A essência da vida espiritual: a entrega total a Deus como um caminho para encontrar propósito, paz e transformação. Quando nos conectamos profundamente com o divino, nossa vida ganha um novo sentido, e os frutos dessa comunhão se manifestam em todas as áreas – desde nossos relacionamentos até nossa capacidade de enfrentar desafios com resiliência e esperança.

A metáfora da videira e dos ramos, apresentada por Jesus em **João 15:5**, ecoa essa verdade:
*"Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer."*
Esse versículo nos lembra que nossa força e capacidade de "dar frutos" – sejam eles ações de bondade, palavras de sabedoria ou perseverança em tempos difíceis – vêm exclusivamente de nossa conexão com Deus.

Assim como os ramos dependem da videira para sustentar a vida, nossa jornada espiritual prospera quando buscamos essa conexão diária com Deus. É nessa relação íntima que encontramos renovação e forças para enfrentar as incertezas e as adversidades. Além disso, ao entregarmos nosso coração a Ele, somos moldados para refletir Sua luz e amor no mundo, tornando-nos instrumentos de paz e esperança para os outros.

Portanto, este chamado à comunhão é mais do que um convite; é uma necessidade vital para uma vida plena e significativa. Que possamos, todos os dias, nutrir esse relacionamento com o Criador, permitindo que Seu amor nos transforme e nos torne luz em meio às trevas.

Inserida por Sarahkoelho

"Sua luta está pesada demais pra suportar a carga? Confia em Deus que o tempo da sua vitoria está próximo...todo o tempo da sua provação chegará seu fim...
Há um determinado tempo pra vencer. Se a luta é enorme a benção é maior ainda...continue firme que Jesus está contigo."
#‎Profético

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

“Que é Deus?” — A Primeira Pergunta de O Livro dos Espíritos.

Parte I — Estudo Filosófico e Universal.

Na questão n.º 1 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec formula a indagação que inaugura toda a Filosofia Espírita:

“Que é Deus?”

E a resposta dos Espíritos Superiores ecoa com a simplicidade dos princípios eternos:

“Deus é a Inteligência Suprema, causa primária de todas as coisas.”

A pergunta, aparentemente simples, encerra o âmago de todo o pensamento filosófico humano. Definir Deus é impossível, pois o finito não pode compreender o infinito. Nossa linguagem e nossos instrumentos de percepção são limitados à relatividade da condição humana. O próprio apóstolo Paulo advertia que “as coisas do espírito não podem ser entendidas nem explicadas pelo intelecto”, sugerindo que há uma dimensão supra-racional que apenas a intuição espiritual pode vislumbrar.

Ainda assim, a ideia de Deus é imanente à consciência. Não é uma criação cultural ou um produto do medo, mas uma necessidade ontológica. Sentir Deus é mais importante do que descrevê-lo. Santo Agostinho, em uma de suas mais belas confissões filosóficas, afirmou:

“Quando me perguntam o que é Deus, eu não sei; mas, se não me perguntam, então eu sei.”

Léon Denis, herdeiro do pensamento kardeciano, aprofunda:

“Deus não é um desconhecido: é somente invisível. Não compreendemos, em essência, a Alma, o Bem, a Beleza Moral, que são igualmente invisíveis. Entretanto, sabemos que existem e não podemos escapar à sua influência e deixar de cultuá-los, assim como a Deus, origem de todas as virtudes.”

A analogia é perfeita: o invisível não é o inexistente. Assim ocorre com o átomo, a eletricidade ou o açúcar dissolvido na água não os vemos, mas sentimos os seus efeitos.

Na questão n.º 14 de O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta:

“O homem pode compreender a natureza íntima de Deus?”
E os Espíritos respondem com clareza:
“Não; é um sentido que lhe falta.”

Diante da insistência do Codificador, os Instrutores Espirituais acrescentam:

“Deus existe, não podeis duvidar, é o essencial. Crede-me, não vades além. Não vos percais num labirinto de onde não podereis sair.”

A consciência da existência de um Princípio Superior é, pois, um sentimento inato. Desde os primórdios da humanidade, o ser humano manifesta “apetite pelo divino”, “anseio de transcendência”, uma “sede de sentido” que o diferencia dos demais seres da criação.
Percebendo que há forças além de sua vontade, o homem primitivo buscou explicá-las. Assim nasceram os cultos ao Sol, à Lua, ao Trovão; depois, os ídolos de pedra, os deuses antropomórficos e o politeísmo expressões de uma mesma busca pelo Absoluto. Em todos esses estágios, permanecia a intuição de um Princípio Único, anterior a todas as formas.

A limitação humana em conceber o Infinito levou, naturalmente, ao antropomorfismo: um Deus com traços humanos, com virtudes e paixões. Esse “Deus sentado num trono”, guerreiro e ciumento, ainda sobrevive em muitas crenças contemporâneas. Entretanto, o pensamento espiritual universal transcende tais representações, elevando a concepção divina a um Princípio Inteligente, ordenador e soberanamente justo.

Mesmo o ateu, diante do infortúnio extremo, volta-se instintivamente ao invisível, como se uma centelha da eternidade nele se reacendesse. A Lei de Adoração, presente em toda a humanidade, revela-se como uma expressão universal desse vínculo sagrado.

Kardec ensina que “é princípio elementar que se julgue uma causa por seus efeitos, mesmo quando não se vê a causa”. Assim como um pássaro abatido denuncia o atirador invisível, e um relógio indica a existência de quem o construiu, a harmonia do universo revela a ação de uma Inteligência suprema.

“A harmonia existente no mecanismo do universo patenteia combinações e desígnios determinados e, por isso mesmo, revela um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso.” (O Livro dos Espíritos)

A grandeza cósmica — do movimento das galáxias ao mundo microscópico testemunha essa Inteligência que ordena e sustenta o ser. Tudo o que é belo, justo e harmonioso reflete o pensamento divino em ação.

Entre os atributos de Deus, a Codificação Espírita destaca: é único, eterno, imaterial, imutável, onipotente, soberanamente justo e bom. E, como ensina o Evangelho, a verdadeira adoração não se faz por símbolos, mas por comunhão interior:

“Importa adorar a Deus em espírito e em verdade.” (João 4:24)

Assim, o estudo filosófico da divindade conduz à experiência íntima da transcendência. Deus deixa de ser uma hipótese e torna-se uma certeza vivida, o fundamento da consciência moral e a fonte do destino espiritual de todos os seres.

Referências:

Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, 1ª Parte, cap. I e 4ª Parte, cap. I.

Kardec, Allan. A Gênese, cap. II.

Denis, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor.

Santo Agostinho. Confissões.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e Seus Trabalhadores

Agradecemos a Deus, fonte de toda sabedoria e luz, a Allan Kardec e aos Espíritos amigos que, com benevolência e zelo, se comprazem em nos assistir. Pelo amparo que nos oferecem, temos podido conduzir com serenidade, disciplina e sincero propósito de aprendizado as atividades do Departamento de Estudos do Livro dos Espíritos, realizadas todos os domingos, às 17h50.

Nessas reuniões, buscamos compreender, com respeito e dedicação, as propostas elevadas que o Espiritismo nos apresenta, enriquecidas pelas valiosas contribuições e reflexões dos participantes, em ambiente de paz e fraternidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

PROBLEMA EPISTEMOLÓGICO: Deus como objeto não empírico.

A epistemologia clássica distingue dois campos de conhecimento:

a) O conhecimento empírico.

Aquele que depende dos sentidos, da observação e da experimentação.

b) O conhecimento racional ou metafísico.

Aquele que depende do pensamento, da inferência lógica, das categorias do espírito.

Deus, por definição, não se insere no domínio empírico não está no espaço, não ocupa matéria, não é capturável pelos sentidos.
Logo, não entra como objeto de experimentação nos moldes da ciência natural.

Kant já dizia:

Não podemos conhecer Deus como fenômeno, mas podemos reconhecê-Lo como necessidade da razão prática.

Na epistemologia contemporânea, diríamos:
Deus não é objeto de ciência experimental, mas de racionalidade transcendente e de coerência filosófica.

2. A epistemologia espírita: Deus como verdade necessária e verificável indiretamente.

Allan Kardec enfrentou precisamente essa questão.
E em O Livro dos Espíritos ele parte de um ponto decisivo:

Questão 4:

“P_ Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?”
Resposta:
“ R _ Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. (...) A grandeza da obra indica a grandeza do obreiro.”

Aqui temos o método epistemológico espírita:
• Não é uma “prova empírica direta”.
• É uma inferência racional apoiada na observação universal dos efeitos.

Ou seja, Kardec usa a mesma lógica da epistemologia científica:

se há ordem, lei e finalidade no universo, há Inteligência anterior a essa ordem.

Assim, o Espiritismo não “prova Deus” como se prova um elemento químico, mas como se demonstra a existência de uma Lei pela regularidade dos fenômenos.

3. A ausência de “cognição sensorial” não implica ausência de cognoscibilidade.

“Como provar sua existência quando estamos sem a cognição Dele?”

A resposta epistemológica é:

_ Não precisamos de cognição direta para afirmarmos uma causa necessária.

Você não vê a curva do espaço-tempo, mas deduz sua existência pelas equações da gravitação.
Você não “vê” a energia, mas constata seus efeitos.
Você não vê a consciência de outra pessoa, mas a reconhece pelas manifestações.

Assim também:

Não vemos Deus, mas vemos leis universais, harmonia matemática, consciência moral, teleonomia evolutiva.

Isso constitui uma cognição inferencial, tão válida epistemologicamente quanto qualquer outra que a ciência emprega.

4. A cognição de Deus segundo o Espiritismo: moral, não sensorial.

A Codificação explica que:

a percepção do Divino não é sensorial, mas moral e intelectual.

O Livro dos Espíritos, questão 10:

“ P — Deus é infinito nas suas perfeições.”
E, sendo assim, não pode ser percebido por sentidos finitos, mas apenas pela razão em ascensão.

A Doutrina afirma que “conhecemos Deus” na medida em que avançamos moralmente, pois:

A moral elevada amplia a consciência e refina as percepções do espírito.

Assim, a ausência de cognição sensorial não é limitação; é própria da natureza do Ser Supremo.

5. Conclusão epistemológica e espírita.

Provar Deus não é demonstrá-Lo como objeto físico,
mas necessitá-Lo como causa lógica, metafísica e moral do universo.

A ausência de cognição sensorial direta não invalida esse conhecimento, pois:

1. Deus não é objeto empírico.

2. Sua cognoscibilidade é inferencial e racional.

3. O universo funciona como “assinatura” de uma Inteligência anterior.

4. A moral e a consciência humana constituem vias internas de aproximação cognitiva.

5. Pelo Espiritismo, a evolução espiritual amplia progressivamente essa percepção.

Não é a ausência de cognição que impede o conhecimento de Deus, mas o nosso nível atual de percepção moral e intelectual.
E é exatamente por isso que o Espiritismo afirma que:

“A ideia de Deus é inata, porém se desenvolve conforme a inteligência se depura.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Minha vida é um mar de sonhos. Penso em cada vida que Deus pode me ajudar a salvar. Sonho com cada alma que, intercedendo, estarei conduzindo ao caminho da salvação. Acredito que meus passos estão direcionados ao meu alvo: Cristo Jesus. É para ele que corro a todo momento, ansioso por vê-lo sorrir para mim e me abraçar. Meu Deus não é unicamente é meu. Ele é por inteiro de todos aqueles que o adoram e que estão dispostos a viverem suas vidas para o bem. A cura interior nos é concedida, e o tempo em que estivemos nas lutas é para ser testemunhado como exemplo do seu poder. Amigos, louvem-no por sua benignidade e amor por nós. Nosso lar é em seu coração. Suas mãos são as que nos afagam e nos permitem sonhar, sabendo que nossos sonhos serão realizados para honra e glória do teu nome. Amém!

Inserida por GustavoZGomes

Por que caímos?
Caímos por que somos orgulhosos demais para pedir ajuda!
Caímos por não conseguir ouvir Deus em meio as milhares de vozes que nos atormentam!
Caímos para termos uma chance de encontrar a humildade através do sofrimento!
Caímos para poder enxergar todos nossos pecados
Caímos para poder nos arrepender dos nossos pecados e de clamar pelo único que pode nos trazer a felicidade e alegria
Enquanto você buscar a felicidade momentânea eu busco a felicidade eterna, e este é sempre o caminho mais difícil, estreito e aos olhos dos que ainda não se arrependeram, impossível de seguir.
É através de luta que conquistamos este caminho
É através de obediência que nos mantemos equilibrados em um mundo completamente turbulento.
Mesmo que caia nunca estenda a sua mão para seguir o caminho mais fácil, pois o mal quer te erguer e te trazer para o topo tirando tudo o que há de bom em ti.
Se estiver no fundo do poço e o mal te estender a mão, cave, cave até atravessar do outro lado se precisar, mas não se renda ao que quer te tirar sua paz.

O fardo está pesado?

Estamos vivendo tempos difíceis, e muitos estão sem forças para carregar o seu fardo. Jesus disse: Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Mateus 11:30

Precisamos nos libertar dos “fardos pesados”, tirar de sobre os ombros o peso da culpa, o peso do pecado, o peso dos pensamentos negativos, o peso da ansiedade que tira a nossa paz, o complexo de inferioridade, o jugo da religiosidade, e sermos livres em Cristo Jesus, Ele disse:

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Mateus 11:28

O ano era 1977, ano de plenitude. Na manhã daquele sábado, mais precisamente, 15 de janeiro, milhares de cristãos, em todo planeta, adoravam ao Senhor no Seu santo dia.
Em um quarto do Hospital Alberto Rassi, hoje HGG, o Espírito Santo permitia o meu nascimento, a pedido (em orações) da minha mãe, uma cristã Adventista do Sétimo Dia.
Cresci com a certeza de que havia um propósito em minha vida, em servir Àquele que me conhecia desde o ventre da minha mãe.
Hoje, após trilhar caminhos tortuosos e cheios de espinhos, estou verdadeiramente feliz, e certo de que, aceitar o chamado de Deus para evangelizar e testemunhar a Jesus Cristo, permanecendo sob a luz da Tua Lei, me capacitará para receber o galardão celestial; a vida eterna!