Textos sobre Deus
Nas adversidades, nos lembramos da existência de Deus e recebemos, prontamente, aquilo que necessitamos. Especialmente nos momentos de solidão, é quando nos comunicamos com Ele e é justamente quando estamos mais sensíveis emocionalmente que sentimos as mãos Dele, trabalhando em nossas vidas.
Nosso Deus e Pai Celestial anseia por nossa total confiança em Seu governo e cuidado, enquanto vivemos para servir e cuidar do próximo. Ele nos convida a depositar n'Ele toda a nossa ansiedade, com a certeza de que, ao demonstrarmos amor e cuidado pelos outros, Ele nos ampara com graça, amor e fidelidade.
Já cheguei a pedir a Deus para me levar embora, já disse várias vezes que não aguento mais, metade de mim já morreu. Eu só queria voltar a rir novamente, sempre sou errada, sempre sou a burra, a feia, a gorda, a que pessoas debocham, tira sarro, humilha, a burra que ajuda todo mundo mas no final sempre acabo sozinha, saindo de errada, de doida. Cansada muito, querendo desistir até demais, mas não posso esquecer de quem sou filha, da força escondida dentro de mim.
Deus restaurou e duplicou as bênçãos de Jó não apenas por sua perseverança no sofrimento, mas por sua fidelidade em permanecer na presença do Senhor mesmo em meio à dor. Sua história nos ensina que, mesmo sem compreender os propósitos divinos, podemos confiar na soberania de Deus e descansar em Sua graça sustentadora.
Deus nos disciplina como um pai amoroso corrige: não para nos punir, mas para nos ensinar e nos fazer crescer na fé. O objetivo é nos moldar à Sua vontade e nos dar a esperança de um futuro de paz e justiça. Mesmo que doa, essa correção é uma prova do amor de Deus e de que somos Seus filhos amados.
Não existe meio-termo entre bondade e maldade. Considerar Deus como a personificação do absoluto leva-me à ideia de um entendimento total sobre cada ação e sobre tudo o que existe, tornando desnecessário qualquer confronto com a ordem já estabelecida. Ainda assim, o entendimento divino parece mais acessível à nossa imagem, pois somos capazes de atribuir protagonismo e encontrar coerência dentro das nossas próprias lógicas. No fim, concluo: a única verdade sólida é a curiosidade — mas, mesmo diante dela, na limitação da minha percepção, carrego dúvidas.
O trabalho é o primeiro mandato de Deus dado ao homem, não para que lhe fosse um peso, mas para que ele desenvolvesse as suas habilidades com senso de responsabilidade, pessoalidade, conectividade, coletividade, produtividade, criatividade, prosperidade e realização pessoal; porém, isso só é possível no exercício de sua vocação original.
Deus dotou soberanamente o homem de livre-arbítrio para que ele pudesse amar a Deus e a seus semelhantes de coração. A vontade do homem não é uma ameaça a soberania de Deus. Em vez disso, traz maior glória a Deus que, ganha o amor e o louvor daqueles que são livres para escolher o contrário.
Quando o calvinista insiste que Deus DECRETA E CAUSA TUDO, ele é mortalmente encurralado em uma armadilha feita por ele mesmo. Como ele poderá livrar Deus das tragédias, maldades, catástrofes, mortes e horrores que acontecem neste mundo caído todos os dias? E também da condenação eterna de bilhões de almas que o deus calvinista decretou para o inferno?
Diz o calvinista: “os réprobos são pecadores. Eles merecem o inferno. Deus os manda para o inferno para requerer e manifestar Sua justiça.” Ok calvinista, mas a Escritura diz que todos os homens são igualmente pecadores e merecedores da punição eterna! Assim, se a justiça de Deus O inclinou salvar os eleitos, porque isso O impediu de salvar o resto da humanidade (réprobos)? Porque Deus podendo não escolheu eleger toda humanidade e soberanamente regenerar e prover todos com a fé eficaz para crer? É mixtério...
Somente calvinistas acreditam na aberração que um Deus que é Amor, que não tem prazer na destruição do ímpio (Ez 33.11), mas quer que todos sejam salvos (1° Tm 2.4) e não querendo que alguns se percam (2° Pd 3.9), envia arbitrariamente suas criaturas para o inferno mesmo Ele podendo resgatá-las!
Para o calvinista, a fé salvífica é um dom de Deus dado somente aos eleitos após a sua regeneração. Sendo assim, nenhum calvinista precisa ter a menor preocupação em pregar o Evangelho para um ímpio; pois o ímpio (réprobo) não pode ser convencido pela verdade, enquanto que os eleitos não precisam de convencimento, pois eles são soberanamente, sem qualquer fé, regenerados, a fim de crer.
Qual a diferença entre um “hipercalvinista” e um calvinista “moderado” quanto ao amor de Deus por toda humanidade? O “hipercalvinista” é honesto quanto à doutrina calvinista; já o “moderado” é desonesto, pois cria um jogo de palavras para tentar esconder a aberração do amor limitado de Deus por todos e seu decreto que predestina multidões ao lago de fogo por toda a eternidade.
John MacArthur em seu livro The Love of God diz descaradamente que Deus ama a todos e tem um desejo sincero de que todos sejam salvos..., mas ainda assim defende a EXPIAÇÃO LIMITADA e a ELEIÇÃO INCONDICIONAL. Logo, uma contradição bizarra, pois como Deus teria um desejo sincero de salvar aqueles que Ele predestinou para o Lago de fogo na eternidade passada.
O deus criado por Calvino predestinou incondicionalmente bilhões ao tormento eterno na eternidade passada; pessoas, crianças, recém nascidos, fetos, a quem ele poderia, se tivesse amor, ter predestinado à eterna alegria em Sua presença, mas para seu soberano prazer, prefere atormentá-los eternamente.
A Palavra de Deus nos ensina a ser fortes no Senhor, não em nossa própria força. A força necessária para superar as dificuldades vem da nossa união com Cristo, através da entrega e da vivência conforme Seus princípios, incluindo oração e comunhão com aqueles que priorizam o Reino de Deus.
Do Genesis ao Apocalipse vemos Deus apelando à consciência e à vontade humana para que se arrependa e creia, mas no calvinismo isso é impossível para aqueles que não foram eleitos incondicionalmente antes da fundação do mundo. Assim, segundo o calvinismo, os apelos de Deus do Gênesis ao Apocalipse são pura mentira, pois na verdade Deus não quer salvá-los.
A tentativa calvinista de encontrar explicações para o motivo de Deus predestinar incondicionalmente milhões ao inferno antes que tenha nascido, e não exercer o Seu controle absoluto sob cada pensamento, palavra e ato, para eliminar o pecado, a doença, o sofrimento e a morte, e eleger TODOS irresistivelmente ao céu, tem sido a mãe da invenção de uma série de tentativas de racionalizações, revisões bíblicas, narrativas falaciosas e malabarismos bíblicos por parte deles.
A comunhão com Deus é a fonte suprema de alegria e segurança, mais preciosa do que qualquer bênção terrena. Por isso, somos chamados a viver em constante louvor e adoração, expressando nosso amor ao Senhor e exaltando Seu nome com mãos levantadas - símbolo de entrega, reverência, dependência e plena confiança em Sua presença gloriosa.
Quando impomos limites ao poder de Deus em nossas vidas, por causa da nossa incredulidade, estaremos dizendo a Ele claramente até onde Ele pode ir no seu agir em nós. Mas, quando rompemos em fé e aprendemos a ter experiência no nosso caminhar diário com Ele, passaremos a conhecê-lo no poder e esplendor da sua glória.
