Textos sobre Deus
No meio de tanto sofrimento, cabe a nós focar em Jesus, não importa o que estejamos passando. A única forma de refinar o ouro é através do fogo. Talvez a única maneira que Deus tem de destronar nosso ego seja através do sofrimento. Talvez seja a única maneira de Ele nos preparar para um dia encontrá-Lo.
Se a vida fosse um paraíso, Adão e Eva não teriam pecado e Jesus não teria morrido por nós e estaríamos até hoje nos arrastando como serpentes no Jardim do Éden como seres primatas e sem evolução moral e não teríamos essa oportunidade aqui na Terra de trevas para enxergar a Luz da salvação que vem do céu e tocar no Pai...
Jesus foi como uma semente plantada, seu subsolo foi uma manjedoura na Judéia. O vento da perseguição de Herodes o soprou para a simples Nazaré. Ele brotou como a Videira, plantada na qual precisava morrer para brotar, crescendo ferido pelos espinhos, mas as ervas daninhas não ousaram tentar sufocá-lo, até ser pregado no madeiro, secando até morrer. Contudo, ressuscitou em três dias, fazendo sombra de refúgio para os que buscavam alívio e para os seus opressores debaixo do sol. Concedeu o vinho do seu puro fruto a quem se curva abaixo dEle, propondo um pacto de aliança no vinho carmesim, como sangue.
“Embora a salvação não venha pelas obras, mas sim mediante a fé em Jesus (Ef 2:8-9), o renascimento nas águas e no Espírito nos obriga a buscar a transformação da nossa natureza adâmica, caída, para Sua natureza santa (2 Co 5:17). Buscar a santificação pode não ser, em primeira instância, a base para a salvação, mas com certeza é o fundamento para permanecer nela (Hb 12:14).”
O único Advogado que vai estar diante do Corte Celestial é Jesus, defendendo os cristãos pelas suas práticas cristãs e condenando ao fogo eterno a todos os cegos, mudos e surdos que seguiram a falsos espíritos, falsos mentores, falsos pastores, falsos irmãos, falsas igrejas, falsos credos, falsas doutrinas, quando sabiam que a Bíblia falava que só Ele salva.
Jesus veio à terra para quebrar todos os preconceitos, falsos ensinamenos e paradigmas de todas as religiões, filosofias, doutrinas e ignorâncias humanas para que ninguém quebre a cara em vão, ensinando, se perdendo ou contando para as outras criaturas o que acha mais apropriado para sua vida terrena e espiritual.
Fique esperto e tema: se Jesus voltar hoje para buscar a sua alma não dá tempo para avisar a sua família e o que você deixou no mundo, a menos o que Ele lhe conceda amanhã arrependimento de todos os seus pecados, se tornando uma nova criatura, perdoada, santificada e selada pelo Espírito Santo e parta feliz, seguro, fiel e santificado para a Glória de Deus o Pai.
Aceite o convite especial de Jesus para a sua alma entrar livre pela Porta dos Céus para que, depois que Deus chamar os Seus convidados e fechar a porta do Lar Celestial, o seu lugar não seja ocupado por outro convidado que viverá eternamente na festa dos santos comprometidos com a viva esperança nos Céus.
A verdadeira conversão acontece quando, além de crer na mensagem de Jesus, O recebemos pessoalmente em nosso coração. Isso não é apenas um assentimento intelectual, mas um ato de entrega pessoal, permitindo que Jesus se torne o Senhor da nossa vida, assumindo o controle e nos guiando como o capitão que segura o leme de nossa existência.
“A Bíblia condena a hipocrisia e enfatiza a necessidade de coerência entre fé e atos. Jesus criticava escribas e fariseus por não aplicarem as Escrituras em suas vidas. Religiosos que não seguem o que pregam, mostram discrepância entre palavras e ações, falam sobre caridade, mas exibem falta de empatia, generosidade e humildade, julgam e excluem outros. Tanto religiosos e Ateus têm defeitos e virtudes, mas nós ateus não nos escondemos atrás de um ' livro sagrado’ enfrentamos as consequências de nossos atos aqui mesmo, sem contar com a certeza de perdão ou recompensa celestial.”
Na representação da ultima ceia, de Jesus de Nazaré e os apóstolos, não apresenta nenhum cálice sobre a mesa. A união do pão e do vinho foi adotada pelos doutores da Igreja no Sacramento da Eucaristia como uma alegoria e imagem da unidade e sacrifício da Igreja. O pão como alimento, transubstancial da verdade imposta e o vinho por todo sangue a ser derramado, a todos que se opuserem a nova verdade.
A datação de 25 de Dezembro para celebrar o nascimento de Jesus, não ocorre historicamente mas sim uma intenção de suprimir uma grande festa do paganismo, do Sol Invictus que persistia forte nos primeiros anos do cristianismo. Em algumas igrejas primitivas do cristianismo, Jesus de Nazaré aparece em alegoria como o Deus Sol, e por mais estranho que pareça vem acompanhado de uma mulher, que seria a alegoria da Deusa Lua. Para muitos estudiosos dos textos agnósticos e apócrifos, a representação da Deusa, refere se a Maria, não Myrian mãe de Yeshua, a virgem imaculada mas de Maria de Magdala, ou Madalena como é mais conhecida.
"Conheci Jesus, e Ele era muito precioso para minha alma. Mas encontrei algo em mim que não seria mantido doce e paciente e bondoso. Fiz o que pude para reprimir, mas isso estava lá. Supliquei a Jesus que fizesse alguma coisa por mim, e quando entreguei a Ele meu desejo, Ele veio ao meu coração, e tirou tudo que não fosse doce, tudo que não fosse bondoso, tudo que não fosse paciente, e depois Ele fechou a porta
não há como o compreender o sedento nem as sua ações, reduzido ao pó caído e desolado ao relento permanece aquele que um dia prometeu a luz ao mundo está em queda e apenas os seus resto aqui estão e é como a escória um peso sem valor. Aquele que prometeu ser forte acima de tudo e lutar até morrer caiu perante o primeiro de todos os rebeldes gritos desesperados ecoam de sua pobre alma procurando por um deus que não pode ouvi-ló em seu interior as chamas do inferno ardem um veneno chamado angústia corrompe cada vez sua inocência no mais profundo de todos os abismos lançado foi um lugar sujo úmido onde a luz do sol nunca ousou transpassar e as lágrimas da triste lua não pode cair onde as sombras prevalecem ali as horas e as semanas são iguais. Aquele cordeiro que um dia manchou a terra com o seu sangue hoje derrama o cálice da sua ira sobre min e o seu resplendor ofusca minha existência.
„Agora deve ficar claro que" maravilha "e filosofar estão conectados um ao outro em um sentido mais essencial do que pode parecer à primeira vista na afirmação" Filosofia começa com admiração ". Pois a maravilha não é apenas o começo, no sentido de inicio, do primeiro estágio ou fase da filosofia. Antes, a maravilha é o começo no sentido do "princípio" (principium), a origem permanente e sempre intrínseca da filosofia. Não é verdade dizer que o filósofo, na medida em que filosofa, "emerge da sua maravilha".
Acreditar em certos fatos porque a fonte é confiável é “religião”? Quem fez mais coisas extraordinárias pelo bem da espécie humana do que Nosso Senhor Jesus Cristo? Você conhece alguém mais confiável? Se Ele diz que é o Filho de Deus, quem sou eu para duvidar? Se Ele manda fazer tais ou quais coisas, não devo pelo menos tentar fazê-las, na medida das minhas forças modestíssimas, na esperança de um dia conhecê-Lo e estar com Ele na eternidade, conforme Ele prometeu? Isso é “religião”? Para mim é simples bom senso.
"Páscoa é ressurreição, recomeço... É fé, amor, esperança... Tempo de alimentar novos sonhos, de (re) começar novos caminhos, de lutar por novas conquistas... É um novo tempo, deixando às mágoas, tristezas, incertezas, angústias, medos, inseguranças no passado... Páscoa é renovar-se no amor de Cristo, no amor ao próximo, no amor à si mesmo!"
Não existe remédio para uma alma ferida, o que nos faz sofrer está nas muitas palavras, por vezes, palavras hipócritas e mentirosas. Como pode um homem morto viver? E se ele vive, porque e por quem vive? Dizer que morreu para o mundo é muito mais que um ato religioso, é uma decisão, decisão que muitos abrem mão, e a cada nascer de um novo dia, encontram no mundo o pão que alimenta a carne e ignoram o pão que alimenta a vida. Eu estou cansado, não quero ser mais um na multidão, as palavras precisam sair do papel, eu busco um sentido para viver.
Confesso que sou uma criança mesmo com minha idade, uma criança da descrença e do ceticismo e, provavelmente (no fundo, sei disso), serei assim até o fim da minha vida. Quando tudo isso tem me atormentado (e até hoje perturba) – essa nostalgia da fé, que é ainda maior por conta das provas que tenho contra ela; ainda assim, Deus me dá por vezes momentos de perfeita paz. Nesses momentos, tenho construído meu credo, no qual tudo é claro e sagrado para mim. Esse credo é extremamente simples: creio que não há nada mais adorável, profundo, compassivo, racional, viril e perfeito que o Salvador; digo a mim mesmo, com amor enciumado, que não só não há ninguém como Ele, mas que não poderia haver ninguém. Diria até mais: se alguém pudesse me provar que o Cristo está fora da verdade, e se a verdade realmente excluísse o Cristo, eu preferiria estar com o Cristo e não com a verdade.
Nesta época de natal recordamos a sabedoria dos mais velhos diante a generosidade humana. Fomos ensinado a dar, aos menos favorecidos o mais simples, o mais barato, o mais reaproveitável, por que tínhamos muito pouco. Dentro desta antiga pratica reconheci em vida uma valorosa sabedoria, pois tudo que se oferece aos menos afortunados de novo, de primeira qualidade, de boa marca infelizmente é desviado por miseráveis de espirito que se valem imoralmente desta oportunidade. Geralmente os verdadeiros pobres e necessitados não veem nem a sobra do que foi generosamente e inocentemente, dado. Diante disto, aconselho ofertarem, arroz quebrado e não parafinado, muito fubá, macarrão do mais barato, sacos que fazem panos de chão, cobertores bem baratos, e roupinhas também. E que Deus proteja os humildes da maldade dos lobos covardes que se transvestem de cordeiros nestas datas festivas para oportunidades imorais, distante do justo afloramento só do bem para toda humanidade.
