Textos Teatro Infantil

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Teatro da vida
E se nossos dias
For apenas um roteiro
E cada detalhe já foi escrito
E nós somos só atores que
Tem que ser fiel ao roteiro?
E se formos atores que não
Sabe que só está cumprindo
O roteiro e nosso personagem
E falas já fossem inserido em
Nós.
E se um dos autores do roteiro
Quisesse que adquirimos
Consciência que só estamos
Em roteiro, e que tem um autor
Que quer nossa destruição
Condenação e morte no final do roteiro.
E se um autor que é bom,
Justo, misericordioso, e quer
Que sejamos felizes
Quer que vivamos o
Presente e quer nos
Dar o maior presente
Quer que falar conosco
Durante esse teatro.
Então podemos dizer
Eis me aqui senhor
Que teus planos e sua
Vontade seja feita.
E então por um momento
Vivemos o presente mais
Vivo e Vivemos um
Momento eterno.
E um dia sairemos desse teatro
E viveremos com esse autor
Bom ,justo, para sempre.

Desempenhe bem o papel que lhe foi dado. Somos como atores em uma peça de teatro. A vontade divina designou um papel para cada um de nós sem nos consultar. Alguns atuarão em peças curtas, outros em longas. Podemos ser chamados a desempenhar o papel de uma pessoa pobre, de um deficiente físico, de uma eminente celebridade, de um líder político ou de um simples cidadão comum.
​Apesar de não estar sob nosso controle determinar o tipo de papel que nos é atribuído, cabe a nós representar a nossa parte da melhor maneira possível e procurar não reclamar dela. Onde quer que você esteja e quaisquer que sejam as circunstâncias, procure apresentar um desempenho impecável.

O Espelho da Alma: Ação ou Teatro?


​Paremos de ensaiar intenções no palco da mente.
​O seu verdadeiro sermão não é o que você pensa ou sente, mas sim o que você executa. O mundo não precisa de mais rascunhos de virtude, mas sim de atitudes terminadas.


​O preço da autenticidade é a ação.
​Que cada passo dado não seja um eco vazio de um bom desejo, mas a prova irrefutável de quem você realmente é, e não a sombra de quem você gostaria de ser.

O Teatro do Inseto

Lágrimas são apenas o óleo que lubrifica esta engrenagem de carne.
O coração não bate;
ele se estilhaça como porcelana barata sob o pé de um gigante.

Hoje é o baile de máscaras.
Costuro um sorriso no rosto com linha de náilon, uma cirurgia amadora de alegria plastificada.
Sou o figurante de mim mesmo, um palhaço de gesso num palco que range.
À noite,
o teto baixa três centímetros.

As correntes não são de ferro, são de arame farpado invisível, enrolando-se nas vértebras, transformando o lençol em chumbo.
Levantar-se não é um movimento; é uma revolta.
É a metamorfose reversa: acordar homem e sentir-se bicho, esmagado pela bota de um Deus burocrata.

Quem habita este invólucro no centro do turbilhão?
Sou o estalo da mania ou o silêncio do abismo?
A moeda gira, mas o rosto é o mesmo:
Um lado é o chicote, o outro é a ferida.
A vida é um processo lento, um tribunal sem juiz.
E a morte... a morte é apenas a porta que não exige convite,
o único documento que não precisa de carimbo.

Dor na farsa


⁠O nosso "nós" era um teatro,
uma peça de um cenário, cruel.
Brincamos de amar com roteiro,
um ensaio dedicado na ferida, do mel
que se revelou veneno.
E quando a cortina fechou,
A verdadeira luz se acendeu,
a farsa desmoronou em pó.
Não era amor, mas técnica,
uma coreografia perfeita.
A única coisa real era o tempo,
E a única promessa cumprida,
foi o sofrimento.
Aquela dor que, ironicamente,
Também fingimos sentir,
para que, no final, ela fosse
a nossa única verdade,
crua e ilimitada.

*Teatro da humanidade *


E me sento na poltrona,
quieta e isolada,
num cantinho da plateia
distraída e rumorosa...


enquanto assisto, atenta,
à encenação no palco
desse teatro humano...


os atos se intercalam,
sem intervalos,
em roteiros dramáticos e cômicos,
numa contundente confusão
de total irracionalidade...


a hilaridade excessiva
revela-se um enfado que se esquiva ...


enquanto os olhos do meu ser
se detêm no palco da humanidade,
onde cada gesto é um eco,
cada fala, um disfarce...


os atos fluem sem pausas,
misturando mágicas sem magias,
lágrimas sem choros
e sorrisos sem alegria
num enredo que me fascina e entristece ,
como se a humanidade fosse uma peça
sem ensaio e sem fim...


observo, com o silêncio que me resta,
a encenação grotesca desse teatro humano,
onde a dor e o riso
se misturam num mesmo espasmo...


permaneço afastada,
num canto qualquer da plateia,
onde o burburinho abafa o sentido,
e a distração se confunde com existência...


os atos se atropelam, sem respiro,
entre tragédias e farsas,
num caos tão real
que já perdeu o nome de realidade...
✍©️@MiriamDaCosta

O Teatro Mudo do Amor

Vidas ligadas, mas pedindo socorro.
Um homem e uma mulher caminhavam ouvindo que a lei diz: quem compra a morte também deve morrer.
Mas será que você não percebe que nem tudo o que se ouve faz sentido?
Embora, às vezes, possa até parecer o correto.

Eu acreditei em um conto de fadas, mas acho que você foi um tirano.
Então, perdi-me em uma piscina de desilusões, onde até o seu quarto ainda fala comigo.

As mãos que antes andavam dadas agora estão rachadas.
Entre um homem e uma mulher, já não existe mais a confiança que deveria existir.
E foi assim que começou o teatro mudo.

O amor feliz não precisa de falas.
O coração em festa já grita sozinho.

E a desilusão também.
Porque existem silêncios que dizem tudo.

Palmas para mim.

Segundo Shakespeare, nascemos chorando nesse teatro de loucos.
Eu nasci negando.
Nego tudo, nego a origem.
Nego o passado, nego o presente, nego o futuro.
Nego a ideia de túmulo eterno,
a ideia do pó que volta ao pó.
A intensidade do pensamento é tão grande, tão imensa,
mas a gente pensa que isso, essa energia etérea,
aprendeu a migrar para outros mundos,
outros fundos, outros abismos.
E aí, mesmo essa ideia que seria sublime, confortante, eu nego,
porque não há plenitude na mente que estaciona
e aceita qualquer coisa como verdade absoluta.

Crônica


O Grande Teatro das Aparências


Vivemos tempos curiosos.


Nunca se falou tanto sobre verdade, e talvez nunca ela tenha sido tão evitada.


As pessoas dizem que querem sinceridade, mas apenas enquanto ela concordar com suas opiniões. Basta uma palavra contrariar seus desejos para que a verdade se transforme em ofensa, preconceito, intolerância ou qualquer outro rótulo conveniente.


O mundo moderno parece ter desenvolvido alergia ao contraditório.


Todos querem liberdade de expressão, desde que a expressão seja exatamente igual à sua.


As falsas promessas continuam circulando com excelente saúde. Mudam os rostos, mudam os discursos, mudam as embalagens, mas o conteúdo permanece praticamente o mesmo.


Prometem prosperidade.


Prometem justiça.


Prometem igualdade.


Prometem felicidade.


E o povo continua esperando a entrega de uma encomenda que parece extraviada há décadas.


As amizades também entraram na era da aparência.


Há quem possua milhares de seguidores e não encontre uma única pessoa para carregar suas dores quando a vida pesa.


São amizades de fotografia.


Companheiros de curtidas.


Irmãos de ocasião.


Presenças digitais e ausências reais.


Basta a tempestade chegar para que muitos desapareçam com a velocidade de um sinal de internet mal conectado.


E o que dizer dos costumes?


Houve um tempo em que honestidade era motivo de orgulho.


Respeitar os pais era virtude.


Cumprir a palavra era questão de honra.


Ser educado era demonstração de caráter.


Hoje, por vezes, quem procura andar corretamente parece carregar uma estranha culpa social.


A esperteza recebe aplausos.


A vulgaridade ganha visibilidade.


A superficialidade conquista admiradores.


E a integridade, muitas vezes, é tratada como ingenuidade.


Mas talvez uma das maiores contradições esteja justamente no campo da fé.


Não falo da fé sincera, que transforma vidas silenciosamente.


Falo do espetáculo religioso.


Da religião que se veste para ser vista.


Do discurso que emociona, mas não pratica.


Do irmão que abraça dentro do templo e ignora o necessitado na calçada.


Do fiel que conhece versículos inteiros, mas esqueceu o significado da compaixão.


Há quem vá à igreja não para ouvir aquilo que precisa escutar, mas apenas aquilo que deseja ouvir.


Não quer correção.


Não quer reflexão.


Não quer mudança.


Quer conforto.


Quer aprovação.


Quer sair convencido de que já está tudo certo.


Enquanto isso, o andarilho continua sentado na esquina.


O idoso continua abandonado.


A viúva continua esquecida.


E o órfão continua esperando alguém colocar em prática aquilo que foi tão bem pregado no domingo.


Chega-se ao culto com roupas impecáveis.


Sapatos brilhando.


Perfume importado.


Palavras cuidadosamente escolhidas.


Tudo muito limpo.


Tudo muito elegante.


Tudo muito correto.


Mas ao retornar para casa e retirar a roupa social, permanece uma pergunta silenciosa diante do espelho:


Quem limpa a alma?


Porque o banho remove a poeira do corpo.


Mas não lava a vaidade.


Não remove a hipocrisia.


Não elimina a indiferença.


Não apaga a falta de amor.


Do lado de fora, a televisão continua fabricando celebridades.


Nas redes sociais, surgem influenciadores que muitas vezes não influenciam sequer a própria existência.


Filmam o café.


Filmam o almoço.


Filmam a academia.


Filmam a viagem.


Filmam a própria filmagem.


E assim seguem registrando a vida sem necessariamente vivê-la.


Parece que o valor das pessoas já não está naquilo que são, mas naquilo que conseguem exibir.


A aparência tornou-se currículo.


A exposição virou moeda.


A vaidade recebeu status de virtude.


E a consciência foi sendo colocada discretamente em segundo plano.


Nesse cenário, a família perde espaço.


Os pais perdem voz.


Os costumes perdem significado.


Os princípios perdem valor.


E o silêncio da consciência vai sendo abafado pelo barulho constante de um mundo que nunca desliga.


Às vezes me pergunto para onde estamos indo.


Talvez a pergunta mais importante seja outra:


O que estaremos deixando para aqueles que virão depois de nós?


Mais seguidores?


Mais imagens?


Mais distrações?


Ou algum legado que realmente valha a pena?


Enquanto não encontramos a resposta, seguimos caminhando entre promessas e aparências, tentando distinguir o verdadeiro do falso, o essencial do supérfluo, a fé da encenação, a amizade do interesse e a consciência da conveniência.


Que Deus tenha misericórdia de nós.


E, mais do que isso, que nos conceda discernimento para não confundirmos brilho com luz, fama com valor, aparência com caráter e religião com amor ao próximo.


Porque, no final das contas, não será a fotografia perfeita que contará nossa história.


Será aquilo que fizemos quando ninguém estava olhando.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

🎭 SOCIEDADE DE TEATRO

Vivemos de personagem e máscara. Sorriso de foto. Opinião de legenda. Virtude de story que some em 24h.

E quando o palco apaga, a alma grita.

Grita por socorro.Grita por herói.

Mas até o herói aparece mascarado. Finge justiça, porque justiça real não viraliza. Não dá palco. Só dá calo.

E seguimos assim: máscara salvando máscara, personagem aplaudindo personagem, todo mundo perdido, ninguém salvo.

Tem algo curioso na tal da Sexta-feira Santa. Eu fico observando como se fosse uma peça de teatro que todo mundo conhece o roteiro, mas ninguém lembra exatamente quem escreveu. Dizem que foi nesse dia que Cristo morreu. Dizem com tanta certeza que parece até que alguém estava lá com um relógio na mão, anotando data e horário, como quem marca consulta médica. Mas, no fundo, ninguém sabe ao certo. E mesmo assim, todo mundo respeita. Ou pelo menos finge respeitar, que às vezes dá no mesmo.


Aí chega o dia e, de repente, o mundo desacelera. A carne some dos pratos como se tivesse sido proibida por decreto celestial. O peixe vira protagonista, coitado, como se tivesse menos culpa no enredo da existência. Eu fico pensando no peixe, nadando tranquilamente dias antes, sem imaginar que seria promovido a refeição oficial da consciência aliviada. Porque não é sobre o peixe, nunca foi. É sobre a sensação de estar fazendo a coisa certa, nem que seja só por um dia.


E o medo… ah, o medo ganha um brilho especial. Tem gente que não varre a casa, não ouve música, não ri alto, não faz nada que pareça “errado”. Como se o céu estivesse mais atento, com uma prancheta na mão, anotando comportamentos. Mas aí eu penso com uma certa ironia silenciosa, dessas que a gente nem comenta em voz alta… nos outros dias, os mesmos que hoje se recolhem, vivem sem esse cuidado todo. Falam o que machuca, fazem o que sabem que não deveriam, ignoram o que pede atenção. Mas hoje… hoje não pode.


É um tipo de fé curiosa, meio seletiva, meio episódica. Como se a consciência tivesse um calendário próprio, funcionando só em datas comemorativas. E eu não digo isso com julgamento, digo com aquele olhar de quem percebe a contradição e, ao mesmo tempo, se reconhece nela. Porque, no fim, todo mundo tem um pouco disso. Esse desejo de ser melhor… mas só quando é conveniente, só quando o ambiente pede.


E mesmo assim, apesar de tudo, existe algo bonito ali. Existe um silêncio diferente no ar, uma pausa que não acontece em dias comuns. Uma tentativa, ainda que breve, de lembrar que existe algo maior, algo que pede reflexão, cuidado, presença. A Sexta-feira Santa não é sobre saber a data exata. É sobre o que a gente faz com a ideia dela. É sobre o símbolo.


O problema é que o símbolo dura pouco. No dia seguinte, tudo volta. A carne volta, o barulho volta, a pressa volta, as falhas voltam com força total, como se estivessem só esperando o sinal verde. E aquela consciência que parecia tão sensível… adormece de novo.


Talvez o ponto nunca tenha sido o peixe, o silêncio ou o medo. Talvez fosse sobre manter, pelo menos um pouco, aquilo que a gente só lembra de sentir nesse dia. Um pouco mais de cuidado, um pouco mais de respeito, um pouco mais de verdade nas atitudes, não só no calendário.


Porque fé de um dia só é quase como um feriado da alma. Descansa, aparece bonita, mas não muda a rotina.


E no fim, eu fico com essa sensação meio irônica, meio melancólica… de que a gente sabe o caminho, só não gosta muito de caminhar nele por muito tempo.


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O Teatro de Betesda.


Cinco pórticos erguidos para o olhar,
Mas as águas não se moviam para curar.
Havia um roteiro, um tempo, uma encenação:
Entrava o "enfermo" de aluguel, saía a multidão.
O milagre tinha dono, tinha preço e tinha cor,
Menos a cor da lágrima de quem sentia a dor.
Trinta e oito anos de espera e de descarte,
Enquanto o "favorecido" dominava aquela arte.
Quem pagava passava à frente, o forte vencia o réu,
E o pobre, no seu leito, olhava em vão para o céu.
Um sistema viciado, uma fila que nunca andava,
Onde a moeda do suborno era o que a água agitava.
Mas o Cristo não entra na fila, Ele quebra o esquema.
Ignora o anjo, a água e todo o estratagema.
Ele não pergunta "quem te ajuda a mergulhar?",
Ele pergunta "queres, de fato, te levantar?".
Pois para quem é a Verdade, o teatro é um insulto:
Jesus cura o homem e desmascara o culto.
O alvo foi atingido: o paralítico ficou de pé,
E a farsa do tanque afundou na própria má fé.

​O Teatro da Alienação: Quando a Ideologia Vira Religião
​Vivemos tempos em que a verdade perdeu seu valor de face. No cenário político atual, fomos engolidos por um núcleo de narrativas onde a verdade nunca é a verdade absoluta, mas sim uma colcha de retalhos feita de meias palavras, conveniências e manipulações. Figuras políticas que sequer alcançaram o topo do poder já são cotadas como o "pior dos piores", blindadas por uma estrutura profissional de mentiras que desafia a lógica.
​Para esses líderes polimórficos — que mudam de forma e de discurso conforme o público que desejam enganar —, as contradições não são falhas; são ferramentas de engajamento. Com o auxílio tecnológico de deepfakes e uma chuva constante de desinformação, criou-se uma era de pós-verdade onde toda mentira carrega sua própria "versão dos fatos" para alimentar a fábrica de fakes.
​As Cordas do Tabuleiro Internacional
​Esse jogo, contudo, não é jogado de forma isolada. Há uma clara e perigosa interferência geopolítica, onde setores e interesses estrangeiros — como correntes do próprio Estado Americano fiéis a essa cartilha extremista — puxam as cordas da alienação em solo nacional. Jogando contra o próprio país de origem e usando medidas de retaliação para vencer eleições no grito, esses atores transformam o nosso povo em massa de manobra e em laboratório de testes ideológicos. Enquanto a polarização se acentua, os cofres públicos sangram, pagando a conta real da corrupção institucionalizada e da cegueira coletiva.

Teatro de Vampiros
​Na voz de um corrupto, a mentira mais vil vira verdade.
Quem rouba dita a regra,
pois a cela do rico só fecha por falta de pensão.
Deus, pátria, família:
o refúgio onde o tolo se ajoelha
e o alienado entrega seu voto.
​Dancemos todos para celebrar a loucura:
ele se proclama o rei do mundo.
Mas reis morrem.
Reis são depostos.
Sua linhagem é varrida,
e seus dogmas viram piada de mau gosto.
​Os corpos empilhados por sua gestão
permanecem como a grande vergonha da história.
Ainda assim, à beira da cova, ele insiste no trono —
sem saber que até o inferno festejará o seu fim.
​Por Celso Roberto Nadilo

"Não é que eu não goste de teatro. Eu apenas não sigo o público que suspira até mesmo com peido no palco... E que, no final, levanta automaticamente para aplaudir, porque outros fazem o mesmo!"
Frase Minha 0252, Criada no Ano 2008


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Diferenças entre filmes e peças de teatro? A maior delas é que filmes eu posso ver em casa, longe da platéia e sem precisar nem presenciar a papagaiada de, no final, aplaudir de pé!"
Frase Minha 0254, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Ontem fui ao teatro. A peça era diferente, o público, não! Gritinhos, suspiros, sussuros, pipocas mastigadas, celulares tocando, conversas intermináveis e... E aquela coisa de ter que aplaudir de pé no final."
Frase Minha 0277, Criada no Ano 2008

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Teatro
Foi preciso conhecer um defunto,
Para ver que algo está errado.
Foi preciso pensar muito, ou deixar de pensar,
Para perceber que estou morto.
Foi preciso te encarar,
Para conhecer a beleza destes olhos castanhos.
Foi preciso coragem,
Para pegar sua mão.
Foi preciso sofrer de novo,
Para lembrar o calor humano.
Foi preciso prestar atenção,
Para sentir o sangue correr entre seus dedos.
Foi preciso ser humilde,
Para escrever aqui minhas desculpas.
Se te deixei confusa, perdoa-me.

Inserida por vitorap

A vida é como se fosse uma peça de teatro, e por 9 meses nós aguardamos para entrarmos em cena.
Nascemos, vivemos, evoluimos e aprendemos. E nessa peça faremos de drama a comédia, e cada um de nós somos protagonistas da nossa história, que se interliga com outras histórias e dai forma essa grande peça, em que atuamos de acordo com os momentos e circunstâncias.
E ai chega o gran finale , as cortinas se fecham, os aplausos surgem e as lembranças ficam nas cabeças das pessoas que participam, e em nossas cabeças ficam as saudades dos que se foram e participaram dessa grande peça teatral....
Como dizem - A vida é muito importante para ser levada a sério...
Viva intensamente, pois é melhor se arrepender das coisas que não fizemos, do que se arrepender das coisas que fizemos.

Inserida por romulofs

O amor não foi feito para se falar, ele nunca foi uma receita nem muito menos um teatro.
Não foi feito para se gesticular;
Nem para provar;
Nem muito menos para usar;
O amor não foi feito para ser: ele é.
É algo que o coração pede com o olhar, olha com o pensar, pensa com falar e mais uma vez não fala nada.
O amor não foi feito, ele se o faz com o passar dos dias.
O amor se faz para amar; Não precisa dizer que ama, basta amar!

Inserida por Davidffn