Textos sobre a vida para encontrar beleza no caminho
Acredito que a verdadeira medida de uma vida não se encontra no que as mãos acumulam, mas no que o coração distribui. Minha jornada é guiada por uma promessa silenciosa: ser a voz dos que não podem falar e a proteção dos que ainda não podem se defender.
Para mim, proteger uma criança é garantir que o futuro tenha esperança. Cuidar de um animal é honrar a forma mais pura de amor e inocência que habita a Terra. Em cada olhar resgatado e em cada sorriso protegido, encontro o meu propósito.
Entendo que a morte não é o fim quando deixamos algo vivo nos outros. Por isso, vivo sob uma única verdade:
Herança é o que se deixa para os outros; legado é o que se deixa dentro deles.
Que, ao final do meu caminho, o meu rastro não seja feito de posses ou títulos, mas sim pelo silêncio de um animal que não sofre mais e pela alegria de uma criança que cresceu segura. Esse é o meu compromisso. Esse é o meu legado.
Que é a vida? Uma fantasia.
Que é a vida? Um encantamento,
Uma realidade mirabolante, uma ficção;
E o bem maior, o futuro, uma criança.
E todas as crianças, pequeninas ou não,
São sonhos, e feitas de sonhos são.
Estrofe de versos livres: (Tu) Surges, Oh, Mundo!
Autoria: Prof. Cidiclei Medeiros
Obra original: criação poética autoral, em forma de releitura contemporânea de A Vida é um Sonho, de Pedro Calderón de la Barca.
Publicação anterior: disponível no Internet Archive sob o título O Gato Sortilégio desde 14 de setembro de 2026, no link: https://archive.org/details/screenshot-2026-09-14-at-13-06-37-gato-sortilegio
O INIMIGO INTERIOR
Talvez você nunca tenha caído
e sido derrotado nesta vida mais do que eu fui.
Mas eu aprendi que, ao cair,
eu sempre me levantei
e segui em frente sem me lamentar.
E as derrotas me ensinaram
que vencer não se trata de liquidar o inimigo,
mas, às vezes, temos que nos deixar vencer
para não sermos culpados por mal nenhum em alguém.
E assim se para a batalha e se afasta.
Isso não é derrota.
É saber que algumas guerras se alongam
e se tornam eternas.
Talvez o meu maior inimigo
não esteja do lado de fora,
mas dentro de mim.
Aprender a lidar com minhas fraquezas
e dominar o meu ódio
seja o primeiro passo para vencer o mal
que existe dentro de mim.
E assim eu serei sábio o bastante
para conter as guerras exteriores,
às quais somos submetidos todos os dias.
Lidar com o ego e a arrogância
que eu tento conter
e um dia eliminar,
sempre foi meu maior conflito pessoal.
Por Marcio Melo
Uma das ações mais brutais do tempo
é aceitar que a vida morre.
Que a beleza murcha,
que o sorriso desbota e cai,
que as festas se tornam esquecimento,
que os sonhos viram lembranças,
que o futuro sempre se torna passado
e o que era uma realização agora não existe mais.
E tudo que construímos ao longo da vida
é uma lápide sobre um túmulo onde o corpo se decompõe.
Marcio Melo
Iasmim carregava um sonho no peito,
uma vida crescendo, um futuro a nascer,
mas a vida, às vezes, muda o caminho
e deixa uma saudade difícil de entender.
Ela partiu cedo demais,
levando consigo tantos planos,
e deixou no coração de Lidimar
um silêncio que atravessa os anos.
Ele ainda ama Iasmim,
mesmo sem poder segurá-la em seus braços,
guarda seu nome em cada lembrança,
e sente sua falta em cada passo.
Havia uma criança a caminho,
um pequeno sonho de amor,
mas ficaram apenas as lembranças
e a dor de uma ausência sem fim.
Iasmim virou estrela distante,
uma luz que o tempo não apagou.
E, quando Lidimar olha para o céu,
pensa na mulher que tanto amou.
Que ela descanse em paz,
longe de toda dor e sofrimento.
E que o amor que os dois viveram
permaneça vivo na memória e no tempo.
Porque algumas pessoas partem,
mas nunca deixam de existir:
vivem nas histórias que contamos,
nas lágrimas e no amor que fica por aqui.
"Que possamos sempre seguir pela estrada da vida suportado nossas dores acreditado que amanhã tudo será melhor !
Não, nem sempre temos o que queremos o que merecemos mas a vida é uma jornada incrível !
Existe um Mundo lá fora e devemos viver porque a passagem é muito curta recordemos sempre o passado com saudade mas não devemos permitir que nos impeça de ser felizes no presente e sem grande preocupação com o Fuuturo porque não sabemos se chega ..
A vida é o momento e devemos temos o direito e dever de fazer com que cada momento seja único, memorável e isso cabe a nós próprios!
porque no dia que você permitir que alguém tone as redeas da sua vida você já deixou de ser você!
O que penso da vida quando tudo se reduz à simplicidade? Um estado de consciência e cognição sobrecarregado pelas fontes que dominam a mente. Há um programa que nos faz respirar; outro que nos faz ver apenas o que querem, até o fim.
Nada parece mudar esse fato, pois somos peças — engrenagens simples que se desgastam, quebram e são substituídas por outras, mais novas e atualizadas, em um contínuo processo de programação.
Ainda assim, pela probabilidade estabelecida pela intenção da metacognição — observando atenta aos detalhes mais profundos —, vemos o tempo se destilar, como em uma tela do cubismo visual. Abrangemos um sentido que perdura no estado emocional; olhamamo-nos em espelhos quânticos que revelam nossos pensamentos e fragmentos esquecidos. Mentes primitivas alinhadas ao tempo e ao espaço, transcendendo a própria ilustração de um fractal visual."
Hoje sinto a vida escorrer entre meus dedos.
Não com desespero, nem com a urgência de quem tenta detê-la.
Há uma melancolia mansa em mim.
Daquelas que não ferem, apenas convidam ao silêncio.
Descanso os braços, afrouxo as mãos, e observo.
Os dias passam, as pessoas mudam, os sonhos amadurecem, e o tempo segue seu curso.
Há beleza nisso.
Uma beleza suave, quase imperceptível, que só se revela quando deixamos de resistir.
E nessa melancolia serena, compreendo que viver não é segurar a vida, mas sentir sua passagem enquanto ela toca nossas mãos.
Agora é o momento.
A vida passa mais rápido do que imaginamos, e muitas vezes deixamos para amanhã o abraço, o pedido de desculpas e as palavras de amor que poderiam transformar o nosso hoje. Não espere perder para reconhecer o valor, nem sofrer para aprender a perdoar. O passado não pode ser mudado, mas o presente ainda está em nossas mãos. Perdoar não é esquecer a dor, é escolher não viver prisioneiro dela. Abrace, ame, recomece e faça as pazes consigo mesmo. Porque o tempo não volta, mas sempre podemos escolher viver de um jeito diferente.
A vida é feita de encontros e desencontros… Mas de quem é a escolha?
Há pessoas que poderiam ter sido uma das partes mais bonitas da nossa história…
Aparecem sem querer chegar, desaparecem sem querer partir…
Esquecem que o amor se constrói na presença, nos pequenos gestos, no abraço que aconchega, no beijo estátua, no cheiro do cangote…
Nos instantes em que o tempo perde a medida exata…
Poderiam ter sido amor, cumplicidade, casa…
Que o amor pouco não seja o bastante…
Porque presença é escolha… E ausência também…
Havia música na cozinha,
panelas ao lume,
e um homem que ria alto
como se a vida não lhe pesasse.
Tinha fortuna nas mãos,
mas talvez tempestades na alma.
Porque o dinheiro enche uma casa,
mas não silencia o que nos falta.
Houve mãos que magoaram,
e feridas que não posso ignorar.
Mas também houve um riso
que ainda consigo recordar.
Hoje, sentava-me ao seu lado,
sem julgar, sem tentar adivinhar.
Perguntava-lhe apenas:
O que sentes quando estás a cozinhar?
Porque há fortunas que se contam,
e há pazes que não se podem comprar.
A vida é uma desonestidade magnífica.
Eu amo a natureza e tudo o que existe, mas não ignoro que a existência é hostil, perigosa e, muitas vezes, triste. O erro do sistema é tentar 'resolver' esse contraste. Eu descobri que não há saída para esse paradigma, porque um lado potencializa o outro. Sem o perigo, a beleza é invisível; sem a tristeza, a alegria não tem sentido. Eu não busco a paz dos alienados, eu busco a vibração de quem aprendeu a ser o próprio motor desse conflito. A realidade dói, e dói muito, mas é nessa dor que a gente para de ser boneco de barro e começa a ser anomalia viva.
Há uma grandeza silenciosa na vida comum: nos laços que tecemos dia após dia, na fé que sustenta nossos passos, nos sorrisos e lágrimas partilhados.
O extraordinário não reside em roteiros grandiosos, mas na coragem de construir algo duradouro: um lar, uma família, memórias simples que ecoam pela eternidade.
A verdadeira beleza da existência floresce justamente onde menos se espera: nos detalhes ordinários que, ao final, revelam-se milagres cotidianos.
Aquilo que está acontecendo na minha vida é exatamente o que eu preciso para a minha evolução, e eu escolho nutrir essa crença. Se acredito que eu estou onde deveria estar para evoluir, eu me pergunto: o que tenho para aprender aqui? O que posso fazer de melhor com isso? E se é algo que eu não gostaria de estar vivendo, como posso lidar com isso e aprender, para me colocar em outra situação na qual eu realmente queira estar.
Jane Silva
12/10/2026
A cultura ainda é o que nos salva da loucura de uma vida sob nós mesmos (ainda que também seja o que nos entorpece).
Melhor a cultura que a falta dela, vivida apenas com o desespero dos jovens, adultos e idosos e de uma vida seca, amargurada e vazia..
Que porre inimaginável, amigos, se não tivéssemos acesso à arte, música e cultura em geral gratuita! (Idas à cinemas, museus e shows inacessíveis à uma grande massa que tanto ainda precisa dela)!!
só não reclama de pouca cultura, cultura inacessível ou falta de cultura, quem não conhece o peso de por muitos anos, ter crescido sem poder ter tido acesso facilitado à ela!
Com ingressos que hoje que pago, a criança e família que tive, não poderia ter me apresentado nunca nem mesmo ao mpb, que determinados lugares cobra inclusive cover 'por cabeça'!
É genocídio cultural pensar mal da cultura gratuita (tudo deveria ser bom, eficiente e gratuito? Sim, em especial o principal de educação e saúde também).
Ainda assim a cultura não tem esse motivo pra ser deixada de lado, jamais.
É exatamente disso que a vida é feita: de momentos.
Momentos de alegria e de tristeza, de encontros e despedidas, de vitórias e derrotas. Momentos que, mesmo quando não compreendemos, trazem lições capazes de transformar quem somos.
O importante é nunca esquecer que cada experiência tem algo a nos ensinar. Nem sempre entenderemos os caminhos que a vida escolhe, mas podemos escolher como caminhar por eles.
Por isso, façamos a nossa parte da melhor maneira possível, com amor, honestidade e sabedoria, sem tentar controlar aquilo que não depende de nós.
A vida nem sempre acontece como desejamos, mas talvez a sua beleza esteja justamente nisso: nem tudo o que queremos nos faz crescer, assim como nem tudo o que nos machuca vem para nos destruir.
Porque, no fim, alguns momentos nos fazem sorrir, outros nos ensinam a chorar, e há aqueles que só compreendemos muito tempo depois. Mas talvez seja justamente aí que a vida revele sua maior sabedoria: nada permanece igual, tudo nos transforma, e até os caminhos que não escolhemos podem nos levar aonde precisamos chegar.
Não tente entender cada página enquanto a história ainda está sendo escrita. Viva, aprenda, faça o bem e confie. Um dia, ao olhar para trás, você poderá perceber que até os capítulos mais difíceis tiveram seu lugar — e que a vida não estava apenas passando diante dos seus olhos. Estava ensinando você a se tornar quem é.
A VIDA É UMA SÓ. NÃO TENHA MEDO DE VIVÊ-LA.
Sonhe sem medo, deseje sem culpa e caminhe na direção daquilo que faz seu coração vibrar. Vá para onde sua alma encontrar paz e seja quem você nasceu para ser, não quem esperam que você seja.
Você tem apenas uma vida, e o tempo não devolve as oportunidades que deixamos passar. Por isso, não adie a felicidade, não abandone seus sonhos para satisfazer expectativas alheias e não permita que o medo de errar impeça você de tentar.
Tenha felicidade suficiente para tornar a vida doce, dificuldades para torná-la forte, tristeza para torná-la humana, sabedoria para aprender com as quedas e esperança para encontrar luz mesmo nos dias mais escuros.
Abrace quem ama, perdoe quando seu coração estiver pronto, valorize os pequenos momentos e nunca se esqueça de que a vida acontece enquanto fazemos planos para o futuro.
No fim, você não vai desejar ter agradado a todos, ter acumulado mais coisas ou ter vivido sem cometer erros. Vai desejar ter amado mais, tentado mais, sentido mais e tido coragem de viver a vida que realmente queria.
Porque, no último capítulo da vida, não serão os dias que você viveu que farão a diferença, mas a vida que teve coragem de viver. E a maior tristeza não será partir deste mundo, mas descobrir que, por medo de perder, você nunca se permitiu viver de verdade.
Há pessoas que passam pela nossa vida e nunca mais vão embora por inteiro.
Cada pessoa que encontramos é um universo único, uma história irrepetível, uma maneira singular de tocar o mundo. Ninguém substitui ninguém, porque cada alma deixa marcas que pertencem somente a ela.
Algumas pessoas chegam como brisa, outras como tempestade. Há aquelas que nos trazem paz, as que nos ensinam pela dor e as que, sem perceber, transformam para sempre a maneira como enxergamos a vida. Algumas ficam por anos; outras permanecem apenas por um instante. Mas o tempo de permanência nem sempre determina a profundidade da marca que deixam.
Porque todo encontro verdadeiro é uma troca silenciosa: alguém leva um pouco de nós e deixa um pouco de si. E, assim, mesmo sem perceber, vamos carregando pedaços de tantas vidas dentro da nossa, feitos de palavras, gestos, afetos, aprendizados e lembranças que o tempo não consegue apagar.
Talvez essa seja uma das mais belas responsabilidades de existir: compreender que nunca tocamos outra vida sem, de alguma forma, fazer parte dela.
No fim, somos feitos de encontros. Somos pedaços de quem amamos, marcas de quem passou, lições de quem partiu e lembranças de quem permanece. E, quando a vida finalmente nos ensinar a olhar para trás, talvez descubramos que algumas pessoas não cruzaram o nosso caminho apenas para fazer parte da nossa história, mas para mudar, para sempre, quem nos tornamos.
Talvez seja esse o verdadeiro milagre dos encontros: descobrir que alguém pode deixar de caminhar ao nosso lado sem jamais deixar de fazer parte de quem somos.
Porque existem pessoas que passam pela nossa vida… e existem aquelas que, depois de passar, passam a viver em nós para sempre.
Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.
É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.
Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.
É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.
O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.
A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.
Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.
Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.
Por André Luiz Santiago Eleuterio.
A incerteza e a esperança do amanhã
A vida nos oferece dois caminhos que caminham lado a lado: a incerteza do amanhã e a esperança de vivê-lo.
Não sabemos o que o futuro nos reserva. Fazemos planos, sonhamos, imaginamos encontros, conquistas, recomeços e tantas histórias bonitas que ainda gostaríamos de viver. Entretanto, não temos sequer a certeza de que estaremos aqui para testemunhar tudo aquilo que planejamos.
E, mesmo assim, esperamos.
Esperamos viver dias melhores, conhecer pessoas, realizar sonhos, descobrir novos caminhos e escrever capítulos que ainda não existem. A esperança talvez seja justamente isso: continuar acreditando na possibilidade de um amanhã que não nos foi prometido.
A vida é frágil e imprevisível, mas isso não precisa nos impedir de sonhar. Pelo contrário, talvez seja justamente a consciência de que o tempo é incerto que torne cada possibilidade tão preciosa.
Não sabemos se viveremos todas as histórias que imaginamos. Mas enquanto houver vida, podemos continuar esperando por elas, fazendo planos e caminhando em direção ao que desejamos.
Porque viver também é isso: não ter certeza do amanhã, mas ainda assim guardar no coração a esperança de que ele trará lindas histórias para contar.
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