Textos sobre Tempo
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Há quem perca tempo julgando, outros que ganham tempo ajudando.
Há quem atire pedras, outros que plantam flores. Há quem aponte as falhas, outros que observam as qualidades.
Há quem critique as vitórias alheias, outros que são felizes por elas.
Há quem reclame da vida, outros que agradecem por estar vivo.
Tempo ao Tempo.
Olimpíadas.
Nas Olimpíadas os atletas dos países que representam competem como adversários, não como inimigos, havendo respeito mútuo.
Anos de treinamento, disciplina, persistência e dedicação ao esporte merecem expressivo destaque.
As medalhas definem os melhores, mas participar de uma Olimpíada é uma grande conquista.
Emocionante ver a vitória dos medalhistas, ou dos que não a conquistaram; às vezes por décimos de segundos, ou por diferença mínima de pontuação.
Louva-se: ...são todos vencedores!
Bom dia
"Geralmente consideramos a continuidade do tempo como algo garantido, contudo, sabemos que ele é um recurso finito.
Ainda assim, nossos dias são, frequentemente, consumidos por rotinas que, em muitos casos, não refletem verdadeiramente o que valorizamos.
Isso pode resultar em um sentimento de insatisfação ou na sensação de que estamos simplesmente "sobrevivendo", ao invés de vivermos de forma plena."
Mantenha a fé em Deus, se esforce para ser uma pessoa do bem, enquanto ainda há tempo.
O mal sempre fica para quem o faz.
A grandeza e o dilema de ser pai
Ser pai é destino, missão que se trama,
Nos fios do tempo, oculto, a se entrelaçar,
Não é só a vida que se deve perpetuar,
Mas a alma que, em silêncio, se inflama.
Os filhos, seres que nos atravessam,
Não nascem apenas do corpo, mas do sentir,
Cruzam nosso caminho, e ao nos invadir,
Transformam o vazio que em nós cessa.
É nesse encontro que o belo se revela,
Quando o inesperado faz-se em ser,
Almas que, de não ser, passam a viver,
Forjadas no calor que o tempo sela.
Paternidade, processo singular,
Feito de alegrias e de dor calada,
Reconhecida, mas quase sempre velada,
Nos gestos simples, nas palavras a silenciar.
Em cada ação, o pai, com jeito finito,
Revela o divino que em nós habita,
Semelhante a Ele, na tangente da vida,
Invisível, mas presente, o mundo infinito.
Talvez o pecado maior seja a ausência,
Escolha silenciosa que a distância impõe,
De herói a vilão, o pai assim se põe,
No desejo de moldar, com severa paciência.
Mas é nesse dilema que a grandeza reside,
Caminhar entre a presença e o deixar ir,
Dar o melhor de si, sem nunca mentir,
Que o amor, mesmo imperfeito, é o que nos divide.
E assim, no vasto papel que o pai assume,
Descobre-se que ser grande não é só estar,
Mas que, mesmo ausente, pode perdurar,
Sua essência, no coração que o resuma.
Ser pai é mais que um destino traçado; é uma missão tecida nos fios invisíveis do tempo. Não se trata apenas de perpetuar a vida, mas de adentrar as profundezas da própria alma, onde os mistérios da existência se entrelaçam com os laços do amor. Os filhos, esses seres que nos atravessam, não precisam necessariamente brotar de nossa carne, mas devem cruzar o nosso caminho, tocando-nos e sendo tocados por nós. É quando o belo se revela, quando o inesperado se concretiza, e almas destinadas a não ser acabam se tornando.
A paternidade é um processo singular, forjado no calor das alegrias e no frio das dificuldades. Reconhecido, sim, mas quase sempre silencioso, escondido nos gestos simples e nas palavras não ditas. Em cada uma das suas ações, os pais, com o seu jeito finito de ser Deus, nos revelam o Divino que se faz homem. Semelhante a Ele nas tangentes da vida, por vezes invisível aos olhos, mas sempre presente, sustentando nosso mundo.
Talvez o maior pecado dos pais seja a ausência, essa escolha silenciosa de prover o bem-estar que, paradoxalmente, impõe a distância. E assim, de herói a vilão, transita o pai a cada repreensão, a cada tentativa de moldar o caráter, sem perceber que, em sua finitude, é reflexo de algo maior.
No entanto, é justamente nesse dilema que reside a grandeza da paternidade. Pois ser pai é caminhar na corda bamba entre a presença e a ausência, entre o querer proteger e o precisar deixar ir. É viver no eterno dilema de dar o melhor de si, mesmo sabendo que o melhor nem sempre é suficiente. Divergir, e por vezes reconhecer que o ideal nem sempre é o necessário. Mas, acima de tudo, é aprender que a grandeza de ser pai não está na perfeição, mas no amor que, mesmo imperfeito, é capaz de construir pontes onde só havia abismos e de transformar o vazio em plenitude.
E assim, na vastidão desse papel, o pai descobre que ser grande é dissernir entre o estar perto e se fazer próximo, saber que, mesmo na ausência física, sua essência perdura, enraizada no coração e nas ações daqueles que, passaram e se eternizaram por ele.
Balança do tempo
A balança do tempo fornece a medida exata para todos que lançam sementes ao longo da vida. As colheitas virão em momentos próprios, a qualidade dos frutos, vai depender da semente que foi plantada, e revelarão a qualidade das sementes, se foram boas ou ruins.
ATILA NEGRI
Geralmente escrevo quando me sinto solitária ou sofrendo por amor,quem não hein.! Nos últimos tempos tenho estado mais solitária do que sofrendo por amor.
Às vezes gosto da solidão, de estar sozinha comigo mesma,voltada para meus pensamentos, nunca deprimida, isso não. !
A última vez que sofri por amor na realidade não era amor,era necessidade, era carência, era desejo de ter alguém para partilhar, mas não era amor.O amor é diferente, você sente paz e calmaria,você não fica se fazendo mil perguntas sem respostas. Quando você ama de verdade, você confia, você quer estar junto o tempo todo, você se preocupa...
É, não era amor ,estou certa disso.!
Que bom que se foi pra não mais voltar.
Não queira alguém que não almeja o mesmo que você, que não queira fazer parte da sua vida.Nao seja só cama pra essa pessoa.
Não desperdice seu tempo com pessoas que não acrescentam nada na sua vida,porque o tempo vale mais que ouro,o tempo passa rápido e você não pode voltar o tempo.
Ame com sinceridade.
(Marilene Lira)
lira2010
Em páginas do tempo, guardamos no coração
Momentos doces, vivas recordações.
Um sorriso ao sol, um abraço apertado,
O cheiro de café, o vento dançado.
Belas memórias, eternas em nós,
Sussurram segredos, sem precisar de voz.
Nos fazem sorrir, mesmo em dias nublados,
Guardadas no peito, são nossos legados.
Acredito que tudo na vida tem o seu tempo. Existem coisas que não podemos antecipar, muito menos impedir que as coisas aconteçam. Nosso poder é viver, com toda intensidade, se entregando, aproveitando cada momento, vibrando com as nossas pequenas conquistas, porque vencer, não significa apenas que você chegou lá, cada passo é importante. Tudo nos faz avançar, dependendo da forma que escolhemos encarar a vida. Precisamos mudar a perspectiva e entender que a nossa jornada vamos construindo dia após dia. É cada acontecimento, cada pessoa que cruza o nosso caminho, é um pouco de tudo. É a soma dos afetos e desafetos; encontros e desencontros; dos desejos realizados e dos que ficaram na vontade. A vida é uma constante adaptação. Às vezes, Deus fará alguns ajustes necessários para nos alinhar aos planos corretos. O que não deu certo, não fazia parte da nossa vida, as portas que fecharam, não eram pra ser vividas, pelo menos, não naquele momento, pois o que é pra ser tem muita força e vai acontecer quando estivermos prontos. O propósito nem sempre vai fluir com aquilo que queremos, vai além. Tenha paciência, se não for bênção, é lição. Às vezes é preciso o seu colapso para criar seu avanço. Uma lição dói antes de ensinar, mas se não fosse pela luta, não teríamos a força que temos.
Siga em paz, no tempo certo vamos entender todas as coisas.
A verdadeira transformação só acontece quando vivemos no tempo verdadeiro, ou seja, quando nos fazemos plenamente PRESENTES no AGORA.
Dentro do looping do tempo, depois de um ano, nos reencontramos com nós mesmos, seja nas memórias de um simples "bom dia "ou nas lembranças de um luto. Portanto, cultive um BOM dia.
“Assim como a digestão de uma refeição exige tempo e método adequados, o mesmo acontece com o recebimento de uma informação. Quando o receptor não está familiarizado com o tema, vocabulário ou contexto, algo que deveria ser valioso pode ser percebido como sem sabor, sem gerar o esperado pico de dopamina, entusiasmo ou interesse. Portanto, o discernimento sobre o que compartilhar deve começar com o discernimento sobre onde compartilhar.”
Rafael Serradura, 2024
Por quanto tempo lembrarei de você, quando nos veremos novamente?
Hoje eu me lembrei que quanto mais eu te vejo sei que menos vou te ver.
Será que valerá a pena o nosso reencontro?
Você sempre me encontra quando eu menos te espero.
Porque você é assim.
Você sempre é distante.
É o que te torna especial.
Sei que somente daqui vários anos,
quando tudo for calmaria eu te verei novamente. Por mais que eu gostaria que você me visitasse com mais frequência.
Querido longo prazo,
Até a proxima vez que eu perceber que você chegou, e ansiar por sua próxima visita.
Vivemos num tempo onde os corações são trancados rigorosamente, as
pessoas se abstém da entrega total de seus sentimentos, renunciam seus desejos mais profanos e abdicam de uma vida amorosa de cumplicidade mútua a fim de evitarem decepções, desgostos e mágoas profundas.
O medo, nesses casos, é o mentor que rege e paralisa as ações daqueles que se sentem acorrentados pela incredulidade de um amor puro e capaz de transformar a vida em horas de alegria e satisfação.
Libertem os seus temores e se permitam a um envolvimento que possa ser proveitoso e preenchido de grandes oportunidades pelas quais estávamos esperando por toda nossa existência.
Se eu fosse descrever o amor
o amor é tudo o amor é o tempo é a juventude a velhice
o amor às vezes vai além de tudo
o amor chora o amor sorrir o amor lamenta o amor é solitário
O amor é companhia
O Amor é despedida o amor é recepção na chegada
o amor é festivo
mas às vezes é luto
o amor é tudo porque o amor é necessário
o amor é o que dá sentido à vida
não se vive sem amar
é preciso estar vivo para amar
se eu fosse descrever o amor
o amor é tudo isso e tudo que for preciso
o amor é rebelde
É imaturo é maduro
o amor envelhece mas nunca perde a essência é sempre o amor presente ao longo da vida
nunca ausente
e só é possível deixar de amar
deixando de se viver
mas na memória de quem fica
o amor se eterniza nunca se apaga
transcende a vida
O amor é a única realidade que fica
é assim que eu descreveria o amor...
É difícil descrever como me sinto quando penso em fazer algo importante e, com o passar do tempo, percebo que não consegui nem sequer tentar. É como se uma sombra pesada me envolvesse, um peso invisível que me impede de agir. No início, tenho toda a intenção, a determinação de ir em frente, de cumprir o que preciso, mas conforme os dias passam, algo começa a me travar.
Primeiro, surgem as desculpas, pequenas e insignificantes, mas que parecem convincentes no momento. “Hoje não é o melhor dia”, “Amanhã terei mais tempo”, ou “Preciso estar mais preparado”. E então, de repente, o tempo vai se esvaindo, e a janela de oportunidade começa a se fechar.
A angústia cresce dentro de mim, porque sei que estou me afastando do que deveria fazer, mas ao mesmo tempo me sinto impotente para mudar isso. É uma mistura de frustração e decepção comigo mesmo, um ciclo de promessas quebradas e expectativas não cumpridas. Quanto mais o tempo passa, mais a tarefa parece inalcançável, e o medo do fracasso se torna quase paralisante.
Fico mal ao pensar nisso, porque sei que estou perdendo chances, deixando que o tempo me controle, em vez de eu controlá-lo. A sensação de estar falhando comigo mesmo é amarga, e me consome de dentro para fora. Quero tanto conseguir, mas a realidade é que o medo e a procrastinação me prendem num lugar onde eu não avanço, e isso me destrói por dentro.
Penso no que poderia ter sido, no que eu poderia ter feito se tivesse agido, e a dor desse arrependimento é profunda. Mas, mais do que isso, é a constatação de que não estou cumprindo o que sei que sou capaz. E cada vez que deixo uma oportunidade passar, uma parte de mim se perde um pouco mais, tornando ainda mais difícil acreditar que, da próxima vez, conseguirei tentar.
Cada ruga, cada marca que o tempo constrói em nós me dão a certeza de que a vida nos esculpe com tamanha perfeição, apesar do tempo ser implacável e devastador.
Mas, em meio a toda essa mudança a vida teima em nos esculpir com uma nova versão.
É como se a vida nos dissesse: agora prova que é mais que um corpo violado pelo tempo.
Apresenta a sua alma.
Há quem diga que o tempo destrói o que temos de mais digno de admiração. Enquanto jovens, temos o poder dos atributos intrínsecos da juventude e talvez, por esse motivo, menosprezamos a grandeza da alma.
E depois?
O que fazer quando nada mais é possível para ocultar o envelhecimento inevitável?
Cada ruga, cada marca é uma história do que fomos e do que somos; é uma soma de cada vivência, cada experiência das quais não devemos ter vergonha e sim, orgulho.
Perdeu o fio da meada
Perdeu o tempo da jogada
Perdeu a flertada
Nada adiantou o curto pavio
Ficou a ver navio
Ancorada parada estatelada
Na beira da estrada
Sem querer quase nada
A passo trôpego
Há que recuperar o fôlego
Retomar o prumo
Seguir novo rumo
EsmaeSendo
EvoluIndo
Vôo lindo ...
Seja bom, mas não perca tempo
tentando provar para os outros as suas
qualidades, o seu valor.
As ações devem falar mais alto do que qualquer palavra.
E não se preocupe com as pessoas que
não conseguem enxergar a sua verdade
e essência, assim como as mariposas, as
pessoas boas são atraidas pela luz.
E cedo ou tarde, elas virão.
Uma vez escrevi um pensamento: "O que fazem aqui?"
Hoje, depois de muito tempo, voltei para responder a mim mesmo.
O pensamento era que deveríamos fazer algo por alguém enquanto estivesse vivo; nada de ir ao cemitério.
Mas quando aconteceu comigo: Ter que devolver meu filho para Deus; então, pude entender o porquê da minha avó ir duas ou três vezes no cemitério visitar o túmulo do meu avô.
Porque faz bem este ir... Ir no cemitério é uma tarefa dolorosa, porém necessária na minha vida... Cada um tem seu luto.
Caminhar me fez refletir e rever o rumo da minha vida, e ador que é parte do meu dia a dia, age com espinho que machuca e faz lembrar do que aconteceu comigo.
No dia que te vi pela primeira vez, o tempo parou,
entre as luzes e as sombras, você brilhou.
Coração acelerado, borboletas no ar,
era o início de tudo, sem eu saber.
Seus olhos, como faróis na multidão,
Um passo, um giro, uma batida do coração,
e de repente, tudo era só você.
Depois naquele gramado verde do quintal sob o
céu azul, seu olhar encontrou o meu, tão puro e tão cru.
O mundo silenciou, só nós dois a vibrar,
Naquele instante eterno, difícil de explicar.
Mas o tempo, cruel, não sabe esperar,
nos trouxe ao momento de nos separar.
Seus olhos de novo, agora cheios de adeus,
e o peso das palavras que nunca dissemos
carregavamo meu peito e o seu.
Despedi-me com o peito a sangrar,
um sorriso trêmulo, tentando disfarçar.
E as borboletas, antes vivas no peito,
se foram deixando um vazio tão perfeito.
E assim carrego cada olhar,
cada toque, cada passo, sem lugar.
Um amor que nasceu no brilho do teu olhar,
Se desfez no silêncio, sem esperança.
Mas ainda escrevo, por não saber calar,
essas lembranças que o tempo não vai levar.
Porque mesmo na dor, há beleza em sentir, em lembrar.
