Textos sobre Perdas
O que a vida te reserva!
Alegrias, tristezas, perdas, conquistas, calma, raiva, resiliência, amor...
A vida nos reserva sentimentos, não importa em qual idade ou situação, sempre sentiremos um desses sentimentos, é o que nos torna seres humanos.
A escolha do que sentir, essa escolha sim é nossa. Então se permita sentir tudo isso e muito mais...
Aprecie cada instante, o que será entregue ao se permitir sentir, será muito mais valioso e te ajudará a continuar vivendo.
Sinta com intensidade, viva com intensidade. O amanhã pertence a Deus, apenas se permita ser você mesmo HOJE.
A vida nos ensina a aceitar as derrotas, as perdas e as rejeições.
Ela também ensina a superar as traições.
Mas acima de tudo nos ensina a viver e, com as decepções, nos torna mais fortes e seguros de nossos sentimentos.
Infelizmente o resultado não é o mesmo para outras pessoas, que se tornam amargas, fechadas e indispostas a recomeçar e acreditar que nem todo mundo é igual a quem tanto mal lhe causou.
Felicidade e as perdas
Só o homem de coração aberto, olhar atento e ouvidos pacientes sabe...Este prazer é para poucos, fruto de um “luxo” que é viver desfrutando do que a vida tem a nos dar... Saber o que é a tristeza é ter a certeza que um dia encontramos a felicidade!
Tolice desprezar o perder, esta é a única certeza que temos! Viver é um jogo em que perdemos mais que ganhamos, para nossa felicidade, sim, felicidade! Se a felicidade fosse cotidiana, não teria a importância que tem, nem mesmo para ajudar-nos a superar os momentos difíceis de uma doença, um amor partido, um amigo que se foi para longe, a perda de um ente querido ou de um animal companheiro...
A felicidade é feita de pequenos instantes com a intensidade necessária para alimentar nossas recordações.
O ganho da perda
Entende-se a vida como de ganhos e perdas
Perde-se justamente
Até mesmo injustamente.
Ah!
Que dor alegre!
Venci e perdi em simultâneo
Tornado indigno da própria invenção.
Mercador mensário
Mestiço na própria alegria
Vença quem vença
Alegre-se o mentor indigno.
COMO ENTENDER AS PERDAS DA VIDA?
É INCRÍVEL COMO NÃO ESTAMOS NESSA VIDA COM CARTAS MARCADAS, COMO CONSEQUÊNCIA DISSO, NÃO APRENDEMOS A LIDAR COM A PERDA DE QUEM GOSTAMOS. MAS ENTÃO QUAL É O VERDADEIRO SENTIDO DA VIDA?
É DIFICIL ENFRENTAR AS DESPEDIDAS DO DIA A DIA...
NÃO TEMOS UM MANUAL PARA A VIDA. HÁ QUEM DIGA QUE A VIDA É UM CONSTANTE APRENDIZADO. SERÁ?
MAS ENTÃO PÓR QUE SOFREMOS COM AS DESPEDIDAS? COM A PARTIDA DE QUEM AMAMOS?
POR INCRÍVEL QUE PAREÇA SOMOS ENSINADOS COM A EXPRESSÃO E ESCUTANDO A SEGUINTE FRASE: “O TEMPO É O MELHOR REMÉDIO PARA TUDO”. ACHO QUE NÃO!
NAS PERDAS DA VIDA, O TEMPO SÓ AUMENTA A SAUDADE, AS ANGÚSTIAS, AS TRITEZAS, A SOLIDÃO... ENFIM DEIXAMOS DE VER A BELEZA DA VIDA. EMBORA QUEM PARTE DEIXE CONOSCO UMA PARTE DE SI, TENHO CERTEZA QUE JUNTO DELES ELES LEVAM CONSIGO UM PEDAÇO DE NOSSOS CORAÇÕES, E AS FERIDAS ABERTAS POR ESSES PEDAÇOS NÃO CICATRIZARÃO JAMAIS...
ENTÃO DIGO QUE NÃO CABE A NÓS ENTENDER AS PERDAS DA VIDA, E SIM APRENDER A CONVIVER COM A DOR DA SAUDADE.
EMBORA QUE ÀS VEZES A SAUDADE NOS SUFOQUE, TEMOS QUE SEGUIR, E RUMAR A UM NOVO HORIZONTE NA ESPERANÇA DE UM REENCONTRO.
AUTOR: PROF° Daniel Victor Poleza
Último dia de julho...
Vencemos desafios. Tivemos perdas, dores.
Foram muitas lutas e incertezas, mas de uma coisa tenho certeza: Deus esteve conosco. Nada é como foi antes, como o normal que conhecíamos, e dificilmente voltará a ser. Mas termino o mês com a certeza de que Deus nos conduziu a cada dia, e nos conduzirá segundo Sua vontade e sabedoria nos meses que virão.
O sentimento que prevalece é a gratidão, por estar aqui, apesar de. E de ter tido o pão de cada dia. Gratidão por mais uma etapa concluída, pelo fôlego renovado, pelo alívio dos cansaços e da dor pelas longas esperas. Gratidão por cada livramento, e principalmente pelo livramento desse vírus devastador que ceifou tantas vidas. Vamos continuar nos cuidando, cuidando do outro. Que a semente do Cristo brote em cada coração. Que tenhamos paz, empatia e respeito ao próximo.
Bom dia!
A LIÇÃO DA NOITE
Demétrio Sena, Magé – RJ.
Só se culpe do mal que vier a fazer;
pelas perdas e os danos que fujam do acaso;
não por dar ao desejo esse leve prazer
feito flor que respeita os limites do vaso...
Um amor proibido mede alcance, prazo,
onde quem o cultiva tem pleno poder;
sabe quando é manhã ou já se fez ocaso;
seu efeito está pronto a pôr tudo a perder...
Não se culpe de amar a quem não deveria;
sentimento e sentidos terão harmonia
se você platoniza e tão só insinua...
É preciso aprender a lição de rotina,
quando a noite se forma e borda na cortina
o romance platônico entre sol e lua...
PERDAS E DANOS
Demétrio Sena - Magé
É pra não lhe ferir que me preservo
desde quando senti que sou capaz,
pelo quanto acumulo em frustrações
onde jaz o meu sonho mais bonito...
Hoje a minha poesia é o epitáfio
desse amor que viveu de acreditar,
mas também de morrer por tanto tempo
a gritar um silêncio no deserto...
Adiei tantas vezes os meus olhos
para todos os tons dos meus enganos,
minhas perdas e danos afetivos...
Nem por isso eu desejo lhe ferir,
sei até preferir comprar a culpa
e lhe dar esse alívio terminal...
... ... ...
"TIÃO", EVANILDO E OUTRAS PERDAS
Demétrio Sena - Magé
Em poucos dias, este quase fim de maio teve duas perdas que desmaiaram o ano: uma delas, a do Evanildo Bechara. Trata-se de uma perda que empobrece o meio literário e intelectual brasileiro, além de abrir um buraco difícil de fechar, na Academia Brasileira de Letras, que tem ocupado suas cadeiras de formas duvidosas, a meu ver. Uma perda Ípsis Líteres. "Ao pé das letras".
Perda salgada, a do "Tião", o Sebastião Salgado, para o meio fotográfico e o Brasil, como um todo. Ele deixa um legado de muita sensibilidade, reflexão e denúncia, por meio de suas fotografias, quase todas em preto branco. Era sua forma de ressaltar seus alvos, especialmente quando fotografava mazelas e tristezas do Brasil e do mundo. Em ambas as perdas, o empobrecimento da arte, da literatura e da inspiração inquestionável.
Além de Sebastião Salgado e de Ivanildo Bechara, a cultura brasileira tem sofrido grandes e duras perdas, nos últimos tempos. Quem há de costurar esses rasgos? O que há de nascer, de mortes tão significativas? O que há de repor esses valores?
... ... ...
Respeite autorias. É lei
PERDAS E DORES
Vou começar dizendo que ninguém gosta de perder nada, até mesmo aquilo que não parece ter valor para a grande maioria das pessoas.
Tem perdas que acontecem e nenhum impacto causam, mas existem aquelas que nos causam dor e preocupação. A perda da saúde é algo que preocupa sempre, mas também não podemos esquecer que é praticamente inevitável com o decorrer dos anos, principalmente com o envelhecimento (todo cuidado é pouco); mas não esqueçamos que perda de saúde não acontece sómente com pessoas mais velhas, mas com todos que estamos vivos.
Dor das perdas, sim perdas causam dor e se existem uma coisa inevitável é a que chamo de idade das perdas, e que por mais que esperamos ou vejamos como natural, não tem como evitar a dor e a saudade.
A idade das perdas é aquele tempo em que vemos pessoas partindo daqueles fazem parte de nossa história: bisavós (poucos tiveram contato), os meus só conheci nos registros de familia, pois ficaram na Espanha, Portugal e nunca os vi. Perdi meus avós ainda criança; primeiro foi o avô Anselmo que sempre comprava chocolates na padaria do largo do Boturussu em Ermelino Matarazzo, depois foi a avó Elvira que sempre nos levava para limpar o casarão antigo dos patrões do local onde morava. Tempo vai passando e lá se foi a avó Carmem que nos encantava com seus cabelos ruivos e doçura em tudo que fazia e por ultimo o avô José Perez com sua fala rápida misturando espanhol com português.
A idade das perdas segue implacável. Dias atrás sonhei com meu pai, que para variar estava ajudando num trabalho numa torre de igreja ....saudade, que saudade senti quando acordei; já fazem 35 anos (tinha 56 anos), depois foi minha sogra Ana Amorim também com 56 anos e perdas vão se somando, veio meu sogro Silas um homem de Deus e mais recente em março deste ano minha mãe Mafalda.
Na idade das perdas somando-se a esses perdemos também tios, tias, primos e primas e cada vez mais pessoas vamos vendo partir deste mundo; e quando olhamos em volta vamos nos vemos cada vez mais sós.
É verdade que temos agora uma outra realidade seguindo o ciclo da vida, deixamos de referências e passamos a ser referência, pois tenho esposa, filhos, netos, sobrinhos, agregados. Fato que também nos leva a encarar que chegamos ao ponto em que no tempo certo de Deus pegaremos a senha e causaremos a dor da perda naqueles que nos amam.
Para as pessoas um pouco mais distantes o tempo se encarregará de esquecer, mas os mais próximos a perda vem com a dor que nunca passa. Diminui, mas não passa.
"Meus dias são como a sobra que declina, e vou murchando como erva. Mas tu, Senhor, está entronizado pra sempre, teu nome será lembrado por todas as gerações" Salmo 102.11,12
Apesar do tom melancólico do texto, sou grato a Deus por tudo e pela certeza de que o Senhor nos conforta a cada dia.
Um sonho aqui, uma lembrança ali, uma lágrima e na maioria das vezes sorrisos pela alegria trazida em vida por aqueles que partiram.
Não é uma tarefa facil conviver com perdas de qualquer natureza, mas a certeza da presença do Senhor nosso Deus conosco sempre nos renova.
Perdas causam dor e são inveitáveis, mas felizes são os que tem alegria de ver e conviver com as novas gerações.
Quero concluir com esse texto de Paulo aos Coríntios: "Porque Deus, que disse: Das trevas brilhará a luz, foi ele mesmo quem brilhou em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo. Temos porém, esse tesouro em vaso de barro, para que o poder extraordinário seja de Deus e não nosso. Sofremos pressões de todos os lados, mas não estamos arrasados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; 2 Co 4. 6 a 9.
"Sabemos que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com ele e nos apresentará convosco. Pois tudo é para o vosso benefício, para que a graça multiplicada por causa de muitos faça transbordar as ações de graças para glória de Deus". 2 Co 4.14,15
Deus nos abençoe, conforte e fortaleça no dia que se chama hoje.
Valdenir Albarral
Há necessidade de passarmos pelas dores, frustrações, perdas, na nossa vida.
Só assim seremos capazes de reeditar a nossa própria história, e fazer dela um trampolim para o sucesso.
Não tenha medo de mudar, não permita contaminar-se pela insegurança e pelo acaso das circunstâncias.
Dê a esta situação a oportunidade de esculpir sua personalidade.
Minh' alma,
depósito de cores.
Muitas flores.
Jardim imenso,intenso!
Minh'alma sofreu perdas,
chorou, sorriu, renasceu, floresceu! Em seu olhar,
minh' alma o amor reconheceu.
Minh'alma é eterna,
depósito de amor.
Amor que sinto
por mim, por ti.
Amor que transborda a alma.Acolhe e acalma.
Ah, eu quero mais é viver!
Ao teu lado despertar,
sentir o calor do sol e
deixar os raios
entrarem de mansinho
em nosso ninho,
em nossa pele
sentir o carinho.
Minh'alma sempre
contigo amanhecer.
O amor transcende,
a alma sente que
amar é um bem querer.
A vida é um constante aprendizado, e as perdas que enfrentamos, sejam em negócios ou relacionamentos, trazem lições que moldam quem somos. Já tive apostas que pareciam certeiras, planos que tracei com confiança, mas que acabaram escapando pelos dedos. No momento, cada perda parecia um fracasso absoluto, mas olhando para trás, percebo que cada "não deu certo" foi, na verdade, uma chance de ajustar a rota.
Nos negócios, aprendi que nem toda oportunidade vale o risco e que nem sempre as coisas acontecem no meu tempo. É preciso estratégia, paciência e, acima de tudo, resiliência. No amor, entendi que apostar em alguém que não está na mesma sintonia é como investir sem analisar o mercado: a chance de quebrar é alta. Relacionamentos exigem reciprocidade e alinhamento de valores. Sem isso, não é parceria; é desgaste.
Hoje, levo comigo a certeza de que perder é apenas parte do processo de ganhar sabedoria. Cada erro foi uma lição, cada decepção, um empurrão para algo melhor. A vida não se trata de não cair, mas de se levantar mais forte, mais atento e mais preparado para as próximas apostas. O jogo só acaba quando eu decido parar, e isso, meu amigo, não está nos meus planos.
Às vezes.
E nem é por querer. É que, em meio às minhas frustrações, perdas, cobranças internas e essa pressão de ter que dar certo, eu acabo me perdendo de mim e, sem perceber, me afastando de quem eu mais queria por perto.
Não é falta de carinho. Não é ingratidão.
É só um coração cansado, uma mente sobrecarregada, tentando lidar com o peso de metas não batidas, com a luta diária de manter o emocional em pé, e com a realidade financeira que nem sempre acompanha a vontade de vencer.
Tem hora que tudo que eu queria era conseguir explicar… mas o silêncio parece mais fácil.
Tem hora que tudo que eu mais preciso é só um tempo — pra respirar, me reencontrar e me lembrar do porquê comecei.
Se um dia eu me afastei de você… saiba que nunca foi por falta de sentimento.
Foi só um momento difícil, disfarçado de silêncio, E um respeito sem respeito.
Cada indivíduo viveu perdas singulares em sua própria "cabana". A obra A Cabana, de William P. Young, convida à reflexão sobre a cura emocional ao longo do ciclo da vida. Nessa perspectiva, a fé, o tempo e o perdão se revelam como ferramentas poderosas para interromper ciclos de sofrimento. Por isso, revisitar os acontecimentos passados com um olhar introspectivo pode ser a chave para cicatrizar feridas profundas.
Em primeiro plano, é válido ressaltar que a fé se destaca como uma força real capaz de oferecer orientação nos momentos de incerteza. Nessa linha de pensamento, depreende-se, que ela não elimina a dor neste mundo, mas sua presença suaviza a sobrecarga no coração. Prova disso é que muitos encontram nela um refúgio, mesmo em meio às adversidades.
Em segundo lugar, verifica-se que o tempo se apresenta como aliado silencioso no processo de cura. Sob essa ótica, após honrar as próprias lágrimas e atravessar o período de luto, torna-se natural refletir sobre a permanência da mágoa no coração. De maneira análoga, o tempo atua como escultor da alma — não apagando o passado, mas moldando sentimentos brutos para seguir adiante em formas compreensíveis, ainda que imperfeitas.
Além disso, o perdão é outro importante instrumento de libertação, visto que este pode interromper traumas e desfazer amarras que impedem o crescimento espiritual, ao mesmo tempo em que abre espaço para a renovação interior. Ademais, o pecado, por si só, já representa um castigo para quem o comete, por configurar um afastamento da plenitude do amor. Dessa forma, exercer o perdão é um ato de compaixão primordialmente consigo, apesar de, muitas vezes, o agressor não o merecer.
Conclui-se, portanto, que a dor emocional, embora invisível, não deve ser negada, mas acolhida e compreendida. Destarte, ao reconhecer esse sentimento de inquietação, o processo de libertação tem início. Concomitantemente a isso, a fé, o tempo e o perdão revelam-se como instrumentos eficazes para amenizar feridas da alma e abrir espaço para novas possibilidades de vida. Dessa forma, a superação da dor emocional poderá, enfim, ser o encerramento de um capítulo — e não mais uma prisão eterna.
Perdas e ganhos,
São tantos enganos
Que moldam a tua vida.
As feridas abertas
E sua índole certa
No mundo de mágoas
Tão reprimidas!
Chamem um psiquiatra
Para o meu psiquiatra
Ouvi o que ele relata,
Ser apenas os meus delírios.
Ou chamem um exorcista
Que não borre as vistas
Quando ouvi a risca
Meus relatos sem lírios.
Após duras perdas,
logo cedo, tornou-se sombrio,
sempre em busca de justiça,
agindo como um morcedo
à noitenas sombras,
furtivamente, frio e calculista,
ele nem pensa em parar,
já livrou muitos de serem vítimas,
de outros, foi o desespero
e tendo em vista que o mal
nuncase cansará, pra sua tormenta,
não descansará o Cavaleiro das Trevas.
Talvez, 2020 Demore para fazer sentido,
Nossas vidas foram mudadas
por causa de um vírus,
Perdas de Entes Queridos,
Metas adiadas, Momentos Não Vividos,
Estruturas Abaladas,
Forças testadas, Caracteres revelados
Em vários aspectos
diante de vários fatos,
Um inesperado grande confronto,
Entretanto, foram lembradas prioridades
Pais tiveram a oportunidade de presenciar os primeiros passos
de seus filhos
Sorrisos se fizeram mais necessários,
Novos hábitos foram adquiridos,
pessoas se reinventaram
De um jeito ou de outro, todos fomos atingidos
Muitos foram curados,
outros, infelizmente, não resistiram
Houve choros, mas também
alguns risos,
Ficamos abalados e Fomos Fortalecidos
E mesmo sendo difícil
tudo compreender, podemos escolher,
Ficar lamentando o que foi sofrido
ou podemos agradecer a Deus
pelo O que foi superado,
por termos sobrevivido,
A luta ainda não acabou,
mas sem gratidão,
será muito pior.
GANHOS E PERDAS
(Bartolomeu Assis Souza)
Tem situações na nossa vida
que o remédio é mais prejudicial
do que a doença.
Vida e morte estão juntos.
A morte pode ser uma perda,
mas há situações que ela é um ganho.
A vida e a morte só importa,
só vale a pena quando
cometemos erros.
A vida nos prega surpresas.
As últimas perdas definitivas e inesperadas da vida fazem nos enxergar com pura nitidez o quanto o ser humano é tão frágil e insignificante, sagaz, mentiroso. Fazemos, dizemos coisas, achamos que ações e palavras não mudam nada, mas é ai que nos enganamos, que palavras e atitudes diz muito de quem somos e de como agimos de acordo com cada evento de nossa vida, com quem nos envolvemos, de como viveremos e se realmente valerá apenas certos acontecimentos em nossas vidas. Atitudes e palavras são o que sobra de toda uma vida nada de roupas, ou correntes, ou sapatos, ou carros, ou casas e dinheiro mudaria quem somos ou fomos com o nosso próprio caráter, com nossa própria consciência, com o nosso próprio eu. As surpresas sempre acontecem e sempre irá acontecer no nosso cotidiano.
Aprender a viver hoje num mundo globalizado e consumista é uma tarefa extremamente difícil, cada dia com a possibilidade de progredir ou não com os acontecimentos que fazemos e os que vemos também acontecer e os que temos que conviver e o principal deles o de ouvir o que não queremos. Ouvir telejornais, ver jornais ou revistas que só dizem coisas que nos desagrada e faz nos sentir menosprezado.
Enxergar o quanto o sentimento é fortemente importante na vida de qualquer ser humano todos estão a mercê de uma vida cheia de coisas boas e más, mas a vontade da 'carne', dos desejos e a hipocrisia das próprias vontades nos transforma e podendo em vários momentos nos afastar da verdadeira felicidade.
Se entregar de coração, de corpo e alma não se limitar aos desejos, sinceramente saber viver aquele momento e saber guarda-lo dentro do seu intimo. Saber o quanto cada pessoa tem sua exclusividade seu desejo, sua vontade, seu sonho saber como cada pessoa desperta o que existe dentro de nós, saber como cada pessoa encara nosso modo de ser de uma forma que nos faz mudar, mas o que muda é o amor. Não precisamos de meses ou anos para se notar quando gostamos de alguém de uma forma especial. A idade muitas vezes influencia em atitudes, a inexperiência é amiga dos tropeços. O tempo passa e as vezes mudamos de atitudes, mesmo sendo contrárias ao que sentimos no momento, por medo de se apegar, por medo de sofrer, por medo de amar.
A dor da perda é a pior dor emocional que o ser humano pode sentir e por isso 'corremos' tanto dela, deixamos que pessoas nos limitem, deixemos de fazer o que achamos que é certo junto com o sentimento sincero e diferente que nos possuiu e nos rendemos ao fracasso de esquecer tudo que vivemos e tudo que um dia nos fizeram felizes. A vida nos prega cada surpresa, desejamos coisas que muitas das vezes não podemos alcançar. Desejamos coisas boas para nós e coisas más para outros, essas são as surpresas da vida.
