Textos sobre palavras
Cada palavra tem o poder imensurável tanto para o bem quanto para o mal
Há palavras que pode alegrar e entristecer
Palavras que edificam e destroem.
Palavras que motiva e também desanima.
Outras unem e separam.
Palavras que irão curar ou ferir, nos fazer caminhar e também cair.
Palavras que fortificam a alma ou dissipam até o espírito.
Palavras que absolvem e condenam.
Deus em sua soberania ,deixou em palavras,
as que salvam e as que fazem perecer.
Só é preciso saber como e quando usar tal poder.
Pois só sai da boca o que está repleto no coração
Jesus era amor e da sua boca foi transmitido o que em seu coração tranbordava.
Palavras podem ser usadas inúmeras vezes pra o bem ou para o mal, basta apenas que transborde através de palavras tudo que foi colocado em seu peito.
ENCONTRO
Invólucro veloz
Insaciável solidão
Insondável rastro
Carente perfumado
Segredado momento
Distancia-se tardio
Ornamento noturno
Esquecida noitada
Perdida escuridão
Calçada Portuguesa
Esperançosa saudade
Apaixonado sentimento
Ecoado pensamento
Intimista paixão
Amor tão desejado.
TALVEZ
Hoje, estranhamente
Não sei o que escrever
Talvez escreva algo
De dor, talvez de amor
Ou de nada em concreto
Talvez algo já conhecido
Como os versos em cor
Das muitas letras sem dor
Nas palavras de amor
De um sono já acordado
Que repousa num poema
Num verso, numa prosa
Numa saudade ou não.
MATARAM A COTOVIA
Já mataram a cotovia
Porquê? Pergunto eu
Queria ter voado com ela
Livremente pelo céu azul
Sobre o meu amado mar
Sobre as altas montanhas
Poisar nas fragas geladas
Das nossas serras, dos montes
Que saudades me deixaste?
Ó minha querida cotovia
Em que solidão me deixas-te
Fiquei com os dias tristes
Como as fragas frias das serras
Nevoeiro da imagem que eclode
Na mente, quando de noite cobre o sol
Num véu espesso, que cobre a dor
Ela torna-se cada vez mais intensa?
Persigo os sulcos da saudade
Ó minha doce pequena cotovia.
TU ÉS MEU
Tu és o homem que eu quero
Não temos não existe segredos
Acredita nunca me senti assim
Dás-me alegria, amor e paixão
Entre o céu, a lua, as estrelas
Gosto sentir o teu forte corpo
Nos carinhosos abraços que tu
Me dás, sinto todo o teu amor
Amo beijar-te deixando-te louco
Gosto de saborear-te lentamente
De loucuras que assolam a mente
Nos teus gemidos de tanto prazer
E por segundos sinto-te a escorregar
Pelo meu corpo de ternas sensações
Posso saborear-te a qualquer hora
Sem hora marcada de dia, de noite
Tu és só meu, eu sei tenho a certeza
Dás-me amor quando me sinto só
O meu ser procura-te delirantemente
Nas frias noites de inverno, nos dias
Quentes de verão, tardes de primavera
Não vivo sem ti, tu és o meu homem.
CALÇADA
Aqui estou, aqui me vejo
Num túnel mal iluminado
Esquecida ou encontrada
No meio de tudo, de nada
O corpo flutua e já dorme
Numa vida tão mal contada
Balançando no inexpressivo
Num velho, perdido combate
Sou a bússola na imensidão
Do meu próprio pensamento
Onde os ponteiros do relógio
Não encontram já o caminho
Ao longe o olhar não avista
Num passado num presente
Onde a mente pisa os seixos
Calça já as pedras da calçada.
SOMBRA
Perdida esquecida, sem oxigénio
Num ergástulo escuro, sem dor
Pequena letra, palavra escondida
Insensata atmosfera, talvez hipócrita
De verdades que são muitas vezes
Falsas promessas, ânsia de liberdade
Coabita na contemplação da morte
Apenas pede a Deus a misericórdia
Que a sua alma anseia há tanto tempo
Um premio que ele acha que merece
Cobre o seu frágil corpo, com um velho
Manto preto já roto, ergástulo eterno.
Um papel em branco, que palavras posso escrever?
Aquelas que sinto e quero dizer, e
Muitas são aquelas que consigo esconder.
Cai a noite de mão dada com chuva fria,
Aqueço meu coração quando me transmites tanta alegria.
Palavras, gestos, imagens, cores ou sons posso comunicar.
Mas poucas são as palavras que consigo dedicar.
Transpiro das mãos e a alma está inquieta.
Pouso a lapiseira… pois não sou poeta.
Por vezes insistia em tentar mudar nos
outros o que pensava estar errado, ledo
engano, pois cada um tem uma visão
diferente da vida.
Deixei de gastar minhas palavras com
quem não dá importância sobre o que penso
Descobri que não posso ser professor
da vida alheia; tenho muito o que apreender
sobre mim, então que direito tenho de
transformar o que não me pertence?
Dar murros em ponta de faca é burrice
e desgastante. aprendi a aceitar os outros
como são, e se não gosto, saio em silêncio
sem fazer alardes.
Esta atitude de sabedoria
não significa covardia!
Palavras, gestos, tempo
Não precipite em suas palavras
precipite no amor em gestos
as palavras podem expressar engano
a ouvidos que não escutam sabiamente
porém os gestos exprimem o profundo
em forma de mistérios,
o que é, e o que há de ser o coração pode descrever,
e se não descreve no ato o tempo trará o discernimento,
mas uma palavra mau dita, é como uma flecha lançada
é difícil trazer de volta sem deixar sua marca;
o arrependimento pode até te aliviar
do fardo do que você se cingiu
mas não é poderoso pra logo cicatrizar
a ferida que as palavras abriu!!
"Yuri Rodrigues"
Às vezes, vocês tentaram achar palavras pra explicar tudo que você está passando, mas não tem como, pois é muito difícil? e quando você acha as palavras certas, a dor que você está sentindo é muito grande!?
A minha vida está assim, sem explicação, sem palavras com uma dor que não quer parar, uma dor infinita.
Poema da Madrugada.
As madrugadas se tornaram tão frias,
com toda essa ventania!
Vejo distinguir-me de todas as armaduras, muralhas, medos e outro bando de sentimentos inúteis, que são levados como as folhas que o vento leva.
Percebi que meus sentimentos haviam, dissimulado emoções insanas, mas jamais tão inconsciente.
Deus abençoe esses ventos noturnos, que faz com que esse outro "Eu" apareça, próximo das ideia completamente estéticos de palavras.
Então... Hoje eu, sou enigma, brinco de me desvendar, não basta apenas olhar para conseguir desvendar.
Apenas Palavras
""Palavras, palavras, Apenas palavras.
ão elas que descreve o pensar, sentir, agir...
Que nos faz crer na confiança, ter fé,
São elas que conquistam um Ser...
Também é ela que destrói.
Palavras têm seus significados fortes
Dela, sair às expressões dos rostos...
Marca-nos, deixam feridas, Cicatrizes.
Mas também é com elas que curamos,
Basta dizer “Admoesta” e se arrepender.
Sabe, não são somente Palavras.
Por quê?? então até no silêncio de um Olhar...
Nos toques, nos pequenos gestos não percebidos...
São com as elas que mostra a Alma e descreve o Caráter.
Alma que murmura em dizer algo,
E não sabe quais Palavras para se aplicar,
Pois elas fazem alguma coisa; realizar, produzir ou atuar...
Delas estamos sujeitos á ganhar ou perder
Será que estamos adeptos a Falar?
Vale apena dizer?
Aliás, queremos mesmo ouvir as palavras.
São elas que nascem em nos todos os dias,
E desperta um novo Mundo.
Grato Sou!
Sou Grato, pelas palavras que vive em mim..
Afinal são apenas Palavras..."
ÁGUAS TÉPIDAS
Nas tépidas águas onde nasce a canção
Vozes roucas de névoas em segredo
Terra seca que espera um só degredo
No sono, sonho ciprestes já impostos
Desperta aquilo que em si já se preste
Espanto castigado de mágoa endecha
Queixa de um silêncio em letras tardias
Dias, noites de tardes noturnas sem fim
Ilibado esquecido utopia do desesperado
Néscio sem porto no horto já esquecido
Desconforto desvão de ilusão na quimera
Sombra que espanta a dor que se embala
Noite espessa, espasmo que bate no vento
Aquilhado que passa, rompe o forte embate
No cravo de uma canção feitas pelas ondas
Do mar de vozes roucas, empatia assassina
MÁGICOS MOMENTOS
Os nossos momentos são mágicos
No meio do meu, do teu silêncio
Entre os lábios que dormem de ternura
No teu corpo punido pelo meu
Os risos da alma gostam de fluir no ar
Do nosso desejo sentido de amar
Toca o silêncio que chora de alegria
Suores quentes no coração, na alma
Para afogar os nossos desejos de felicidade
FRAGAS NA SERRA
A ecos de frias fragas em mim em delírios
Mar martírio do que sou, serei ou talvez não
A escuridão cerca-me a alma constantemente
No caminho que traço, preciso tanto de luz
De fé, mas a minha mente nega-me tal desejo
Castiga-me, como um fantasma assombrado
Que já foi, morri num espectro sem orgulho
Cadáver frio moribundo do próprio destino
No amargo deste sabor que tenho, gosto a fel
Que flutua no meu palato, perturbando o sabor
De ti no esquecimento que me cerca a morte
Não almejo tal destino mas aceito por me ser
Imposto na lama de argila em foi feito o meu
Corpo, ergástulo sem esperança vida mortal
Delírios nos ecos das fragas na serra de neve
Tento caminhar com a fé que já tanto almejo.
Palavras
Palavras foram feitas para expressar
Expressar sentimentos e vontades
Expressar Amor e Bondade
Palavras Sinceras de verdade
São criadas pela mente
Expressadas pela fala
Escritas com Amor
Eternizadas por quem Amou
Com ela tocamos o Coração
Com ela nos comunicamos
Com ela nós expressamos Amor
Amor que maltratou
Que Julgou e Acabou
Amor que se Eternizou
FADOS E BECOS
O corpo adivinha as sensações já vividas
Experimenta as dores profundas e velozes
A carne tem um fraco pelas orgias da noite
Sou levada pela saudade cravada em mim
Sente-se dor nos ossos, tudo que não vivi
Vislumbrei-me em fado nos becos noturnos
De tramas, de mentiras, de olhares já tóxicos
Lua de desejos sob a penumbras madrugadas
Saudade da solidão, noturnas noites diluídas
Gelo esgotado nas gandaias dos sonhadores
Raiadas nos olhos, sono pelo avesso espelho
Luzes frias, som em fúria, de um sino tocado.
Umas vezes ouvi essas palavras, "você se vê fazendo o certo e faz o certo".
Tenho certeza que se tivesse ouvido essas palavras antes teria vivido bem melhor.
Teria sido uma boa motivação pra mim, pois as vezes morremos algumas vezes quando queremos morrer . A natureza é mais esperta do que se pensa e aos poucos vamos perdendo e perdendo...
Perdemos nossos amigos e paramos pra pensar, ( que diabos estou fazendo nesse mundo), mas agora olho pro meu filho e vejo um motivo pra viver então essas palavras caem melhor do que qualquer outra que já disse pro meu filho. Hoje me vejo fazendo o certo e faço o certo.!
É A SOLIDÃO
A solidão é ouvir o ranger dos dentes
No próprio sangue entre a carne crua
É ouvir o som quente a correr nas veias
A solidão é sentir o vento no rosto
O seu perfume no ar acariciar a pele
Como se o ópio penetra-se no corpo
A solidão é sentir a carne já devoluta
Num deserto sem pudor, rasgar a pele
Sem, sem nome, sem carne, sem sangue
É a solidão que toma emprestado o corpo.
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