Textos sobre o que o meu Pai Ensinou me
"Pai… a saudade que carrego é como um rio que nunca deixa de correr dentro de mim.
O tempo passa, as estações mudam, mas a ausência permanece, silenciosa e imensa.
Ainda ouço sua voz nas lembranças, ainda sinto seu abraço no calor de um sonho.
Cada conselho seu ecoa como luz nos meus dias mais escuros,
e cada lembrança é um pedaço de eternidade que guardo com cuidado no coração.
A saudade que sinto não conhece fim,
porque o amor que nos une é infinito.
Enquanto eu viver, você continuará vivendo em mim,
nas minhas palavras, nos meus gestos e na minha história.
Pai, minha saudade é eterna… assim como o meu amor."
Pai, a saudade que sinto de você não cabe em palavras.
Tem dias em que tudo o que eu queria era ouvir sua voz, receber seu abraço, sentir sua presença.
A vida seguiu, como dizem que deveria...
Mas no meu coração ficou um vazio que nada preenche.
Você foi, mas continua vivo em mim — nas lembranças, nos ensinamentos, no amor que nunca vai embora.
Sinto sua falta todos os dias.
E em silêncio, converso com você… como se ainda pudesse me ouvir.
Te amo eternamente, pai.
Pai, tem dias que a saudade grita…
E por mais que eu tente parecer forte, tem horas que meu coração só quer o teu abraço.
Sinto falta das tuas palavras, do teu jeito único de me acalmar…
Fico lembrando das nossas conversas, dos teus conselhos,
e me pego sorrindo entre lágrimas.
Você era meu porto seguro, meu herói,
e agora vive apenas nas lembranças que guardo com tanto amor.
Sei que está em paz,
mas a tua ausência ainda pesa nos meus dias.
Saudade é o amor que ficou... e o meu por você, pai, será eterno.
Saudade de pai é um vazio que não se explica, só se sente.
É olhar para o tempo e perceber que nenhuma lembrança é suficiente para preencher a ausência.
É lembrar da voz, do abraço, do jeito de cuidar... e sentir o coração apertar.
Saudade de pai é amor que não morre, apenas se transforma em lágrimas, em lembranças e em silêncio.
O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?
Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.
Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.
Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.
E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.
Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.
O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.
Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
Independentemente da prova que o Pai nos permitiu, aonde quer que estivermos, celebremos com júbilo o nascimento do Filho d'Ele.
Para muito além da prova que o Pai nos permitiu, há um convite que atravessa todas elas: celebrar.
Não porque a dor se ausentou, nem floresceu de repente, mas porque Deus decidiu nascer dentro da nossa história — inclusive nas suas frestas.
O Filho não veio quando tudo estava em ordem, veio quando o mundo estava cansado e carente.
Tudo era caos!
Ele não escolheu palácios, escolheu manjedouras.
Não aguardou aplausos, aceitou o silêncio interrompido apenas pelo choro de um recém-nascido e pela respiração dos que também não tinham muito a oferecer.
Por isso, aonde quer que estejamos — no vale ou no monte, na sala cheia ou no quarto solitário — há espaço para o júbilo.
Um júbilo que não nega a prova, mas a atravessa.
Um júbilo que não faz barulho para disfarçar a dor, mas canta baixo, com a alma ajoelhada.
Celebrar o nascimento do Filho do Homem é confessar que nem a noite, nem o medo ou a dúvida nos venceram.
É afirmar que, mesmo quando não entendemos o “porquê” da prova, confiamos no “para quê” do Amor.
É reconhecer que Deus não ficou distante do sofrimento humano — Ele entrou nele.
Que o nosso coração, onde quer que esteja, se faça manjedoura para o nascimento e renascimento do Filho do Homem.
Que o júbilo não seja euforia, mas esperança viva.
E que, mesmo em meio às provas permitidas pelo Pai, a Luz continue encontrando lugar para nascer em nós.
Feliz e Abençoado Natal para todos os que creem no Aniversariante de hoje.
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.
Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.
Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.
O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.
O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.
Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.
Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.
Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.
O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.
Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.
Que a dor seja escola, não vitrine.
E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.
Amém!
Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.
Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.
O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.
Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.
Ser o último a saber não é azar, é consequência.
Não da falta de informação, mas da falta de presença.
Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.
A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.
E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.
Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.
Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.
O tropeço, para esses, não é punição: é convite.
Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.
A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.
Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.
Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.
Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.
O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.
Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.
A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.
Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.
Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.
No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.
E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.
Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.
Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.
Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.
Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.
Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.
É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.
Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.
Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.
É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…
Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.
E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.
Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.
Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.
“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê secretamente, te recompensará.” (Mateus 6:6)
“No secreto, minha alma floresce,
no silêncio, meu coração descansa.
Mesmo quando ninguém me vê,
Teu olhar de Pai me alcança.”
"Pai
hoje a saudade bateu
e entre tantas lembranças
lembrei dos teus conselhos
dicas que na época não consegui avaliar como preciosidades que agora vejo que foram
não é o caso de te pedir desculpas
pois sei que teria que ser assim
meu aprendizado foi em parte pelos erros que cometi, ignorando teus conselhos
mas sabe meu pai, eles estão aqui, dentro do meu coração
e hoje , Ah!! hoje eles valem ouro
ainda que tua falta seja lembrada
ainda que somente teu retrato e minhas lembranças sejam as companhias
tua experiencia me acompanha e protege
sabe pai, hoje eu derramei uma lágrima
mas ela não foi tão amarga
talvez porque você ai do céu, tenha me poupado
e adocicado com boas lembranças a saudade e o amargo que meus olhos teimaram em derramar
tenho certeza pai, que nenhum, abraço ficou para trás e todo o carinho e respeito que sempre tive e terei por você, me acompanham
hoje te chamo de você, pois lembro bem da tua vontade de sermos amigos e que entre nós não havia senhorio, mas uma amizade que me traz a esperança de um dia poder te reencontrar e mais uma vez te dizer:
pai eu amo você...""
"Quem deseja ter um Fanfarrão em Casa? Um Pai, Marido ou o Que Seja? Quem deseja essa vergonha? Apesar de tudo... Nem os proprios querem, aposto, mas já que são, continuam sendo!"
0733 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"E o jovem ouviu aquela voz: 'Levanta-te e vás procurar emprego'. Era a voz do pai dele e ele não pôde voltar a dormir! Se fosse a voz de Deus, provavelmente o malandro ainda estaria na cama!"
Texto Meu 0925, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Pai
Lembro da minha infância
Lembro que não tinha muita imaginação
Meus heróis só tinham uma aparência
Do único herói que vi em ação.
Você é Ulisses
Quando viaja nas suas odisseias.
Você é Hércules
O homem mais forte que conheci.
Você é Aquiles
E morreria numa guerra pela sua Helena.
Enfrentou os minotauros da vida
E eu estremeci com sua força de vontade.
O melhor contador de história que conheci
Entre onças, piranhas e jacarés
Suas histórias, com muita atenção eu ouvi.
E quando via seus pés
Machucados da longa caminhada,
Percebi que você lutou muito, para voltar para sua amada.
Que orgulho tenho
De ser filho de um herói de verdade.
Amor de Pai
Difícil falar, difícil de explicar, assim o tempo vai passado e não conseguimos perdoar.
Quando uma dor tão cruel nos invade o coração,
o vento nos traz a falta daquela atenção.
O amor de pai as vezes é muito difícil de explicar,
Mas a falta deixa bem claro em meu olhar,
Que sem o seu amor “pai”
não da pra ficar.
Pai, Não Poderia Ser Diferente!
Pai, no dia em que sua voz se calou para sempre, minha alma também silenciou... silenciou para o mundo, porque nunca mais eu poderei chamar “Pai”.
Quando a vida se esvaiu de você, minha existência findou, esvaiu-se os sonhos que tivemos juntos, as palavras que sempre trocamos, os abraços apertados que nunca mais te darei.
Não foi somente o seu coração que parou para o mundo, o meu calou-se para sempre, nunca mais entoará nossa canção de amor.
Eu não sei onde você está, mas, seja onde for, tem que ser o melhor, o mais bonito, o mais perfeito lugar de todo este universo. Não pode ser diferente!
Quando seus olhos se fecharam para sempre, os meus fecharam-se para o futuro, que agora é solitário, a esperança, minha alegria e essência foram enterrados contigo.
A única luz que me aquece a alma é a certeza que você hoje é só luz...não podia ser diferente!
Quando suas mãos se fecharam para a eternidade e deixaram de me acariciar, as minhas se fecharam para a vida... e nunca mais se abrirão.
Pedi ao arcanjo que enviasse o meu amor até você, minha alma e minha vida, todas transformadas em amor...
A morte não me separou de você, ela me separou de mim mesma. Nunca mais eu serei o espírito que transpassa o tempo, espaço, céus e mares... não poderia ser diferente!
Você deixou de ser pai para ser anjo... o céu ganhou, mas eu perdi o meu anjo, o meu último anjo...não poderia ser diferente!
Você foi meu tudo ao meu lado e meu nada, longe de mim:
meu inicio e fim;
minha alegria e dor;
minha prece e minha angústia;
meu êxtase e minha mais profunda amargura;
minha mais bela prece de amor e de dor;
você foi meu pai, minha mãe, meu amigo, meus olhos, meu caminho, minha existência.
Agora, não sou mais nada... não poderia ser diferente!
Meus dias agora são noites, o sol se apagou, a alegria foi enterrada junto a você...
Ninguém entenderá a minha dor... porque ninguém teve você como eu tive... não poderia ser diferente!
Muitos dirão, são coisas da vida, ele está em paz... eu direi são coisas da morte, eu estou mergulhada na mais profunda dor... não poderia ser diferente!
Sua sabedoria nata contida em suas palavras ecoa em minha alma profundamente e lá permanecerá até o fim de minha existência... não poderia ser diferente!
Pedi ao arcanjo que guiasse os seus passos, como sempre você guiou os meus,
Que te protegesse, como você sempre me protegeu,
Que te entregasse o maior amor deste infinito universo, assim como eu te amei.
Que levasse você até Deus para que ouvisse dele tudo aquilo que eu sempre disse a você...
“Este é Meu Pai Amado!..”
Pai, meu pai... porque, como ninguém neste planeta, eu tive um Pai em toda sua plenitude... não poderia ser diferente!
Ser Pai é Ser Você...
Hoje, dia 26 de Outubro de 2012, se meu pai, José Borges dos Reis, estivesse no meio de nós, estaria completando 100 (cem) anos de existência, já que nascera no dia 26 de Outubro de 1912, na Barra do Pirapetinga, distrito de Bom Jesus do Itabapoana, RJ.
Mesmo assim, por acreditar piamente na vida eterna, dou a ele os meus parabéns, pelo tempo que conosco conviveu aqui na terra. Parabéns papai! Você foi e sempre será o meu herói, o meu norte e o meu espelho de vida. Beijos papai querido! Que Papai do Céu o tenha em seus braços, um dia quem sabe ainda nos encontraremos para contar histórias e poder sorrir juntos daquelas já contadas no passado aqui na terra. Até um dia se Deus quiser.
Uma criança com sua inocência chega ao seu pai e pergunta: Pai pra que serve o Céu?
Ele com sua ignorância responde: O Céu serve para tomar o tempo dos bestas que ficam olhando para ele e sonhando, sendo que no final o Máximo que podem adquirir é uma topada.
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Depois de alguns anos a menina já na adolescência vê seu pai em uma doença terminal no leito de um hospital...
Vai fazer uma visita a ele, e leva consigo as fotos de um passeio escolar.
O pai olhando as fotos percebe que ah uma que só tem o Céu, olha para a filha e fica emocionado, pois recordou das fúteis palavras que havia dito á ela há algum tempo atrás...
A filha chega perto do pai e diz: Pai, eu descobri pra que serve o Céu. Ele serve para levar as pessoas um pouco mais de beleza de forma simples, aos olhos, a alma a mente... Ao coração. E pena que algumas pessoas só conseguem enxergar isso quando se encontra em estados críticos.
- O Céu assim como diversas belezas naturais, são coisas simples, e é dentro da simplicidade que conseguimos chegar a essência da felicidade.
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