Textos sobre Nascimento
"Le sobre Rudolf Steiner, e encontrei uma crença deturpada. Fui na universidade, mas não tinha gente na sala. Percebi algo estranho, me confirmando as teorias. Tinha ido no inferno, mas não quis saber de ruindade. No entanto hipnotizaram outras almas, e fizeram o tempo retroceder na escola. Mas me peguei na literatura, confirmando os descritos naquele livro esquecido."
"Chamaram um padre, mas o padre era exorcista. Foram em um culto, mas à crença foi proibida. A espiritualidade se tornou interesseira, se materializando em torno das tristezas. Dúvidas no ambiente, mas sumiram no tempo. Ficaram abismados, e o padre foi possuído. Mudanças nas vozes, onde os livros foram vendidos."
"Estava na escola de pensamentos diversificados, mas limitaram os acessos no tempo passado. Inclusão de novos pensamentos, e aprendemos expressões com o próprio tempo. Dificuldades na física espacial, mas as fórmulas se tornaram desiguais. Incertezas em uma simbologia não compreendida, cujo o espaço se demonstra criacionista."
"Escreveram na sessão de psicografia: x2/{f-9.z3} - [z2+x-8] = QE, naquele instante escutaram um barulho na sala e um vento balançou a cortina. Mas o médium era Ateu e pensou que a janela estava aberta. Levantou-se da cadeira e foi fechar à janela que não estava aberta. Sensação estranha no ambiente, mas dúvidas surgiram na mente."
"As fórmulas resultaram em zero, mas o tempo se torna incerto. Infinito cujo o símbolo se desdobra no tempo e espaço. Mas pensamentos focados na aritmética, onde à álgebra expressa uma conjuntura de ideias perdidas. E surgem as incógnitas, onde não se espera uma variabilidade numérica nessa história. Viéses de uma crença vigorosa, nos pensamentos de outras escolas."
"Entrei na escola igualitária, mas minhas respostas diferentes no teste, me tiraram de lá. Então vi de perto à desigualdade social, e não pensei nas máquinas criadas. Nisto fui em outra escola igualitária, e me acolheram na hora. Me mostraram à origem das culturas, e então pensei nas árvores perdidas."
"Apareceram um macho e uma fêmea naquele local, mas imitaram os animais que estavam no ambiente. Achamos estranhos os comportamentos, mas disseram que "foi Deus que ordenou!". O tempo passou, e mostraram um evolucionismo igual. Milhares de anos revelados, onde as mentalidades não demonstraram uma savana desigual."
"Tive curiosidade e fui assistir um documentário na biblioteca. Achei estranha as comparações, mas provaram os atos com as próprias ações. Então chamaram uma cientista, que revelou suas teorias na rede. Fiquei com saudade do conteúdo e achei no youtube: https://youtu.be/N7cAzCKK-nw?si=5FTb3-szzS0dEIhR
"Perderam os interesses nos relacionamentos entre a mesma espécie, mas devastaram à natureza por causa de pedras. Desequilíbrio nas interações entre meio ambiente e seres vivos, mas acreditaram nos robôs imperativos. Época pré-histórica e questionam os verdadeiros significados das histórias. Estaríamos caminhando para um período primitivo?"
"Sentei naquela sala de aula, e a professora nos deu um livro de história. Mas tocou o sinal e ela nos pediu um resumo para a próxima aula. Então ela saiu da sala, quando chegou a professora de Estudos Sociais. Pegamos nossos cadernos e canetas, enquanto ela nos ditava um parágrafo. És que apresentamos dificuldades, e as escritas ficaram desiguais. A professora pediu atenção, mas a classe ficou em silêncio. Entretanto ela nos deu outro livro e copiamos outro parágrafo. Vimos palavras novas..."
"Pensamentos automáticos e não visualizam os próprios atos. Correm para a biblioteca, mas as seções não são de interesses coletivos. Escrevem um parágrafo autodescritivo, mas esquecem do tempo relativo. Estresse ambiental, e os seres vivos expressam os próprios ideais. Mas escreveram uma palavra coletiva, cuja as ideologias estão perdidas."
"Foram na loja de maquiagem, para se fantasiarem. Época de Halloween na cultura estrangeira, e iludiram as mentalidades. Mas acabaram encontrando as almas, nos centros espíritas de verdadeira motivação. Porém não souberam diferenciar as simpatias, cuja a igualdade gerava a mesma emoção coletiva."
"Fui na locadora de vídeos, mas encontrei as classificações em um tempo não vigente. Queria assistir "Jurassic Park", mas me fizeram lembrar de "2012" e "Armageddon". Achei estranho o lustre balançar, mas perguntei sobre os making of na sessão de terror. Pensei na hipocrisia de uma crença, onde os espíritos(as) manipulavam as máquinas, mas não quis assistir Ghost. Enquanto isso passava na TV da loja: Invasão de Privacidade, então fui ver o catálogo de novidades."
"Livre-arbítrio nas escolhas diárias, mas esqueceram de falar sobre as crenças culturais. Confusão nos boatos difundidos, onde as emoções só satisfazia espíritos(as) negativos(as). Nisto chega um Ateu e impõe suas convicções e então lhe perguntaram: Por que você precisa de energia, se a câmera térmica mostra nossas próprias energias?."
"Viram uma flor nascendo no jardim das ilusões, no mesmo instante outra flor morria no jardim das emoções. Dona abelha ficou triste, pois perdia sua fonte de pólen. Mas começou a chover, e o beija-flor apareceu. Alegria em provar o néctar de outra flor, mas chamando dona abelha para compartilhar aquela flor."
"Não gostaram das críticas naquela banca, mas o jornaleiro não tinha fama. Acharam estranho algumas revistas, e revelaram outras críticas. Então pagaram pelo livro de palavras-cruzadas, cujo o preço estava inflacionado. Desespero na lógica do contexto, onde não tinha comida no prato."
"Chamaram o diabo para dar palestra, e o ambiente virou um inferno. Confundiram os centros religiosos, e transformaram as mentalidades. Então Satanás matou Jesuis, pois ficou com raiva dos boatos. Deram um troco para Judas e ele despertou o sexto sentindo em sua falta. Porém chamaram os cientistas, que só pensavam em loucuras. Juntaram o útil ao agradável e o inferno foi concretizado."
"Estava na escola e o sinal tocou, era o horário da aula de educação física. Mas segui as ideologias evolucionistas. O tempo passou e nos deram um objeto redondo, não conseguia raciocinar e me intretir naquele lugar. Porém se queixaram de dores, quando um garoto estava se contorcendo no chão. Chamaram a professora, que corria com uma sacolinha."
"Me interessei por aquela música, não entendendo à letra expressiva, mas entendi uma parte, que dizia sobre espiritualidade. Me fizeram assistir o vídeo clipe, mas me interessei por outra música, que falava de religiosidade também. Porém se revoltaram com o evolucionismo, mas preferimos saber sobre as letras. Dançamos na balada, cantando aquelas letras."
"A moradora disse "Hoje não", então ela disse "Alô porteiro"... a vizinhança achou estranho, enquanto acontecia um "Impasse". Chamaram "Aquela Pessoa" que estava "Do Seu Lado", então os "Garotos" apareceram. Entretanto era uma "Alma", que "Bailando" se transformava em "Despacito". Nisto disseram que o assunto "É Particular", até que mostraram "Evidências". Chamaram o "Garçom" e confundiram a "Janaína" com a "Carla", mas pediram "Comida" pelo "Telefome". O tempo foi passando, e o "Interfone" não mais tocava..."
