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Textos sobre Medo

Cerca de 7135 textos sobre Medo

⁠Se é para errar bonito
que seja com você.

Meu erro divino,
quero te amar sem medo.

Porque entrar no coração
e na su'alma é preciso.

Tu és o erro que mais
preciso para acertar o caminho.

No fundo você também
sente o mesmo que sou eu
o teu erro mais do que querido.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Balança a palmeira diante
do vento da esperança
na Ilha do Chico Pedro:
decidi amar sem medo.

Na Baía da Babitonga fica
e assim me deixo levar
como embarcação que
está próxima de chegar.

Conhecer bem por onde ir
e sei que sabe me encontrar
onde estou em pleno mar.

Não preciso muito fazer
para a nossa hora acontecer,
e com os olhos fechados viver.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Jogo da Verdade
Nada me abala, já sei do enredo,
já li os seus passos, seus planos, seu medo.
A máscara cai no silêncio do olhar,
e eu sigo firme, sem me rebaixar.
Você joga sujo, com fala ensaiada,
mas minha alma é limpa, e bem acordada.
Não temo embate, nem sua armadura,
porque minha verdade é minha cura.
Vejo a má-fé, sinto a intenção,
mas não carrego ódio no coração.
Se é jogo que quer, pois então prepare:
jogo com luz — e minha luz não pare.

Inserida por ZANUTE

⁠Era um dia escuro quando ele chegou
A sua luz, os meus olhos, o medo
Eu corri
Mas aquilo não saía, não saiu da minha mente
Então eu conheci a GFB
E foi aí que entendi que o amor é tão nobre quanto às cores do arco-íris
Os sonhos nos trazem recordações de uma outra dimensão
Era da Luz, era assim que chamavam
Uma dimensão onde eu via além do aqui e agora,
Onde meu sonho de criança não era impossível...
A luz, aquela luz, brilhava tão forte quanto a luz que brilhava em meus olhos quando eu tinha a inocência de uma criança,...
A luz... não sei exatamente o que era. Mas vinha de mim... de dentro de mim...
Vou tocá-la.... vou segui-la.
Onde vai dar?

Inserida por ARRUDAJBde

⁠O INTRUSO

Batia no vidro frio,
Da janela fria.
Batia.
Como que a medo
De revelar um segredo
Porque ali estava
E instava.
Abri a janela,
Singela.
Corri-a de par em par.
Ele, entrou radiante,
Com passo frio e distante,
Como que a querer mostrar
A alteza do seu rol.
Era o sol,
O de inverno,
Que já me foi de inferno
Em dias de verão,
Nesta janela da escuridão.
Só eu,
Triste plebeu,
Bato a tantas janelas
De tantas capelas
De santos de milagre,
Mas ninguém mas abre!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 03-01-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

SORRI TRISTEZA

⁠Anda comigo tristeza,
Não sintas medo ou horror,
Traz só uma capa fina
De esperança pequenina,
Nos ombros da tua dor.

Iremos então lado a lado,
Dois cegos a cantar o fado,
Sem esmola, só pelo sonhar...

Anda tristeza e meu fadar,
Para onde vamos só basta
Trazeres na tua canastra,
O vento que vem no ar.

Anda tristeza, arrasta
A nossa vida pró mar,
Sorri tristeza sem parar,
Pois sorrir até afasta,
O fantasma do penar.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 20-10-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

Encontrando os caminhos...


⁠Eu estava perdido, mas agora perdi o medo de te perder,
encontrei um jeito de deixar o sol brilhando sobre o meu terreno fértil,
cavei por tanto tempo ao meu redor que construí sem querer trincheiras e inusitadamente elas se transformaram em corredores de correntezas de um rio lindo e transparente,
os sons dos ventos chegam como músicas confortantes e seguem passagem carregados de boas mensagens a respeito de como está sendo bom viver com o suficiente para se ter paz, alegria, paixão e felicidade.

Inserida por Ricardossouza

⁠Convicção


Sozinho, perdido e com medo passei a receber visitas constantes do fracasso, a derrota vivia batendo na minha porta.

Depois de muito tempo na escuridão vi que era necessário parar de me machucar sem reagir, entre muitas rezas e noites de penitência comecei a acreditar que no mundo das sombras o sol é o verdadeiro rei.

Agir, acreditar em si próprio, aceitar as mãos que se estenderam para ajudar, querer mudar sem andar de cabeça baixa e sem procurar culpados, foram algumas das decisões que me fizeram reagir a uma situação até aquele momento tão dura quanto uma rocha, tão vazia quanto a escuridão.

O dia pode ser bom para todo mundo, só depende da fé que cultivamos em nós mesmos.

Inserida por Ricardossouza

Quero Atravessar a Ponte

Quero atravessar a ponte e chegar do outro lado, mesmo estando com medo da sua aparência frágil e da sua altura elevada. Antes, preciso me livrar desses fardos que tenho carregado em toda minha caminhada, como a desconfiança, a falta de valores e as cicatrizes profundas ocasionadas pelos espinhos do desamor. Quero atravessar a ponte e encarar de frente os desafios que me aguardam. Se eu nunca tentar alcançar o desconhecido, nunca saberei como é...

Inserida por Ricardossouza

Vem Sem Medo!

Neste exato momento, estou com vontade de abraçar o teu corpo para sentir a nossa conexão por muitas horas. Juro que eu queria estar com as minhas mãos segurando firme atrás do teu pescoço, sussurrando no teu ouvido e invadindo a tua intimidade ao mesmo tempo. Só o silêncio da noite iria ouvir o pulsar forte dos nossos corações, á como seria bom transbordar o amor em forma energia delirante!
Minha boca esta seca, minha respiração esta ofegante, a ansiedade pra te ver me assusta, tenho pressa pra te encontrar e contrariar o frio desta solidão.

Inserida por Ricardossouza

⁠Não
convivo
bem com
propaganda
do medo,
Não
entendo
como
ninguém
viu isso
antes,
A vida
está
difícil e das
armas eles
são amantes.

Não
convivo
com
falta de
esclarecimento,
Por parte
de quem
quer que
seja não
aturo algo
semelhante,
Me prendo
ao que
me solta,
sou aquilo
que penso
e a livre
convicção é
o meu cimento.

Não
convivo
com aquilo
que duvido,
Ou é ou
não é,
e que
preste
explicações
ao fisco;
Sendo
assim
quando
não dá
para mudar
os fatos,
Apenas
finjo
que não
existo,
para
não me
perder,
afetar
ou falar
demais,
esperando
sem me
curvar a
tempestade
passar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O silêncio de gelo
Não convence,
Não impõe medo
E não me cansa.

Sim, você é maior
Do que você pensa:
Nasceste para ser
A real diferença.

O tirano de urânio
Não me alcança,
Sou peixe ensaboado,
O atrevido poemário.

Sim, sou aquela
Que ensina a pensar
Antes de falar,
Para que ninguém
Se atreva a fazer
O povo a se calar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Por medo ou
cumplicidade,
Vejo muita
gente calada
neste tempo
que passa,
Posso nesta
vida muito
perto do que
é muito pouco.

Gradativamente
a imigração
vem fazendo
nova a sua vida.

E sem poder
fazer nada
nesta Pátria
protegida
pelo Condor,
Sei que há
um General
uma tropa
e o seu povo,
Todos vítimas
de mais de uma
prisão arbitrária.

Paulatinamente
a reivindicação
vem crescendo
todo o santo dia.

O General está
aprisionado
desde o dia
treze de março
do ano de dois
mil e dezoito,
De um hotel
ele foi levado
no meio a
uma reunião
pacífica;
Na Justiça
não ocorreu
audiência
preliminar
E mal deixaram
da saúde ele
se recuperar,
Só Deus mesmo
sabe como ele está.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O cachorro come seus sapatos, porque ele tem medo de que você vá embora, assim como um cão ansioso agarra-se ao que tem para evitar abandono, percebo que minhas próprias angústias me fazem agarrar memórias dolorosas como forma de tentar controlar algo que nunca pude, entender esse
comportamento me ajuda a enxergar que a doença mental, às vezes, gera ações aparentemente irracionais motivadas pelo medo de ficar completamente só.

Inserida por TiagoScheimann

As pessoas são cruéis, elas têm medo de tudo que é diferente, porque a gente revela como elas são absurdamente iguais e entediantes, meu corpo marcado pelas sequelas e meu discurso melancólico mostram a quem me observa que a vida é dura, e isso assusta quem prefere ignorar qualquer desconforto.
Ao me ver diferenciado, projetam insegurança, ofendem-me até que eu me cale, e só depois percebem o quanto a uniformidade que tanto prezam aprisiona todos numa ilusão de normalidade.

Inserida por TiagoScheimann

⁠Nilson morreu! " "Teu marido?", "Não, o mestre dele". Disse Jandira. O velho professor de karatê que a anos sofria de uma dores ao lado da barriga e tratava tudo no chazinho caseiro: Deve ser o figado... Deve ser isso... Deve ser aquilo... Deve ser... Deve ser... E nada de doutor de jaleco. E nisso ja a anos e sempre com aquela dorzinha de estimação. Só sei que um dia a dor apertou mais forte do que de costume, mas, tão forte, tao forte, que ele desmaiou. Socorrido, veio a óbito no hospital. Abrilham-lhe a barriga pra investigar e tinha um caroço enorme, do tamanho de um coco! Tiraram um pedaço pra fazer a necessária necrópise, e qual foi a surpresa, não era coisa ruim, era simplesmenre um cisto que haverá crescido, dimensionado tanto, a tal ponto com a passagem dos anos, tomando assombrosa dimensão. Erupção cutanea facilmente tratável, estirparvel, tambem conhecido, popularmente por furunculo, cabeca de prego, carnegao, e tirado totalmente todo trageto, não volta mais. Chatinho, mas, totalmente benigno. O velho e corajoso mestre de karatê morrerá devido a perca de sangue que se acumulam nessas patologias cutâneas e, devido a idade avassada, e a perca tanta do fluido vital viria a ser fatal. Morrerá literalmente vencido pelo medo.

Inserida por Fg7r85

Existem momentos em nossas vidas
que nos vemos em uma encruzilhada.
Com medo, confusos,sem um mapa.
As escolhas que fazemos nesses momentos
podem definir o resto da nossa vida.
Claro que quando se está de frente com o desconhecido,
a maioria de nós prefere dar meia-volta e retornar.
Mas as vezes as pessoas pressionam por algo melhor.
Algo além da dor de continuar sozinho.
E além da bravura e coragem que leva para se aproximar de alguém.
Ou de dar uma segunda chance para alguém.
Algo além da quieta persistência de um sonho.
Por que você só descobre quem realmente é, quando é testado.
E você descobre quem pode ser, quando é testado.
A pessoa que você quer ser, existe.
No lado oposto de fé, crença e trabalho pesado.
E ter uma dor no coração, que o medo está pela frente."

ONE TREE HILL - Ep.4x02

Espontânea é a vida que tanto queria viver
Por medo da repressão social, não vivo

Espontâneo é tudo o que sinto por ti
Por medo de ser rejeitado, não digo

Queria que as coisas acontecessem espontaneamente
É nesta espontaneidade que me revejo
Por causa dos rótulos e dos paradigmas, me privo

Cansei de viver programático, moral e politicamente correcto
Quero viver leve, livre e solto
Quero me doar ao prazer, à libido
Quero atingir todos os orgasmos,
conhecer o nirvana e atingir a transcendência

Quero viver
Viver a vida

Eu vivo a morte
Vivo por fora, morto por dentro
Eu sou um zumbi

Eu só quero ser eu

Eu tenho medo de dizer quem eu sou
Já agora, quem eu sou?

A sociedade inventou-me
Junto com toda a parafernália social

Mas, essa sociedade não sou eu, nem tu
São ELES
Os poderosos

Só eles é que podem

Quem sou eu?

Eu sou tu
Eu sou um ser reprimido
Eu sou o casamento
Eu sou a sociedade
Eu sou a cultura
Eu sou o medo
Mas não sou EU

ESPONTANEIDADE DA MINHA ALMA

Inserida por Equilibrio

Saca Rolha

Estou cheia do azedo que percorre meu fígado e me enche de medo de vazar, de repente, num fim de tarde, numa certeza qualquer de uma roupa branca e equilibrada, numa alegria despretensiosa, numa felicidade sem cérebro, num silêncio mais cansado do que desejado.
Até a borda de mim. Entupida de tudo o que, passiva em ser, apenas sou. Olhos inchados, boca cheia, coração apertando o peito, língua encharcada, a vida latejando e o corpo pesado demais para voar.
Estou cheia de mim e de tudo que se relaciona ao assunto. Cheia da incapacidade em estacionar em um plano, em enquadrar um sonho feito uma borboleta morta, em continuar acreditando no que acreditei até a morte, em ter paz longe das arestas acolchoadas que criei durante toda uma vida de expectativas assustadas.
Sou filha, mãe e escrava do caos, dele me tiro, sem ele não existo. Estou cheia do caos, mas tenho horror ao equilíbrio. Confiro minhas listas compulsivamente, buscando um pouco de linha reta para que eu possa deitar e esquecer das contorções que me apertam até que eu pingue no mundo.
Sou um trapo sujo que lavo e contorço todos os segundos, mas não o tanto que deveria por falta de força, preguiça e vontade de borrar a existência ao lado. Eu preciso ganhar um sopro de vida em qualquer outra vida, para me enxergar além do espelho construído e imposto. Eu preciso me ver responsável por uma palidez matinal, uma pontada no intestino inflamado, uma trepada no azulejo do chuveiro, uma parte suave e instrumental de uma música, um cheiro de podre e solidão na madrugada sem preenchimentos.
Existo apenas para causar, e juro que amo essa palavra “causar” além da gíria que ela sugere. Existo apenas para mim mesma, o tempo todo, como nos contos do Hermann Hesse, tenho nojo e pânico de grupos que se acolhem para que se aceitar não seja um trabalho tão penoso e se sentir possa tranqüilamente ser vazio.
Estou vazando de tanto que me encho de mim, mas tenho muito medo que alguém que não mereça minha intimidade cate pelos cantos assustadores do mundo as minhas tripas. Tenho muito medo que as pessoas sem profundidade conheçam a minha, e mais medo ainda de que a profundidade do mundo me cuspa. Sou uma sem-terra porque desprezo o superficial, mas dói demais ser intensa o tempo todo, e preciso fazer luzes, compras e sexo casual.
Cheia dos meus preconceitos, da vontade que tenho de cagar em cima da cabeça de todo mundo que faz beiço para insinuar sexualidade, de todo mundo que se enfia num terno para insinuar vitória, de todo mundo que se enfia atrás de uma mesa para insinuar vida, de todo mundo que se enfia atrás de uma garrafa para insinuar alegria, de todo mundo que se enfia num bando para insinuar existência, de todo mundo que se esquece no Sol para insinuar luz.
Até o topo, até o céu, atolada, tô por aqui comigo. Cansada do meu vício de organizar tudo o que sou e de não deixar espaço para o novo, para o que eu poderia ser, para o que eu nem sei que é.
Queria agora que uma asa rasgasse as minhas costas porque, mais do que sentir a dor da liberdade, preciso não ter sexo, nem nome, nem tempo e nem casa. Preciso enxergar e sobrevoar o mundo sem ser eu, para que ser eu não seja este mundo tão pequeno e apavorado. Preciso ser qualquer coisa que eu não saiba.
Quero me chacoalhar e implodir essa rolha que me prende em mim, e me espalhar pelas terras, e banhar bostas, e acolher vermes, e alimentar tudo o que é rasteiro, tudo o que é pequeno, tudo o que não é, tudo o que é chão.

Inserida por tatybueno

Quando tiver que chorar, chore; que lamentar, lamente; que aquietar, aquiete-se; que exasperar, exaspere-se. Mas quando tiver a oportunidade de sorrir, sorria! Sorria muito e sem medo de que tudo seja passageiro. O mundo, de fato, é um lugar hostil, mas a vida não é um conjunto de desventuras em série.