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Textos sobre Mar

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Dizem, que a vida de um adolescente é um mar de Rosas e sem preocupações, porém para mim é um momento de descoberta, onde estamos tomando decisões em relação ao futuro e ao que vem a ser relacionado a ele, o estresse, talvez, não seja uma conta para pagar, mas se tem uma coisa, que você sabe ao passar dos anos é que os problemas tendem a aumentar gerando preocupações por menor, que seja, e não são superficiais e nem tão pouco um mar de Rosas. A mente tende a ser o seu próprio engano e quando não nos esquecemos a essência de uma fase é consequência de injúrias desnecessárias do passado. Adolescente é ser muito mais, que um come e dorme ou pior um rebelde sem rumo, é um viver moderadamente ou não moderadamente, para se descobrir. São apenas, princípios se formando para dar início a uma nova personalidade e a um novo adulto.

⁠O destino é como um rio que flui incessantemente em direção ao mar, e cada um de nós é apenas uma gota d'água que contribui para essa jornada. Mas embora não possamos mudar o curso do rio, podemos escolher como navegamos nele, e com cada escolha que fazemos, moldamos a direção que nossas vidas irão tomar.

Jogue sua rede no mar da vida. Mesmo que ao recolher descubra que ela está vazia, não desanime, não deixe que a tristeza lhe sufoque. Lance outra vez e quantas vezes forem necessárias para vir a bonança. Lembre-se: a vida é como um mar revolto em ondas, tempestades e depois a calmaria. As ondas que nos renovam por dentro, em silêncio, são como as ondas que vão e voltam trazendo esperança.

⁠Ele beijava minha boca, meu corpo e entardecia lá fora. O sol beijava o mar, eu não conseguia tirar minhas mãos dele e pensei em como não havia outro lugar no mundo onde eu quisesse estar. Naquele momento não havia concursos, processos urgentes, telefones tocando, dramas familiares ou ansiedade. Só havia nós. O mundo todas desaparecia enquanto eu o abraçava e eu pensava que não queria soltá-lo nunca mais.

⁠Uma vida não é o suficiente pra descobrir as respostas que preciso neste infinito mar de questinamentos dessa minha existência insignificante diante de toda essa minha intensidade que é um tormento constante desde os meus 11 anos. A vida tem sido uma dádiva divina de como se morrer vagarosamente.

⁠Tantas vezes eu fui o mar , em calmaria... hoje não sou mais .. sou mar revolto , ressaca , vendaval de pensamentos , sentimentos , caos interior. Tantas vezes eu fui teu mar , amar .. Tantas vezes fui teu porto seguro . Hoje sou apenas solidão do porto vazio .. mar quebrando na praia , em choro .. desaguando .. solidão em prosa e rima , poesia , poema triste , vida vazia ...

⁠⁠Eu tive um sonho. Vi uma bela casa em Margate, uma edificação grande e branca com vista para o mar e o céu azul. Um pedaço do paraíso. Eu vi aquela vista e pensei comigo mesmo: ''Alfie, o que você está fazendo? Por que não vende todos os gramas de ouro, todos os barris de rum e compra um pouco de tempo? Estou precisando comprar um pouco de tempo para mim. Então, é isso... Margate, céu azul e paraíso.

⁠minha vida hoje parece ser um barco no meio do mar após uma terrível tempestade que passou, e nessa metáfora estou seguro dentro do barco após a calmaria, mas o fato de ainda esta no meio do mar me assustar, pois olho para o horizonte e só vejo as expansões das águas e me pergunto será que vou conseguir enxergar terra firme? Nessa situação de sobrevivência às vezes o mais fácil parece ser pular do barco e me afundar nas águas até meu fim, mas isso significaria desistir da minha vida meus projetos e fé, pois ainda tem a terra firme para chegar eu só não a vejo ainda

Eu quero andar de mãos dadas com você a beira mar no final da tarde, quero andar de skate mesmo sem saber andar com você, quero jogar futebol em um dia de sol, quero ter aquelas lutinhas que todo casal tem, quero te fazer uma visita inesperada em casa e te ouvir dizer "Entre minha branquela", quero dividir colheres de brigadeiro num dia frio, quero dividir sorrisos bobos e palhaçadas com você, quero fazer declarações de amor infinitas, quero abraços apertados, quero beijos inesperados, quero te ouvir me chamar de branquela, enfim, quero viver a mais linda eternidade ao teu lado!

O cristianismo, se visto da costa e de certo ângulo baixo, pode parecer um mar de águas algo turvas e algo turbulentas. Mas há areia nos teus olhos: nunca houve conjunto de ideias mais simples, orgânico e conclusivo sobre o homem e sobre o tudo, nos limites do tudo que alcançamos ou somos permitidos a alcançar.

Cansado, estou... Das ponderações imprecisas, que ineficientes são sobre o vasto mar do conhecimento alheio em que sou largado, à mercê do desconhecido; Tais sendo irrelevantes ao meu futuro, em que, mesmo que Incólume seja, serei sempre atormentado pela angústia da incerteza, que em consolidado tempo se perde.

"De todos os presentes concedidos pela natureza, o mar é o mais extraordinário. O som do desdobrar de suas ondas, ressoa como música que serena a mente e eleva o pensamento para além do universo. Um fascínio onde o real se entrelaça a fantasia, na perspicácia sobre o mistério do sem fim."

A cada queda eu me levanto e vou sempre me levantar... e tem um detalhe: sou como a onda do mar, recuo para poder pegar impulso, mas quando eu volto, o meu passo e a minha atitude é sempre mais forte. Sabem por quê? Porque eu creio em DEUS, e toda vez que alguém me derruba ou tenta fazê-lo, Deus me põe de pé!

⁠Entre vocês, há um amor fraterno de muita notoriedade como um mar imenso de uma rica vitalidade, onde os sentimentos são sinceros, abundantes, profusamente recíprocos, daquele que deixas saudades, entretanto, ainda pode ser e fazer sentido, o passar do tempo só o deixa mais forte como um fogo inextinguível, portanto, não importa se agora estão distantes, ele continuará vivo até que vocês se encontrem e o deixem ainda mais fortalecido

⁠Cada vez que nossos olhares se cruzam, sinto uma intensidade que é ao mesmo tempo desafiadora e maravilhosa. A maneira como você me observa vai além das palavras e toca algo profundo dentro de mim. Seu olhar tem o poder de revelar sentimentos que nem sempre consigo expressar, mas que são infinitamente verdadeiros.

No impossível mais azul do nada, onde o abstrato se desfaz em si mesmo sem eco ou sombra, o mar engole o tempo como um pássaro que não voa, mas devora horizontes inteiros. Ondas de eternidade se entrelaçam em penas de relógio derretido, e o agora se afoga em plumas salgadas, levando embora os venenos da alma humana; invejas que se evaporam em espuma quântica, ódios que viram conchas vazias girando no vórtice do nunca. Pássaros sem corpo, feitos de minutos partidos, alçam os males do mundo em asas de esquecimento: guerras que pesam como nuvens de sal, tristezas que caem como gotas de ontem, tudo arrastado para o abismo onde o mar e o tempo se beijam em silêncio impossível. Ali, no núcleo do intangível, o mal se desfaz em nada, e o mundo renasce leve, como um voo que nunca pousa.

Dizem que, quando não pescamos nada, o mar não está para peixe. Engana-se quem pensa que apenas arremessamos a isca e o anzol para fisgar algum peixe. Na maioria dos arremessos, a linha lançada ao mar está carregada de reflexões e pensamentos, e, no silêncio das ondas, eles vão se dissipando — não em busca de peixe, mas de paz interior. Reflexões silenciosas que só as ondas do mar 🌊 sabem conduzir.

A vida é como um mar, nem sempre é calmaria. Muitas vezes, são fortes ventos e temporais. Mas, sempre estou com as mãos firmes no leme. É assim que atravesso as grandes ondas que as vezes querem me deixar à deriva. Focado em minha bússola interior, a qual me mostra quando é hora de mudar e seguir em outra direção...!

Eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais querer contemplar que tentar entender, eu sou assim, um alguém a olhar o mar, mais solitude que solidão; a verdade é que eu tento entender o que eu sou ou não sou, o que penso que sei, e a verdade do que sou ou do que sei ou do que penso, as respostas pra tudo isso são de nenhuma significância, nenhuma relevância, todas as conjecturas compõem esta existência, esta vida. Eu olho o mar a engolir todas as minhas ansiedades; e a cuspir a minha arrogância, zombando dos meus marasmos com toda essa imensidão profícua e infinita generosidade divina, que acolhe a minúscula jangada e sopra sua vela com a suavidade de sua brisa propondo retorno e reencontros... os pescadores catam seus apetrechos com a satisfação de amplos sorrisos por pesca satisfatória; são nobres dentro de suas roupas rotas, consumidas pelo sol e pelo sal. Retorno à minha introspecção sob a poeira da estrada e as cores fubentas de um final de tarde gris; ao longe a cerca de marmelo que delimita o meu mundo, uma meia-água que guarda a minha verdade e "mofo" o jumento, a zurrar a monotonia e "quebra-queixo" a alarmar suas infinitas suspeitas fiel e leal com seu latir e ganir. Zuíla é silenciosa, mas eu sei que tem todas as respostas para as minhas introspecções, abraços para as minhas ansiedades, tem o mar nos olhos com a mesma imensidão do atlântico, que acolhe a jangada e gratifica os pescadores; e tem uma barriga proeminente que cresce a cada dia, onde germina a promessa de novas introspecções, outras conjecturas oceanos e imensidões para este meu espirito de pescador.

Somos como as nuvens que navegam no mar do céu. Nos despedaçamos, nos unimos, nos tocamos. Dançamos, sacudimos, nos chocamos. Ficamos cheios de mágoas e depois choramos. Como os trovões gritamos e como os raios, ferimos. Como as tempestades, nos revoltamos. Passada a tormenta, nos entregamos a este azul infinito, indecifrável, irredutível, que é o oceano da vida. Somos empurrados pelo vento, o destino que não controlamos. Reféns do tempo nos desmanchamos. Para o nada, para o temido nada, simplesmente ao nada, retornamos.