Textos sobre Jovens Carlos Drummond
Existem pessoas que fazem comentários injustos sobre as outras pessoas, propagam mentiras, e calúnias e difamações cruéis e mordazes sobre os outros ; nunca se arrependem disso. Pedem perdão a Deus e não a quem ofendeu e pecou. Será que Deus perdoou mesmo? A Bíblia SAGRADA ensina a se RETRATAR com as vítimas feridas. Não façam isso, não entristecem Ao Deus que Tudo vê e ouve!
Venustidade fascinante com detalhes veementes, apaixonada pela noite, uma arte impactante sobre a pele, exposição emocionante de uma natureza de sentimentos ardentes, essencialidade nitidamente liberta, cuja importância é muito evidente, uma vívida obra da renascença que deslumbra fortemente os olhos e provoca a mente, um contemplar bastante satisfatório assim como é o de um incrível luar resplandecente.
Pele suave de uma arte sedutora, exaltada e aquecida pelos raios de sol, gentileza do sol sobre a sua compleição, uma precisão de detalhes, caminhos provocantes, uma emoção forte e calorosa, ocasião interessante, inspiração imediata em tom de veemência, também motivada pelo vislumbre de um belo sorriso que aparece discretamente com um pouco do seu brilho, dessarte, um rico banquete para a poética inquietação na mente de um poeta.
Pele e cabelos molhados, momento refrescante, vislumbres do sol sobre a suavidade do teu corpo banhado, cada parte feita de amor, uma sedução discreta, porém, muito poderosa, um fogo abrasador, a arte que se renova, quando a simplicidade ganha mais sabor com um tom de entusiasmo, que logo transborda e deixa espíritos renovados.
Chega o fim do ano e com ele a reflexão inevitável que toma conta da mente sobre tudo que foi vivenciado e o que futuro reserva, os momentos difíceis e os alegres, ocasiões repletas de felicidades, outras de tristezas, mudanças frequentes de ânimos, de comportamentos, medos superados, vitórias surpreendentes, resiliências descobertas, gosto amargo de aflições, choro e suor derramados, muitas e diversas emoções, corações confortados, partidos, restaurados, cada fato foi imprescindível, nada em vão, portanto, claramente, não é fácil chegar até o fim de mais um ano, entretanto, graças a Deus, é possível, razão suficiente para ser alguém grato e disposto para o novo ano que está vindo.
Grande nascente de fogosidade, banho de renascimento sobre a arte simétrica, poderosamente, sedutora de uma natureza de emoções intensas, beleza sorridente, honrosos sentimentos, delicadeza na pele, olhos resplandecentes a partir do seu olhar sincero, uma vividade transbordante, personalidade transparente, companhia emocionante, jovialidade simplesmente encantadora, essencialidade relevante de uma mulher maravilhosa, cuja exultação é contagiante.
A questão sustentável vai muito mais além das discussões sobre nossa existência nesse planeta. A verdadeira sustentabilidade está intrinsecamente ligada ao espírito. Se você estiver bem espiritualmente lidará com todas as questões que emanam amor, consciência, respeito e atitudes, principalmente as mais assertivas para com a vida neste mundo...
Refletir sobre si mesmo é uma tarefa dolorosa, mas necessária. Não tenha compromisso em sempre acertar e lembre-se que criar expectativas significa viver o futuro no presente, logo, lhe impõe a viver o agora em um estado de ansiedade, sofrimento e medo. Romper paradigmas é necessário e tem um preço, mantenha foco no processo e não esqueça que o mais importante é se orgulhar de você!
Carreguei o peso do mundo sem deixar cair sobre ninguém, engoli lágrimas para que outros pudessem sorrir, lutei batalhas que ninguém viu e, mesmo esgotado, ainda estendi a mão. Nunca fiz alarde da minha dor, nunca pedi troféus pela minha resiliência, e ainda assim esperam que eu continue oferecendo o que já me custou demais. Minha generosidade nunca foi fraqueza, mas agora é escolha. E se hoje me permito viver sem culpa, sem carregar quem nunca quis andar ao meu lado, não me apontem o dedo. Eu aprendi, da forma mais cruel, que quem dá demais a quem não valoriza acaba se tornando invisível até para si mesmo. E isso eu nunca mais serei.
O véu da ilusão não é uma prisão, mas um ângulo: uma dobra da luz sobre si mesma. Quando a consciência ascende pela espiral da Árvore, o mundo transmuta — o que antes era pedra, revela-se símbolo; o que era sombra, torna-se mapa. Os mundos não se empilham no espaço, mas se entrelaçam em camadas do ser. Cada mutação vibratória no núcleo do Eu reverbera pelas fibras do universo como um acorde no silêncio. Onde irrompe a Luz, projeta-se também o contraste que a delineia. E aquilo que recusa a emanação torna-se recipiente trancado — resistência é fome disfarçada. A alma que se afoga na noite, não é órfã da luz, mas cega de si mesma.
Na construção da vida, cada tijolo deve ser colocado com cuidado, pois ela se ergue sobre pilares de sonhos e imaginação. Cada escolha é um tijolo, cada esforço uma base que sustenta nossos objetivos. Vamos construindo nossa história com dedicação, sabendo que até os detalhes mais simples importam. Que nossa obra seja feita com amor, fé e propósito, para que a vida se torne forte e bela, refletindo o que temos de melhor.
Ainda sobre o Catete, comecei a ver um "cara de rua" direto... Vive nas imediações do Museu do Catete. Negro, boa complexão física, aparentando uns 50 anos. Usa, habitualmente, roupas rasgadas deixando à mostra, por desgraça, vamos reforçar, o que os nudistas exibem por prazer. Seu corpo é infestado de parasitas e por isso vive se coçando. Tem aquelas tromboses com lepra nos tornozelos e grita poemas a seu modo, ali em frente a lanchonete Big-Bi; xinga as crianças que saem do palácio e o provocam, ou pára em frente ao palácio e perde a compostura xingando o governo pelo que ele acusa de "roubalheira nas eleições". Dorme na calçada, ou, quando chove, se vê obrigado a dormir sob as coberturas da Rua do Catete, da Rua Pedro Américo, ou adjacentes... Não dá pra deixar de reparar que ele é extremamente admirador do palácio... Por vezes pára, e fica com uma cara de pão doce, imóvel, olhando o imóvel. Vive por isso fazendo versos em homenagem ao palácio. Versos gozadíssimos, cujas rimas param algumas pessoas mais perceptivas... O seu nome, ou apelido, não consegui descobrir ainda. Sempre que tento, quando ele está mais calmo, recitando os versos em frente ao palácio, é sábado ou domingo, quando as crianças ficam provocando o pobre homem, que, ao perceber a gozação, inicia uma série decorada de palavrões impossibilitando-me de qualquer contato. Ainda lembro de alguns versos: "Tcham, tcham, tcham, ninguém faz nada por mim, tchan tchan tchan também quero casas". São uns versos meios bizarros mesmo, no estado bruto. Esse "tcham", é pra entender que ele canta seus versos. A melodia, se bem me lembro, é quase igual ou semelhante em todos os versos, sobre tudo, sem estribilho. Ele bebe, vive de esmolas, e quando as recebe agradece com bons modos, os restos de comida de quem sai da lanchonete e mitiga sua fome. Mas, desde que não discordem do que ele diz durante a aproximação. Se alguém der uma esmola, e ainda der um conselho, é certo a descompustura e, de acordo com o grau do conselho ( "o senhor tem que parar de beber", "cadê a sua família, procure sua família", "procure um trabalho") ele chega, por vezes, a atirar no doador da esmola a própria esmola recebida. Até agora apurei que, assim como eu, ele também tem seus momentos de introversão. Reparei que é sempre quando está chovendo. Nessas ocasiões, quando passo por ele, está sentando na calçada com uma parada tipo um pregador de varal, daqueles antiguinhos de madeira, e com ele inicia um rápido movimento entre os dedos, fazendo com que o pregador deslize ao longo do polegar até o indicador. Assim está sempre quando chove. Parece que fica curtindo sua desgraça, ruminando o passado possivelmente melhor do que o presente, e certamente bem melhor do que o futuro sem esperanças. Sem esperanças porque não podemos ser hipócritas; um ser humano alheio a tudo e a todos. Sua figura marcante de miserável de rua se apresenta bem nítida e ninguém liga. Sua vida vai passando despercebida pelas ruas do Catete. Diferente de nós, ninguém reza por ele, ninguém chora por ele, nem velas serão acesas para ele... Contudo, graças ao passaporte da bem-aventurança, irá logo logo para o céu, igual a todos nós!! Feliz Carnaval.
Lembrei especialmente hoje do meu avô. Quando contava sobre as ilusões da sua vida, fama, “pra cada esbanjamento uma carência”, dizia. Sabe, assim como ele também escolho ser como os simples cata-ventos que indicam apenas a direção do vento. Se existe algo bom na experiência da maturidade deve ser isso; ser como meu avô: um cata-vento orientando a direção do vento para os mais novos nos campos de pouso dos aviões.
Um post então sobre amizade: quisera ser seu homem. Todavia, ainda que irracional, a paixão aconteceu. É, diferenças de idade. Alguém já disse que a paixão é ciumenta e exigente; digo mais, ela é também egoísta, assimiladora de decepções e cheia de altos e baixos. Na oportunidade de um arrefecimento, te dominaria conseguindo transformá-la em amor constante. Depois, graças ao bom senso que recupero a cada ano de vida, sublimei esse amor, agora ternura, bem-querer e admiração profunda. Sofrido de um amor já ido, por paradoxo, vivificou na saudade, oco revoltado e de mal com o mundo, faltando a crença em alguma coisa para justificar e alentar a vida tediosa. Foi então, que a expressão do seu rosto, da meiguice do seu sorriso, a inteligência e mais a atração do seu olhar falante, converteram-me. Passei, por isso, a praticar uma espécie de culto, surgindo, então, a fé inabalável que nela deposito. Hoje, no claustro das dúvidas, passei a venerar sua imagem distante, vivo a orar pelo seu contínuo sucesso e recebo a graça de continuar nossa amizade.
Cofirmo as palavra minhas que são verdadeiras sobre sua beleza, sei porque ela me enfeitiçou, e agora não sei mais quem sou, se amo sua sensualidade, ou sua capacidade de me fazer a ti me entregar, ao mesmo tempo é tão singela, e confirmo que não a como escapar mais desse seu olhar, então me declaro com toda minha sensatez que não conseguirei mais deixar de desejar você
Por milhões de vezes me enganei, e sempre sobre as pessoas também, sobre mim mesmo não sei dizer, ja fiz tantas burradas, e continuo a fazer, ja disse agora chega e é pra sempre, derrepente olha eu de novo refazendo as mesmas, muitos erro e poucos acertos, nossa ja machuquei tanta gente, e fui muito machucado também, decepcionado já mais, porque sou como corquer alguém que erra também, escrevo mensagem e não obtenho resposta, e visse versa, sou do tipo que ama sem ser notado, posso esquecer quem me deixou triste, mas jamais vou esquecer você que hoje se tornou meu verdadeiro amor
Nos caminho da vida buscamos a compaixão sobre os nossos próprios erros, vivemos num mundo de cruel discriminação, tanto na índole das pessoas como na cor e nacionalidade de cada um, perdemos o dom da liberdade, e ficarmos cada vez mais distantes de nós mesmos, onde a esperança se perde nos horizontes de nossos sonhos, assim buscando igualdade e a cooperação das justiças de nossos atos por nós executados, ficarmos abandonados pelos principais valores humanos, o amor que se ponha a ausência destes sentimentos que nos fere e faz nós refletir em conflitos violentos, entre o saber, ou a indignação em não ter sobre nós o divido perdão,
Me diz se é pecado esse meu desejo insano sobre seu corpo moreno da pele macia. Me diz mulher. Será pecado desejar seu corpo e eternizar você nestes versos. Se não for me te algo de concreto. Se não for não digas nada. Só queria esta em seu universo. E sentir cada parte dessa sua pele morena. Não escrevo para expô-la. Mais por deseja-la. E exalta-la a beleza que a tens. Sabes que este meu desejo faz com que me tenha na palma de suas mãos. Queria poder invadir todo seu ser. E entre tantos desejo revelar que não mais suporto ficar sem te vê. És dengosa e repletos de mistérios. E isso que faz o seu encanto
DDifícil saber sobre o verdadeiro sentido da vida. Mais devemos fazer este sentido valer a pena viver está vida. Devemos simplesmente ter alguém que possamos desabafar os nosso sentimentos. É o que irás nos fazer ter algum sentido dessa vida. Porquê se não podemos amar a quem ou quem for Quero dizer que não a sentidos de viver. verdadeiro sentido da vida é evoluir através do amor e das pessoas a quem este amor doamos. Assim a vida fará algum sentido. Pois é o amor a nossa origem com certeza é também o nosso destino amar alguém. Mesmo que pareça imposível. Mais é no real sentido da vida que se vê o amor. Amor é sentir e viver emoções. É toques murmúrios silêncio. Amor é agonia tristeza e alegria. O amor é o que nos faça acreditar que estamos vivos. E capaz de nos fazer vivos. Porquê o real sentido da vida. É sentir tanto quando for o proposto de viver. E sem doar esse amor. Não a motivo de v
Eu preciso sentir o gosto de sua pele molhada sobre mim, sentir suas mãos deslizando e buscando meus desejos, sentir seus lábios percorrendo em meu peito há molhado e ardente de prazer, procurando meus delírios quero te vê, as vezes eu só preciso lhe mostrar o que irá fazer na cama na hora que te mostrar meu amor, escrito por Armando Nascimento
