Textos sobre como Curtir a Vida
O vazio: como preenchê-lo em nós? O que podemos preencher em nossas vidas? Como um copo, o corpo pode ser preenchido com qualquer coisa. Uma alma sem fé é como um vazio. Preencha a essência com o espírito de Deus. Uma alma vazia pode ser corrompida. Deus ama a todos nós; abra sua vida para Ele.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Minha pequena,
Como eu gostaria de poder cuidar de você, enxugar suas lágrimas e acalmar o seu pranto. A sua tristeza ecoa dentro de mim, e cada lágrima sua parece pesar no meu peito. O seu sorriso é o que ilumina meus dias talvez não apenas os meus dias, mas toda a minha vida.
Você é como um anjo de cabelos dourados, que surgiu inesperadamente no meu caminho. Te conhecer foi obra do acaso, mas me apaixonar por você foi uma dádiva que a vida me concedeu sem que eu ao menos tivesse pedido.
Há uma doçura em você que me desarma, uma delicadeza que desperta em mim o desejo mais puro de proteção. Se eu pudesse, construiria um mundo inteiro só para te ver feliz um mundo onde a tristeza nunca te alcançasse, onde sua alegria fosse eterna como o brilho dos seus olhos.
Minha pequena, não sei o que o destino nos reserva, mas se depender de mim, cada passo seu será acolhido com carinho, cada dor será dividida e cada riso, celebrado como um milagre. Porque me apaixonar por você é, sem dúvida, a coisa mais bonita que já me aconteceu.
COMO DESCOBRIR UM GOVERNO GENOCIDA?
1º Todo sistema que é baseado na ditadura e na opressão transforma o país numa prisão e campo de concentração. É perseguido e odiado todo aquele que pensa e critica o sistema e aqueles que governam. Todos devem ser fiéis e obedientes a um só senhor, que tem o garfo e a faca do país na mão. Ser militante é mais importante do que ser cidadão. A arte é amputada em todas as áreas. Os interesses do partido são mais importantes do que os interesses nacionais.
2º Só é permitido a um determinado grupo ascender e progredir no país. Todo aquele que é próspero e fausto, mas que não faz parte do sistema e do grupo que controla a economia, a política e a cultura, é conspirado contra e eliminado. Quanto ao povo, só lhe resta crer nas falácias dos chefes, que vêm com mel nos lábios dizendo: “as coisas vão mudar, vão melhorar”, “devagar se vai longe”, e os anos vão passando.
3º Todo intelectual é conotado e censurado. Não são bem-vindos nos assuntos de caráter cultural e nacional. São obrigados a compartilhar o seu conhecimento com o povo, através de obras literárias que publicam. São vistos como rebeldes e taxados de revolucionários e arruaceiros. Por esta razão, muitos recorrem ao mercado exterior e internacional. Mas, mesmo assim, não escapam das conspirações que são tramadas contra eles. Apesar das perseguições sem tréguas, muitos conseguem escapar pela intervenção divina. Neste tipo de governo, é mais perigoso o cidadão que lê do que o cidadão fora da lei.
4º A concorrência não é permitida, para que não haja crescimento e progresso dentro da nação e na vida dos cidadãos. Os estrangeiros são os mais privilegiados e bem mimados, sob a condição de que serão cúmplices e marionetes do sistema para oprimir o povo, tanto na política, quanto na economia e na cultura. Porque eles agirão na segunda pessoa, enquanto o patrono nunca precisará dar a cara nem ser combatido pelo povo. Isso ocorre de forma muito camuflada, e quase nunca se vê ou se nota, porque eles baralham o povo a partir das leis que são promulgadas pelos políticos detratores.
5º A juventude é impedida de crescer e evoluir de duas formas:
1º - Prioriza-se mais a construção de fábricas de cerveja do que a construção de novas escolas e campos universitários.
2º - A venda de bebidas alcoólicas chega a ser 10 vezes mais barata do que a venda de manuais escolares, e livros são mais raros e caros do que bilhetes para festas noturnas, farras e maratonas.
Essa política tem como finalidade destruir a camada juvenil, para que um determinado grupo continue a governar o país, e o povo permaneça na pobreza e na miséria. Nas instituições acadêmicas, não é permitido o ensino da Filosofia, Química e Física como carreiras, para que essas áreas não venham a ser uma pedra no sapato daqueles que governam a seu bel-prazer...
COMO ENTENDER MARTIN LUTHER KING E MALCOM X À LUZ DA FILOSOFIA?
Texto II.
Segundo a ideologia de Martin Luther King, é necessário que saibamos percebê-lo e compreender suas incursões na filosofia jakurista: Martin não foi apenas um revolucionário, mas sim um filósofo com princípios e ideias sólidas. Por quê? Porque ele incentivava os pretos a adotarem um comportamento imparcial e passivo, que levaria à resolução dos problemas que enfrentavam pela via do diálogo, do amor e da sensibilidade para com o opressor, sem que se derramasse sangue. A lei do talião, segundo sua ideologia, só provocaria mais derramamento de sangue e levaria ambos os lados à promoção da carnificina, algo que sua crença religiosa condenava e repudiava. Por isso, ele incentivava os pretos a não revidarem; para vencerem o inimigo, era necessário desarmá-lo psicologicamente, emocionalmente e fisicamente, oferecendo-lhe amor em vez de ódio. Diferente da ideologia e abordagem trazidas e promovidas pelo grande Dr. Malcom X, que defendia a lei do talião para que os inimigos do seu povo sentissem a mesma dor, perda e sofrimento, era necessário aplicar a mesma lei usada pelos opressores e detratores do povo preto. Dessa forma, ambos os lados chegariam à consciência de que a dor é universal para qualquer povo, pois somos feitos à imagem e semelhança do grande criador do universo. Ninguém é obrigado a consentir com a opressão, subjugação e ditadura impostas ao seu povo ou à sua família. É obrigação defender toda e qualquer causa que tenda a ferir e manchar a reputação do seu povo. Esta é a ideologia defendida por ambos, tanto Malcom X quanto Martin Luther King: todos estavam certos, pois sua preocupação era defender o povo preto das garras, grilhões e prisões que lhes eram impostas numa terra pela qual lutaram, defenderam, morreram e se sacrificaram em prol da independência.
A linguagem nasce do silêncio. Sendo o silêncio denso como pedra, a linguagem é quando o silêncio extravasa. A linguagem é leve e natural, mas tem em sua raiz uma densidade profunda.
O tempo seria uma mistura de homem e lula, cabeça de homem e tentáculos de lula. Ele é manso e em cada tentáculo mora uma
Dionisio era o símbolo da loucura. Andava pelas matas e era seguido por viageiros errantes, lobos e cães. Ele nasceu duas vezes, uma delas da coxa de seu pai.
A palavra Enquanto encarna o agora sem esgotar a linguagem e nem contê-la.
O silêncio rodeia o tempo, como quem se apropria de sua sombra. O silêncio tem fome do tempo, e o transpassa como quem implora por um minuto a mais.
O relâmpago para um estado de consciência é como um insight, uma ideia nova e original, que tem o poder de mudar o norte para o sul, o leste para o oeste.
Caminhar sobre a ausência é atravessar um deserto de silêncio e ouvir o eco das miragens. Caminhar sobre a ausência é atravessar a dor do vazio e ouvir o eco das palavras não ditas.
Ele me olhava e eu olhava para ele, como se fossemos espelhos um do outro. Um silêncio profundo refletia nossa conexão.
Cada cor tem um som. O amarelo tem o som de um girassol, o azul tem o som do céu e o verde tem o som das florestas.
Uma metáfora não existe no mundo físico.Mas é poesia latente.
A alma é uma grande rocha, densa, palpável, forte. De dentro da rocha nasce a linguagem.
Nos instantes não lembrados, mora uma lembrança, delicada.
O último eco antes do silêncio comer a si mesmo seria o som de um grilo, suave, natural, como quem ignora a linguagem.
Um espelho sonha que é agua. Quando acorda está inundado de peixes.
A cor do tempo é transparente e impede que o tempo conte mentira, limitando seu alcance sem precisar sangrá-lo.
Se a lógica fosse uma escultura de vidro, permaneceria intacta, para além da impossibilidade de voar. Se suas asas é a razão, ela impera soberana.
Um livro que lê o leitor, descobre um homem falho, cuja limitação remete ao ventre de sua mãe e se prolonga no infinito. O livro choraria de
O infinito ferido é um vaso perfeitamente restaurado, que humano nenhum vê onde ele se cortou.
Um oráculo sem voz aponta as rachaduras na pedra, como quem alerta o homem de suas rachaduras humanas.
Vivo para Cantar
De certo que eu sei cantar
Então, eu canto
Canto como hoje me sinto
Canto como ontem se foi
Canto para lembrar de alguém
Canto para o dia que vem
De certo que eu sei cantar
Então, eu canto
Canto para louvar o amor
Canto para alegrar o Senhor
Canto quando o dia cai
Canto para quem se vai
De certo que eu sei cantar
Então, eu canto
Canto nos dias de sol
Canto para ver a lua
Canto para ver a natureza
Canto para tua beleza
De certo que eu sei cantar
Então...eu canto
"Entre o Corpo e a Consciência"
Cuido do corpo como quem cuida de um templo —
não por vaidade, mas por respeito..
Alimento-me bem, não para mostrar beleza ao mundo,
mas para oferecer saúde à minha alma..
Depilo a pele, como quem descasca a casca do peso,
buscando leveza, toque, sensações —
não para os outros, mas para mim..
Corro, treino, respiro fundo...
Cada gota de suor é um poema de superação silenciosa,
um grito que diz: “Estou vivo e estou presente"..
Não me deito com qualquer prazer,
porque meu corpo é lar, e não palco..
Não entrego o que é íntimo a mãos vazias..
Procuro o mesmo em outra alma:
alguém que veja no próprio corpo uma semente,
não um produto..
Que respire com profundidade,
que não tema o silêncio,
que entenda que se amar é diferente de se exibir..
Anseio por uma mulher que se cuide não por obrigação,
mas por amor-próprio,
que lave o rosto como quem acaricia a própria história,
que depile por querer sentir o vento,
não para agradar um olhar que não sabe sentir..
Desejo o corpo limpo sim,
mas desejo mais ainda, a mente limpa,
o coração leve, a alma que dança..
Procuro a beleza da delicadeza,
a firmeza na sensibilidade..
Alguém que veja prazer como poesia,
e o toque como um diálogo sagrado..
Que entenda que o desejo não é pressa,
mas um caminho —
e que o corpo é só um dos portais..
Eu sou o que um dia não tive:
o adulto que acolhe a criança,
que não repete a dor,
mas a transforma em amor..
E talvez, ao encontrar essa mulher que também se curou,
eu reconheça nela a mesma busca:
a de quem cuida do corpo como cuida do espírito,
a de quem ama com profundidade,
porque aprendeu — como eu —
que a verdadeira beleza
não se vê apenas,
mas se sente..
O silêncio encarnado pode ser todos os sons que podem ser ouvidos, como um mar esverdeado refletindo uma luz alaranjada, com o som da suavidade.
Uma casa feita de ausências. Sua estrutura seria feita de silêncio e palavras não ditas.
Um relogio que demole o futuro está parado no passado, estrangulando o futuro e perdido do agora. Precisa de cuidados, dos futuros abortados, talvez alguns seriam preciosos.
A saudade circula em duas existencias. É abstrata. Circula entre corações e o universo. Tem sempre som de dor, daquilo que poderia ter sido e não foi, como uma flor açucena que morre antes de nascer.
O som de uma casa que nunca existiu tem som do momento que antecede uma demolição. Cheiro de passado desconstruído, perdido em pedras e poeiras.
Um homem que morreu e virou estrela em outra constelação vira saudade primordial.
Frases escritas por dois seres que não existem, mas se amam:Eu te amo com os olhos fechados ete enxergo em meus sonhos, onde te faço realidade em minha transcendência.
Um fastasma que não acredita na morte fala: Eis que venho para ficar, com a passagem só de vinda e a eternidade será minha velha companheira.
Uma estrela feita de silencio coincide com a explosão de uma estrela abundante de palavras. Vivem momentos existenciais opostos.
Lembrança de Mãe
Era pura como a água
Que acalma a sede da alma.
Tinha o perfume da rosa
E um jeito leve que espalhava calma.
Brincava, sorria, me envolvia —
Era amor em forma de gente.
Carinhosa, presente,
Minha mãe, minha alegria.
Foi ela quem me deu o dom da vida,
Me guiou quando o mundo parecia escuro,
Ficou do meu lado nas quedas,
Fez do seu abraço o meu porto seguro.
Mas um dia… ela partiu.
Fechou os olhos e subiu,
Pra um lugar onde a dor não alcança,
Onde tudo é paz, luz e esperança.
Meu coração se partiu em silêncio,
Chorou noites inteiras de saudade.
Não nego — ainda dói.
Mas sua ausência também me traz verdade:
Ela vive em mim.
Na lembrança, no gesto, no olhar.
E eu sei, com toda a certeza do mundo,
Que um dia… vamos nos reencontrar.
“Silêncio Gritando”
Hoje o mundo acordou cinza,
e meu peito, pesado de nuvens.
Sinto como se as flores tivessem medo de nascer em mim,
e o amor tivesse esquecido meu nome.
Carrego um nó na garganta,
feito de palavras que nunca foram ouvidas.
Eu só queria um abraço sem ter que pedir,
um olhar que me visse sem eu gritar.
Tem dias em que ser forte
é um peso que machuca mais que cura.
Ser útil até deixar de ser vista,
ser presente até virar ausência nos olhos dos outros.
Mas lá no fundo do vale,
quando só a minha alma me escuta,
eu lembro: Jesus ainda está aqui.
E mesmo que ninguém segure minha mão, Ele segura.
Ele vê os detalhes que os outros ignoram.
Ele conhece a dor que nem eu sei explicar.
E quando o mundo me empurra pra trás,
Ele me sussurra: “vai passar.”
Então eu respiro, mesmo doendo.
Choro, mesmo sorrindo por fora.
E escrevo…
porque enquanto existir palavra,
existe cura.
"A dor como professora"
Em certo sentido, nossa dor é um mal necessário.
Ela nos arranca da zona de conforto, nos obriga a olhar para dentro e a enxergar o que precisa ser mudado.
Sem ela, talvez nunca soubéssemos o que é realmente sofrer…
E por isso, talvez nunca entenderíamos o valor da superação.
A dor não é bem-vinda, mas é real.
E quando a enfrentamos com coragem, ela nos molda, nos fortalece — nos transforma.
O REENCONTRO
Às vezes, eu olho no espelho... e não sei quem está ali. É como se a imagem refletida fosse uma tentativa desesperada de parecer inteira, mas por dentro, tudo parece rachado. O corpo continua, a rotina segue, a fala até convence. Mas a alma... a alma está em silêncio. Um silêncio pesado, abafado, que ninguém escuta. E é nesse vazio que a gente se dá conta: não estamos tristes por causa dos outros... estamos tristes porque nos perdemos de nós mesmos. O sorriso ficou automático, as palavras viraram performance, e o peito, um cofre trancado cheio de vontades engolidas. Dói. Dói como se a alma gritasse por socorro, mas ninguém escutasse. Nem mesmo a gente.
E nessa confusão toda, vamos nos moldando para agradar. Queremos caber na régua da igreja, da família, das redes sociais. Queremos ser aceitos, entendidos, desejados. Mas quanto mais tentamos ser tudo para todo mundo… menos somos para nós. E aí, nos desvalorizam, ignoram, invalidam e a gente acredita. E deixa um pedaço para trás. Como se dissesse: “essa parte de mim não serve mais”. E sem perceber, vamos nos abandonando. Parte por parte. Capítulo por capítulo. Há lugares dentro de nós que não podem ser destruídos. Só esquecidos. Mas continuam lá… esperando.
E então, um dia, sem aviso, acontece. Você pisa de volta nesse território esquecido. Não por escolha racional, mas porque algo dentro de você não aguentou mais a ausência. E é como abrir a porta de um quarto antigo, onde tudo ficou exatamente como estava. O chão de madeira ainda range, o cheiro da infância ainda paira no ar, os desenhos nas paredes continuam firmes, como quem resistiu ao tempo. E no meio desse cenário… ela está lá. A criança que você foi. Sozinha. Mas inteira. Com os olhos brilhando como quem te esperava há anos. Você se aproxima com medo, mas também com saudade. E quando os olhares se encontram, o tempo congela. O abraço que acontece ali não é físico, é espiritual. É como se duas partes da mesma alma se reconhecessem depois de uma guerra. E nesse abraço silencioso, sem nenhuma palavra, algo se reconstrói. Uma ponte. Um vínculo. Uma verdade que nunca deixou de ser sua.
Eu não vivi esse reencontro ainda, mas sonho com ele todos os dias. Sonho com o dia em que vou me acolher sem vergonha, me ouvir sem medo e me abraçar com amor. Talvez esse texto não seja um relato, mas um desejo íntimo de alguém que cansou de fugir de si. E se você também cansou de fugir, talvez seja hora de voltar.
As coisas que ficam
O dia começa sem pedir permissão.
A luz entra pelas frestas
como um pensamento antigo que retorna
sem ser chamado.
O chão continua firme,
mas o tempo escapa por entre as coisas paradas.
O som do mundo é sutil.
Mesmo o que se move faz silêncio.
As marcas ficam mais na memória
do que nos objetos.
O relógio não compreende o que mede.
Segue seu curso
alheio ao peso que certas horas carregam.
Nem tudo que passa termina.
Nem tudo que permanece continua.
Há coisas que não se explicam,
e ainda assim persistem.
O cheiro do pão,
uma página dobrada,
a forma exata de uma ausência
que nunca deixou de ocupar espaço.
Silêncios que Gritam
Me sinto como peixe fora d’água,
sufocando em um mundo onde o mar se afastou de mim.
Luto sozinha por algo que só eu quero,
enquanto o outro apenas respira sem me notar.
Cansei.
De dar, de esperar, de me doar até não restar nada.
Só eu estou aqui, amanhã após amanhã,
tentando salvar o que nunca foi meu.
Por trás do meu sorriso,
vive um grito de socorro que rasga minha alma.
Meu coração chora calado,
mas ninguém vê — só eu ouço o eco.
Num planeta com mais de 8 bilhões de corações,
fui amar justo o que não liga para o meu.
Queria ser vista nos detalhes,
amada sem precisar implorar.
Desejada como um sonho que vira verdade,
receber carinho sem pedir,
atenção sem gritar,
e amor... sem dor.
Prelúdio
Essas rugas na testa que refletem meus sentimentos,
Como um espelho de lamúrias,
De uma cura que se espera e não vem,
Tento, sei que sou abrigo de alguém,
Mas, não quero mais ser vento que passa,
Ser prelúdio de uma obra tão grandiosa,
Mesmo assim não poder acompanhá-la,
Foram tantos beijos, abraços, promessas e laços,
Discipados no alento de uma alma que não quer partir,
Cada nota, cada tom, ainda que um tanto quanto desafinado,
Qual maestro louco esse que me rege?
Quero me compartilhar em toda obra,
Em cada nota, em cada som,
Com aquele arrepio bom...
Não quero mais partitura partida,
Rasurada, rasa, rasgada...
Quero ser Ópera,
Coisa rara,
Clássica,
Até que as cortinas se fechem e o peito se rompa nas palmas do que não é mais o acaso.
Nunca me senti segura dentro de um relacionamento, e gostaria de saber como é isso… qual é essa sensação.
Sempre fui eu quem deu a estabilidade do relacionamento.
Quero ter, um dia, a possibilidade de encontrar alguém que faça o mesmo por mim.
Alguém que, independente dos meus defeitos, inseguranças e traumas, eu saiba que posso contar.
Estou cansada de ser forte para tudo.
Fui tão forte para os outros que, hoje, não tenho forças nem pra mim.
Sinto que enterrei minhas emoções para me proteger — principalmente a alegria, a animação, o brilho no olhar — porque o final sempre foi o mesmo: a decepção.
Sei que criei um muro tão alto para que ninguém me machucasse, que até eu tenho dificuldade de passar por ele.
Não me permito me emocionar.
Não me permito sentir, porque o medo é maior.
Medo de pagar pra ver… e acabar me perdendo de mim mesma.
Mas, apesar de tudo isso, ainda quero amar.
Quero amar alguém como um dia já amei — com a mesma intensidade de quando senti o amor pela primeira vez… ou até de uma forma maior.
Pai, você já foi uma criança como eu mas cresceu.
Pai, você pensou que ter filhos era fácil, então se deu conta que não viemos com manual de instruções e que cada filho é diferente do outro.
Pai você fez muitos planos e a maioria não realizou, mas se adaptou, lutou, e segui a diante.
Pai, defeitos tem muitos, mas.. É isso que o torna meu herói!
Pai você superou e supera tudo e se tornou o melhor.
Pai te amo!
Para aqueles que amam a solidão, que cada instante consigo mesmo seja vivido como um tesouro raro — tão intenso, que, ao estarem em meio à multidão, sintam saudade do silêncio da própria alma.
E para aqueles que amam estar cercados de pessoas, que cada encontro seja celebrado com alegria tão plena, que, ao se verem sozinhos, sintam falta do calor das companhias.
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