Textos sobre como Curtir a Vida
Era um som que vinha do cristal
Era como que uma espera
Fina fera que espantava o mal
Era como um vento leve
Que te leva a ver o mundo
Lá do alto da colina
Mas depois quebrou-se
Acabou-se o vidro do cristal
Coisa que se quebra à toa
Quando cai
Um barulho de algo bom que voa
Sempre vai...sempre termina
Pra mais tarde olhar-se ao longe
E de longe até parece boa
Mas aquele mesmo som de antes
Durante o tempo que soava bom
Não soa mais
E jamais de novo há de soar igual.
Edson Ricardo Paiva.
Um sonho febril me arrebatava com tigo mulher ardente, onde teus lábios percorriam minha pele como uma chama viva, dançando em silêncio, acendendo cada sombra adormecida em mim.
Tua nudez — luz que atravessa a escuridão — guiava meus sentidos, entregando-se sem temor ao magnetismo que nos consumia.
A cada toque, um incêndio;
a cada suspiro, um abismo se abria.
Era um fascínio insano, doce e selvagem, onde teu corpo se moldava ao meu como se já tivesse nascido para caber ali.
Segredos antes escondidos brotavam entre nós, desejos ancestrais se revelavam, e tua presença invadia minha alma com a força crua de uma paixão sem máscaras.
Naquela entrega total, éramos um só ser pulsando no mesmo ritmo,
e o mundo, acuado pelo nosso fogo, simplesmente desaparecia.
Restava apenas o êxtase — voraz, profundo, infinito —
um desejo que não acaba, apenas se reinventa.
Transparente
Como água escorro pelos dedos, sou "impegável", impagável, duro e ao mesmo tempo amável, respeito quem me respeita, os que não administro , não me aproximo, estou sempre á espreita.
sou como o cheiro do mato, da cachoeira, me irrito fácil, choro por qualquer besteira,
falo e faço muita asneira vejo o mundo nas entrelinhas, na vida que nunca se alinha, do amor que no colo se aninha, vivo a vida como se estivesse no fim da linha
ouço e analiso, se percebo falsidades me inviabilizo, fujo, procuro abrigo, talvez nunca tenha tido um amigo; daqueles de verdade, sem maldade, que mais doasse que pedisse, daqueles de verdade
saboreio a vida buscando paz, me doando ate demais, sou complicado, e ao mesmo tempo simples,
sou espelho, reflexo, se preciso anexo, quero que a vida seja percebida, pra você e pra mim.
Hoje quando eu acordei e te vi
Você com um sorriso iluminando como sol radiante em minha janela.
Tinha certeza que o dia seria lindo e você minha única musa, amante e bela.
Você disse oi e se foi.
A escuridão serrou meu olhar
E agora só tenho uma esperança.
Que quando o amanhã chegar e você voltar.
Amor avassalador
O Teu amor me atingiu
Como num suspiro,
Ainda sem acreditar
Que tamanho amor é esse.
Quem ousaria não acreditar?
Amor tal que não sei explicar.
Amor que inundou todas as partes do meu ser.
Amor impossível de descrever.
Como podes ser assim?
Mesmo sem eu merecer,
Tu vieste sem me dizer
E me encontraste,
Estasiando o meu viver.
Quem conheceu esse amor
Sabe que Ele veio preencher
Aquilo que faltava para completar,
Aquilo que o sentido não fazia calar:
O vazio em meu ser.
É o amor que não tem validade,
Onde a única saudade
É a vontade de viver para sempre,
Na eternidade,
Com esse grande amor.
Amor sem vaidade,
Amor com verdade,
Amor sem validade
Para todo sempre,
Eu hei de Te ter.
Minha alma anseia pelo meu Amado,
Mais do que o tempo rápido passa,
Mais do que os afazeres,
Mais do que fingir o que não é,
Mais do que tudo e qualquer coisa.
A qualquer custo,
Vem e preenche o meu ser.
Cuide-se como se fosse de ouro. Poupe-se!
Você não é de ferro.
Nem sempre precisa aguentar tudo, sorrir quando dói ou fingir que está bem.
Você é raro — e tudo que é raro exige cuidado, descanso e proteção.
Poupe-se dos excessos, das pessoas que drenam sua energia, das situações que te roubam a paz.
Nem tudo merece sua resposta, sua entrega, seu desgaste.
Cuide do seu corpo, da sua mente e da sua alma como quem guarda um tesouro — porque é exatamente isso que você é.
Quem se poupa, se preserva.
E quem se preserva, floresce.
Poupe-se
Cuide-se como ouro raro,
não se entregue a qualquer mão,
há brilhos que só se mantêm
na calma do coração.
Nem todo peso é pra levar,
nem toda dor é lição,
às vezes, o maior cuidado
é dizer “não” com compaixão.
Poupe-se das vozes frias,
das correntes do desgaste,
você é feito de luz e vida,
não de aço que se parte.
Descansa, renova, respira,
guarda o que é teu em paz,
quem se cuida, se respeita,
e o brilho… dura muito mais.
🖋️ @psi.pollyannasthefhany
E quando a saudade tem nome?
O coração ainda bate descompassado como na primeira vez.
O pensamento não vai embora e faz lembrar o cheiro, o gosto, a voz...
O calor que embalava nossos corpos, a melhor sensação da minha vida era ter você, estar em você, com você. Arrepiava.
Agora é só lembrança e vontade.
Vontade de voltar no tempo e viver tudo denovo. Tudo.
Ou esquecer.
O que vem depois da paixão?
A aceitação do outro como é, real,
a paciência das diferenças, o querer ajudar, é o cuidar, zelar.
O que vem depois da paixão?
É o compreender que somos pessoas individuais, com propósitos juntos.
O que vem depois da paixão ?
É o respeito mútuo, a cumplicidade, a diversidade de ideias. O aconchego, as palavras que curam.
O que vem depois da paixão?
O amor genuíno.
- Cintia Verissimo
"O Amor que Passa Despercebido
"Como posso dar meu amor a você se você nem olha para mim? Você nem sabe o quanto o meu amor poderia te fazer feliz. Às vezes, o amor passa despercebido; perdemos a chance de amar por não olharmos ao nosso redor. O amor verdadeiro pode estar ao nosso lado e nós não conseguimos percebelo."
Leriano perêirah
Aluna:
Por que escolhemos a psicologia como horizonte profissional?
Eu:
Somos psicólogos clínicos não apenas pela oportunidade de compartilhar histórias alheias, também por isso, mas porque gostaríamos que alguém nos ouvisse com o mesmo empenho que dedicamos aos nossos pacientes. Somos mendigos disfarçados, pedintes com ares de nobreza.
A natureza murmura, e eu me aproximo como brisa que acalma e flecha que sabe onde atingir. Você está sendo guiado para um recomeço, mesmo que seus olhos ainda não veja. O que caiu, caiu para te levantar de forma mais consciente. O que saiu, saiu para abrir espaço para aquilo que realmente é seu. Apenas agradeça pelo aprendizado do ciclo.
O Universo não se apressa, ele acerta o passo com o querer da sua alma. Seus caminhos pedem suavidade, sabedoria e silêncio interno. Você não precisa disputar espaço, provar valor ou implorar por reconhecimento. O que te pertence já pulsa no chão seu destino.
Eu peço que você cuide da morada sagrada que é o seu coração, cuide da sua saúde, busque pela sua paz. Limpe tudo aquilo que pesa, seja grato pelo que permanece e abra os braços para o que chega.
A justiça divina caminha contigo, e tudo o que foi lançado contra você se desfaz como galho seco lançado ao vento. Acredita, porque você não está sozinho. Aquilo que você procura também está se movendo para te encontrar.
Já não escrevo como antes.
Esta metamorfose é notória demais.
Houve tempos em que escrever não era um exercício exaustivo — era apenas uma forma de conversar comigo mesmo.
Hoje, parece-me que o meu Eu e eu sofremos uma mudança drástica. Sentar-me para dialogar com ele tornou-se uma tarefa árdua, quase impossível.
Mas o que julgavam? Que era apenas acordar e escrever? Não. Nunca funcionou assim.
A verdade é que percebo, aos poucos, que estou a perder um grande amigo: o meu Eu.
Riamo-nos tanto das complexidades e banalidades… e nunca partilhei algo tão íntimo com outro alguém senão com ele.
Nem sei por que vos escrevo isto. Talvez não me entendam. Não estais preparados para compreender-me. Já é tarde demais. Estive acessível durante tanto tempo, esperando ser entendido, mas o meu Eu decidiu libertar-me deste tédio.
Encarnei uma introspecção feroz, que me levou a muitos estágios: da lógica à filosofia, dos delírios ao retorno — sempre o retorno.
O lado sombrio cessou por um tempo, mas agora que o meu Eu se esvai, sinto que não terei mais controle sobre as trevas que habitavam o meu ser.
Antes de conhecer o meu Eu, eu e elas — as trevas, o abismo — éramos um só. Eu ia para a cama, mas elas não; eu ficava de vigia para não sucumbir. O meu universo não tinha colorações, apenas escuridão.
Com a chegada do meu Eu, tudo mudou. Olhámo-nos nos olhos com sinceridade.
Quando vos digo que não sou pertença vossa, ignorais o facto. Apenas quereis ouvir o que convém ao vosso ego.
Mas o meu Eu esvai-se… esvai-se e nunca mais retornará.
E quando eu também me for, não me sigam.
Tentei trancar-lhe as portas dentro de mim, implorei que ficasse. Disse-lhe que ninguém o poderia substituir, que sem ele eu sucumbiria.
Ele ajoelhou-se para me alcançar. Questionei-o: “Porquê tudo isto?”
Mas apenas partiu.
E eu morri com a sua partida.
Morri, porque a minha paz era a única força que me mantinha longe das sombras.
Morri sem remorso, apenas para reencontrar o meu fiel amigo — o meu Eu.
Não compreendereis isto.
Não me sigam.
Vivam a vossa vida.
Há em mim tremores de mundos complexos, de uma aura tenebrosa.
Apartai-vos de mim.
Não pedi socorro.
Livrem-me da vossa pena.
Tirai-me do alcance da vossa visão.
— SUSATEL
O "feitiço" nos afastou;
Penetrou tão fundo na nossa relação como negritude...
Os idosos são, em sua maior parte, as grandes vítimas.
Ah! E como o feitiço pegou-nos de jeito — de um jeito tão belo que sustenta as igrejas.
A negritude dança ao som do colono, finge — ou, por ignorância, finge demência — e afirma que é coisa de casa.
Filhos culpam os pais pela suposta "má sorte".
O feitiço chegou mansinho, como quem veio fazer amizade, mas apenas para plantar discórdia e destruir.
Irmãos acusam uns aos outros... por conta do feitiço.
Poxa vida! A coisa se enraizou tanto no ADN africano, que os pretos declararam guerra uns aos outros.
Que invasor sagaz, voraz, impiedoso!
Uma máquina muito bem projetada, uma artimanha para enriquecer as igrejas.
O oportunista que vive e se robustece às custas da ignorância daqueles como eu e tu — que confiamos o nosso futuro ao colonizador.
Ah, preto ignorante...
E quando fazes as tuas preces, em que língua as fazes?
E a quem são dirigidas?
E as coisas que tu mesmo fazes para a queda de Alkebulan, tua terra-mãe — por que não as consideras feitiço?
Viraste-te contra a tua árvore ancestral e a maldisseste,
Em nome da branquitude que hoje te convence de que os teus bisavós, avós, pais e irmãos são feiticeiros...
A razão pela qual tu não prosperas.
Andas atrapalhado e confuso desde que desmamaste da lei dos teus ancestrais;
Maldizes os conhecimentos que te foram confiados;
Profanas e deixas que estuprem a terra que te viu nascer e crescer.
Ó, muitos se intitulam "sonhozinhos", novos senhores da plantação — os que seguram o chicote em nome do seu Deus branco.
A mediocridade e a falta de consciência andam de mãos dadas contigo.
O que seria, de facto, separar a semente que gerará uma grande e frutífera árvore, daquela que, para sempre, será semeadora de discórdia?
Ora, é entendermos que, dentre nós, há aqueles que não mais fazem parte da pretude — embora tenham a cor e características iguais às nossas — são empregados do Ocidente;
Uma praga mortífera;
Uma árvore cujo odor exala a morte.
Então, meu caro preto, você é apenas mais uma pequena engrenagem que se acha a própria máquina.
Eles nunca te olharão da mesma forma.
Você quer realmente saber como eles pensam de nós, até nas suas filosofias?
Ora, leia Kant, David Hume, leia Tocqueville — todos aqueles que você considera deuses do saber.
Procura saber o que pensavam sobre os pretos.
Sob circunstância nenhuma eles te olharão como um deles, mas sim como uma mera coisa insignificante.
Continua...
Quem és tu?
Olhe o parque
E a roda gigante
Rodando, rodando
Como nossas vidas
Brincamos, brincamos
Nunca levamos a sério
O grande carrossel
Não pare, não pare
Nosso parque se foi
Quero que volte
E que ele traga
Nossa pipoca
Nossa maçã do amor
Que novamente
Rodemos de novo
Juntos no carrossel
Que olhemos
Para o céu
Na roda gigante
Como toda criança
Que sonha
Pra sempre
Que a vida
É um parque
O parque da vida
E o mesmo carrossel
Muitas pessoas se autodefinem como “intensas”, mas o que chamam de intensidade, na verdade, é uma mistura de insegurança, imaturidade e arrogância. A intensidade verdadeira é entrega, profundidade e conexão; não é metralhar palavras de ódio nem usar ofensas como escudo. O que vemos, muitas vezes, é um ego frágil disfarçado de força, uma incapacidade de lidar com frustrações transformada em ataques verbais. É curioso como alguns acreditam que ferir o outro é uma forma de se proteger, quando na realidade apenas revelam suas próprias deficiências emocionais.
Essa confusão cria um ciclo vicioso: a insegurança gera medo, o medo provoca agressividade, a agressividade afasta quem está por perto, e o afastamento aumenta ainda mais a insegurança. O resultado é uma solidão construída pela própria pessoa, que insiste em chamar de intensidade aquilo que nada mais é do que imaturidade. É polêmico dizer isso, porque muitos preferem romantizar o termo “intenso”, como se fosse uma virtude, quando na prática é apenas uma desculpa para não assumir responsabilidade sobre a própria falta de maturidade emocional.
O problema é que essa postura destrói vínculos e mina qualquer possibilidade de relação saudável. Quem confunde intensidade com arrogância não percebe que está sabotando a si mesmo. A intensidade genuína não precisa de ataques, não precisa de defesas inflamadas, não precisa humilhar o outro para se sentir forte. Ela se manifesta em vulnerabilidade, em coragem de se expor sem medo de ser inferiorizado. Mas para chegar a esse ponto é preciso autoconhecimento, é preciso reconhecer fragilidades, é preciso aceitar que maturidade não nasce do grito, mas da escuta.
Talvez o maior desafio seja admitir que não é o mundo que nos inferioriza, mas nós mesmos que nos recusamos a enxergar nossas limitações. Enquanto isso não acontece, a arrogância continuará sendo vendida como intensidade, e a imaturidade continuará afastando pessoas que poderiam ser fonte de crescimento e afeto. A verdadeira intensidade não é barulho, é profundidade. E quem não entende isso, continuará confundindo ego inflado com força, quando na verdade está apenas revelando sua própria fragilidade.
MECANISMO DA ANSIEDADE:
Quem pode quebrá-lo? E como quebrá-lo?
O Mecanismo da Ansiedade envolve 4 componentes sequencialmente dependentes; os componentes são: Situação, Pensamento, Pensar e Ansiedade.
O Mecanismo da Ansiedade começa com uma Situação que se torna Pensamento no Cérebro e o Sujeito Homo sapiens realiza o ato de Pensar amoldando-se ao Pensamento e surgindo a Ansiedade.
As Situações e os Pensamentos sempre vão existir e os Medicamentos ou as Drogas agem apenas sobre os efeitos da Ansiedade, por outro lado, a Terapia Cognitivo-Comportamental funciona mecanicamente modificando os Pensamentos para originar novos comportamentos.
O Mecanismo da Ansiedade revela que a Ansiedade surge essencialmente através do ato de Pensar. Assim, o componente que deve ser manipulado para quebrar o Mecanismo da Ansiedade é o Pensar.
Manipular o Pensar é substituir o ato de Pensar pelo ato de Atenção.
Ninguém pode manipular o Pensar para o outro!
Somente o próprio Sujeito Homo sapiens, como Gestor dos Fenômenos do seu Organismo, é que pode manipular conscientemente o seu Pensar.
Por isso, modificar as Situações ou os Pensamentos ou os efeitos da Ansiedade para originar novos comportamentos não é estratégia radical contra a Ansiedade.
Portanto, a estratégia radical contra a Ansiedade é de consciencializar o Sujeito Homo sapiens através da Educação para perceber-se a si mesmo como um Sujeito Gestor do seu Organismo, para compreender o ato de Pensar e suas consequências e para substituir conscientemente o ato de Pensar pelo ato de Atenção que origina a Serenidade.
O próprio Sujeito Homo sapiens do Organismo Humano é quem pode quebrar o Mecanismo da sua Ansiedade substituindo o ato de Pensar pelo ato de Atenção.
Te conhecer foi como ouvir uma canção inédita, dessas que entram devagar, mas tomam conta da alma num segundo.
E quanto mais eu te descobria,
mais notas surgiam —
um solo de ternura,
um compasso de paz,
um silêncio bonito que só existe
quando dois corações se entendem.
Hoje, quando penso em nós,
é como deixar essa música
tocar no repeat:
não canso, não enjoa,
porque foi você quem virou
a minha melodia favorita da vida.
P.silva3
A Magia Contra o Tédio ...
Imaginação é como "feitiço"
Alma inquieta,
foge do tédio que a rotina projeta.
Sonha com truques, com criação,
com literatura em transformação.
Na sala, olhos atentos e curiosos,
crianças em mundos maravilhosos.
Cada história é uma porta aberta,
cada verso, uma estrada descoberta.
Infância pulsa em imaginação,
em perguntas, em inquietação.
Ela planta atenção com afeto,
colhe ideias num campo repleto.
E o tédio, que ousa se aproximar,
é vencido pelo ato de imaginar.
Tédio existe ali na sala. É o chamado comum. O bom seria entrar em sala como quem prepara um espetáculo: Meu desejo é fazer um truque de mágica — não com varinha de condão, mas com palavras que brilham, com aulas que façam os olhos saltarem do rosto.
Sempre que possível, o plano será transformar cada aula de literatura em uma experiência viva/imersiva, onde os livros são apenas o ponto de partida, para que os olhos das crianças, atentos e curiosos, revelem que algo mágico está acontecendo.
O desejo é que mergulhem nas histórias, questionem, criem, reinventem. A literatura deve ser sentida, encenada, vivida.
O desejo é que todos os dias seja como se fosse um "feitiço"/encanto que nunca acabe. Que nunca falhe.
Folclore...
Ele falha/Eu falho.
Noite Leal
Caminho na sombra
com a lealdade cravada no peito,
como quem guarda um pacto
feito em silêncio antigo.
Meu sorriso?
É lâmina brilhando no escuro:
feliz, afiado,
nascido do que ninguém vê.
E enquanto a luz fria
escorre pelo espelho,
minha mente viaja —
longe, muito longe,
por estradas que só eu conheço.
Ainda assim, permaneço firme,
de pé, inteira,
com a noite ao meu lado
como velha companheira
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