Textos sobre como Curtir a Vida
Vós, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, revesti-vos de sentimentos de carinhosa compaixão, bondade, humildade, mansidão, paciência. Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente toda vez que tiverdes queixa contra alguém. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai também vós. Mas, acima de tudo revesti-vos do amor que é vínculo da perfeição.
Paulo aos Colossenses 3, 12-14
No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como uma coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume. (...) Até chegar à rosa foi um século de coração batendo. (...)
O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.
Como John Wesley baseava sua prática em cinco pontos fundamentais:
1. Deus é a fonte de todos os recursos do cristão. Ninguém realmente ganha dinheiro por sua própria esperteza ou diligência. Pois Deus é fonte de toda energia e inteligência.
2. Os cristãos terão de prestar contas a Deus pela forma como usaram o dinheiro. Em qualquer momento, podemos ter de prestar contas a Deus. Por isto, nunca devemos desperdiçar o dinheiro agora, pensando em compensar futuramente.
3. Os cristãos são mordomos do dinheiro do Senhor. Somos apenas agentes dele para distribuí-lo de acordo com sua direção. Portanto, não temos condições de fazer algo contrário à sua vontade.
4. Deus concede dinheiro aos cristãos para que o repassem àqueles que têm necessidade. Usar este dinheiro para nós mesmos é roubar de Deus.
5. O cristão não tem mais direito de comprar algo supérfluo para si mesmo do que tem de jogar o dinheiro fora.
Com isto em mente, Wesley dava quatro conselhos quanto às prioridades de Deus para o uso da renda individual do cristão:
1. Suprir todo o necessário para si mesmo e a família (1 Tm 5.8).
2. "Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes" (1 Tm 6.8).
3. "Procurai as coisas honestas, perante todos os homens" (Rm 12.17), e "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma" (Rm 13.8). Depois de cuidar das necessidades básicas, a próxima prioridade é pagar os credores, ou providenciar para que todos os negócios sejam feitos de forma honesta, sem incorrer em dívidas.
4. "Façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé" (Gl 6.10). Depois de prover para família, credores, e negócios, Deus espera que todo o restante lhe seja devolvido através de doar aos necessitados.
Para ajudar a discernir em situações não muito claras se está tomando a direção certa diante de Deus, Wesley sugeria que o cristão fizesse a si mesmo as seguintes perguntas em relação a algum bem que quisesse adquirir:
1. Em gastar este dinheiro, estou agindo como se eu fosse dono dele, ou como despenseiro de Deus?
2. Que Escritura me orienta a gastar dinheiro desta forma?
3. Posso oferecer esta aquisição como oferta ao Senhor?
4. Deus haverá de me elogiar na ressurreição dos justos por este dispêndio?
PRIMEIRO DE DISCURSO DE MICHEL TEMER COMO PRESIDENTE:
Olhe, meus amigos, eu quer cumprimentar todos os ministros empossados, os senhores governadores, senhoras e senhores parlamentares, familiares, amigos, senhoras e senhores,
Eu pretendia que esta cerimônia fosse extremamente sóbria e discreta, como convém ao momento que vivemos. Entretanto, eu vejo o entusiasmo dos colegas parlamentares, dos senhores governadores, e tenho absoluta convicção de que este entusiasmo deriva, precisamente, da longa convivência que nós todos tivemos ao longo do tempo. Até pensei, num primeiro momento, que não lançaria nenhuma mensagem neste momento. Mas percebi, pelos contatos que tive nestes dois últimos dias, que indispensável seria esta manifestação.
E minha primeira palavra ao povo brasileiro é a palavra confiança. Confiança nos valores que formam o caráter de nossa gente, na vitalidade da nossa democracia; confiança na recuperação da economia nacional, nos potenciais do nosso país, em suas instituições sociais e políticas e na capacidade de que, unidos, poderemos enfrentar os desafios deste momento que é de grande dificuldade.
Reitero, como tenho dito ao longo do tempo, que é urgente pacificar a Nação e unificar o Brasil. É urgente fazermos um governo de salvação nacional. Partidos políticos, lideranças e entidades organizadas e o povo brasileiro hão de emprestar sua colaboração para tirar o país dessa grave crise em que nos encontramos. O diálogo é o primeiro passo para enfrentarmos os desafios para avançar e garantir a retomada do crescimento. Ninguém, absolutamente ninguém, individualmente, tem as melhores receitas para as reformas que precisamos realizar. Mas nós, governo, Parlamento e sociedade, juntos, vamos encontrá-las.
Eu conservo a absoluta convicção de que é preciso resgatar a credibilidade do Brasil no concerto interno e no concerto internacional, fator necessário para que empresários dos setores industriais, de serviços, do agronegócio, e os trabalhadores, enfim, de todas as áreas produtivas se entusiasmem e retomem, em segurança, com seus investimentos. Teremos que incentivar, de maneira significativa, as parcerias público-privadas, na medida em que esse instrumento poderá gerar emprego no País.
Sabemos que o Estado não pode tudo fazer. Depende da atuação dos setores produtivos: empregadores, de um lado, e trabalhadores de outro. São esses dois polos que irão criar a nossa prosperidade. Ao Estado compete — vou dizer, aqui, o óbvio —, compete cuidar da segurança, da saúde, da educação, ou seja, dos espaços e setores fundamentais, que não podem sair da órbita pública. O restante terá que ser compartilhado com a iniciativa privada, aqui entendida como a conjugação de ação entre trabalhadores e empregadores.
O emprego, sabemos todos, é um bem fundamental para os brasileiros. O cidadão, entretanto, só terá emprego se a indústria, o comércio e as atividades de serviço, estiverem todas caminhando bem.
De outro lado, um projeto que garanta a empregabilidade, exige a aplicação e a consolidação de projetos sociais. Por sabermos todos, que o Brasil lamentavelmente ainda é um País pobre. Portanto, reafirmo, e o faço em letras garrafais: vamos manter os programas sociais. O Bolsa Família, o Pronatec, o Fies, o Prouni, o Minha Casa Minha Vida, entre outros, são projetos que deram certo, e, portanto, terão sua gestão aprimorada. Aliás, aqui mais do que nunca, nós precisamos acabar com um hábito que existe no Brasil, em que assumindo outrem o governo, você tem que excluir o que foi feito. Ao contrário, você tem que prestigiar aquilo que deu certo, completá-los, aprimorá-los e insertar outros programas que sejam úteis para o País. Eu expresso, portanto, nosso compromisso com essas reformas.
Mas eu quero fazer uma observação. É que nenhuma dessas reformas alterará os direitos adquiridos pelos cidadãos brasileiros. Como menos fosse sê-lo-ia pela minha formação democrática e pela minha formação jurídica. Quando me pedirem para fazer alguma coisa, eu farei como Dutra: "o que diz o livrinho?" O livrinho é a Constituição Federal.
Nós temos de organizar as bases do futuro. Muitas matérias estão em tramitação no Congresso Nacional, eu até não iria falar viu, mas como todo mundo está prestando atenção, eu vou dar toda uma programação aqui. As reformas fundamentais serão fruto de um desdobramento ao longo do tempo. Uma delas, eu tenho empenho e terei empenho nisso, porque eu tenho nela, é a revisão do pacto federativo. Estados e municípios precisam ganhar autonomia verdadeira sobre a égide de uma federação real, não sendo uma federação artificial, como vemos atualmente.
A força da União, nós temos que colocar isso na nossa cabeça, deriva da força dos estados e municípios. Há matérias, meus amigos, controvertidas, como a reforma trabalhista e a previdenciária. A modificação que queremos fazer, tem como objetivo, e só se este objetivo for cumprido é que elas serão levadas adiante, mas tem como objetivo o pagamento das aposentadorias e a geração de emprego. Para garantir o pagamento, portanto. Tem como garantia a busca da sustentabilidade para assegurar o futuro.
Esta agenda, difícil, complicada, não é fácil, ela será balizada, de um lado pelo diálogo e de outro pela conjugação de esforços. Ou seja, quando editarmos uma norma referente a essas matérias, será pela compreensão da sociedade brasileira. E, para isso, é que nós queremos uma base parlamentar sólida, que nos permita conversar com a classe política e também com a sociedade.
Executivo e legislativo precisam trabalhar em harmonia e de forma integrada. Até porque no Congresso Nacional é que estão representadas todas as correntes da opinião da sociedade brasileira, não é apenas no executivo. Lá no Congresso Nacional estão todos os votos de todos os brasileiros. Portanto, nós temos que governar em conjunto.
Então, nós vamos precisar muito da governabilidade e a governabilidade exige — além do que eu chamo de governança que é o apoio da classe política no Congresso Nacional — precisam também de governabilidade, que é o apoio do povo. O povo precisa colaborar e aplaudir as medidas que venhamos a tomar. E nesse sentido a classe política unida ao povo conduzirá ao crescimento do País. Todos os nossos esforços estarão centrados na melhoria dos processos administrativos, o que demandará maior eficácia da governança pública.
A moral pública será permanentemente buscada por meio dos instrumentos de controle e apuração de desvios. Nesse contexto, tomo a liberdade de dizer que a Lava Jato tornou-se referência e como tal, deve ter (falha no áudio) e proteção contra qualquer tentativa de enfraquecê-la.
O Brasil, meus amigos, vive hoje sua pior crise econômica. São 11 milhões de desempregados, inflação de dois dígitos, deficit quase de R$ 100 bilhões, recessão e também grave a situação caótica da saúde pública. Nosso maior desafio é estancar o processo de queda livre na atividade econômica, que tem levado ao aumento do desemprego e a perda do bem-estar da população.
Para isso, é imprescindível, reconstruirmos os fundamentos da economia brasileira. E melhorarmos significativamente o ambiente de negócios para o setor privado. De forma que ele possa retomar sua rotação natural de investir, de produzir e gerar emprego e renda.
De imediato, precisamos também restaurar o equilíbrio das contas públicas, trazendo a evolução do endividamento no setor público de volta ao patamar de sustentabilidade ao longo do tempo. Quanto mais cedo formos capazes de reequilibrar as contas públicas, mais rápido conseguiremos retomar o crescimento.
A primeira medida, na linha dessa redução, está, ainda que modestamente, aqui representada, já eliminamos vários ministérios da máquina pública. E, ao mesmo tempo, nós não vamos parar por aí. Já estão encomendados estudos para eliminar cargos comissionados e funções gratificadas. Sabidamente funções gratificadas desnecessárias. Sabidamente, na casa de milhares e milhares de funções comissionadas.
Eu quero, também, para tranquilizar o mercado, dizer que serão mantidas todas as garantias que a direção do Banco Central hoje desfruta para fortalecer sua atuação como condutora da política monetária e fiscal. É preciso, meus amigos, — e aqui eu percebo que eu fico dizendo umas obviedades, umas trivialidades, mas que são necessárias porque, ao longo do tempo, eu percebo como as pessoas vão se esquecendo de certos conceitos fundamentais da vida pública e da vida no Estado.
Então, quando eu digo “é preciso dar eficiência aos gastos públicos”, coisa que não tem merecido maior preocupação do Estado brasileiro, nós todos estamos de acordo com isso. Nós precisamos atingir aquilo que eu chamo de “democracia da eficiência”. Porque se, no passado, nós tivemos, por força da Constituição, um período da democracia liberal, quando os direitos liberais foram exercitados amplamente. Se, ao depois, ainda ancorado na Constituição, nós tivemos o desfrute dos chamados direitos sociais, que são previstos na Constituição, num dado momento aqueles que ascenderam ao primeiro patamar da classe média, começaram a exigir eficiência, eficiência do serviço público e eficiência nos serviços privados. E é por isso que hoje nós estamos na fase da democracia da eficiência, com o que eu quero contar com o trabalho dos senhores ministros, do Parlamento e de todo o povo brasileiro.
Eu quero também remover — pelo menos nós faremos um esforço extraordinário para isto — a incerteza introduzida pela inflação dos últimos anos. Inflação alta — vai mais uma trivialidade — atrapalha o crescimento, desorganiza a atividade produtiva e turva o horizonte de planejamento dos agentes econômicos. E sabe quem sofre as primeiras consequências dessa inflação alta? É a classe trabalhadora e os segmentos menos protegidos da sociedade, é que pagam a parte mais pesada dessa conta.
Nós todos sabemos que, há um bom tempo, o mundo está de olho no Brasil. Os investidores acompanham, com grande interesse, as mudanças no nosso país. Havendo condições adequadas — e nós vamos produzi-las —, a resposta será rápida, pois é grande a quantidade de recursos disponíveis no mercado internacional e até internamente, e ainda maior as potencialidades no nosso País. E com base no diálogo, nós adotaremos políticas adequadas para incentivar a indústria, o comércio, os serviços e os trabalhadores. E a agricultura, tanto a familiar quanto o agronegócio. Precisamos prestigiar a agricultura familiar, que é quase um microempreendimento na área da agricultura, especialmente apoiando e incentivando os micros, pequenos e médios empresários. Além de modernizar o País, estaremos realizando o maior objetivo do governo: reduzir o desemprego. Que há de ser, os senhores percebem, estou repetindo esse fato porque eu tenho tido — e os senhores todos têm tido —, contato em todas as partes do País, com famílias desempregadas. E nós vemos o desespero desses brasileiros, que contam com um País com potencialidades extraordinárias e que não consegue levar adiante uma política econômica geradora de empregos para todos os brasileiros.
Quero falar um pouco sobre a atuação nas linhas interna e externa do Brasil. E esses princípios estão consagrados na Constituição de [19]88, senador Mauro Benevides, que nós ajudamos a redigir, não é? Eu indico, porque esses preceitos indicam caminho natural para definição das linhas da atuação interna e externa do Brasil. Os senhores veem que eu insisto muito no tema da Constituição porque, ao meu modo de ver, toda vez que nós nos desviamos dos padrões jurídicos, e o Direito existe, exata e precisamente, para regular as relações sociais, quando nós nos desviamos as (incompreensível) dos limites do Direito, nós criamos a instabilidade social e a instabilidade política. Por isto eu insisto sempre em invocação do texto constitucional.
Muito bem, nesta Constituição, a independência nacional, a defesa da paz e da solução pacífica de conflitos, o respeito à autodeterminação dos povos, a igualdade entre os estados, a não-intervenção, a centralidade dos direitos humanos e o repúdio ao racismo e ao terrorismo, dentre outros princípios, são valores profundos da nossa sociedade. E traça uma imagem de um País pacífico e ciente dos direitos e deveres estabelecidos pela nossa Constituição.
São, meus amigos, esses elementos de consenso que nos permite estabelecer bases sólidas para a política externa que volte a representar os valores e interesses permanentes no nosso País. A recuperação do prestígio do País e da confiança em seu futuro serão tarefas iniciais e decisivas para o fortalecimento da inserção internacional da nossa economia.
Agora em agosto o Brasil estará no centro do mundo com a realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro. Bilhões de pessoas assistirão jogos, jornalistas de vários países estarão presentes para reportar o país-sede das competições. Muito além dos esportes, sabemos disso, as pautas se voltaram para as condições políticas e econômicas do País. Tão cedo não voltaremos oportunidade como esta de atrair a atenção de tanta gente, ao mesmo tempo, em todos os cantos do mundo.
Nesta tarde de quinta-feira, porém, e desde já pedindo desculpas pelo possível, para usar um refrão, pelo possível alongado da exposição, eu quero dizer, reiterar, que a minha intenção era realizar essa cerimônia, digamos assim, com a maior sobriedade possível. Estamos fazendo porque, sem embargo do entusiasmo de todos os senhores, todos nós compreendemos o momento difícil, delicado, ingrato que estamos todos passando.
Por isso, nessa tarde de quinta-feira não é momento para celebrações, mas para uma profunda reflexão: é o presente e o futuro que nos desafiam e não podemos olhar para frente com os olhos de ontem. Olhamos com olhos no presente e olhos no futuro.
Faço questão, e espero que sirva de exemplo, e declarar meu absoluto respeito institucional à senhora presidente Dilma Rousseff. Não discuto aqui as razões pelas quais foi afastada. Quero apenas sublinhar a importância do respeito às instituições e a observância à liturgia nas questões, no trato das questões institucionais. É uma coisa que nós temos que recuperar no nosso País. Uma certa cerimônia não pessoal, mas uma cerimônia institucional, uma cerimônia em que as palavras não sejam propagadoras do mal-estar entre os brasileiros, mas, ao contrário, que sejam propagadoras da pacificação, da paz, da harmonia, da solidariedade, da moderação, do equilíbrio entre todos os brasileiros.
Tudo o que disse, meus amigos, faz parte de um ideário que ofereço ao País, não em busca da unanimidade, o que é impossível, mas como início de diálogo com busca de entendimento. Farei muitos outros pronunciamentos. E meus ministros também. Meus ministros é exagerado, são ministros do governo. O presidente não tem vice-presidente, não tem ministro, quem tem ministro é o governo. Então, os ministros do governo farão manifestações nesse sentido, sempre no exercício infatigável de encontrar soluções negociadas para os nossos problemas. Temos pouco tempo, mas se nos esforçarmos, é o suficiente para fazer as reformas que o Brasil precisa.
E aí, meus amigos, eu quero dizer, mais uma vez, da importância dessa harmonia entre os Poderes, em primeiro lugar. Em segundo lugar, a determinação, na própria Constituição — e eu a cumprirei — no sentido de que cada órgão do Poder tem as suas tarefas: o Executivo executa, o Legislativo legisla, o Judiciário julga. Ninguém pode interferir em um ou outro poder por uma razão singela: a Constituição diz que os poderes são independentes e harmônicos entre si.
Ora, bem, nós não somos os donos do poder, nós somos exercentes do poder. O poder, está definido na Constituição, é do povo. Quando o povo cria o Estado, ele nos dá uma ordem: “Olha aqui, vocês, que vão ocupar os poderes, exerçam-no com harmonia porque são órgãos exercentes de funções”. Ora, quando há uma desarmonia, o que há é uma desobediência à soberania popular, portanto há uma inconstitucionalidade. E isso nós não queremos jamais permitir que se pratique.
Dizia aos senhores que a partir de agora nós não podemos mais falar em crise. Trabalharemos. Aliás, há pouco tempo, eu passava por um posto de gasolina, na Castelo Branco, e o sujeito botou uma placa lá: “Não fale em crise, trabalhe”. Eu quero ver até se consigo espalhar essa frase em 10, 20 milhões de outdoors por todo o Brasil, porque isso cria também um clima de harmonia, de interesse, de otimismo, não é verdade? Então, não vamos falar em crise, vamos trabalhar.
O nosso lema — que não é um lema de hoje —, o nosso lema é Ordem e Progresso. A expressão da nossa bandeira não poderia ser mais atual, como se hoje tivesse sido redigida.
Finalmente, meus amigos, fundado num critério de alta religiosidade. E vocês sabem que religião vem do latim religio, religare, portanto, você, quando é religioso, você está fazendo uma religação. E o que nós queremos fazer agora, com o Brasil, é um ato religioso, é um ato de religação de toda a sociedade brasileira com os valores fundamentais do nosso País.
Por isso que eu peço a Deus que abençoe a todos nós: a mim, à minha equipe, aos congressistas, aos membros do Poder Judiciário e ao povo brasileiro, para estarmos sempre à altura dos grandes desafios que temos pela frente.
Meu muito obrigado e um bom Brasil para todos nós.
Vitrine
Eu exponho meus sentimentos como numa vitrine, à espera de alguém que aceite pagar o preço que nunca entra em liquidação. Mas quando vem alguém e quer me levar sem questionar a etiqueta absurda, eu só penso na futura devolução. Quero voltar pros vidros sujos, a exposição sem objetivos, ver todos os produtos indo embora e eu ficando mais uma vez. Esses rostos que me encaram, os olhos que brilham, as ilusões que se formam, as expectativas que eu deixo criarem, são minha vida. Depois disso só resta a rotina e o medo de estar perdendo a melhor parte.
Estou cansada dessa promoção de mim. Cansei de me entregar tanto e nunca me entregar por completo, de ser só a promessa, a vertigem e a decepção. E então esse cansaço que não sei se é dos outros ou de mim mesma.
Estou te mandando um aviso. Bilhete colado na porta da geladeira, telegrama, sinal de fogo, e-mail, não importa. Estou gritando seu nome na areia da praia, do alto da minha insanidade. Vem me salvar. Me leva embora. Prova que não é igual, que a compra não vai ter devolução no primeiro defeito, porque eu sou cheia deles. Me compra, me leva pra casa com tudo o que tem direito. Com medo, com mania, com falar demais e sentir de menos.
Por eu ser cheia de ter certeza de tudo, só quero alguém que me prove o contrário.
Ai então no meu acalanto
Já não vivo mais aos prantos.
Como que pode, veja, estou vivendo como em um filme da época 70.
Já fui muito mais veloz tipo James Dean, percebi o meu final e premeditei o dele, o avisei, mas preferiu correr.
Hoje com a televisão mais colorida tudo é tão mais belo porém fino, não de uma forma bela. Falta-se vinhos, ternos, chapéus e vestidos.
Me lembro algo do tipo mesa de bar, um bilhar e seus beijos, afagados, ofegantes, um leve empurrão ao carro estacionado e um convite ao pecado, ao romance, ao perdido romance.
O romance que se perde ao simples vibrar de um aparelho, as trocas de olhares hoje se vêem voltados à uma única tela e no piscar de olhos já não nos encontramos nos 70, perdemos os 80 dos hippies e reciclamos os punks dos 90.
Só me vejo fora de moda e penso em me apoiar em cada gole de vodka, pois sei e já não faço questão de discernir tal realidade. Vivo intenso, vivo calmo. E meu filme favorito ainda será nas ruas opacas mas cheias de brilho de uma Abbey e a leve trilha de The dark side of The moon
O tempo que se passou
Passou como um soprar
Momentos inesquecíveis
Que não nos levam a nenhum lugar
Toda noite a mesma história
Aquelas mesmas lembranças, que enfeitam-me a memória.
Como o vento, a vida tende a continuar
Caminha, caminha e caminha sem parar...
E no fim do trajeto não chegou em nenhum lugar.
Toda minha vida se define em um sentimento...
Todo o meu tempo não foi mais do que um simples momento...
Nada foi melhor do que aqueles momentos que vivi com você!
Quando o professor de biologia nos ensinou na escola como um louva-deus devora o macho depois do acasalamento, percebi a lição mais importante que eu jamais havia aprendido.
Perdão é aprofundar-se no amor sabendo que ele te rasgará em pedaços, e ainda assim, recebê-lo de braços abertos, dando-lhe tudo o que você tem.
Incrível
como a palavra NÃO é
libertadora.
E não é uma questão
de egoísmo,
mas de amor-próprio.
Vamos distribuindo "sins"
por aí a fora e, muitos deles,
contrariam nossa vontade.
Quando soltei meu
primeiro sonoro NÃO,
o respeito se fez como
quando curamos uma ferida..
Faço hoje o que está
de acordo com minha fé
minha intuição e meu coração
E digo SIM para vida!
E para o que tira minha paz, NÃO!
Como dói sentir falta de alguém e esse alguém nem lembrar de sua existência...
A amizade é um amor sem tabus, e a pior sensação é a de se obrigar a admitir que a pessoa que você considera irmã, pouco se importa contigo!
Já dizia minha mãe: "A decepção vem de onde menos esperamos!"
Deus nos ensina, devemos deixar livres quem amamos, se voltar ótimo, se não tudo bem!
Prefiro ser magoada que magoar alguém, isso siim é horrível, que não seja eu o motivo das lágrimas de meu semelhante, mas se eu chorar, vai passar logo...
"A tempestade pode durar uma noite inteira, mas logo pela manhã o sol volta a aparecer!"
..Em Milhões Eu Escolho Você..
O destino te trouxe pra mim Como o mar traz uma concha do mar Como a onda quebra na praia Você quebrou em mim...
Fechar os olhos e sonhar com a realidade Sentir que você me quer Saber que você me ama de verdade.
Eu te amo, e você é a razão da minha felicidade." Mas a melhor coisa desse sonho, é acordar e saber que era tudo verdade.
Você encontrará nos meus olhos todo o amor do mundo, E o meu coração sempre disposto a te guiar, Porque a cada dia e a cada segundo É o teu amor o que me faz caminhar.
“A distância me faz sofrer e as vezes me faz chorar, mas nada nesse mundo vai me fazer deixar de te amar.”
Jamais considerei o prazer e a felicidade como um fim em si e (…)
Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e se não me obstino incansavelmente em perseguir este ideal eternamente inacessível na arte e na ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava.
(Como vejo o mundo)
Meus primeiros passos
foi ele quem me ensinou.
Um de cada vez.
Assim como,
me mostrou que na vida
quase tudo vem
em passos trocados:
o bem e o mal.
o bom e o mau.
o sim e o não,
a verdade e a mentira,
o silêncio e a fala.
Ele já se foi!
Mas a lição eu aprendi,
tenho cuidado com meus
caminhos!
Há muita gente espalhando
espinhos!
05/09/2015
Mulher ideal
Em terra de pessoas que se importam com opiniões alheias e trocam de par como quem troca de roupa ou, se não trocam, não são leais no relacionamento, quem ama sem se importar com o mundo e é fiel e leal na relação, é idiota.
É triste que os valores estejam distorcidos. Amor não tem limites, ou se ama mesmo ou se inventa desculpas para não dizer exatamente que ama.
É tão difícil encontrar pessoas bacanas. Quando você encontra e é amor mesmo, você se limita. Que mundo complexo!!
Há tantos que querem amar e não conseguem, há poucos que têm a chance e a desperdiça.
Mesmo assim, eu acredito no amor, acredito que, de alguma forma, para alguém nesse mundo, eu seja a mulher ideal.
Ele chegou pra mim como
o verbo olhar.
Fez parte dos meus
dias até tornar-se
o cantar.
E foi musicando
que me encantou,
naquele idioma estranho
me ensinou que
poderia ser o viver.
Bastaria querer.
Lutei nessa conjugação
sem fim,
querendo tirar
de dentro de mim,
o verbo que já era amor.
Deixei o passado e o futuro
pra depois
e fui do céu ao leito!
E hoje, conjugo amar
no mais-que-perfeito!
06/09/2015
Amor, meu grande amor.
Como conseguirei diminuir as batidas aceleradas do meu coração? Como faço para manter as pernas firmes me mantendo em pé? Como posso não me sentir a mais feliz dentre todas as mulheres, se hoje, decorridos mais de trinta anos desde o nosso último encontro, você chega com o mesmo ar de menino pelo qual me apaixonei, trazendo-me escondida atrás de si a corbeille das flores que mais amo, se abasteceu o frigobar do hotel onde vivemos nossos melhores momentos da bebida e dos petiscos que abrem nosso apetite para a fome maior que saciamos depois? Você continua igualzinho, posso dizer que nem o tempo teve coragem de modificar você. Espero que você também encontre em mim mulher, a garota da qual você se lembra e pela qual guardou esse amor por todo esse tempo. Vamos, não temos mais tempo a perder.
Sou eu e o que sou
Quem sou eu, e o que sou
eu sou o que sou a cada dia
podendo não agir como gostaria
degustando a vida, sem me preocupar
muitas vezes já errei, já gritei me aborreci
já sofri, já chorei, mas nunca me preocupei
eu só quero relaxar
já perdoei, fui perdoado
mas nunca me preocupei com o passado
meu momento e hoje, amanha e outro dia
brigo sempre em harmonia
eu só quero me encontrar
alguns dizem que me conhece
mas nunca fizeram um teste
nem imagina quem sou
eita que decepção
eles iriam gostar
os outros apenas me imaginam
eu sou o que sou, dependendo de você.
Ida
Ninguém é como você, ninguém pensa como você, ninguém fala como você. Para mim, você é única. Com seu beijo doce e pele flácida, com seu sorriso sincero e olhar radiante. Eu não vejo por que não amar você. Eu não sei por que vivo longe. Eu gosto dos teus carinhos e da maneira que olha profundamente através da minha alma. Amo o jeito que pega na minha mão, leva até seu rosto e "faz gatinho" com ela. Fico admirado em como você faz meus problemas, virarem soluções ou como você passa a mão em meu cabelo até eu dormir.
Eu, com certeza, quero cuidar de ti, retribuir os atos, rasgar as barreiras.
Eu sinto saudade quando você vai ao banheiro. Sinto sua falta quando tu precisas secar a louça para sua mãe. Mas nada, nadinha se compara a falta que faz, quando você precisa ir embora. É triste.
Queria dizer que te esqueci, que não te amo mais! Mas dias como hoje me fazem lembrar o quanto queria você aqui ao meu lado! Dias como hoje me fazem querer voltar no passado e descobrir onde eu errei?
Eu não quero a verdade! Não quero a realidade! Eu quero vc!
Te odeio tanto.... Te odeio por ter me deixado! Te odeio por não ter me amado o suficiente!!! Te odeio por ter desistido do nosso sonho! Te odeio por ter desistido de nós! Me odeio por sentir sua falta!
Me odeio por chorar de saudades de vc!
Me odeio por ainda pensar que poderia ter dado certo!
Odeio quando tem dias como hoje que tenho certeza que vc sente o mesmo!
Como tenho a estupidez dentro de mim de querer falar com vc de querer ouvir sua voz!
Odeio quando a tristeza toma conta de mim....
Como eu queria estar com vc?
Será que você ainda pensa em mim?
As vezes te odeio por quase um segundo depois te amo mais...
Encontro de almas!!!
Quando ouvi sua voz, meu corpo estremeceu.
Ao sentir seu toque, foi como se milhões de estrelas, brilhassem em meu olhar...
Quando seus lábios se uniram aos meus, senti meu corpo flutuar.
Foi neste momento que tive a certeza, que nosso amor nao se resumia só em dois corpos...
Era também um encontro de almas!!!
Daniela Kenia
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