Textos sobre Aprender

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Tratado de Paz

Você é minha guerra travada.
O alguém que vira tudo do avesso para eu aprender todas as coisas de novo, do nosso jeito.
Paixão pressupõe loucura, insensatez, patologia, irracionalidade, divergência, briga e "guerra".
Efeitos de um amor, de uma atração, de um desejo incontrolável; esses meus sentimentos sem limites que te deixam avesso à qualquer compreensão. Combatente ferido por todas as dúvidas, capturado sem chances de defesa e preso na armadilha do amor que armaram para nós.
Ambos suplicamos pela sobrevivência pacífica.
Sentindo pulsar a urgência da reconciliação, derrotamos cada um, a nossa própria guerra como algo acima da razão, nos tornando vivos de novo.
Sobreviventes do amor.
Uma parte de mim quer agarra-te a ti para sempre!
É a minha melhor parte, aquela que compreendende através do seu olhar, todos os seus desejos a mim murmurados. É a parte que sente sede de beber em teus beijos todo esse desejo, do começo ao fim.

Entre a esperança de recomeços e a liberdade de deixar ir, encontramos o equilíbrio.
É aprender a persistir quando vale a pena e soltar quando é necessário. É confiar em Deus, honrar o nosso valor e deixar que Ele conduza cada passo do coração, seja na espera, seja na partida, seja na reconciliação.


No fim, descobrir que amar também é respeitar a si mesmo e ao tempo de Deus é o verdadeiro ato de coragem.

Aprender a não se submeter a situações que não queremos é um exercício de respeito próprio. Durante muito tempo, confundimos educação com anulação, e gentileza com obrigação. Mas agradar os outros à custa da nossa paz não é virtude, é desgaste silencioso.


Dizer “não” quando algo nos deixa desconfortáveis não significa falta de amor, egoísmo ou frieza. Significa maturidade emocional. Significa reconhecer limites, necessidades e fases da vida. Há momentos em que cuidar de si, da família, do descanso e do equilíbrio é mais importante do que estar presente em todos os lugares.


Estar em paz não exige explicações longas. Relações saudáveis suportam limites e compreendem ausências. Quem se importa de verdade entende que presença forçada não é presença verdadeira.


Respeitar a si mesma é escolher, todos os dias, não se abandonar para caber nas expectativas alheias. É entender que a sua tranquilidade tem valor e que você não precisa se submeter para ser aceita. Cuidar de si é, muitas vezes, o maior ato de amor que existe.

⁠CAMINHOS DO CORAÇÃO


Eu preciso aprender a ouvir, tua voz.
Eu preciso aprender me entregar por inteiro a você.
Cada vez, mais forte é, o desejo de estar junto a ti.
Cada vez, mais forte é, a vontade de te fazer o bem, toda vez que me perco de ti, não consigo ao menos sorrir...
Me disserem que você, anda a me procurar, também disseram que te viram dizer me amar....
Cada vez mais forte é, o desejo de estar junto a ti.
Cada vez mais forte é, o desejo de te fazer tão bem, toda vez que me perco de ti, não consigo ao menos sorrir...
E eu sei que você é, meu consolo então, e eu deixei você trilhar, os caminhos do, meu coração ...

Descaminho

Quando decidi estar com você
Aprendi além daquilo que imaginei um dia aprender
Aprendi o que é a mentira, o que é o errado
o olhar e o sorriso, falsos
e que não existe intervalo entre o amor e o ódio
entre o bem e o mal
Aprendi quando devo ceder para obter
Aprendi que sou capaz de aprender
o que é a mentira , o que é o errado, o que é o ódio e o que é o mal
autoflagelo para suportar o inóspito
Aprendi com a retórica do sofista
Aprendi que um desatinado pode me ensinar
contudo, aprendi a perder o juízo para surpreender
aprendi tantas banalidades
tresloucada, olho-me ao espelho e o reflexo é você.

Impossível... é para quem sequer sonha! Impossível... é para quem não aprendeu ou não quis aprender a lutar! Impossível... é para quem quer que as coisas aconteçam permanecendo sentado na vida. Impossível... é para quem desacredita em si! Impossível é para quem não tem fé... e nunca quis ter! Porque Deus pode até dificultar os caminhos... mas está sempre deixando umas lacunas iluminadas pelo meio destes, basta ser "possível" ("querer") pra você... enxergá-las.

Flávia Abib

A VIDA NOS DÁ A OPORTUNIDADE

A vida nos dá a oportunidade de ser o que somos. De aprender e desaprender de acordo com as nossas regras e leis, depende apenas de nós. Nada é imposto se não aceitarmos. Viver requer sabedoria de entender e decifrar os sinais emitidos todos os minutos.

Há muitas razões de estarmos onde estamos e de sabermos quando chegou a hora de partir, porque as cortinas se fecharão no momento exato de se retirar de cena.
Quando as cortinas se abrirem novamente será a hora de iniciar uma próxima temporada no teatro da vida e aí, sim será o recomeço de mais um ciclo novo.

Assim é a vida, um palco de emoções onde os artistas somos nós.

Ao conviver com as águias posso aprender a construir meu ninho nas rochas, nos penhascos mais elevados e nas árvores mais altas. Posso aprender a ser uma guerreira, a enfrentar tempestades, a mudar minha perspectiva, a ser mais veloz e, quando necessário, a me renovar. Com esforço e dedicação, posso até aprender a voar.

Nunca é tarde para nada.
Nem para uma graduação, um doutorado, aprender uma língua nova, abrir um novo negócio, uma mudança de rota, uma nova família ou filhos.
Começar/Recomeçar aos 20, aos 40 ou aos 60 diz menos sobre o tempo e mais sobre a coragem de finalmente escolher a si mesmo.
A vida não acontece de forma linear.
Ela acontece quando você para de pedir permissão para existir.
Sufocar a própria existência não deve ser uma opção. Jamais.

Geometria sagrada


Antes da contagem,
antes do número aprender a se chamar número,
o universo já resolvia equações com luz.


A matemática não foi inventada -
foi lembrada.


Ela dormia nas conchas,
nos favos de mel,
no ritmo secreto das folhas
que nunca se sobrepõem por engano.


π sussurra o infinito
toda vez que um círculo se fecha
sem jamais se concluir.
A proporção dourada escorre
pelas espirais do girassol,
pelo exoesqueleto do náutilo,
pelas galáxias que giram
como se soubessem dançar.


A vida escolheu a repetição elegante.
Células se dividem obedecendo padrões,
ossos se arqueiam segundo cálculos silenciosos,
artérias desenham mapas
que imitam rios vistos do céu.


O torus respira em tudo:
no campo do coração,
no magnetismo da Terra,
no jeito que o ar entra e sai
sem nunca se perder.
Fluxo contínuo.
Energia que retorna a si mesma.


Na árvore da vida,
cada esfera é um estado de consciência,
cada caminho, uma travessia possível.
Não há cima nem baixo -
há experiência.


Estrelas nascem segundo fórmulas antigas,
colapsam seguindo simetrias precisas,
e mesmo na explosão
obedecem à beleza.


Nada cresce ao acaso.
Nada se organiza sem sentido.


O que chamamos de natureza
é apenas geometria em estado selvagem.
O que chamamos de ciência
é o esforço humano para decifrar o sagrado
sem precisar ajoelhar.


E nós, feitos de água, carbono e pulso,
somos equações emocionais,
fractais conscientes,
padrões que sentem saudade da origem.


Cada pensamento altera a forma.
Cada escolha redesenha a malha.


Existir é participar do cálculo divino
não para resolvê-lo,
mas para habitá-lo.


Porque no fundo,
o universo não quer ser explicado.


Quer ser reconhecido
no desenho de tudo.

⁠Quando entendermos que tudo é parte de um ciclo natural, podemos aprender a aceitar as mudanças como uma oportunidade de crescimento e evolução. A dança da vida, nos lembra que devemos nos adaptar a essas transformações e fluir com elas, em vez de resistir ou se prender ao passado...

- Edna Andrade

Comecei a ler poesia
antes mesmo de aprender
a escrever e juntar letras.


Antes das palavras,
meu sentir já soletrava
afetos e ausências,
chegadas breves,
partidas longas,
silêncios que diziam tudo.


Antes das sílabas,
meu coração já sabia
o que doía,
o que machucava,
o que era justo,
e o que nunca foi.


Aprendi, ainda pequena,
que a poesia
não reside nos livros.
Os livros é que tentam
acolher, tardiamente,
o que a vida sussurra
no avesso dos dias.


Quando me ensinaram
a ler palavras,
eu já lia o mundo
com a alma poética
e os sentidos alfabetizados.
✍©️@MiriamDaCosta

Há um risco, às vezes muito sutil, na romantização dos problemas: aprender a amá-los.


E se é notório que, para alcançar uma Graça, precisamos antes reconhecer a necessidade dela e pedi-la com sinceridade…


Como poderá o Filho do Homem libertar-nos de um fardo que cultivamos, romantizamos e até passamos a chamar de nosso?


Há dores que não nos abandonam, não porque Deus as conserve, mas porque nós as acariciamos como lembranças de estimação.


Há feridas que já não sangram como antes, mas que insistimos em reabri-las, como quem visita um túmulo com flores demais.


O Céu não invade o território onde o coração ainda se acomoda no cárcere das próprias paixões.


E, talvez por isso, certas Graças tardem: porque ainda chamamos de amor, o que, na verdade, é prisão com perfume de afeto.


O doce perfume da prisão não apenas exala o bom cheiro — ele também aprisiona.⁠

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

Fogo Morto


Eu comecei a estudar para em um concurso passar
Objetivo era aprender. Literatura e matemática
Eu estava indo até muito bem
Velocidade Média eu aprendi também
Até que um dia do meu lado se sentou alguém


A timidez me dominou
Eu só pensava em me mudar de lugar
Até que ela me cutucou
Pedindo um lápis se eu pudesse emprestar


Foi nessa hora que eu fiz besteira
Disse não tenho lápis. Uso lapiseira
Infelizmente não posso emprestar


Então entrou o professor
E foi chamando pelo bombeirinho
E perguntou se ele estudou
Ou se o Fogo Morto se apagou


Rapidamente eu me levantei e disse sim senhor
Claro que eu estudei. Fogo Morto não é história de amor


Fogo Morto! Fogo Morto! É a paixão que se acabou
Fogo Morto! Fogo Morto! É o amor que se apagou

Está em tempo de aprender
a respeitar e de reconhecer
o legado da ancestralidade
da terra e da que cruzou o mar,
e que até o nosso idioma
por cada qual foi moldado,
sem criar um novo pecado.


Cultivar o olhar não limitado
pela cronologia e que encontra
na mata o Vassourão florido
sob o céu de novembro vestido.


Deixar-se levar pela festa do que é
de fato culturalmente enraizado,
e não mais se permitir seduzir
por aquilo que nos foi empurrado.

Não quero que concorde
comigo sem antes aprender
a pensar por si próprio,
sem antes de saber quem
é a Aguia-careca, o Quetzal e o Condor,
sem antes de você saber
que você é filho do Gavião-real,
sem antes de você saber
quais são os territórios ultramarinos
no Hemisfério Ocidental,
sem antes de saber qual é
o cerne da Doutrina Monroe,
sem antes de saber quem
mais rasgou o Direito Internacional,
sem antes de relembrar
que avisei que o Deus da Guerra
poderia dançar dentro
da América do Sul,
sem antes de saber que a situação
é fluída e pode vir se espalhar,
sem antes de relembrar,
que não era preciso esperar
uma guerra para aprender
a amar de verdade a nossa terra,
não antes de saber que não
sou grande coisa na vida - apenas poeta.

Tudo bem envelhecer...
Tudo bem aprender a caminhar devagarinho;
Tudo bem o ranger dos ossos cansados;
Tudo bem perder os traços da mocidade;
Tudo bem não se reconhecer mais diante espelho;
Tudo bem dizer adeus à massas e doces;
Tudo bem o doer das despedidas, que são muitas;
Tudo bem conter os sonhos a longo prazo;
Tudo bem saber que o futuro já chegou;
Tudo bem se acolher e não deixar de viver;
E tudo bem agradecer à Deus tal privilégio!
Haredita Angel
18.08.25

Eu vou aprender, pode ter certeza
EU desconheço ainda o mundo
Não sei o que vuz capaz pode causar
Nem muito menos onde ele poderá me levar...

Não tenho experiência na vida
Vivo para aprender e me espelhar
Não me deixar pelo mal influênciar
Apesar das coisas que ruins que no mundo há...

Meu espírito se revela no que antes era
É difícil chegar numa tarde fria sem pensamentos voarem com vento sem brisa
Não há com ou como que se explica
Essa, apesar de difícil e quase impossível de entender, é a vida.

Inserida por brunosomniator

Você deve aprender mas isso ao longo da vida, que algumas pessoas são como flores... Bonitas em seu determinado tempo, exalam um perfume na primavera e durante a próxima estação apodrecem, é necessário deixá-las partir, significa que uma nova flor mais bonita e com um cheiro mais agradável precisa passar pela sua caminhada.
Eu acredito em anjos e você deveria acreditar, Jamais alguém passa em sua vida sem nenhuma importância, acredite, no seu desenho é você que deve saber como colori-lo, quais são as cores que precisa usar e quais são as pessoas que vão te ajudar a desenhar-lo, os anjos podem te surpreender nas tonalidades de suas cores, e o seu desenho vai ficar maravilhoso, permitir é necessário e resiliência faz parte desse processo chamado vida. Eu procuro mais anjos em minha vida... E flores na primavera seguinte!

Inserida por atordennis