Textos sobre a Morte

Cerca de 4749 textos sobre a Morte

Pássaro
O corvo
Pássaro das ruínas do esquecimento...
O abraço da morte...
No arauto do amor...
Sinos em silêncio,
Na catedral apenas a ilusão das sombras.
A escuridão é convivência da estranha voz que murmurando da existência do nosso ser.
Madrugada a dentro folhas mortas...
Sentimentos amargurados...
Dentro da odisseia outro vulto
As velas dão perfume de rosas mortas.
Num suposto sonho somos abandonados pela luz do luar
Apenas o frio a dor que gela os ossos,
Lembranças no espaço vago da mente...
Lágrimas veladas queimam o peito...
Dor daqueles momentos em que sendo último instante eterno...

Morte da Liberdade
Morte dos libertadores.
Deputados e Senadores fazem o assinado da democracia.
Alienação intelectual do novo conceito do monaquismo. Sera fim da existência social para que alguns indivíduos possam manter o poder? a qualquer custo. O Império da direita trás velhas convicções da ditadura.
Sera pilhar da Ditadura esta de volta.
Vamos voltar viver a repressão e a censura pública é nova apologia.
A direita com deepfakes e fakes news iram vencer o pensamento livre e crítico ira ser calado?

Morte a democracia da direita
Morte a alienação intelectual que corroe as instituições que são privatizadas o espolho dos ricos, quem paga é o povo pois poder público lavou as mãos.
Crucifiquem os amantes da esquerda coloquem fogo nos livros e seus professores.
Fuzilem os pensadores e crítico pois exílio não adianta nada mais pois temos a globalização...
Povo deve comemorar com detergente pois nada acontecerá apenas uma dor de barriga no máximo vela caixão, nao sou coveiro...
Nota de repúdio comi no almoço.
Somos a elite eles o que são burros diplomados ainda insiste correr atras do disco voador....

Locução da reflexão a vida e a morte.
A vida resiste num mundo de capricho e desequilíbrio.
Aonde caminhamos pelo direito de estar vivo e viver melhor.
Temos desigualdade social a fome
e o real temor o consumidor e o mais grave terror dos conflitos armados...
A ambição a degradação do meio ambiente transformam o mundo.
A vida resiste é floresce a no concreto...
Mas, como resistir ao próprio ser humano... A vida é a virtude deste mundo...
Como julgar a vida tão bela?
*Neste arco complexo de realidade*
*Temos que respeitar a vida *
* pois a inércia é a morte pois ao pó voltará*

O que pensar diante do desprezo aparente...
Morte para aqueles que mesmo letrados são ignorantes.
Pois a letra te dá a mudança do destino.
Mesmo assim persistência e arrogância são expostos por tolos...
Num trono de isolamento se busca a quietude de elevar seus pensamentos.
Empada na fogueira para o calor te nutre e mante o calor na noite fria.


imaginaria que a fogueira é parte do conhecimento que tem num estado de energia vital?

Na morte das imagens...
Defloramos o proposito no lienar...
A fonte das almas cansadas...
Num suposto estado.
Prevemos nossas somas divididas...
As sombras implantada pelo mérito do amor.
E no eco desse limiar,
onde as frações de nós se perdem,
resta o avesso do espelho.
​Onde o amor, em sua busca por permanência,
deixou a penumbra como herança.
​Se as somas se dividem,
o que sobra é o peso exato do que fomos:
silêncios cultivados na ausência da imagem,
e a certeza de que até a escuridão
tem o formato daquilo que um dia ardeu.
Perdida no meio ao Paradoxo.
Damos livre-arbítrio ao ato de criar.
Pelos desejos Apenas olhares no espaço.

"Na nebulosa, a morte e a vida dançam entre eras e milênios; nem sonhamos com a imensidão das possibilidades. Velhas histórias, gravadas em tabulhetas de pedra, sussurram sobre o que existia antes mesmo da criação do universo e do cosmos conhecido.
​Ao longo de incontáveis eras, a humanidade aprendeu que o 'Eu' existe e que a consciência é parte indissociável do ser. Aprendemos a compreender a espiritualidade, a moldar ideias e a esculpir uma identidade através da resistência e da resiliência. Indo além do senso comum, o homem abraçou a filosofia e a crítica, cultivando a sensatez e a iluminação como caminhos para a clareza e a verdade.
​Contudo, com o passar do tempo, a alienação religiosa e moral instalou-se sob a sombra de impérios, imperadores e reis. Foi só nas portas da Era Industrial que novos sonhos despertaram, atados novamente à liberdade e à igualdade, enquanto a democracia trazia um novo fôlego ao livre-arbítrio.
​Até que alcançamos a Era Digital, o momento em que o silício ganhou vida diante de nós. Testemunhamos inovações tecnológicas extraordinárias, mas fomos engolidos por um tecno-feudalismo movido por máquinas de alienação. Hoje, sombras são implantadas por uma falsa meritocracia tecnológica e por bots que colonizam as profundezas da mente, gerando novos seres alienados."

Pela morte da amiga Elfriede Galera

E* difícil não sentir tristeza
L*embrando de suas alegrias
F*rida e os seus belos sorrisos
R*evigorando todas nossas vidas
I*ncrivelmente focada em sua luta
E*strela inspiradora de luz eterna
D*eixa-nos nesta saudade em vida
E*mbeleza o céu com sua presença

Que Deus a receba em seus braços!!!

Chico Xavier disse que "Escapamos da morte quantas vezes for preciso, mas da vida nunca nos livraremos".
Portanto, viva sua vida com honestidade, perseverança, bondade, fé, procurando distribuir amor, caridade e paz, para que, depois de sua morte, tenha uma vida espiritual plena de felicidade e possa retornar mais evoluído, até alcançar a perfeição desejada por Deus.

O Céu Pode Esperar
──── ♡ ────
Quando a morte vier me buscar,
não acenderei nenhuma vela,
não rezarei por salvação,
nem implorarei por um lugar entre os santos.


Que os anjos chamem.
Que os portões do paraíso se abram.
Que o infinito me ofereça suas estrelas.


Eu ainda direi não.


Porque o que é o céu
quando seus olhos não estão lá?
Que valor existe na eternidade
se nela eu tiver que esquecer o som da sua voz?


Então, se a morte me levar,
eu atravessarei seus corredores escuros
com seu nome preso entre os dentes,
como uma última oração.


E se Deus me perguntar
por que abandonei o paraíso,
eu responderei:


“Porque ela ficou para trás.”


E voltarei.


Mesmo que seja tarde.
Mesmo que eu tenha que atravessar o inferno.
Mesmo que meus ossos se desfaçam
e minha alma seja condenada a vagar.


Eu voltarei.


Porque há amores
que não pertencem ao céu.


Há amores que nasceram no escuro,
cresceram entre feridas
e aprenderam a chamar a eternidade
de lar.


E se para ficar ao seu lado
eu tiver que morrer mil vezes,


então que a morte tenha paciência.


O céu pode esperar.

PRESSÁGIO DA MORTE!

Não reflito
Nos conflitos
Não reajo
No pedágio
Da escrita
Tão bendita
Ou maldita!
O poeta em sua alma
Resvala seus traumas
Chora seus pecados
Entre amores e desamores...
Outras vezes castigado
Sem merecimento
Numa cultura mística
Enredo de política
Mistérios dos poderes
Ou de podres prazeres
No meio de lama escura...
Não reflito não reajo
Na cartilha dos hipócritas
Prefiro minha solidão
Calado , sem reflexão
Presságio da própria morte!

AUTOR -= JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIA

Escrevo sob corpos. Cada música é uma morte. Em todas, eu sou a vítima, deixando sobre o chão o meu próprio cadáver. Renasço como uma vampira, e sugo o meu próprio sangue para fazer da dor uma nova arte, enquanto gasto todas as minhas vidas, até que chegue o dia onde sol me queime, e não me deixe mais voltar a abrir os olhos. Quando terei escrito a última poesia, a última música e o último poema. Quando finalmente a dor cessará e não terei mais que morrer para me manter viva.
- Marcela Lobato

Depois que eu descobri que o sentido da vida, além da morte, é viver compartilhando, compartilho tudo o que sou.

Compartilho o ar que respiro, o sentimento que transmito, a ideia deste pensamento, tudo aquilo que invento... Compartilho minhas reflexões, percepções, emoções, minhas ações... Compartilho tudo o que falo, digo, expresso, demonstro, mostro... Compartilho meus movimentos, por onde passo, o que faço, o que traço, desfaço, satisfaço... Compartilho tudo o que vivo, seja positivo ou negativo, pois tudo o que experimento faz parte de mim.

Evito guardar, prefiro compartilhar, pois, de qualquer forma, a morte levará tudo. Então, escolho deixar no mundo tudo aquilo que sou...

Para quem duvida do eterno mistério da vida
e do sumo encantamento da morte,
os sentidos naturais nos convidam
à uma reflexão filosófica:
A música de Bach, o prodígio divino de Beethoven
as óperas Wagnerianas, o virtuosismo de Chopin
para mim seria suficiente, mesmo que
me faltassem todos os outros sentidos.
Se eu não pudessem ler os poemas de Camões
nem as odes de Horácio e de Cícero
ou ainda as "odisseias" de Homero,
e os poemas de Pessoa. Mesmo assim
estaria convencido da existência
de um espirito eterno e sábio
que sopra aos humanos tanta
beleza e espanto... e divindade.
Olhe que não citei Verdi

Morte do Artista

Quando morre um homem,
a vida segue no sangue,
à sombra das gerações,
na memória que existe,
na existência suprimida,
no eco da lembrança que persiste.

Quando morre um artista,
seu corpo é palavra,
acorde metafísico,
sua ausência,
presença indomável.

E no silêncio do século
sua alma repousa
até que outra mão desperte o imponderável.

Sua obra vira fogo,
matéria inextinguível,
atravessa o tempo,
se faz eternidade.

Há muito tempo perdi o medo de encarar a vida, de desafiar a sorte, de olhar a morte com a cara suja após um pesadelo. Ao nascer, perdi-me no corredor da vida. Pouco me importam a cadeira elétrica, a injeção letal, a sentença do juiz, o golpe fatal do carrasco ou a lenta caminhada até o cadafalso.


Pouco me importa a espada de fogo à porta do paraíso. Eu quero a alegria desta vida. Quero o sorriso infante e a embriaguez dos delinquentes. Quero a alma aquecida na fogueira ardente que consome a esperança. Quero o risco e a vertigem de estar vivo. Quero encarar o medo com o espanto doce de uma criança.


Quando a morte vier, que me encontre de pé, ainda com a poeira do caminho no rosto e o coração em brasa. Para quem estreou neste palco de loucos, a única vergonha é não ter vivido.

Seria assim tão estranho não desejar a vida?

Não desejar a morte — apenas não desejar a vida.

Talvez exista uma diferença entre essas duas coisas que raramente nos permitimos pensar.

Não falo daquele sofrimento profundo que transforma a própria existência em peso, nem da angústia de quem deseja desesperadamente desaparecer. Falo de algo mais silencioso. Mais difícil de explicar.

Uma espécie de ausência.

A vida continua, o corpo acorda, os dias passam, as pessoas chegam e vão, o mundo permanece acontecendo diante dos nossos olhos. E nós seguimos junto com ele.

Não porque tenhamos sede da vida.

Apenas porque estamos vivos.

E talvez seja estranho admitir isso em um mundo que parece exigir de nós uma paixão constante pela existência. Esperam que desejemos crescer, conquistar, amar, viajar, construir, envelhecer. Esperam planos para amanhã e motivos para levantar hoje.

Mas e quando não há esse desejo?

Quando viver não dói o suficiente para querer partir, mas também não encanta o bastante para querer permanecer?

Talvez exista um intervalo entre querer viver e querer morrer.

Um lugar quase sem nome, onde a pessoa não deseja necessariamente abandonar a existência, mas também não sente que precisa agarrar-se a ela.

Ela simplesmente continua.

Levanta porque amanheceu.

Come porque tem fome.

Trabalha porque precisa.

Sorri porque alguém sorriu.

Dorme porque o dia acabou.

E, no dia seguinte, tudo recomeça.

Talvez o mais estranho não seja isso.

Talvez o mais estranho seja a nossa necessidade de transformar toda existência em uma declaração de amor à própria vida.

Como se estar vivo exigisse entusiasmo.

Como se sobreviver tivesse que significar desejar.

Como se aquele que não sente uma profunda vontade de viver estivesse, necessariamente, quebrado.

Mas será que estamos?

Ou será que existe uma diferença entre amar a vida e simplesmente aceitá-la?

Talvez algumas pessoas atravessem determinados períodos sem encontrar na existência algo que as faça dizer “eu quero estar aqui”, mas ainda assim continuem abertas à possibilidade de que alguma coisa aconteça.

Um encontro.

Uma conversa.

Uma manhã qualquer.

Uma música.

Um lugar.

Uma pessoa.

Ou simplesmente uma versão de si mesmas que ainda não conheceram.

Talvez continuar não seja necessariamente desejar a vida.

Às vezes, continuar é apenas não fechar completamente a porta.

E talvez isso já seja alguma coisa.

Porque há dias em que viver parece uma escolha.

Em outros, parece apenas uma sequência.

E há momentos em que nem sequer sabemos se estamos escolhendo ou apenas seguindo o movimento das coisas.

Talvez a vida seja estranha justamente por isso.

Ela não nos pergunta todos os dias se queremos estar aqui.

Ela simplesmente amanhece.

E nós precisamos decidir o que fazer com mais um dia.

Talvez eu não precise sentir uma fome imensa pela existência para continuar existindo.

Talvez eu possa apenas caminhar enquanto procuro alguma razão que ainda não conheço.

E talvez, no fim, a vontade de viver não seja algo que precisamos possuir o tempo inteiro.

Talvez ela também possa ser encontrada.

Aos poucos.

No meio do caminho.

Sem promessa.

Sem certeza.

Sem nome.

Apenas aquela pequena sensação de que, apesar de ainda não saber exatamente por quê,

talvez amanhã valha a pena descobrir.

Tudo que gera segregação na espécie humana, morte e guerra por ego de capitalistas, não é palavra de Deus ou do filofoso Cristo que a representou.


Cristo era do bem comum e do amor, não do marketing e da materialidade.


Quem atira no mensageiro apenas demonstra desespero.


Se Deus é por nós, quem é contra nós?


Deus.


O código escrito do justo é observado.
Nenhuma fantasia dura mais do que a medíocre vida de seu tirano.


Deus já sublima esse planeta a 4.5 bilhões de anos.

A Morte que fez O Amor Renascer

Por amor a nós, O Rei dos Reis foi coroado com uma coroa desagradável de espinhos. Sangue e suor foram derramados.

Por amor a nós, O Único Inocente foi condenado e seguiu por um caminho árduo de muita dor e sofrimento.

Por amor a nós, O Sacerdote Supremo se entregou sem hesitar como um cordeiro indefeso em santo sacrifício — algo que não se pode mensurar.

Por amor a nós, Cristo enfrentou o julgamento e a sentença que deveriam ser nossos: atitude complexa demais para nosso entendimento.

Por amor a nós, confirmou a sua Promessa, venceu a morte e ressuscitou; certamente, a maior bênção daquele que sempre nos amou verdadeiramente.

Por amor a nós, o vazio do seu túmulo mostrou que a Sua Presença permanece, que não estamos sozinhos neste mundo

Por amor a nós, Deus entregou o seu Filho Unigênito para que sofresse a nossa condenação, e ainda fomos agraciados por Sua esplêndida Ressurreição.

A Contrariedade que fez a Morte resultar na Vida
Nos seus últimos dias antes da sua ressurreição, Ele enfatizou que veio a este mundo para contrariar, e não para atender às expectativas. Considerando que através da morte — por muitos imensamente temida —, mostrou que a sua vida era muito mais forte.

Até lá, fez um trajeto árduo de dor e feridas que aparentavam fraqueza, mas que eram na verdade, a força do seu amor em evidência que misturava o seu sangue e o seu suor; o fulgor da sua determinação, sendo o Maior de todos sofrendo a pior humilhação.

A cruz representava sua condenação injusta sendo cumprida; entretanto, era e é o símbolo da nossa salvação que se cumpria naquele momento. Mesmo diante da nossa imperfeição, dos nossos inúmeros lamentos — o Sacrifício que não foi em vão.

Depois de sacrificar-se na crucificação, despertou nos incrédulos a ilusão de que havia partido de uma vez: mais um homem de carne e osso, frágil e impuro, sem nada de especial, apenas um moribundo que teve o seu instante final.

O vazio do sagrado sepulcro não significava, de fato, a sua ausência; todavia, o seu corpo tinha sido renovado, pois Ele havia ressuscitado de uma maneira plena para continuar o seu reinado após ter cumprido a sua promessa, provado o seu amor inconfundível e imensurável.