Textos sobre a Consciência

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A conta mais importante a fechar no fim do dia não é a do banco, mas a da sua consciência. De nada serve conquistar o mundo e perder o sono; de nada vale o domínio do impossível se você não domina a própria calma. A verdadeira fortuna é saber que você já é o bastante, e que florescer onde seus pés estão plantados é o maior lucro que a vida pode dar

A Jornada da Excelência é o processo progressivo de transformação que inicia na consciência, se desenvolve na ação estruturada e se consolida em resultados com sentido. Ela conecta três dimensões fundamentais: o ser (mentalidade), o fazer (processos e ações) e o ter (resultados e reconhecimento).

Escrevo sobre autoconhecimento, espiritualidade e as transformações silenciosas da consciência. Acredito que toda dor é um chamado à evolução e que escrever é um modo de iluminar o caminho de si mesmo. Sou pausa e movimento. Escrevo para lembrar à alma o que ela já sabe, mas que o ruído do mundo a fez esquecer.

A excelência sempre esteve disponível como escolha. Quando amor, resiliência e consciência caminham juntos, a gestão ganha vida. A Gestão com Alma integra: resultado e propósito, processo e pessoas, desempenho e sentimento, e isso muda tudo. A excelência deixa de ser pressão e passa a ser expressão.

⁠Fala-se tanto sobre a luta contra o racismo, consciência de classe, orgulho étnico, patriotismo e nacionalismo; mas quando um país rico, influente e opressor é anunciado para sediar um grande evento do esporte ou da arte, as nações simplesmente ativam o Complexo de Vira-Lata, esquecendo-se de tudo isso.

A consciência administra apenas a superfície da existência. O Primevo governa, em silêncio, tudo aquilo que a razão acredita controlar. Enquanto o homem imagina decidir os rumos da própria vida, forças muito mais antigas já inclinaram sua vontade, seus afetos, seus medos e seus desejos. A consciência escreve a narrativa; o Primevo determina o enredo.

O Primevo não esquece. Tudo o que a consciência sepulta continua respirando nas profundezas do ser, aguardando apenas um corpo, um gesto ou um sonho por onde possa regressar. Nada do que é essencial desaparece; apenas desce para regiões onde a linguagem já não alcança. E, de tempos em tempos, rompe o silêncio para recordar ao homem que aquilo que ele chama de passado nunca deixou de ser presente.

Nem toda distância é abandono; algumas são formas superiores de cuidado. A consciência que se preserva aprende a retirar-se sem rancor, sabendo que permanecer onde o sentido se perdeu é trair a própria inteireza. A maturidade não está em ficar a qualquer custo, mas em saber partir sem destruir o que foi verdadeiro.

A origem do caos não está apenas na escassez de recursos, mas na escassez de consciência. Quando a mente se rende ao medo, à dependência, à ignorância ou à ambição desmedida, nasce um sistema que perpetua o desequilíbrio. Alguns se tornam escravos da pobreza; outros, escravos do poder. Ambos alimentam o mesmo caos.

O poder do silêncio não está na ausência de palavras, mas na presença de consciência. Em um mundo onde todos querem falar ao mesmo tempo, silenciar se torna um ato de força. O silêncio organiza pensamentos, acalma emoções e evita respostas impulsivas que muitas vezes machucam mais do que resolvem. Quem entende o valor do silêncio aprende a observar antes de reagir e percebe que nem toda provocação merece resposta, que nem toda discussão precisa ser vencida. Às vezes, calar é proteger a própria paz, é escolher maturidade em vez de conflito. O silêncio também comunica, ele pode expressar decepção, reflexão, respeito ou até despedida, porque há sentimentos que as palavras não alcançam, mas o silêncio traduz com profundidade. Além disso, é no silêncio que encontramos a nós mesmos, escutamos nossos medos, organizamos sonhos e fortalecemos decisões. Enquanto o barulho externo distrai, o silêncio revela. O verdadeiro poder do silêncio está nisso: ele não grita, mas transforma, não impõe, mas ensina, e muitas vezes a resposta mais forte que alguém pode dar é simplesmente não dizer nada.

⁠Ter plena consciência que está num labirinto, com os dias, meses e anos sucedendo, tempo passando, a idade aumentando, a saúde minguando, angustiado, ouvindo e sentindo a vida transcorrer lá fora e confinado, penitenciado e desesperançado no labirinto, sem saída. Ufa! Nossa! Acordei, era um pesadelo e faça o favor de acordar também!

Consciência! É o que falta nas pessoas, em geral. Precisamos mudar essa estrutura de ensinamento arcaico. Somos ensinados, há séculos e desde o berço que homens devem ser fortes o tempo todo e que mulheres são frágeis demais! Todos somos humanos, com sentimentos, desejos, sonhos e profundos traumas. Há gerações somos condicionados a seguir exatamente esse script, nos colocando uns contra os outros, afastando nosso ser do amor e da humanidade. Só haverá mudança, quando o ser humano despertar sua consciência e enxergar o outro como você próprio, seu semelhante, seja homem, mulher, trans, homossexual... Um ser vivo aprendendo e errando, improvisando a vida como todos estamos a fazer. É... Temos muito pra evoluir!

"A mentira morre no inventor se não encontrar uma consciência pequena o bastante para adotá-la e propagá-la. O mentiroso original até se esforça, mas o verdadeiro palhaço desse circo é quem engole a farsa. Negar a verdade diante dos fatos não é ignorância: é desvio de conduta. E, tão miserável quanto a mentira inventada, é a consciência de quem a acolhe, valida e propaga como verdade."

A matéria é apenas a interface gráfica da consciência. Todo movimento é uma destruição seguida de uma recriação. A matéria não viaja. Ela desaparece aqui para reaparecer ali. O movimento é a sucessão invisível de incontáveis mortes da matéria. O universo não move a matéria, ele a reescreve.

Consciência é a manifestação da alma vigente. O corpo é o seu invólucro, munido dos membros necessários para a subsistência do hospedeiro. Lados direito e esquerdo, ambos vitais para a existência. Mas se um dos lados discordar ou assumir o comando total, rompe-se a harmonia: o corpo adoece ou a alma se anula. A vida exige equilíbrio, não tirania.

"A consciência tornou-se uma arte rara, um farol solitário em um mar de mentes anestesiadas. Triste é o tempo em que o homem escolhe vegetar em cativeiro, entregando o leme da própria alma a um comando digital. Vivem aprisionados no horizonte estreito de um cercadinho ilusório, onde a verdade foi achatada e o mundo deixou de girar."⁠

Não existe conquista que justifique a ruptura da consciência diante de Deus. O que exige que você negue o amor, a verdade ou a fidelidade ao evangelho pode até parecer uma porta aberta, mas não nasce do coração do Pai. Deus não precisa que você traia Seus caminhos para cumprir Seus propósitos.

O ápice da realização humana não se revela na ausência de percalços, mas na consciência de havê-los atravessado sem abdicar da própria essência; pois, assim como na ciência a resistência antecede a transformação, na existência são as adversidades que convertem esforço em experiência, cicatrizes em sabedoria e persistência em plenitude.

Não vim para está dimensão para agradar a todos. Vim para agradar a meu Deus, minha consciência geométrica e a mim mesmo. Fui convidado a fazer parte da maçonaria para estender minhas beneficências anonimamente aos que mais precisam e desta forma como aprendiz de artífice da construção, livre e de bons costumes contribuir com a Grande Obra do Grande Arquiteto, aqui na terra em todas as direções. Dentro da Arte Real, não concordo com os carreiristas na ordem, que buscam serem instalados para logo após, adormecerem gloriosos por suas ilusórias limítrofes vaidades. Não sou larva, nem borboleta vim aqui para ser abelha operaria e sigo fazendo minha parte em liberdade.

⁠Toda tentação tem o hábito de voltar constantemente à porta de sua consciência para lhe oferecer os melhores prazeres, as oportunidades mais calorosas e a satisfação imediata de ver cumpridos os seus segredos e as suas paixões; porém, se deixar que o próximo descubra, revele e espalhe as suas más escolhas e péssimas intenções, é possível que a sua queda venha imediatamente acompanhada de perdas, vergonhas e sofrimentos.