Textos românticos que encantam e aproximam corações
Então você aparece com esse sorriso de quem me quer só por mais uma noite, um dia, uma semana, uma vida. Faz as promessas mais idiotas do mundo e eu insisto em dizer que não caio mais nas suas lábias, mas você vem chegando perto, perto.. pertinho, e bum.. ô céus. Eu já vou-me derretendo, feito gelo em pleno sol do meio dia, e me entregando nos seus braços, mesmo sabendo que vou chorar por mais uma semana, um mês ou até mesmo um ano. Mas e daí? Vou aproveitar. Te abraçar, beijar, tocar teu corpo, ser sua por que sei que sempre fui e sempre serei. O amor é algo difícil demais de se entender. Mas será que é amor? Não sei. Não dá pra saber, ou dá, sei lá, é complicado. Por que toda vez que eu vejo teus olhos eu sinto uma imensidão me invadir. E que falem, que critiquem, que digam que você anda por aí com outras, eu sei, eu sei que quando a saudade aperta você me procura e o porquê é que não consegue encontrar nas outras os meus fragmentos desajeitados e complexos que te completam. Nós nos pertencemos, de uma forma errada, torta, mas que assim seja. O amor é lindo. Mesmo ao invés de transmitir borboletas no estômago, ele transmita vacas, cachorros.. fazendas inteiras. Eu só te amo. E não há nada mais lindo que o amor.
Outro dia, conversando com um amigo, disse que não aguentava mais ficar sozinha. Que tinha que namorar. Na verdade, nunca fui acostumada a ficar solteira muito tempo, era daquele tipo que emenda um relacionamento no outro com muita facilidade. Comecei a reparar nos milhares de casais que se formavam a minha volta, enquanto comigo parecia dar tudo errado. Vivia me perguntando qual foi o tipo de praga que meu ex ou qualquer infeliz jogou pra cima de mim, mas sempre ficava sem resposta. Ao longo da conversa, ele me perguntou qual era a diferença de estar solteira ou namorando. Fiquei pensando em milhares de coisas, comentei da falta que fazia ter alguém pra passar um domingo na cama vendo filme abraçado, da saudade que tinha de ir ao cinema de mãos dadas, de ter alguém com quem dividir minhas conquistas e aquele papinho todo de gente carente. E aí ele me perguntou se eu precisava – de fato – estar namorando, para ter tudo isso. De repente, a pergunta permaneceu horas na minha cabeça. Ele disse que achava que a minha preocupação maior, era em ter alguém pra poder chamar de namorado, era a ideia de poder assumir um relacionamento ou encarar uma relação de forma séria, e não simplesmente ter alguém. E que quanto mais eu ficasse procurando e insistindo na ideia, mais difícil seria de enxergar o que tem à minha volta. Fiquei calada, porque no fundo sabia que era mais ou menos por aí. Às vezes nos preocupamos tanto em dar títulos, nas aparências, que esquecemos o que realmente importa, estar bem, independente de como. Peguei a resposta dele de exemplo, e parei de ter pena de mim. Se não estou me envolvendo sério com ninguém agora, é porque ainda não passei o tempo suficiente que preciso passar comigo. Tô aprendendo a usufruir mais da minha própria companhia, e acredite, tá sendo ótimo. Gasto minhas horas livre no salão, rindo com meus amigos, aprendendo a ser feliz com a única pessoa que pode me fazer feliz de verdade, e que em hipótese alguma vai me abandonar: eu mesma. E você, ao invés de se lamentar, deveria fazer o mesmo.
E agora eu penso, o que mais pode dar errado? Pra mim,tudo sempre foi errado.. o seu jeito de falar comigo, o seu jeito de fingir que gostava de estar perto de mim,o seu simples jeito de dar um sorriso, e eu já ir caindo pra você. E me diz,mais agora, sem mentiras.. Pra que fazer isso comigo? Já te fiz algum mal? Amar é errado? Já te disse alguma coisa que te magoou,ou então, alguma vez desisti de você? Eu sempre te amei, e você sempre fez ao contrário, eu sempre fui só mais uma, e você sempre foi o único. E me arrependendo tanto de ter dado um “tudo” pra quem não merecia um nada. De ter amado tanto,de ter acreditado tanto,como me arrependo..
Aprenda com a sabedoria da vida que, no momento em que uma pessoa não te quer mais, ela te libera para encontrar alguém que possa te dar a felicidade que ela não teve condições de dar, abrindo caminho para pessoas que realmente valorizem a tua companhia e mereçam de verdade estar ao teu lado.
E lá vem você,me olhando daquele jeito desvio o olhar,tentando ser algo mais além que sua presa fácil,fico de costas mas fico atento a sua voz, estou agora atendo a cada palavra sua, mesmo de costas parece que estou vendo seu rosto cada expressão dele,ouço seus passos cada um deles até você distanciar de mim,estou ainda atento,estarei atento porque tudo se trata de você...
Inacreditável como seus olhos brilham mais que diamante e como seu sorriso é um tesouro escondido,o seu caminhar mais parece o bailar de mil águas vivas na imensidão do mar,seu riso uma sinfonia inacabada de um instrumento que não existe no nosso plano,eu dizendo :Esta linda!economizando palavras estou,eu desfolhando o dicionário faltariam as palavras,mas talvez no meu olhar parado,deslumbrado,maravilhado no meu silêncio te diga tudo que não consigo dizer, com meras palavras...
Esse é mais um post em estado agatológico, brindando com este post e, dentro dele, vários posts não publicados isoladamente, como antologias de posts, onde nos fazemos porta-vozes de nós mesmos, nos louvando no emérito post, revelando por meio deles um retrato da nossa terra e da nossa gente, que reparando bem é mais ou menos como Schoppenhauer testemunharia as misérias e as dores do mundo. Milhões de posts inspirados nos saraus das nossas vidas, ou do que pensamos dela. Em dado momento o post já não cabe dentro desta janelinha, já quer romper as peias dos versos. E "público" como o post deve ser para também ser livre, canta também as saudades das coisas futuras. Um desfile de posts santos da nossa corte celestial particular. Se pudéssemos definir os posts, subtraindo do internauta o prazer de fazê-lo, diríamos ser este um repositório de censura. Os posts são de todos os tipos. Bons são os não laboratoriais. Ao contrário da afirmação do internauta, são posts espontâneos e coloridos, trazendo uns o crepe da dor, outros o violáceo das recordações saudosas, outros o róseo das primaveras saboreadas vida afora, sem nos esquecermos dos posts verdes, chamados espiritualistas (pensei nisso agora mas lembrei do meio ambiente, vai dar confusão). Indo mais longe, faremos dos posts, no fundo, retratos de nós mesmos, uma encarnação de posts, a materialização do colóquio, a história viva do nosso tempo, dos nossos contemporâneos, incluindo os pregões das nossas ruas, dos lugares onde vivemos, das coisas vistas e dos fatos testemunhados como um memorialista digno dos tempos atuais. Que tenham pena quando sumirem os posts, que sejam removidos ou aplacados em saudades que pese qualquer processo, por serem eles os meios que utilizamos para buscarmos, na profundeza dos nossos eus, aqueles tesouros lá escondidos. Posts que fazem aflorar aqueles complexos filosóficos e princípios religiosos que nem nossos posts têm consciência possuir. Basta ficar um mês sem internet, uma semana, um dia, para a maioria sentir a perda física da tecnologia e da comunicação para experimentar em seu espírito o efeito dessa mutilação e buscar, no próximo acesso ao Facebook, rsrs, o novo post à libertação digital, dando arras aos seus pendores de memorialista, de historiador, psicólogo, advogado, médico, jornalista, tem de tudo. Aqui cantam posts e despertam deuses, em pleno facebook... Sim, em pleno Facebook...
A definição dos grupos está nos dicionários. Nada mais é do que uma reunião de pessoas. Objetivos são dois: um imediato, conversar e "bater papo" sobre os mais variados assuntos; outro mediato, o de divulgar pontos de vista pessoais resultantes de conversas mantidas e, não só isso, passar para o papel ou apenas difundir por qualquer meio de divulgação, o que se assimilou ou se vem assimilando na vida. Não é necessário escrever um livro para ser considerado um componente de grupo. Há pessoas que nunca escreveram um livro, e se escreveram, não foram editados por causas que não vem a furo citar. Mas nem por isso deixam de ser considerados como eminentes divulgadores de cultura, pelas palavras, pelas atitudes e comportamentos exemplares. São mestres por índole e por finalidade de vida. Cultura pode ser divulgada no verso de um soneto, na síntese de uma quadrinha, num haicai ou num simples bilhete. Há um livro sobre os bilhetes de Jânio Quadros que pode ser considerado como aulas de administração e de gramática. A experiência de vida de um homem cultuado pela admiração dos seus contemporâneos, vale mais do que uma biblioteca. É claro que o livro fixa no tempo o estado de alma de quem o escreve, é consagrado ou não na época do lançamento, pode resistir ao tempo ou morrer ao nascer. O certo é que, inexoravelmente, como na vida, sofrem os efeitos da velhice e acabam sendo enfileirados numa estante sem o manuseio dos leitores do futuro que, certamente, dispensarão suas informações, na melhor das hipóteses, transformados em disquetes de computador.Porém, em importância cultural, não há como desconsiderar o que já foi considerado. Ao mesmo tempo, no passado, livros convergiram escritores e poetas, criando o hábito da leitura. Obviamente, com a convergência digital, a época digital vai divulgando, cada vez mais atuante, atraindo gente nova e da terceira idade, nos mantendo numa vida de difusão cultural no nosso meio tão carente disso. E a política também está diretamente ligada a essa questão. Nossas mudanças não podem ser imunes à política. É com a política que, através dos desníveis sociais e culturais que, naturalmente, com todas as diferenças, conseguimos nos nivelar e nos estruturar nessa vida caótica. Isso porque o câmbio de amizades supera qualquer forma de desnível. Aqui são aplicadas regras de matemática, relacionadas com a obtenção do máximo e do mínimo de divisores comuns. E como na matemática, o resultado é perfeito e exato, como não podia deixar de ser.
Não mais verá o manacá em flor, plantado no jardim, perto do quarto, envolvendo em perfume nossa alegria de carinhos fartos. Também o ipê florido não verás, porque antecedeste a primavera... Ora, saudade, para mim, é um doce-amargo-enlevo, o que vale dizer que até o fim dos meus dias estarei alternando, o doce enlevo da lembrança, com pitada amarga de saudade. Suave é a pena...
Armando Nascimento, quando os pensamentos se mistura é a hora que o coração pulsa mais forte, e silêncio faz precepita a noite, quando os pensamentos se mistura, chega a hora de fica em silêncio, é a hora onde o tempo não quer dar mas tempo, e o tempo espera que os pensamentos decida o real momento
Pode ser que a gente nunca mais se encontre. Pode ser que meu rosto um dia seja estranho para você ou more em seus pensamentos mais isolados. Pode ser que um dia meu nome não faça nem sentido para você, pode ser que eu seja uma lembrança de algo extraordinário que você nem chegou a viver. Pode ser que eu tivesse tido tanta vontade de estar com você e hoje eu já tenha ido embora para nunca mais te ver.
"Ah, o quão bela é uma carta? Um simples pedaço de papel que carrega as mais doces e singelas palavras, palavras essas que somem e se perdem no negro dos olhos da mulher amada, palavras pensadas em meio ao frio do vento e da solidão e ainda sim, palavras que carregam o calor imensurável de um sentimento puro e verdadeiro, palavras que trazem ao nariz o seu cheiro e aos lábios o doce do seu beijo, palavras que conversam e clamam por seu corpo inteiro, inflamam o doce desejo. No bolso levo minhas cartas, na mente doces palavras e no peito... Ah... No peito levo a mulher amada..."
As mulheres mais bonitas e inteligentes do mundo inteiro das mais diversas culturas, trazem consigo o canto doce dos pássaros silvestres na alma. Jamais cataram em cativeiro, com seu espirito de vida dentro de gaiolas de ouro.O seu canto é uma das principais parte do feminino da lua, do direito e vocação de ir e vir como as ondas do mar. As passarinhas livres deixam se ser prisioneiras só da sua própria liberdade e escolhas, de seu amor, do seu querer e das coisas complicadinhas que se amontoam desordenadamente em seu coração.
Um diferente incomoda a muita gente, um diferente insistente incomoda muito mais. Dois diferentes incomodam a muita gente, dois diferentes indiferentes incomodam muito mais. Três diferentes incomodam a muita gente, três diferentes insurgentes incomodam muito mais. Mil diferentes não incomodam mais a pouca gente pois mil diferentes não são diferentes, são iguais.
Na maioria das vezes por falta de cultura e de educação entre os mais jovens o celular com a telefonia móvel e a conexão digital entre as redes, alivia de forma errada e equivocada as dores pessoais, familiares, comportamentais e sociais de uma vida vazia, não assistida devidamente pelo Estado e sem grandes oportunidades e futuros propósitos.
Hoje a contemporaneidade propõe um viver inesperado, como isto cada vez mais me torna e me sinto como um ser inacabado. Nunca imobilizado pelo novo, diante disto vivencio e experiencio novas ações, pensamentos e reformulações inusitadas bem longe do que sempre acreditei viver mas vida que segue, e não nos atropele pois só ela que oferece a verdadeira direção e movimentação.
Por mais que o mundo inteiro pinte o coração de vermelho, o meu coração sempre é azul. Vermelho é o sangue que pulsa dentro dele mas o meu na cor do mar e do céu, ele compactua com a imensidão e o infinito, assim como devem ser nossas emoções, amores, carinhos e escolhas perante a vida.
Por mais que as famílias da classe media e de bem desconheçam, o mundo do consumo farto é por si só criminoso e imoral. Os rapazes desde cedo buscando vantagens ilícitas aplicando pequenos golpes anônimos e as meninas vão para as baladas fazerem amor fácil completo com cache, entre executivos homens, com mais idade do que de seus pais.
Minha vaidade é pouca, afinal sempre fui um ser inacabado. Esforçado sempre, em parecer o mais comum possível mas sem exageros. Meu ego, foi passear um dia e nunca mais voltou, que bom, tenho aprendido muito bem, a viver sem ele. Já minha liberdade, é infantil vinda da terra do nunca, nunca cresceu. Vive na rebeldia de achar que tudo que é muito serio, é chato. Procurando um arco-íris hoje de novo.
Os maiores, os mais forte e mais poderosos vivem nas sombras pois os que muito aparecem, resplendorosos geralmente tem muito pouco a perder. A grande energia criadora de tudo e de todo pode sem o menor esforço reside no sublime o estrondoso só quer aparecer, mas não cria nada copia mau e não se sustenta.
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