Textos românticos que encantam e aproximam corações
Este momento é mais do que oportuno, então, por favor, um gole de poesia, uma porção de arte e um banquete de beleza e euforia numa grandeza de detalhes de cores, sabores e muita simplicidade.
Por meio de uma combinação de pensamentos e emoções expressadas artisticamente, é possível alimentar o corpo, a alma e a mente com um sabor de equilíbrio, de identificação, de um amor genuíno e de uma forte paixão.
À vista disso, não posso desperdiçar nenhuma partícula desta rica refeição onde a inspiração ganha vida gerando uma sensação renovadora que simplesmente vivifica de uma maneira encantadora e muito significativa.
Estando ela lindamente vestida de preto, parte dos seus encantos fica ainda mais evidente semelhante às estrelas reluzentes no céu sem nuvens na vasta escuridão da noite.
Uma imagem nitidamente elegante, ornada com um amor forte, radiante,
um resplendor de simplicidade num tom de romantismo e de uma bela jovialidade resultando em um primor divino.
Assim, considerando uma compleição rica como esta, uma simples ocasião passa a ter mais importância, a inspiração logo desperta e vira arte, onde a felicidade pode ser uma constância.
Ela agora está mais confiante,
mais feliz
por compreender que a felicidade
é inconstante, que o seu sofrer faz parte, mas que não deve ser uma determinante no seu modo de agir,
que Deus nunca esteve distante,
que não há razão para desistir,
assim, esta compreensão a está fazendo transbordar de amor
e de muita determinação
alimentada com um resplendor de fé
que ajuda a tranquilizar um pouco
a sua inquietação,
portanto, graças ao Senhor,
é um exemplo de uma linda mulher
na sua fase de libertação.
Por estares vestida lindamente no tom ardente da sedução, a tua beleza fica mais viva com uma veemência muito evidente, uma sobriedade explícita, onde cada detalhe é envolvente, uma paisagem rica e intensa que enche gentilmente os olhos e adentra a mente por alguns instantes valorosos.
Agora, estás sedutora à semelhança de um linda rosa vermelha, tua pele delicada sob o vermelho que reveste as pétalas formosas e que abrilhanta a tua boca pequena, que fomenta o desejo persistente, quiçá, audacioso de provar o teu beijo, cativado por tua essência neste momento único e caloroso.
Tonalidade inegavelmente fascinante que expressa tanto, que revela que tens amor em demasia, uma paixão abundante, poesia admirável com uma vida pulsante que deixa-me motivado a viver de um jeito emocionante sem nenhum instante desperdiçado, portanto, uma cor elegante que traz bastantes significados.
Paciência que muitas vezes é tão escassa, não se menospreza, ela se faz cada vez mais necessária, evita certas contendas, algumas sensações que desagradam, então, uma presença sensata e harmoniosa que agora está sendo muito bem representada numa harmonia de notas, conduzidas por alguém que as toca com a alma.
Algo que faz lembrar que a pressa não deve ser presente com tanta frequência, sua impulsividade atrapalha, pode impedir a contemplação de uma linda paisagem, a realização de bom trabalho, pode gerar alguma animosidade inconveniente, um espírito desanimado, vários atos imprudentes.
Decerto, justificadamente, em um momento raro como este, ao som suave de uma bela melodia, paro para ouvi-la pacientemente e desta forma, posso usufruir de uma breve calmaria que conforta com maestria a minha mente, melhora simplesmente o meu dia, o amor que ressoa é evidente, parte de uma amável sinfonia.
Que triste vê-lo dizer que nunca conheceu alguém que fez seu coração bater mais forte,e já te digo que a gente sente um grande frenesi na alma,suas pernas ficam bambas, acaba falando aquilo que nao quer falar,fica meio abobalhada,parece que o coração vai sair do peito...que pena Wesley, é um sentimento maravilhoso. É tão intenso quanto a dor de perdê-lo, mas vale a pena, pior seria não ter amado.
Acho que o sofrimento do amor não correspondido vale para os dois ,caro Wesley.
Espero que ainda encontre esse amor mesmo que por breves momentos, "tudo vale a pena quando a alma não é pequena".
(assim disse Fernando Pessoa ).
Boa noite, durma bem.
Marilene lira
Meu celular, seguro mais que barra de chocolate. Dele espero tuas palavras doces, que há muito ficaram poucas, mas quando chegam, adoçam minha alma, pois te amo desde de antes de nascer.
Meu amor, meu chocolate, meu vício bendito e maldito, que me distrai das amarguras da vida, que me aquece nas finitas noites sem fim. No teu peito entorto meu pescoço, e indireito meu coração machucado que não desisite de ti.
Não há alegria
mais encantadora,
De encontrar a
linda surpresa,
- as mais belas flores -
Que deixaste sobre
a minha mesa.
Um gesto tão simples,
tão suave,
Manifestação
de amor,
- cavalheirismo
embelezador
Carinhoso e provocador.
Desses meus
versos femininos,
Que clamam
pela tua presença,
Eternizam-na
com a crença
De ser amada
por você.
A tua alegria
é a minha,
Próxima
e distante,
Mas sempre
próximos
Com a mesma
alegria...
Gera em mim mais uma vez,
Esse doce outono discreto,
Não nego jamais,
Eu te espero,
Ao passar de cada segundo,
Longe, mas não alheia;
O teu amor é a minha teia.
Girassol em flor,
Inigualável amor,
Adorado sem tabu, e sem pudor.
Riscam no horizonte,
Os primeiros raios,
São as tuas luzes,
Amor em verso,
Namoro em prosa,
Amor em chama.
Sábios são os teus poemas,
Chamamento celestial,
Horas em valsa,
Maré de contentamento,
Indissociável sentimento,
Tesouro do tempo,
Trazendo você para mim...
Sempre me supreendendo,
Carinhosamente,
Esculpindo a poesia,
- adormecida
Feito a duna ainda em grãos,
Aromas marinhos,
Do mar e do vento bailando,
- revolucionando
Um amor em construção.
Tenho na memória guardada,
Não há mais como dizer,
Talvez esteja sepultada,
Em terra longínqua,
Hei de um dia te contar,
Fizeram a gente esquecer,
Não é possível sequer falar.
Este poema é impublicável,
Mas é inevitável...
Ele fala de sobrevida,
Ele fala da Morte,
E da vida além da Morte.
Abraçando a lembrança,
Não há mais esperança,
Ylang-ylang é o teu perfume no ar,
Serena musa, não sei onde estás,
Talvez um dia você vai voltar,
Talvez pobre de você,
Algum dia o destino irá mostrar.
Esse poema não presta,
Eu deveria atirá-lo no lixo,
Ele não deu a cara a tapa,
Filho de alma covarde,
É quase uma denúncia...
Os ares e ‘as flores de abril’,
Uma música de Chico Buarque,
A imagem da mulher esfumaçada,
Talvez esteja desfigurada,
Teve a imagem desaparecida,
E alma roubada,
Não quero falar sobre mais nada.
Surgi como o mais
belo juramento,
Sem engano e
sem tormento.
A minha essência
é profética,
Sou a encarnada
amenidade poética.
Para fazer-te companhia
ao invés do sol,
À beira mar, um oceano
de desejos,
Com versos e todos
os beijos;
Para fazê-lo amar,
longe dos medos.
Estou a te esperar,
poeticamente,
Da forma que ninguém
soube ousar,
E tampouco imaginou
experimentar.
Estou a crer,
infinitamente,
Que virás como
uma mansa manhã,
Acariciando-me
amorosamente.
Sou o verso mais inebriante,
O desafio, a tua lida,
Sou toda a tua vida,
A odalisca sensual, o teu afeto,
- o teu romance
A papoula rara, - proibida
O incenso oriental,
Que desarma o teu exército,
Genuflexa te embevece,
Dum jeito que te enlouquece.
Em meus lábios escaldantes,
Assim você se deslancha,
E se derrete inteiramente,
Eu tenho um talento único
De te pôr em ponto fervente;
O meu sabor é o da noite,
Eu te faço deitar com a madrugada,
- sou o maior amor da tua vida -
Uma amante para jamais ser esquecida.
Não consigo
ser diferente...,
A poesia que enxerga
em mim,
É mais tua
do que minha,
Essa poesia mora
mais em ti
Do que mora em mim;
Não consigo
ser diferente...,
Escrevo para causar
contentamento,
Escrever para mim
é como um rubi,
Escrevo com o que há
de mais vermelho,
- em mim -
Escrevo para mexer
com o sentimento.
Nunca duvide
do que a minha poesia
é capaz,
Quando menos imaginas,
tu irás atrás,
Do Bem que só
ela te faz;
Tu bem sabes do
que ela é capaz,
Além de ser canto, ela é
o teu colo de paz.
Não consigo
ser diferente...,
Sou o verso presente
nos teus lábios,
A doçura caída do céu
em teus átrios,
Para mudar o teu presente
– um presente,
Nunca estou ausente,
és ciente,
Porque eu
sou diferente;
Não consigo
ser diferente...,
Cheguei para mudar
os teus dias,
Para trazer sorrisos
e mil alegrias,
E fazê-lo feliz
e cheio de valentia,
Guardando cada escrito
meu como magia,
Para sempre se orgulhando
que eu existo: sou poesia.
Su'a doçura em minh’alma
Traz o mais santo e acalma
U’a luz que brota calma
Gravada está a su'a aura
De êxtase e súplica
Certeza prima
Razão última
Eloquente ternura
Provocada em mim
Somente por ti
Com aroma de sapoti
E saborosos beijos de pequi
Traze os dois hemisférios
E todos os mistérios
Das palavras e séculos
Embaladores dos cordões etéreos
A liberdade guia no escuro
Porque crês no augúrio
Que o nosso amor é puro
E que ele terá um lindo futuro.
Percebo que não notas as minhas poesias,
É melhor que eu não escreva mais.
Talvez seja melhor assim...,
Para que um dia percebas
o quão tu gostas de mim...
Ninguém domina o amor,
Ninguém detém a primavera,
Basta que uma desabroche,
A florada desponta inteira;
Assim são a minhas letras,
Desabrocham como as cerejeiras.
Despreocupadas se voltarás para mim,
Até escrever que não vou mais escrever,
É um motivo para continuar escrevendo:
Cada letra é motivo para seguir rompendo,
E fazer eterna cada fase do sentimento...
Ninguém domina o esplendor,
Ninguém detém o meu interior,
Basta que me queiras...,
Viro um soneto com eiras e beiras;
Assim sou intimista e subversiva,
Não menos encantadora como a
Floração das cerejeiras - eu sou bem feminina.
Devagar pela
minha rua
porque o meu
tornozelo
ainda me exige,
e não posso
mais ir longe.
Ah, ao menos
os verdes morros
me fazem tranquila!
Venho assim
sentindo os efeitos
da queda,
e da temperatura.
Ah, como essa
Humanidade
anda estúpida!
Dessa maneira
e todos os dias
venho nutrindo
a utopia de salvar
a mim mesma
e de quem da
salvação precisar.
É dos pássaros
que tenho a melodia
para musicar
e condensar a poesia.
Não sei mais como
me dirigir à você,
Nem tampouco agradá-lo,
Fiz de tudo para cativá-lo,
Não sei nem mais como
me chegar até você.
Por tantas horas
de espera,
E o coração batendo
acelerado,
E eu pedindo um
cadinho de atenção,
Não sei nem mais
o que fazer, estou
pronta para fazer
da Lagoa das Lágrimas a (minha);
- estou perdida
Gostaria de percorrer
de novo o caminho que me
leve de volta
para o seu coração
- agora só tenho
estes meus versos
para me dar uma direção.
Não quis lhe agredir,
só quis um pouco de atenção,
Pela primeira vez senti-me
sentenciada por ser poetisa,
Fui colocada para fora
da tua vida - do teu coração,
Condenada por amar o Brasil
em versos sem malícia.
Estou chorando,
você nem imagina...
Por todas as horas
que me senti ignorada,
Carregaste um pedaço meu para ti,
E abandonaste no meio
da estrada,
Mas tenha a certeza
de uma coisa: você se foi,
e a minha poesia há
de ser fazer refeita, ainda mais
iluminada e eterna.
Afinal, até em Guarapuava
encontrei sementes para
lançar na terra - e fazer-me eterna.
Uma vez encontrado
o sentido do amor no Paraná,
O coração sempre voltará
porque o amor ali está,
Estou esperando daqui
para frente a atitude valente,
que você tomará
- e se o nosso amor
de fato desabrochará.
Não consigo disfarçar
mais o meu sorriso,
Resolvi dar tom e forma
ao meu plano,
De te amar sem engano
e sem disfarce;
Porque é lindo o lábaro,
que emana de ti.
Respiro esse teu aroma
bárbaro e joaquino,
Maravilhosa e vana é a glória
de fazer-te(admirado).
Por presunção secreta
de que estás (apaixonado);
Entregue-se para mim,
que serás bem cuidado.
Não consigo parar,
de pensar em você,
Todo o dia é poeticamente
arquitetado,
Quero ser infinitamente tua - inteira;
E fazê-lo amoroso da forma mais perfeita, assumindo publicamente que estás enfeitiçado pelos poemas que são certezas.
Há duas metades e inteirezas
que formam uma ilha,
sabemos ser um mar de rosas
e mil carícias,
Há um desejo de exibir
ao mundo que nos amamos.
Desejamos matar os corações alheios de
- inveja e despeito -
Todo o dia sempre é perfeito:
para fortalecemos que nascemos
um para o outro;
E ainda bem mais do que isso:
não tem mais jeito,
(nós formamos o par perfeito).
De todas as cidades das flores
(sem exagero),
É a mais bonita
(e dona de um tempero),
Que ao bom paladar cativa,
(cheiro bom de aconchego),
Planejada por mil amores
(para ser a morada dos príncipes),
Convidar o seu amor para conhecer
Joinville – concede o melhor dos convites.
Terra de luta e de intensa labuta,
Seu teto tem dias de sol, chuva, estrelas
e uma inesquecível Lua.
Ah, essa Lua que se atreve aparecer ainda mais
suntuosa para provocar, invadir e
apaixonar os casais de namorados
(quando vista lá da Rua das Palmeiras):
chego a escrever versos ainda mais apaixonados.
Porque pela tua gente e tua alegria
não me canso de me ajoelhar na catedral e rezar
preces inteiras...
Por esta Joinville colorida pelas feiras e
perfumada pelas flores,
Dotada de uma energia mística para
findar com todos os humores
que não se afinam com o estado
refrescante de poesia.
Pelo teu Festival de Dança e pelas
dançantes pontas das sapatilhas,
– sou capaz do que até Deus duvida
De peito aberto quero me dedicar para ti,
e por toda a nossa Santa e Bela Catarina.
Não estou querendo fechar os olhos,
Estou relutando em ir dormir,
Porque é mais garantido sonhar
(contigo) com os meus olhos abertos.
É uma doçura púrpura e magenta,
Enxergue no tom que você quiser,
Nasci para ser tua, predestinada
para ser a tua devotada mulher...
Leve contigo o meu beijo
Até a última gota do cálice,
Cale-se e cale a minha boca
Com o teu beijo, e faça o quê quiser...
Não esconda mais o quê sente,
Sei que me ama e me quer,
Respira-me de todos os jeitos,
deseja-me como mulher...
Vermelho é o tom do lençol,
Lindo sol a iluminar-me,
Desabrochado como um girassol,
vem beija-flor, vem beijar-me...
Penetra-me como lança austera,
Faça brotar a primavera,
Estou a tua espera,
Quero me enroscar nas tuas pernas.
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