Textos reflexivos para professores que motivam a paixão pelo ensino

⁠"Uma mulher que não pode ir a sua mãe não respeita os homens. A mulher aprende o respeito pelos homens com sua mãe. O mesmo acontece com os homens. Um homem que não consegue ir até o seu pai não respeita as mulheres. O homem aprende o respeito pelas mulheres com seu pai." Bert Hellinger

A menina que ja sofreu mto pela opnião q os otros tinham dela, mais que aprendeu mto com todo o sofrimento que passo. E uma das coisas q ela aprendeu, foi a naum erra pra aprender, mais aprender com os erros dos outros. E que toda ação q ele tiver vai ter sua reação, seja boua ou ruim. Ela tem um próposito, ser a cada dia que passe melhor, lutar e vencer pelos seus sonhos e objetivos, e ser verdadeiramente feliz, independente de tudo.

⁠O socialismo científico ensina a nós, mulheres, que somente poderemos alcançar nossa plena libertação humana com o fim da propriedade privada dos meios de produção e dentro de uma ordem socialista. Sendo assim, torna-se nossa obrigação constante atuar em prol desse ideal, que é o objetivo historicamente dado do movimento operário.

Rosa Luxemburgo
Mais socialismo (5 fev. 1915).

Não diga apenas que você leu muitos livros. Mostre que, por meio deles, você aprendeu a pensar melhor, a ser uma pessoa mais perspicaz e ponderada. Os livros são para a mente o que os pesos da ginástica são para o corpo. Os livros são muito úteis, mas seria um grave erro supor que alguém progrediu apenas por conhecer o seu conteúdo.

Epicteto
A arte de viver

Há um mês, vocês estavam na faculdade de medicina recebendo ensinamentos de médicos. Hoje, vocês são os médicos. Os 7 anos que passarão aqui como residentes de cirurgia serão os melhores e os piores de suas vidas. Serão pressionados além do limite. Oito de vocês escolherão uma especialidade fácil, cinco de vocês vão se descontrolar com a pressão. Dois de vocês serão convidados a se retirar. Este é o começo. Esta é a sua arena. Quão bem você irá se sair? Isso depende de você.

Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica. Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar.

"Decepção não mata, ensina a viver…" Quem nunca se deparou com essa frase, quem nunca teve uma decepção mínima que seja, às vezes chega a ser até patético, pois passamos pela mesma situação várias vezes e sempre nos surpreendemos quando somos decepcionados, sempre esperamos demais das outras pessoas, no amor, na amizade, na paixão, no envolvimento, até dos familiares, e com certeza nós também já decepcionamos alguém, isso é recíproco. Decepções vão acontecer novamente, e a vida continua e assim segue o ciclo. Se decepcionou? Fale com alguém, desabafe, chore, se descabele, grite, descarregue toda a dor que está dentro de você e então sorria e veja que o mundo não vai acabar por isso, a dor é inevitável, o sofrimento é opcional…

Antes de se deitar e adormecer, seja grato pelos ensinamentos e vitórias do dia. Perdoe aqueles que te feriram com palavras ou pedras, perdoe a si mesmo por também tê-las atirado. Somente repletos de perdão, de gratidão e do reconhecimento de que também somos pecadores é que o sono se torna leve, o descanso da alma fica pleno e as benção dos céus preenchem nossa vida e lavam nosso espírito, para que o dia seguinte seja um presente de Deus, lindo e cheinho de paz

Você não está aprendendo como prestar atenção. Se você estiver aprendendo o como prestar atenção, então isto se tornará um sistema, que é o que o cérebro está acostumado, e então você faz da atenção algo mecânico e repetitivo, ao passo que a atenção não é mecânica ou repetitiva. É a maneira de olhar para sua vida inteira sem o centro do interesse próprio.

Eu acho que tudo o que eu vivi me ensinou muito, mas não aprendi o suficiente para me tornar um adulto. Eu perdi amores, ganhei outros, e ainda sinto falta. Pra mim, o abraço sincero é mais importante que o beijo apaixonado e, o andar de mão dada expressa mais o sentimento que a serenata. Qualquer um é capaz de pegar uma viola e fazer um papelão na janela da menina, eu quero ver é suportar as crises, as brigas, as neuras dela durante toda uma vida e ainda assim caminhar de mão dada. É nisso que eu acredito, nesse sentimento raro e eterno. Porque a gente tem que viver se controlando para não matar EXATAMENTE aquilo que ama.

⁠Aprendemos a sobreviver na água quando somos crianças. Depois, passamos décadas sem nadar. Mesmo se acabarmos na água de novo, ainda vamos flutuar. Você pode achar que esqueceu tudo, mas seu corpo se lembra. É a mesma coisa com o amor. Você pode achar que esqueceu como se ama, mas seu coração se lembra quando você começa a amar alguém.

Aprendemos a viver cara a cara com o descaso. Nossa sociedade impõe o fracasso. Já estou acostumado ao café e ao tabaco. A doença é consequência desse presente passado. Meus grandes ídolos são odiados. Meus gostos são amargados. E, as grandes farsas e mentiras modernas, preparadas pra aquelas, pessoas que, sinceras, se deixam levar pela pressa, de tentar ser alguem, de viver o hoje, e esquecer o amanhã, pensar sem consiência, e agir sem consequências...

Menina, aprende que as vezes tem que chover mesmo. Tem que deixar molhar, borrar a maquiagem. Não faz mal ficar feia de vez em quando, botar a careta mais horripilante e gritar aquela palavra que tá ali guardada faz tempo, aquela palavra que combina com a careta, sabe? Aprende que as vezes o trovão é alto, ensurdece e assusta. Mas aprende também que do mesmo jeito que molha, seca. Chove, mas passa…

Se tem alguma coisa que estou aprendendo com essa louca existência é não julgar o próximo. Não nego que já julguei os outros, e muito, e que atire a primeira pedra quem nunca julgou. É inevitável, entretanto, com o tempo, acredito que seja controlável. Julgamento é uma opinião egoísta sobre algo que idealizamos, e tendemos a nos decepcionar e ficar irritados quando as coisas ou as pessoas não são como queremos. As pessoas são o que são, mas nós somos tão cegos que construímos imagens falsas, criamos armadilhas para nós mesmo. A culpa é toda nossa. Sim, é nossa. Não deixamos os outros serem como são, e qualquer mudança de atitude de outrem já é motivo para desconfiança. Mas o que é isso? Por que apenas não respeitamos a personalidade do próximo sem questionar? Todos têm seus altos e baixos, mas somos tão egoístas por natureza, que qualquer detalhe é motivo para ficarmos exacerbados. Viemos de uma cultura que não tem por princípios aceitar o indivíduo como ele é, e o julgamento torna-se a palavra chave quando se trata de seres humanos. Seriamos tão mais felizes se esquecêssemos de viver a vida do outro e vivêssemos a nossa própria vida, nossa própria privacidade, nossa liberdade. Todos temos o direito de errar, de falhar, e de ser aceito pelo modo que agimos, mas nunca de julgar e sermos julgados. Se agimos de tal modo, por mais impulsivamente que seja, é o modo que, naquele momento, queríamos ter agido. Não existe o certo, não existe o errado, não existe presente, futuro. Cada momento vivido é passado, e é lá que começam as raízes de nosso maléfico ato de julgar. E se pararmos para pensar, julgar não faz sentido, julgar faz sofrer. Compreender e respeitar deveriam ser o topo da pirâmide. É difícil no começo, é necessário paciência, mas isso tudo é adquirido através da experiência. Deslizes acontecerão vez ou outra, somos humanos e propensivos a errar, mas é com o tempo que obtemos a maturidade suficiente para entendermos que o julgamento não nos leva a lugar algum, aliás, é um passo atrás de tudo que acreditamos. Deixar as pessoas ser como são, sem criar expectativas, curtir cada momento, seja ele bom ou ruim, sem pressão. Vamos aprendendo a lidar com as diferenças, ninguém é dono de ninguém, ninguém é dono de si.

Hoje o ensino universitário está permeado pelo discurso. Quem discursa bem é o melhor. Parece muito com a Ágora grega, nos tempos dos sofistas ( termo pejorativo atribuído por Platão, mas que por outra interpretação eram os caras do momento). Hoje não mudou, apenas as roupagens mudam. Quem dera se um dia eu chegasse a ser um bom sofista.....

Habituai-vos a obedecer, para aprender a mandar. Costumai-vos a ouvir, para alcançar a entender. Não delireis nos vossos triunfos. Para não arrefecerdes, imaginai que podeis vir a saber tudo; para não presumirdes, refleti que, por muito que souberdes, mui pouco tereis chegado a saber”. (Palavra da Juventude)

Você ainda vai aprender que não importa quantas lágrimas você derrame, por alguém que não as merece, essa pessoa não vai mudar por causa das SUAS lágrimas, afinal se ele te fez chorar imagine com quantas meninas ele não fez o mesmo, vai aprender que quem merece suas lágrimas não vai lhe dar motivos para derrama-las e se der com certeza não vai ser proposital. Então levante a cabeça agora, limpe as lágrimas e siga em frente com um grande sorriso no rosto.

“O que eu posso te dizer nesse momento? Somente um “obrigada”. Obrigada por me ensinar um bocado de coisas. Obrigada por ter ficado ao meu lado sempre, nos dias bons e ruins. Obrigada por nunca achar os meus sonhos bestas. Obrigada por acreditar nos meus sonhos bestas. Obrigada por me dar a mão (e segurar a minha mão. e não soltar a minha mão.). Obrigada por ter sido tu, por ter feito surgir um “nós”. Obrigada por existires.”

Idosos são crianças aprendendo a andar, precisam de cuidado, de colo, de zelo. Machucam-se com facilidade, choram. Sua diferença não está no corpo envelhecido e cansado, marcado pelo tempo, mas nas feridas da alma. Na bagagem que carregam, de tudo que já viveram, ensinaram, e que agora precisam dar as mãos novamente para andar, totalmente dependentes. Quando vejo um idoso abandonado ou sendo maltratado, sofrendo a dor da solidão, que machuca mais que as dores e as limitações físicas, tenho ainda mais convicção de nossa pequenez, de que não importa quanto de dinheiro você ganhe, que status ocupa, tão pouco quão importante e poderoso tenha sido, nós simplesmente não valemos nada nesse mundo. Morreremos todos da mesma maneira. E daqui, nada levaremos senão o amor, a alegria e tudo quanto pudemos semear no coração de alguém.

E então me obriguei a aprender com meus erros, a deixar o passado pra trás, a pensar no futuro e viver o presente. Me obriguei a melhorar minha vida, meu sorriso, meu amor próprio. Me obriguei a lutar pelo que quero e acho certo, mesmo com as dificuldades que insistem em aparecer. Me obriguei a selecionar cada dia mais as pessoas que convivem comigo, que me fazem bem... Me obriguei a aceitar que a solidão não me assusta, que meus momentos assim me fazem mais forte, mais consciente do que fazer. Mas, acima de tudo, me obriguei a mudar, do jeito que estava não dava pra continuar..