Textos Reflexivos
Aquele que não aceita que você seja como você é, está tentando controlar sua vida. E, da mesma forma, aquele que você não aceita ser do jeito que ele quer, você está tentando controlá-lo.
O controle nasce da mente, mas o único controle real que a mente pode ter é sobre o seu próprio ser. Fora disso, qualquer tentativa de controle é uma ilusão.
Vivemos em um mundo onde a mente tenta controlar tudo, mas, na realidade, ela não consegue controlar nada de verdade. O controle é apenas uma tentativa de criar uma falsa sensação de segurança, de ordem. Porém, ao tentar controlar os outros ou até mesmo a vida, a mente acaba se tornando escrava das suas próprias ilusões. O verdadeiro controle está em dominar a si mesmo, nas escolhas que fazemos com consciência e autonomia, e não nas tentativas de dominar o mundo à nossa volta.
Quem está na sua vida, é porque ainda precisa de você, seja por amizade, apoio, amor ou alguma outra razão.
Quem se afasta da sua vida, é porque, por algum motivo, não precisa mais de você da mesma forma, ou talvez tenha encontrado o seu caminho sem a sua presença.
Quem permanece ao seu lado, sem pedir nada em troca, sem interesse, sem necessidade, é porque realmente ama estar com você, independente das circunstâncias. Isso é uma escolha verdadeira, que vai além de qualquer obrigação ou necessidade.
O universo não gira em torno do espaço físico de uma única vida.
Quanto mais você se ilude com a ideia de ser "alguém importante" para o mundo, mais vai se afastando da verdadeira importância que tem para o seu próprio mundo interior. A busca constante por reconhecimento externo acaba fazendo você esquecer o que realmente importa: o que você sente, pensa e vive dentro de si.
A verdadeira evolução começa de dentro para fora. O processo de transformação começa em seu interior, na maneira como você enxerga a si mesmo, como lida com suas emoções, suas crenças e seus pensamentos.
Pretensão é tentar mudar o mundo ao seu redor sem antes mudar a si mesmo. Queremos que o mundo seja diferente, que as pessoas se comportem de outra forma, que a vida nos trate de maneira mais justa, mas esquecemos que, se não houver uma mudança interna, nada disso será possível de verdade.
Quando mudamos de dentro, naturalmente começamos a perceber transformações no mundo ao nosso redor. Não é preciso forçar, criar expectativas ou agir com vaidade, querendo ser reconhecido por nossa mudança. O mundo já está em constante mudança, e o que vale, no fim das contas, é participar dessa transformação através da própria evolução. Ao mudar a si mesmo, você se torna parte da mudança do mundo.
Quem vive apenas com facilidades na vida acaba se tornando fraco e frágil. Quando uma dificuldade surge, a pessoa entra em desespero, pois não tem experiência em lidar com problemas.
Por outro lado, quem está acostumado a lidar com dificuldades frequentemente se torna mais forte. Para essa pessoa, cada dificuldade que aparece é apenas mais uma a ser superada, algo a ser enfrentado.
Tudo o que você interpreta é resultado do que foi colocado em sua mente ao longo da vida. Nada é verdadeiramente "seu", nem mesmo seus pensamentos, pois tudo que você pensa é influenciado por referências externas. Desde o momento em que nasce, seus pensamentos foram moldados, seja pela sociedade, pelas pessoas ao seu redor ou pela própria natureza.
Seu raciocínio organiza esses pensamentos, decide o que é importante para lembrar e o que é útil para agir. Os pensamentos geram interpretações, e essas interpretações influenciam suas escolhas. As escolhas que você faz trazem consequências, e essas consequências se refletem nas emoções que você sente. O que você sente, por sua vez, dá significado ao que sua mente percebe, seja de forma consciente ou inconsciente. Assim, suas experiências e percepções são um reflexo do que foi imposto ou aprendido ao longo do tempo.
Eu sou a vida dentro desse corpo;
Corpo dentro do planeta;
Planeta dentro do universo;
Universo dentro da vida;
Vida dentro desse corpo.
Tudo se conecta, de dentro para fora e de fora para dentro, como um ciclo que nunca termina, onde cada parte está dentro da outra, criando o equilíbrio que me faz ser quem sou.
O planeta é minha casa, porque é nele que eu vivo, respiro e vivo tudo o que a vida oferece. Ele me abriga, me sustenta e tudo ao meu redor faz parte da minha vida.
Meu teto é o céu, porque ele está acima de mim e me mostra que faço parte de algo maior. O céu é o limite do que vejo, mas também mostra tudo o que ainda posso alcançar.
Minha família é toda a humanidade, porque todos nós estamos ligados. Não é só sobre parentes, mas sobre respeitar, ajudar e cuidar uns dos outros. Cada pessoa importa, e todos nós temos que cuidar uns dos outros e do mundo em que vivemos.
O único "antidepressivo" que cura de verdade é mudar de vida.
Mudar de pensamentos, perspectivas, ideias, valores, comportamentos, atitudes, ambientes, pessoas.
A única pessoa que pode mudar minha vida sou eu.
E por que fico preso na minha própria mente? Por causa do medo.
Medo de viver como quero.
Medo de mudar.
Medo do que vão pensar.
Medo de perder.
Medo de sentir.
Medo de tudo.
Com tanto medo, não se vive. Apenas se sobrevive.
A única forma de tirar esses medos é escutando o próprio sentimento, vivendo o que você sente vontade sem se importar com o mundo.
Ou você vive feliz sendo "louco" para a sociedade ou vive infeliz sendo "normal" à base de remédios.
Eu vivo por mim, não pelos outros. Meu coração sente, minha mente pensa, e minha vida é só minha.
Escute o que sente, desprenda-se da razão.
Você verá que viver como quer é mais simples do que imagina.
O sentido da vida é a morte. Nascemos para morrer e seguimos em direção a esse destino. Mas o que nos leva até ele são as escolhas que fazemos em vida. Cada escolha gera consequências, e essas consequências se tornam nossas lições.
O que aprendemos ao longo da vida é o que deixamos quando partimos. E, no fim, o que realmente fica não são bens ou conquistas, mas os afetos que espalhamos pelo caminho.
Só existem três caminhos para eliminar todas as angústias e problemas da sua vida. Mas qualquer um que você escolher, precisa ser seguido até o fim. O fim desses caminhos é o paraíso, ou seja, a sua cura.
1 – Mudar de vida.
2 – Afetos.
3 – Aceitar tudo.
Escolha um e vá até o final. Mas lembre-se: não é fácil. Nenhum desses caminhos permite que você pare no meio, porque o meio do caminho ainda é escuro. A luz só existe no fim. E mesmo quando chegar lá, precisará continuar caminhando, porque se parar, tudo volta a escurecer.
Ou seja:
Se escolher mudar de vida, terá que mudar tudo que te incomoda. Mudar pensamentos, mudar de pessoas, mudar de lugares, mudar de ambiente, mudar percepções, mudar comportamentos, mudar ideias, mudar atitudes, mudar rotinas, mudar valores, mudar a forma de viver. Ir mudando, e mudando, até o final da sua vida.
Se escolher afetos, terá que viver totalmente para o afeto. Buscar conexões, presenças, atenções, carinho, cuidado, solidariedade, confiança. Cercar-se de pessoas que te fazem bem, que combinam com você. Ter um amor, amizades verdadeiras, conviver com animais, dedicar-se à vida ao seu redor de coração e alma.
Se escolher aceitar tudo, terá que aceitar quem você é. Aceitar a vida como ela é. Aceitar as pessoas como elas são. Aceitar a existência, aceitar o universo, aceitar o amor dentro de si. Aceitar os problemas, aceitar o bem e o mal, aceitar tudo.
E se um dia você escolher viver os três caminhos ao mesmo tempo, certamente encontrará o sentido da sua vida.
O sentido da minha existência física, em vida, nesse plano, dá pra contar nos dez dedos:
Respirar.
Beber.
Comer.
Procriar.
Olhar.
Ouvir.
Falar.
Pensar.
Sentir.
Fazer.
Todo o resto são só detalhes complementares desses dez sentidos.
Respirar é existir. Beber e comer mantêm o corpo funcionando. Procriar continua a espécie. Olhar e ouvir fazem perceber. Falar expressa. Pensar entende. Sentir dá significado. Fazer torna tudo real.
No fim, tudo se resume a isso. O resto é só variação do mesmo.
Passar, sem esperar nada em troca, é o verdadeiro sentido da vida. Passar, ou seja, dar — dar para o próximo tudo aquilo que é importante em minha vida, tudo o que está guardado aqui dentro de mim. Pois, no final, a morte chega para todos nós, e nada do que eu guardar vai comigo. Por isso, eu te passo essa ideia: para que, quando eu partir, ela viva em você, carregada por aquilo que compartilhei.
É como o ar que trocamos uns com os outros, invisível e essencial, sem a expectativa de receber de volta. Nós o damos sem pensar, apenas o transmitimos, sabendo que ele sustenta a vida, mesmo sem ser visível ou exigido. E assim é com as coisas valiosas da vida — o que compartilhamos permanece, mesmo que de maneira imaterial, e é isso que dá real sentido à nossa existência.
Passei metade da vida em conflito comigo mesmo. Com o tempo, percebi que esses conflitos internos nada mais eram do que interpretações distorcidas de situações que eu mesmo via como um problema. E, ao enxergá-las dessa forma, sem perceber, negava minha própria paz.
Hoje entendo que, na verdade, os problemas não existem por si só. Eles são criações da minha mente, barreiras que invento para justificar a resistência em simplesmente estar em paz comigo mesmo.
Nesse mundo, existem cinco existências, e se contar nos dedos, são essas:
1 - Alma;
2 - Vida;
3 - Matéria;
4 - Pensamento;
5 - Sentimento.
Ou seja,
Alma = Eu
Vida = Vivo
Matéria = Corpo
Pensamento = Criar
Sentimento = Sentido
Conclusão: Eu vivo dentro desse corpo criando sentidos nesse mundo.
Eu sou
Eu sou a vida dentro desse corpo.
Eu sou esse sentimento.
Eu sou minhas lembranças.
Eu sou as pessoas que conheço.
Eu sou as músicas que ouço.
Eu sou o amor que nego.
Eu sou meus medos.
Eu sou meus defeitos.
Eu sou minha bondade.
Eu sou as dificuldades que superei.
Eu sou aquilo que às vezes evito ser.
Eu sou o que eu preciso.
Eu sou minhas prioridades.
Eu sou as viagens que faço.
Eu sou as escolhas que faço.
Eu sou os risos que causo.
Eu sou as festas que vou.
Eu sou o que comemoro.
Eu sou a paz que transmito.
Eu sou a companhia que me acolhe.
Eu sou as amizades que tenho.
Eu sou a inocência.
Eu sou a essência.
Eu sou a vida.
Depois que eu descobri que o sentido da vida, além da morte, é viver compartilhando, compartilho tudo o que sou.
Compartilho o ar que respiro, o sentimento que transmito, a ideia deste pensamento, tudo aquilo que invento... Compartilho minhas reflexões, percepções, emoções, minhas ações... Compartilho tudo o que falo, digo, expresso, demonstro, mostro... Compartilho meus movimentos, por onde passo, o que faço, o que traço, desfaço, satisfaço... Compartilho tudo o que vivo, seja positivo ou negativo, pois tudo o que experimento faz parte de mim.
Evito guardar, prefiro compartilhar, pois, de qualquer forma, a morte levará tudo. Então, escolho deixar no mundo tudo aquilo que sou...
O verdadeiro sentido da vida é compartilhar de si com os outros, não acumular o que vem dos outros para si.
Se o propósito da vida fosse acumular para si mesmo, todos aqueles que partem deste mundo levariam consigo tudo o que acumulou ao longo da vida. Mas isso não acontece. Ninguém leva nada consigo. O que realmente levamos, o que permanece, é o que compartilhamos durante o caminho, em vida.
De qualquer forma, sua vida acaba e você morre.
A verdadeira questão é: você vai morrer fazendo a vontade dos outros, seja da família, dos amigos ou da sociedade em geral, ou vai morrer vivendo as suas próprias vontades, seguindo o que realmente sente em seu coração, o que realmente deseja fazer e viver?
A vida é uma única oportunidade de viver de acordo com a sua essência, e muitas vezes nos perdemos tentando atender às expectativas externas, esquecendo-nos de que o tempo não volta. Viver de acordo com os próprios desejos e escolhas, com espontaneidade, é o que verdadeiramente nos conecta ao sentido mais profundo da nossa existência. No fim, o que importa é saber que, ao olhar para trás, você fez as escolhas que realmente sentia vontade, não as que os outros esperavam de você.
Conflitos internos constantes na vida (ansiedade, angústia, estresse, etc) estão ligados em três coisas:
A vida não sai do jeito que você quer – Se você tenta e nada muda, é porque ainda não mudou direito. Mas se mesmo mudando tudo, ainda não fica como você quer, então o negócio é aceitar. Porque tem coisas que não dependem só de você.
Traumas que passou – Se já passou, passou. O problema é que fica aquela coisa pendente na mente, aquela ferida que não fecha. E pra fechar, só tem um jeito: aceitar o que aconteceu. Não é esquecer, é deixar de sofrer por isso. Perdoar (os outros ou você mesmo) e seguir em frente.
Pressão do dia a dia – Pressão é igual bomba: se você não sabe lidar, explode. Se toda hora algo te pressiona e você não aguenta, tem que mudar – sair dessa situação, cortar o que te sufoca. Mas se mesmo mudando a pressão continua, aí o jeito é aceitar sem se abalar. Não deixar que te afete. Ser frio, indiferente, não ligar pra cobrança – seja dos outros ou da sua própria cabeça.
O que te segura? Medo e Zona de Conforto
Pra mudar ou aceitar, precisa de atitude e coragem. Mas o que trava você é:
Medo (de dar errado, de perder, de não ser bom suficiente).
Zona de conforto (mesmo sofrendo, é mais fácil ficar onde está).
Só você sabe o que te prende. E só você pode decidir se toma atitude ou se conforma.
No fim, a escolha é sua
Nenhum conflito some sozinho. Ou você toma atitude e muda, ou aceita o que não pode mudar. Mas uma coisa é certa: enquanto o medo mandar, você vai continuar travado.
575-Versos é Vida
O amor de um pai se torna mais forte puro e profundo, quando o coração ferido pelo tempo das batalhas e lutas travada contra a rebeldia de um filho infiel e ingrato que o chicoteia de aspereza e desprezo sem dó e sem piedade na vida que segue, mostrando assim toda a sua revolta e descaso contra o pai que se doa com amor e caridade sem limites por aquele filho querido, mas o filho o tem como inimigo numero um na sua concepção, e inconscientemente o repele todo o tempo rasgando de uma forma bruta e cruel aquele laço afetivo de pai e filho provocando dor e sofrimento na família, sem nem se dá conta de seus atos truculento e brutal, pois carrega dentro de si uma revolta que nem sabe de onde vem, um sádico desejo incontrolável de vingança inconscientemente trazida de vidas passadas... Que prova dura para esse pai, para essa família, que difícil missão, mas o fardo é seu carregue-o com resignação, amor e caridade do perdão e assim se cumprirá a fiel missão de um pai, que incansavelmente se dedicou a um filho querido e amável, vencendo assim essa difícil tarefa de lapida-lo e torna-lo um homem de bem na jornada que segue... Ore e busque através do culto no lar o perdão daquele que você um dia feriu pai.
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