Textos Reflexivos

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⁠O sofrimento e a dor são, o grande tecido da vida, com pequenas conta-gotas de alegria. Viver sorrindo o tempo todo, é a forma que muitos encontram para tecer este tecido, porém, também é uma forma de auto enganar-se, pois a realidade no dia-a-dia, nos confronta com o caos preponderante!


Olhar o mundo de forma a ver ele maravilhoso, é inspirador, mas, a cada passos dados na vida, são indicadores que um dia ela terá seu fim ! Viver o presente, é sonhar...

Quando a vida não der mais prazer,
Quando o sol não brilhar para você,
Quando tudo chegar a dizer não para você...
Quando uma lágrima rolar
E o seu pranto alguém escutar,
Se lhe pedirem para estender a mão, é só ir...
Eu vejo o mundo ao meu redor,
Eu olho as nuvens que passam no céu.
O tempo, como fumaça, se vai
Para não mais voltar.
Quem dera eu e você,
Uns dias destes, andando por aí,
Pudéssemos encontrar o amor
Para nos fazer feliz.
E o nosso pranto secaria,
Solidão não mais haveria,
A alegria estaria em nós.
Quem dera eu e você
Se importasse mais com o amor...

DISCURSO SOBRE AS AMENIDADES DA VIDA


Repensar a vida é fazer escolhas entre razão e emoção!
Vivemos neste dualismo de consequências de erros e acertos.
As escolhas nos colocam, de certo modo, em momentos da vida, em standby!
Pensar é um exercício da mente humana, mesmo que ela insista em não enxergar seus contrapontos.
O delinear do caminho nos mostra imensas diversidades ou adversidades. Há um mundo com imensas possibilidades, e as probabilidades, nós quem as tornamos exatas.
O corpo e a mente, usamos como ferramentas no dia a dia, e com elas nos mostramos ao mundo. Podemos fazer destas ferramentas bom uso ou não; cabe às escolhas que iremos fazer!
A vida é um jogo de perde e ganha. Os dados são lançados todos os dias, e a "sorte" se mostra nas oportunidades de quem as fez, durante o caminho!
O impacto das coisas que transitam ao nosso derredor nos afirma, no fim de algumas observações, que o projeto de vida precisa ser meticulosamente articulado, pois nada do que se projeta é 100% certo de acerto!
Vivemos em um mundo transitório e mutável. Ontem era aquilo, hoje já é isto...
Largar mão da vida, e entregar este projeto a terceiros, é se ausentar das responsabilidades impostas, adquiridas ou feitas.
O que as pessoas veem em nós não é realmente o que pensam que veem. Então, afinal de contas, o porquê das observações do texto?
Será melindre? Pensamento retórico? Ou estupidez?
Rousseau defendia que os homens nascem bons, mas, em contato com a sociedade que é má, tornam-se igualmente maus.
Hobbes defendeu que o homem nasce mau, com instintos de sobrevivência, e que, devido a tais instintos, é capaz de fazer qualquer coisa. Para Hobbes, a sociedade tem o papel de educá-lo, de humanizá-lo, de torná-lo sociável.
Diante de tais perspectivas, fico com um pé quase que fincado na ideia de que nascemos como papel em branco e a sociedade nos influencia, impondo suas regras, tradições e manejos, para nos moldar do jeito que ela quer! Há os que tentam ir contra, mas moralismo, ética e tendências não partem de um indivíduo, e sim da sociedade, que com o passar dos séculos, sempre muda seu comportamento!
Como diria Jean Paul-Sartre: "O inferno são os outros."

ENGESSAR A VIDA ATRAVÉS DA ESTUPIDEZ E DO MEDO


O estúpido que tem medo não está sendo estúpido por falta de informação;
ele é estúpido porque escolheu o medo como identidade.


Você pode trazer gráficos, estudos, testemunhos, lógica cristalina,
pode alinhar os fatos como soldados em perfeita ordem;
ele vai olhar para tudo isso e ver apenas mais uma ameaça disfarçada.
Porque o medo dele não mora na cabeça.
Mora no peito, na barriga, naquele lugar escuro onde a razão não tem chave.


A razão convence quem já está meio convencido,
quem tem um cantinho de dúvida que ainda respira.
Mas o medo absoluto é uma religião sem hereges:
o fiel não quer ser salvo daquilo em que acredita;
ele quer ser salvo pelaquilo em que acredita.


Você pode provar que o monstro não existe,
mas se o monstro é a única coisa que dá sentido à vida dele,
ele vai preferir o monstro à paz.


Então não há argumento que chegue,
não há frase bem construída,
não há metáfora bonita o suficiente
para convencer o estúpido que se alimenta do próprio pavor.


O que há, quando muito, é o tempo.
O tempo que às vezes cansa o medo,
que desgasta a armadura,
que faz a pessoa acordar um dia e perceber
que passou a vida inteira tremendo de um fantasma
que nunca lhe tocou de verdade.


Ou então o encontro.
Não o encontro com a razão,
mas com alguém que vive sem aquele medo
e, estranhamente, continua vivo,
continua inteiro,
até sorri.


Aí, só aí,
num instante em que a guarda baixa,
pode nascer uma pergunta pequenininha, quase inaudível:
“E se eu estiver errado?”


Essa pergunta é o único buraco
por onde a luz consegue entrar
numa cabeça que se fechou para o mundo
achando que assim se protegia dele.


Antes disso,
guarde sua energia.
Não se gasta pólvora com quem já decidiu
que o estrondo é música celestial.


O estúpido pelo medo
só se convence
quando um dia o medo o cansa
ou quando a vida, com sua paciência cruel,
lhe mostra que sobreviver sem pavor
também é possível
e, pasmem,até mais bonito.

⁠Crônicas de uma vida – Parte que não se conta no currículo


Quando eu nasci, não entendia nada sobre humanidade. Nem por que raios eu tinha vindo ao mundo. Era só um choro automático, um corpo quente e confuso que exigia leite, colo e silêncio.


Com o passar dos anos, comecei a querer ser alguém **especial**. Não sabia ainda o que era humanismo, compaixão ou empatia — palavras grandes demais para uma criança que só queria ser notada. Então foquei no meu eu: minhas notas, minhas conquistas, meu quartinho organizado, minhas pequenas vitórias que eu achava que definiam valor. O mundo era um palco, e eu ensaiava meu monólogo principal.


Até que, numa noite qualquer — daquelas em que a cidade parece respirar mais devagar —, tudo mudou sem aviso.


Eu caminhava pela rua estreita atrás do prédio, fugindo da insônia e do calor abafado do apartamento. Foi quando a vi: uma figura encurvada, quase fundida com a sombra do poste. Uma mulher (acho que era mulher, a penumbra roubava detalhes). Ela revirava uma lata de lixo com uma paciência feroz, os braços magros desaparecendo até o cotovelo no fundo metálico. O som era seco, plástico rasgando, latas batendo. De vez em quando ela parava, examinava algo na luz amarelada, levava à boca e mastigava devagar, como se saboreasse um prato requintado.


Fiquei parado. Não consegui seguir andando.


Primeiro veio a surpresa. Depois, uma pontada de indignação quase infantil: **Como assim? Como uma pessoa igual a mim, feita da mesma carne, do mesmo sangue quente, pode chegar a esse ponto?** O cérebro tentava calcular: acidente? drogas? doença? família que virou as costas? E logo em seguida veio o desconforto pior: e se eu, com toda a minha pose de “alguém especial”, estivesse a apenas algumas más decisões de distância daquela lata de lixo?


Ela ergueu os olhos por um instante. Não sei se me viu de verdade. Talvez eu fosse só mais um vulto na noite, mais uma silhueta que passa e julga. Mas naquele segundo de cruzamento de olhares — ou de quase-olhares — alguma coisa em mim estalou.


Não foi pena. Pena é confortável, dá para resolver com uma moeda ou um sanduíche. Foi **reconhecimento**. Uma espécie de espelho torto e cruel. Ela ali, eu aqui. Mesma espécie. Mesma fragilidade essencial. Só que a vida tinha apertado o acelerador em direções opostas.


Voltei para casa com o estômago embrulhado e os pensamentos em looping. Naquela noite, pela primeira vez, percebi que ser “especial” não era uma conquista solitária. Era, na verdade, uma ilusão muito frágil, sustentada por circunstâncias que eu não controlava: nasci em berço que não desabou, tive acesso a escola, saúde, comida na mesa, rede de proteção invisível que a maioria nem percebe que tem.


A criatura furtiva da noite adentro não era “outra”. Era um **lembrete**. Um lembrete vivo, sujo, faminto, de que a humanidade não é mérito — é sorte, é sistema, é escolha alheia, é conjunto de acasos e de decisões coletivas.


E aí, devagar, quase sem querer, comecei a entender o que talvez seja o humanismo: olhar para o outro e enxergar, antes de qualquer coisa, o mesmo grito surdo de existir. Não importa se está dentro de um terno caro ou revirando lixo à meia-noite.


Aquele encontro não me transformou num santo. Longe disso. Mas plantou uma dúvida incômoda e permanente:
E se eu tivesse nascido do outro lado da lata?
E se, amanhã, a vida virar a chave e me colocar lá?


Talvez a verdadeira especialidade não seja chegar ao topo.
Talvez seja conseguir olhar para baixo — ou para o lado — sem desviar os olhos.
E, quem sabe, estender a mão.
Não por pena.
Mas por reconhecer, no fundo do peito, que aquela mão que revira o lixo poderia, em outra história, ser a minha.


E você? Ja passou por situação que fez repensar quem você acha que é?


Ysrael Soler

As decepções na vida chegam quando menos espero,
e acabam me tirando o chão onde um dia me firmei.
o ser humano falha e fere sem licença,
enquanto o coração ferido tenta ajustar a conta, explicar o erro e exigir reparo.
Mas a justiça oriunda da fé
não nasce do acerto imediato,
nasce de não me trair no meio da dor.
Ser justo, nessas horas amargas,
é não permitir que a mágoa dite minha conduta.

Sem um destino claro, a vida se torna um mar de incertezas. A falta de propósito nos deixa à deriva, onde cada vento parece contrário. A verdadeira força nasce quando definimos nosso porto: nossos sonhos, valores e metas.

Esse farol interior guia cada decisão, transforma obstáculos em ventos propícios e dá significado à jornada. Não tema traçar seu rumo. Ao escolher para onde navegar, você assume o leme da própria existência. O vento sempre soprará; cabe a você direcionar suas velas em direção ao horizonte que escolheu alcançar.

Sim, somos divinos, mas frágeis em tentações. Sonhamos com a eternidade, conscientes de nossa vida passageira. Acreditamos ser donos do nosso destino, ainda que limitados por tantas forças.
Mas é nesta tensão que acontecem as Paixões. É no abismo entre o medo de amar e o anseio por liberdade que somos corajosos. Este conflito não é sua prisão, é o campo de batalha onde você se torna quem verdadeiramente é: um ser que brilha ou uma sombra, barulhento ou pensativo...
Coisa de gente!
É só a minha opinião
Alexandre Sefardi

Eu realmente acredito que tudo ficará bem, porque a vida é uma jornada única, cheia de possibilidades. É um sopro entre o nascer e o partir, temos alegrias, dores, encontros e despedidas. É aprendizado constante, amor que machuca e cura, sonhos que se desfazem e se renovam. Cada instante é um presente, mesmo quando pesa. A vida é breve, mas intensa—um convite a sentir, errar, crescer e amar sem medo. No fim, ela é o que fazemos dela: simples e Deliciosa.
Alexandre Sefardi

O friozinho ainda traz seu cheiro. Viver a vida é colecionar instantes: teu riso no café, silêncios entrelaçados, o amor que não se apaga, mesmo distante. O melhor em envelopes de tempo. Cartas não enviadas, promessas em suspenso. A saudade? Um véu fino sobre a pele, que aquece quando a noite cai, e a memória sussurra teu nome.

Alexandre Sefardi

Navegando por águas desconhecidas, a vida flui. Não há roteiro fixo, apenas o rio do agora. Os desafios são as próprias correntes. Às vezes, nascemos entre pedras, outras vezes, simplesmente desviamos. A sabedoria não está na força bruta, mas na flexibilidade da água que contorna os obstáculos.
Seguir, sentir a textura de cada experiência e refletir a luz que raia entre as águas. Não como um herói invencível, mas como gente: frágil, resiliente e capaz de encontrar beleza mesmo no curso mais turbulento. A jornada em si é a recompensa. Siga.
Coisa de Gente

A vida pode ficar sem graça
quando a gente olha para ela de um jeito fechado.
A gente fica entediado quando perde a capacidade
de se admirar com as coisas mais simples.
Para conseguir viver com um pouco de paz no coração,
a gente precisa conseguir rir.
Precisa ter esperança.
Precisa do amor das pessoas queridas.
Precisa saber enxergar a vida de um jeito novo.
E usar bastante a criatividade.

Desde sempre se ouve que a culpa é da Maçã.
A culpa é da vida.
A culpa é de D'us.
A culpa,a culpa…


Está na hora de os escritores admitirem que nada, neste mundo, faz sentido. Só pessoas sem experiência ou que não são verdadeiras acreditam saber e entender tudo. Quanto menos inteligentes são, mais acham que veem mais longe. A verdadeira compreensão começa quando se aceita a confusão. Quando um artista decide assumir que não entende o que vê — só esse ato já é um grande sinal de clareza mental. É um passo à frente, talvez o único possível. Não é sobre parar de procurar respostas, mas sobre começar a partir do reconhecimento sincero de que estamos perdidos. A culpa, no fim das contas, talvez seja só da nossa necessidade infantil de encontrar alguém para culpar.

E se você acreditou em regras que não foram escritas para você.
Criou um exemplo de vida que não é seu.
Apegou-se a ideias que não são práticas.
Até quem você feriu segue em frente, enquanto você ainda dorme.
A vida não dorme...
E se o que você achou que era, não é.
O que você pensou que deveria ser, não precisa ser.
As certezas que carregou são pesadas e vazias.
Olhe para o que é, não para o que imaginou.
A vida não pede desculpas por ser dura.
Mas abre espaço para quem decide agir.
O mundo real, cru e possível, espera por você.
É privilégio de ser gente...

Você sente um vazio porque vive a vida de outro. Acreditou em regras que outros inventaram. Tentou se encaixar num molde que não é seu. Segurou com força ideias que,no fundo, não fazem sentido para a sua pele...hs!
Veja: até quem você machucou já seguiu adiante. Mas você? Você ainda está parado, dormindo no ponto. A vida, porém, não para. Ela segue sem pedir licença... Pois é!
Agora vem o choque: aquela pessoa que você achava que era… não é você.
Aquele caminho que você pensava ser obrigatório… não é. Essas certezas que você carrega nas costas? São pesadas, mas por dentro são vazios...
O mundo real, sem fantasia, cru, cheio de possibilidades, está aí. Esperando por você. Isso não é uma maldição.
É o privilégio e o terror de ser livre... De quem está vivo...

Desejo que cada escolha seja guiada pela sabedoria adquirida nos anos anteriores, e que a vida nos ensine a caminhar com mais leveza, abraçando o presente com coragem e confiança no futuro. Que seja marcado pelas suas conquistas e ultrapassem o que você imaginou possível. Que seja um ano em que o amor e a amizade floresçam e que você encontre felicidade nas pequenas coisas e gratidão em cada amanhecer.
Alexandre Sefardi

Ela vive de coração aberto, sabendo que a vida é rápida, mas que o que é bonito a gente guarda na memória. Ela entende que nada é fácil e que alguns dias são duros, mas cuida bem do que a faz feliz de verdade.


Quando ela abraça o mundo, o mundo retorna com carinho. Ela não é perfeita; sua força está em tirar do coração o que faz mal. Ela dança na chuva para se sentir renovada e deixa para trás os sonhos que já não cabem mais nela. Para ela, sonhar é a força que a mantém firme.


A mulher mais bonita que conheci não copia ninguém. Ela acredita na honestidade, gosta das coisas simples, da boa música e de ler. Ela deseja um mundo melhor e faz a sua parte. Ela cuida das pessoas e é agradecida. Mas, mais importante que tudo, ela ama a si mesma — e é isso que a torna realmente especial, sempre sorridente e com a felicidade por perto.

Deus, o Criador do Cosmos e de tudo que nele existe, inclusive a vida, deixou patente que o mapa para se chegar ao oásis no deserto e, consequentemente, à felicidade plena, está escondido no fundo de cada coração dos seres deste universo. Quer encontrá-lo?
Preste atenção nos sinais que a natureza e o universo enviam todos os dias e todas as noites.

"Corrida da Vida"

Você tá atrasado pra quê?
Ou pra quem?


Corre como se tivesse um destino,
mas nunca parou pra escolher o caminho.
Quer chegar logo,
chegar antes,
chegar primeiro —
mesmo sem saber onde isso termina.


Em algum momento,
você entrou numa corrida que não escolheu.
Só viu todo mundo correndo,
prometendo sucesso, aplauso, dinheiro,
uma casa certa, um carro melhor,
alguém perfeito pra amar.


E você correu.


Corre atrás de um nome,
de um saldo,
de uma vida que parece completa
nas mãos de outra pessoa.


Mas toda vez que chega,
já não é mais ali.
Toda conquista vira ponte,
nunca lugar de descanso.
Você compra o sonho
e já pensa no próximo.


Nem mora na casa.
Nem dirige o carro.
Nem vive o amor.


Só corre.


E quanto mais corre,
menos sente.
Quanto mais tem,
menos aproveita.


No esforço de se tornar alguém,
vai deixando quem você é pelo caminho.
Larga o tempo,
larga o agora,
larga a si.


No fim, você entende tarde:
a vitória nunca foi chegar.
Foi permanecer.
Foi viver.
Foi não abandonar
o que te fazia inteiro.


Mas… fazer o quê?
Hoje o mundo é assim.
Corre, cobra, compara.
Transforma sonhos em metas
e pessoas em degraus.


A gente até percebe,
mas aprende a aceitar.
Diz que é a vida,
que é normal,
que amanhã a gente vive melhor.


E segue.
Cansado.
Vazio.
Chamando de progresso
aquilo que só ensinou a correr.

Você entrou na minha vida pra ficar, não imaginei que seria assim.
Foi conexão desde o início, algo indescritível, inimaginável...aconteceu.
Imagino que seja divino, só pode ser.
Você transforma a cada dia a minha vida.
Me apaixono por você todos os dias, essa é força desse sentimento que vem crescendo.
Estou amando encontrar alguém que me eleva dessa forma.
Embora seja na distância, não importa, nada, nem ninguém pode impedir algo dessa natureza.
Eu lembro que muitas pessoas no passado escreviam cartas pra ter contato entre elas.
Tinha a distância e a separação entre sí.
E muitos ficaram juntos não importou a distância.
Eu vejo isso porque é destino que fez isso.
Estava escrito nas estrelas?- não sei!
Mas eu acredito que não foi o acaso.
Tudo tem um propósito, então estou feliz por tê-la comigo, você revolucionou tudo o que há em mim.
E o meu sentimento por você irá pra eternidade comigo.
Me conquistou o teu jeito de ser, fico esperando as horas pra você conversar comigo.
Só aumenta o nosso sentimento.
Te amo te quero te adoro.


Por John Novinski.