Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
PARA TODOS OS ANGOLANOS QUE NÃO TROCAM A MORAL PELO PÃO
Durante as lutas e guerras contra os regimes coloniais em África, muitos foram destemidos e corajosos em defender o povo (cor preta), a terra (cor verde), a nossa cultura (cor amarela) e, acima de tudo, as nossas vidas (cor vermelha). Muitos destes continuam anônimos na história do nosso país e de África, pelo facto de, naquele tempo, não haver muitos estudantes, acadêmicos, filósofos, revolucionários e historiadores que se ocupassem de registrar acontecimentos desse género. Mas isso não impediu que muitos dessem o seu contributo em prol da nação e do povo. Com o tempo, os destemidos (nacionalistas, filósofos, intelectuais, artistas, patriotas e revolucionários) foram despertando mentes, alimentando sonhos e iluminando os caminhos de muitos que estavam aprisionados, e outros que eram injustiçados e oprimidos pelos colonizadores. Graças a essa resistência e oposição aos detratores, muitos aderiram à luta contra a opressão, a injustiça, a ditadura e a exploração. Essas revoluções foram as sementes lançadas no nosso solo, que deram origem e frutos para a criação e o surgimento de muitos partidos políticos da época, como: UPA, UNITA, FNLA, MPLA, etc. Com o tempo, a UPA foi-se juntando a outros partidos.
Esses partidos tiveram como líderes: Jonas Savimbi (UNITA), Holden Roberto (FNLA) e Agostinho Neto (MPLA). Estes partidos tinham como princípio angular (base) lutar e guerrear contra todo tipo de opressão, injustiça e ditadura dentro do território angolano, que naquele tempo era dominado pelo regime ditatorial português. Eles lutaram, mas nem todos se mantiveram sólidos. Porque dois dos líderes traíram o povo e os interesses nacionais e, pior ainda, venderam o país de volta aos antigos patrões (colonos), o que fez com que alcançássemos uma falsa independência, levando-nos a tornarmo-nos refugiados dentro da nossa própria pátria. Isso aconteceu porque a sede pelas riquezas (avareza) e a fome pelo pão (poder) falaram mais alto do que a moral. Por isso, muitos corromperam-se.
O Engano Mais Sutil
Há um tipo de engano que não se grita — se sussurra. Ele não chega com violência, mas com sutileza. E talvez, por isso, seja tão perigoso. É o autoengano que nasce quando passamos a medir nossa vida por fatores externos, enquanto o interior vai, aos poucos, murchando.
Começamos a acreditar que estar ocupados é o mesmo que estar plenos. Que estar em evidência é o mesmo que estar bem. Que produzir é igual a crescer. E quando damos por nós, já não nos avaliamos mais pelo que somos diante de Deus, mas pelo que parecemos ser diante dos outros.
Mas o Reino não funciona assim.
Enquanto o mundo se impressiona com performance, Deus examina o coração. Enquanto olhares humanos celebram resultados, o Espírito pesa as motivações. Não é o número de compromissos na agenda, nem a frequência das postagens espirituais, nem mesmo o reconhecimento da comunidade — é a temperatura do coração no secreto. É a fome por Deus quando ninguém está vendo. É a entrega silenciosa, sem plateia, sem aplausos.
Por isso, talvez a pergunta mais urgente hoje não seja: “Como está sua vida?”
Mas sim: “Como está sua alma?”
Você ainda se reconhece na presença de Deus? Ainda se sente incomodado quando se afasta dEle? Ou o barulho da rotina te anestesiou a ponto de não perceber mais o silêncio que se formou entre vocês dois?
Voltar a medir-se pelos olhos de Deus é reencontrar um ponto de referência que não muda — mesmo quando tudo ao redor se torna fluido e relativo. Não se trata de emoção, mas de alinhamento. Porque nem todo progresso indica direção, e nem toda constância revela fidelidade. Há rotinas que nos afastam com elegância, e há estabilidade que mascara desvios profundos. O verdadeiro risco não está em continuar andando… mas em seguir sem perceber que já nos afastamos do centro.
Viver um cristianismo genuíno exige esforço diário.
Não é automático, nem fácil.
É uma luta constante contra o pecado, contra o mundo e contra a própria carne.
Mas esse esforço não nasce do orgulho, nem da tentativa de merecer algo de Deus.
Ele é o resultado natural de quem conheceu, entendeu e experimentou o amor e o perdão de Cristo.
Quem foi alcançado pela graça não vive acomodado.
Quem foi perdoado de verdade se levanta para viver uma vida que honra o Salvador.
É por amor a Ele que nos esforçamos.
É pela cruz que todos os dias.
Perdoar o imperdoável me torna mais humano?
Essa pergunta me pegou desprevenido. Não veio de um livro de filosofia, nem de uma conversa profunda. Veio de um episódio de uma série de advogados. Mas a ficção tem esse poder estranho de, às vezes, nos despir por dentro.
Mike Ross mentiu. Construiu sua carreira sobre um engano. Por mais brilhante que seja, sua história é marcada por uma fraude. E quando a verdade ameaça vir à tona, tudo parece ruir. Do outro lado, Louis Litt — o guardião das regras, o homem que respira justiça e vive pela letra fria da lei — se vê diante de uma escolha: expor Mike, ou poupá-lo.
E então ele faz o improvável: perdoa.
Não porque Mike mereça. Não porque a situação peça isso. Mas porque, naquele instante, algo mais forte que a regra sussurra dentro dele: a compaixão.
Justiça e misericórdia: não basta uma sem a outra
Esse gesto me confrontou. E me revelou.
Muitas vezes, somos ensinados a escolher entre dois caminhos: ser justo ou ser misericordioso. Como se um anulasse o outro. Mas a verdade é que uma sociedade — e uma consciência — só amadurecem de verdade quando aprendem a equilibrar os dois.
É preciso ser justo. É preciso praticar a justiça. Mas também é preciso saber o que é misericórdia. E praticá-la.
Justiça sem misericórdia se torna crueldade.
Misericórdia sem justiça vira permissividade.
Unidas, elas produzem sabedoria. Produzem humanidade.
O dilema que habita em todos nós
Perdoar o imperdoável não é apagar o erro. É olhar para ele com os olhos de quem também já errou. É reconhecer que há uma dor por trás da culpa, uma história por trás da escolha errada.
Louis, naquele episódio, não nega a verdade. Ele apenas escolhe não deixar que a verdade se torne uma arma de destruição. Ele escolhe algo raro: a humanidade em sua forma mais nobre — o perdão consciente.
Ser justo, mas ser mais do que isso
A grandeza não está em aplicar friamente a regra, mas em saber quando a regra já não basta. Em saber quando o gesto humano precisa ir além da letra. Porque há momentos em que seguir a lei não é o bastante — é preciso seguir a consciência.
E foi isso que me tocou. Porque eu vi em mim a rigidez que cobra, mas não acolhe. Vi em mim a pressa em julgar, o medo de errar, a dificuldade de ceder. E entendi, com um nó na garganta, que ser humano não é ser impecável — é ser capaz de compaixão mesmo diante da quebra.
Talvez seja isso que nos refine:
A capacidade de olhar o outro — e a nós mesmos — com verdade, mas também com ternura.
De dizer: sim, houve erro.
Mas também dizer: ainda assim, há espaço para recomeçar.
Ser justo é necessário. Mas saber perdoar com consciência — isso é maturidade.
E quando conseguimos unir esses dois mundos, nos tornamos profundamente humanos.
Deus não se impõe pela força, mas convida em amor. Ele não obriga ninguém a segui-Lo, nem força a obediência pela ameaça. Ao contrário, a Escritura mostra um Deus que bate à porta, que chama pelo nome, que espera com paciência e que deseja ser amado livremente. O evangelho não é um grito de opressão, mas um chamado de redenção. Quando Jesus convida: “Vinde a mim todos os que estão cansados”, Ele não está impondo jugo, mas oferecendo descanso.
No entanto, o fato de Deus ser amoroso e longânimo não o torna permissivo. Seu amor não anula sua justiça. O juízo final não é coação, mas consequência. O inferno não é uma imposição tirânica, mas o resultado trágico da rejeição da graça. Quem não quer a presença de Deus, viverá eternamente sem ela. O inferno é o destino natural de quem escolhe viver longe de Deus, mesmo após ser alertado, chamado e alcançado.
A liberdade humana é real. Deus respeita essa liberdade, mas também nos torna responsáveis pelas escolhas que fazemos. Amar a Deus ou ignorá-Lo, obedecer ou endurecer o coração — tudo isso tem implicações eternas. A graça é oferecida, mas não imposta. O juízo é justo, não arbitrário. Deus não é um tirano, mas um Rei justo. Ele não coage, mas também não se cala. Ele adverte com firmeza, porque se importa. O inferno existe não porque Deus quer destruir, mas porque muitos recusam ser salvos.
No fim, o céu será cheio daqueles que responderam à graça com fé e arrependimento. E o inferno será habitado por aqueles que disseram "não" à única esperança que os poderia livrar. Deus não empurra ninguém para lá — Ele apenas respeita a escolha que cada um faz
A vida cristã não precisa ser complicada. A Bíblia ensina que viver com simplicidade e gratidão é um jeito sábio e abençoado de caminhar com Deus. Em um mundo onde muita gente corre atrás de mais dinheiro, mais fama e mais coisas, o cristão é chamado a viver com menos e agradecer mais. Em 1 Timóteo 6:6 está escrito: “De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro.” Isso significa que uma vida com Deus, somada à satisfação com aquilo que se tem, vale mais do que qualquer riqueza.
Jesus mesmo é nosso maior exemplo. Ele não acumulou bens nem viveu buscando grandeza aqui na Terra. Pelo contrário, viveu de forma simples, dormiu onde podia, e mesmo assim era cheio de paz, alegria e propósito. Ele mostrou que a vida não depende do quanto temos, mas de como vivemos. Como está escrito em Lucas 12:15: “A vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens.”
Quando aprendemos a agradecer por aquilo que já temos — mesmo que seja pouco — passamos a ver a vida com outros olhos. Um prato de comida, uma roupa limpa, um dia em família ou até mesmo a saúde são bênçãos que muitas vezes esquecemos de valorizar. E a Palavra nos orienta claramente: “Em tudo dai graças, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.” (1 Tessalonicenses 5:18)
Viver com simplicidade não é viver mal. É viver com foco no que importa: Deus, a fé, o amor ao próximo, a paz interior. E viver com gratidão é lembrar todos os dias que, se temos Deus, já temos o suficiente. Essa não é apenas uma opção de vida entre muitas — é o estilo de vida que a Bíblia aprova, que Cristo ensinou e que o Espírito Santo deseja produzir em nós. Viver com simplicidade e gratidão é, no fim das contas, viver do jeito certo.
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O aspecto perigoso de perder é não saber recomeçar.
Perder é o valor do tempo sem garantias.
É o silêncio dos erros.
A fraqueza do entendimento.
Perder é a lágrima mais nítida que escorre no rosto.
É dor que lembra a ausência aliada com a depressão.
Perder é a descoberta do entendimento de tudo que possuímos.
É a razão mais impulsiva de expressões frágeis.
Perder é a dificuldade de aprender com a despedida.
Uma derrota para os fortes, a destruição dos fracos.
Perder é tanto uma porta fechada, separação.
O que torna vivo e forte quando se perde é a dureza dos corações.
É todas as desculpas sem o contorno da vida.
Perder é a revolta, a culpa, é o perdão.
É um bem precioso da verdade.
Perder é a força da história para novas canções.
É a ilusão dos dias perdidos.
A realidade que todos encontram na saudade.
Não perca tempo, porque perder passa leve como o vento e tempestuoso como outros arrependimentos.
Tudo numa só gota, numa só expectativa.
Perder é parte da morte numa única vez, parte da vida mortal por todo o tempo.
Perder ensina a amar acima da explicação.
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Carlos Alberto Blanc
A ascensão da esquerda demonstra que em matéria de Política Econômica, aprende-se que não há nada impossível, nenhuma promessa mirabolante, desde que seus representantes sejam hábeis em mentir. O aumento da projeção da inflação, o aumento de impostos e a escalada dos índices de criminalidade determinam o seu caráter social.
Carlos Alberto Blanc
O pecador brasileiro não é aquele que simplesmente peca, seria muito óbvio o deslize entre acordar e dormir, e sonhar com a mulher do vizinho. O pecador é aquele que, com robustez, é capaz de se iludir com o próprio erro, muitas vezes até descobrir os novos e impensados enganos. Há os que copiam dos outros por modismo, por regra de momento, o que significa que a felicidade alheia é cheia de aparências. O pecado é uma forma variável e simples do próprio pecador. Veja bem, nada além que morar num apartamento pequeno, no Rio de Janeiro, sem ar-condicionado, devendo o aluguel, desempregado, com o nome no Serasa e com a esperança de não ser despejado — oras, é um típico brasileiro azarado por políticos, que sonha na íngreme solidão social com a “Minha casa, Minha vida”.
Carlos Alberto Blanc
Desde sempre, o mundo à beira do caos e não distante do precipício, enquanto outros lutam contra esse desequilíbrio. Entender a realidade é saber que não se pode vencer tal sistema, entretanto devemos estar um passo à frente de todos aqueles que prejudicam a paz e a liberdade individual.
Carlos Alberto Blanc
Amor é coisa estranha, não é? A gente passa a vida inteira aprendendo a lidar com ele, como se fosse uma fórmula complicada que só os gênios entendem. Mas a verdade é que o amor, esse danado, é simples. Quem complica somos nós, com nossos medos, inseguranças e aquelas histórias que a gente conta pra si mesmo, acreditando que estamos protegidos.
Sabe, eu já fui de acreditar que certas coisas não eram pra mim. O amor era uma delas. Porque o amor, meu amigo, machuca. Ele tem o poder de pegar nossas partes mais frágeis e expô-las ao mundo, como se dissesse: “Olha só, aqui está você, despido de toda a sua coragem, pronto para ser ferido”. E assim, começamos a construir muros, achando que, com o tempo, a dor vai passar e que, quem sabe, um dia, alguém vai aparecer com um passe de mágica para derrubá-los.
Só que esses muros não protegem. Eles isolam. Eles transformam a dor de um momento em uma constante, um eco que reverbera nas paredes que nós mesmos criamos. Você acha que está seguro, mas na verdade está apenas sozinho, e a solidão, meu caro, é um veneno que a gente bebe todos os dias, na esperança de que, por não sentir dor, estamos imunes ao sofrimento.
Mas a verdade é que nenhum de nós está além de ser amado. Não importa o quão destroçado, o quão cínico você tenha se tornado. Todos nós merecemos amor, mesmo que a gente tenha acreditado por muito tempo que não. O amor não é uma recompensa para os perfeitos, porque, convenhamos, perfeição é uma farsa. O amor é um direito, uma parte essencial do que significa ser humano.
E sabe de uma coisa? Às vezes, a gente precisa se lembrar disso. Precisamos parar de acreditar naquelas histórias que contaram pra gente ou que a gente inventou. Precisamos deixar uma fresta aberta, mesmo que mínima, porque é por ali que o amor entra. É por ali que a vida mostra que, apesar de tudo, ainda vale a pena acreditar.
Então, se você anda por aí com o coração blindado, achando que está protegido, eu te digo: baixe a guarda. Nem que seja só um pouquinho. Permita-se sentir, permita-se ser vulnerável, porque é na vulnerabilidade que o amor floresce, e é nela que a gente descobre que, no final das contas, sempre vale a pena tentar de novo.
Amor não é só aquilo que damos; é aquilo que merecemos, mesmo quando acreditamos que não. Lembre-se disso, e se dê uma chance. Deixe o amor chegar, mesmo que aos poucos, porque ele sempre encontra o caminho. E quando ele chegar, você vai entender que, por mais que tenha doído, o amor nunca foi o problema. Os muros que a gente constrói é que são.
E hoje enconto me aqui ..
Perdida inundada em pensamentos
Estranhos ..
Penso em ti..
Não sei onde foi que me perdi ..
Me pergunto o que faço?!
Estranho sentimento que
Me invadiu ..
Será que a solidão me levou
Até ti ..
E hoje viajo até lá
Onde estivemos e não era para ser ..
Porquê recuei ..
Apenas sei ..
Que penso muito em ti ..
Com que direito achei
Que esse amor não seria para mim ..?
O beijo que me roubaste
O guardei para mim ..
E hoje encontro me aqui ..
Existe uma paz tão grande dentro
De mim ..
Todas as vezes que
Penso em ti !
MG
Somos Todos seres Humanos
Buscando perfeição
Exigido de nós o que não
Nos podemos dar ..
Somos água que corre no rio
E se perde na própria corrente..
Somos cobertos de falhas e nos
Acobardamos na Solidão..
Mergulhamos na dor e até fazemos da dor
Nossa amiga ..
O certo seria aceitar que somos apenas
Humanos e como tal cobertas de falhas ..
Não somos perfeitos e não devemos exigir tanto de
Nós devemos seguir sem nos perdermos na correcte
Não ficando presos a obstáculos..
E jamais permitir que a dor nos domine
Muito menos que a Solidão nos fascine
A tal ponto de sermos tão Cobardes
Que nos leva a renuciar a verdadeira felicidade
Que é :
"Amar"
É no silêncio que se trabalha. Se tiver um sonho, se cale, não fale.
E sempre que as críticas forem duras, sejam direcionadas para lhe ferir, se cale, apenas siga e se foque.
Os que lhe disseram "Não vais conseguir", eles mesmos vão vir atrás de vc.
Não permita que entrem em sua vida novamente, não semeie tempestade, apenas continue sua jornada.
A vitória foi sua e o mérito é seu.
🙏
Traição não como erro humano, passível de arrependimento, mas como prática corriqueira...
O padrão do(a) traidor(a) é a ilusão, projetar a felicidade em pessoas alheias; a troca se dará devido a insatisfação não pela pessoa que está, mas por si. O vazio é supostamente preenchido pela novidade, pela falsa capacidade de conexão real.
Por padrão se entende o enjôo, o descarte e a nova personificação...o afetar que nunca poderá ser afetado.
Sobre Magia Negra...
Vamos à lógica:
1. As pessoas fazem e não obtêm o fim pretendido.
2. O mal que recai no destinatário volta dobrado ao mandatário.
3. Ausência do livre arbítrio gera consequências de Não: pertencimento, contentamento, respeito e constância.
A ideia da liberdade figura como essência precursora da felicidade, nunca o contrário.
"HOJE LIVRE SOU"
A cada bordoada, um novo aprendizado. Descobri, que a amizade não é comprada, que o gostar não é ser usada. O senhor me libertou e hoje livre sou! Demorou muito para eu entender quem "eu" era. Hoje eu prefiro a solidão amada a muitas amizades mal intencionadas. O amor imperou e hoje livre sou.
Não tente compreender o incompreensível. Este é e sempre será.
Ame e dedique-se para o amanhã não precisar cobrar.
Não julgar os outros e não se julgar é chegar ao entendimento que o errado do julgamento está no desconhecer a motivação daquele ato.
É preciso entender o ser como reflexo do seio em que se fundou. Pois, é como uma sucessão... Ninguém dá aquilo que não tem.
Para que penalizar se não consegues extrair, tampouco conhecer do problema? Será um ato de vingança? Um punir "hipócrita" ilusório, afim de ludibriar para não se desgastar?
A pena nunca extrairá a atormenta daquele ser, tampouco o controlará para atos futuros.
No tribuna do Júri a sensibilidade aflora para o condenar. Condenar este que não resulta em nada. Pois, o oculto incontrolável já o faz condenado. Talvez, esta seja uma pergunta plausível.. Julgar o quê? E para que se não podemos curar o ser?
Infelizmente a humanidade é ignorante, presa ao seu "próprio" desconhecimento. Qual é o objetivo mesmo? É ressocializar ou condenar para excluir?
Seu destino NÃO é algo certo, tampouco vontade de Deus.
Reconhecer tal fato é importante e o conduz a buscar o melhor e não a estagnar.
O perigo do mau caratismo é a falácia e induzir o outro em erro. Bem como diz Thomas Hobbes: "O homem é o lobo do próprio homem." À medida que, seja por conduta comissiva, omissiva ou persuasiva, é tão egoísta, para não dizer invejoso, que não aceita que os outros tenham sonhos, vontades etc. Os malditos têm por objetivo matar os sonhos, destruir sua autoestima, perseverança, fé e força de vontade.
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