Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
A paz que não temos, ou um vazio que construirmos?
Quando pequenos temos a inquietude de querer crescer logo. Ao crescermos, nossos objetivos pesam e aí a necessidade de colo, nos faz querer ser novamente criança. E assim, nos tornamos, definitivamente “humanos”.
A verdade sobre a nossa vida é que nunca estamos de fato, satisfeitos, um dia, queremos conhecer alguém e namorar e quem sabe, casar. Outra hora, queremos nunca ter conhecido ninguém e ficarmos sozinhos.
Sonhamos com o príncipe que vai nos arrebatar do calabouço, que vai nos entregar o sapatinho de cristal perdido e um estalo, lá estamos vivendo como rainhas. Como se isso, fosse mesmo possível.
Entramos em conflito com nossas verdades e vontades. Sair da zona de conforto, é poder sair da casa de nossos pais e poder dizer, enfim: livres. Mas, o que não contaram para gente, que ao sair de nossas casas paternas, nos tornamos escravos de nossas vidas rotineiras e tornamos protótipos de nossos pais. Trabalhar, pagar contas, fazer comida, arrumar a casa e se der tempo, cineminha. É uma luta diária, conviver com tantas tarefas e ainda assim, tentar ser feliz.
Somos uma geração que reclama de tudo e de todos. Temos tempo para o amor? Talvez. As relações estão cada vez mais soltas, querer ter um ou dois relacionamentos simultâneos é o bug do século. Casamento aberto, relação promiscua, sonhos divididos, camas repartidas, é uma loucura o que nos tornamos. O casamento não é mais sagrado, as relações não são duráveis e os filhos não respeitam mais as autoridades paternas. Simplesmente, os valores se perderam ao longo dos anos.
A tecnologia abriu o espaço nas vidas das pessoas, não tem mais natais ou comemorações em família, no lugar as vídeos-chamadas, as telas de WhatsApp, e as mais variadas formas de redes sociais.
Os encontros de domingos foram substituídos pelos grupos de whatsapp, as fotos das grandes comemorações em família, ficaram em selfs solitárias em algum lugar instagramavel. Era uma vez uma família feliz? Será que em alguns anos, terão livros de ficção sobre como eram as famílias? Bem possível.
Não podemos negar que ainda tem pessoas que leem livros de papel, vão ao cinema e ainda frequentam parques. São raridades. Somos a ultima geração que curte essas coisas, eu creio.
Tenho que admitir que a minha geração, a que nasceu entre 60 a 80, está mais acostumada com as adaptações do mundo moderno. Conseguimos nos virar com as modernidades deste século.
O que não se pode negar, que a geração atual, menos adaptada ao trabalho e mais adaptada à tecnologia, anseia em encontrar o tal “emprego dos sonhos”, a “vibe perfeita”, a “a onda perfeita”, os “100 milhões de seguidores” e por fim, ficar rica sem trabalhar. Essa geração é a geração “evolução cibernética”.
Se você acha que isso é um julgamento, não está certo e nem errado. A minha geração também é criativa e confusa em se tratando de trabalho. Ajoelha para Deus conseguir um trabalho ou “bico” e quando consegue, faz corpo mole e reclama das condições contratadas, basta passar na experiência que começa a tormenta. Criaram muitas definições sobre a frequência que as pessoas reclamam de suas tarefas, chefes, escritórios e tudo o que envolvem o mundo corporativo. Ao longo de décadas muito se fala em síndromes diversas, criadas devido ao advento de pessoas insatisfeitas e com baixa produtividade, pessoas com ansiedade, com dores diversas na alma e no corpo. Não vou aqui replicar nomes científicos de síndromes, é apenas uma comparação entre querer e conseguir.
O mundo se revoluciona e as pessoas deixam de querer pensar, devido as facilidades que os “APPs”, sites de busca em geral e internet.
As pessoas não têm mais hábitos de ler jornais, revistas e um bom livro. As escolas não incentivam os alunos a querer ler ou discutir as leituras. Não tem mais rodas de discussão sobre os temas dos livros, jograis ou teatros.
As provas são online, as faculdades são EADs. Não tem mais grau de dificuldades nas escolas, passam os alunos sem saber o mínimo. É um estranho modo de viver.
Hoje é possível, você trabalhar sem sair de casa, como se isso fosse de fato possível. Não acredito em trabalho remoto. Sou daqueles que acredita na estranha presença física nos escritórios ou instituições. As entregas por remoto não são de fato conclusivas. Mas, acredito no trabalho “híbrido”, é o equilíbrio do século. As pessoas precisam respirar. Ter esse vão nas atividades presenciais, talvez ajuda no bom desempenho profissional.
As relações humanas estão cada vez mais difíceis, ninguém se compromete com a verdade, tornamos mais egoístas e centrados em nós mesmos. A quantidade de vezes que nós procuramos algo melhor para nós. Exemplo: no meio do exercício fiscal, um colaborador pede conta, no meio de uma temporada de feriados, uma camareira sai. Ninguém tem compromisso com os contratos assinados. Não se importam se seus empregadores também vão ter dificuldades por isso. Não olhar para os lados nos fazem pessoas más? Podemos ser demitidos, e quando somos nós que demitimos as empresas que trabalhamos? Será que estamos sendo corretos? Sair sem avisar, encontrar nova empresa e simplesmente sair sem olhar para trás.
No final, somos perfeitos? Somos seres compreensíveis? A verdade é que nos tornamos seres sem medos e com ambições exacerbadas. Queremos o melhor, e se possível, sem fazer muito esforço.
Verdade seja dita, o mundo mudou. Quando que a geração 60/80, teria coragem de pensar em saúde mental e se desligar de uma empresa assim, sem temer?
Sensacional! A humanidade aprendeu a entender que não somos eternos e que se for para molhar, precisa tomar uma boa chuva, sem guarda-chuvas.
Em compensação, nos tornamos seres sem paz, inquietos, ansiosos, depressivos e nada de fato, nos faz querer desistir do famoso: “primeiro eu, depois eu e eu”. A paz não está em nós, queremos ter o melhor carro que alguém tem, o melhor emprego que alguém um dia poderá ter e a melhor e maior casa que alguém já sonhou e nada está de acordo com seus padrões.
Ficar famoso sem ter feito algo extraordinário, ganhar dinheiro sem trabalhar muito, sem economizar. A maior geração de pessoas que não quer estudas todos os dias, não lê os materiais, não levam lápis e canetas nas escolas ou faculdades. Não estão dispostas a estudar ou ter trabalho de 08h ou mais.
Passam horas na internet ou jogos. Não entendem porque seus pais são pobres, não ajudam em casa, não arrumam suas camas, não trabalham e acordam tarde e o pior, são visitas em sua própria casa e não curtem finais de semana em família. Estão dentro de casa e mesmo assim, não praticam diálogos saudáveis com os pais. Rola conversa pelo Whatsapp, mas pessoalmente são invisíveis e até inimigos.
Medo, é uma palavra que não existe nesta geração. Parece que a formação da 5ª série prevaleceu e se integrou ao nosso mundo atual.
Paz? Ninguém tem uma fé real, brigam por tudo, não aceitam as diferenças sociais. A famosa “inclusão”, não é possível, pois cada um tem uma visão sobre o tema. A inclusão é possível entre seus iguais. Como explicar uma sala de aula de 25 alunos e uma inclusão? Seria humanamente possível que o tratamento de educação seja igualitário?
Em uma empresa, a inclusão tem outros problemas, mesmo que tenham que os tratá-los de forma mais natural possível e não julgar suas limitações profissionais, sempre tem problemas de adaptações, o que causa desconforto.
A vida na terra está cada dia mais estranha, as pessoas não preservam a natureza, escolhem morar nos grandes centros, sujam as cidades com seus acúmulos de lixos diários, invadem propriedades alheias e causam danos, escolhem o crime a uma vida digna, roubam, xingam idosos, maltratam crianças, provocam danos morais e corporais nas mulheres, não respeitam o próximo, não trabalham as horas que foram acordadas, depreciam a natureza, praticam o preconceito, denigrem as imagens por mero prazer em destruir pessoas e seus sonhos, criam imagens mentirosas nas redes sociais, são egoístas, mesquinhas, cruéis e são capazes de enganar para conseguirem o que querem.
Depois de tudo isso, é possível ter paz na terra em que vivemos? Talvez, se pararmos de acreditar somente no que nos faz melhores que os outros, se pudermos ser melhores juntos, talvez a humanidade tenha jeito.
Se os pais pudessem ser mais flexíveis com seus filhos e amá-los como pessoas e não como propriedade, se os filhos amassem seus pais como pessoas e não como caixa bancários, se os chefes amassem seus subordinados como profissionais que estão em busca de uma melhor condição de vida e se os subordinados vissem seus chefes como aliados nesta busca. Se as religiões fossem respeitadas e se pudesse escolher qualquer lugar do mundo para praticá-la, sem medo do terrorismo ou retaliação, se......São tantas dúvidas e medos, que não, não é possível este mundo ter paz.
Primeiro a paz deveria ser algo que partisse de um para o coletivo. Afinal, paz é equilibro, tranquilidade e harmonia. Não pode prevalecer a paz em zona de inveja, ansiedade, conflitos sociais. Não dá para ter paz se acho que sou melhor que o meu próximo. Não dá para ter paz, se ponho fogo no quintal e esqueço que pode ter alguém em outro lugar que pode estar doente, lavado roupa. Ser feliz é não pensar no outro? Se for assim, a paz não nunca existiu, nem mesmo nas grandes igrejas ou templo do mundo. As diferenças religiosas esqueceram o protagonista principal que deveria ser: “Deus”.
Para que o mundo possa ter paz, é preciso redescobrir o amar o próximo. Sem julgamentos, sem preconceitos, sem racismo, sem lutas religiosas, sem hedonismo, sem protagonismos e assim, podemos encontrar um mundo melhor e deixar que as próximas gerações continuem a trilhar um caminho tecnológico, porém com a visão de melhorias para as pessoas, com erradicação das doenças, descobertas de novas vacinas e um mundo onde criança é criança e não trabalha e nem namora. Jovem estuda e acredita no amanhã e adultos tem mais qualidade de vida e saúde.
Eu sou Cida Vitório e acredito em um mundo melhor.
O CAMINHAR DO BÊBADO
Por vezes, saber é pior que não saber
Prefiro não saber, não entender
Sei lá, não quero me envolver
É como ser doido sem ter doideira
Minha mente, mente sem direção
Um blefe casual e sem direção
Tenho medo de aceitar e doer
Correr o risco para quê?
Atração deslocada, paixão por um fantasma
Hiper-sexualizado – um flash de escapismo do verdadeiro propósito
É difícil dizer...
Vários mecanismos de defesa estão ativos
My Mind sedenta de prazer se automanipula ao querer êxtase
Se deixá-la no automatismo, é perigo na certa,
Uma besta enjaulada, primitiva, só quer sentir
Fará de tudo para sentir... mesmo se doer.
05/12/2024
...(a.c)
Bom dia!
Daqui a vinte anos, talvez os maiores arrependimentos sejam pelas oportunidades que não aproveitamos, pelos sonhos que deixamos ancorados por medo de navegar.
Mas hoje, Deus nos dá mais uma chance de soltar as amarras, colocar nossa fé como vento nas velas e seguir rumo ao desconhecido.
Essa é a essência do "Guia do Vencedor", onde compartilho lições de como transformar desafios em aprendizados e sonhos em conquistas.
Que neste dia você possa aplicar esses ensinamentos, explorando novas possibilidades, sonhando com ousadia e descobrindo que, com Deus ao nosso lado, nada é impossível.
Cultive a amizade verdadeira, respeite quem caminha com você e confie na direção divina.
Cada passo é uma vitória em direção ao propósito que o Senhor tem para sua vida.
Vamos explorar, sonhar e vencer juntos!
Bom dia!
Daqui a vinte anos, talvez os maiores arrependimentos sejam pelas oportunidades que não aproveitamos, pelos sonhos que deixamos no porto seguro por medo de navegar. Mas hoje, Deus nos dá mais uma chance de soltar as amarras, colocar nossa fé como vento nas velas e seguir rumo ao desconhecido.
Que este dia seja uma jornada de coragem, de exploração dos talentos que o Senhor nos confiou, de descobertas que ampliem nossa visão do mundo e do propósito divino em nossas vidas. Cultivemos a amizade verdadeira, que nos sustenta nas tempestades, e o respeito por aqueles que compartilham esse mar conosco.
Que Deus abençoe cada passo, nos dando sabedoria para sonhar, força para agir e paz para confiar no que está por vir. Vamos explorar, sonhar e descobrir juntos!
Diante dos desafios que a vida apresenta, a esperança surge como um farol, lembrando-nos de que não estamos sozinhos em nossa jornada. É nesse silencioso encorajamento que encontramos a força para olhar adiante e sonhar com um futuro repleto de possibilidades. É fundamental que, mesmo nos dias mais sombrios, não esqueçamos que o sol continua a brilhar e que o amor, embora distante em algumas situações, sempre traz consigo a promessa de dias melhores. Que a esperança nos acompanhe, guiando-nos suavemente enquanto atravessamos as diversas marés da vida.
- Edna de Andrade
Sei que minhas mensagens são ignoradas e respondidas apenas quando lhe convém... Ainda não entendo, mesmo sabendo disso tudo, meu coração dói, a saudade extravasa aos olhos...
Sei que algumas pessoas têm dificuldade em abrir seu coração, mas alimentar expectativas, ficar me deixando de "molho", está distorcendo a imagem que eu tinha de você... Não sei se é um alívio ou uma tortura... Fale a verdade, doa a quem doer!
Me sinto muito bem não tendo que fazer alguém se sentir mal, mesmo tendo uma grande oportunidade de dar o troco. Existe muita mais coisa em jogo do que os nossos olhos são capazes de enxergar.
Cada um no seu próprio ritmo e tendo as lições que precisam, meu silêncio é muito mais que qualquer troco.
O espaço.
O espaço não é espaço, porque esteve sempre ocupado de forças concentricas. Como uma malha comprimida em todos os ângulos, o espaço se distende à presença das coisas que lhe suportam. Ele as comprime em todos os ângulos, pressionando-as por todos os lados.
A Terra está comprimida por ele. Como um elástico, tudo nele contido, se aumentasse o tamanho e o peso, criaria mais resistência em razão da sua amplidão e maiores forças e tensões impeliriam o que nele houvesse ou nas suas proximidades para o centro, resultando no que chamamos gravidade.
Logo, a gravidade e a somatória das forças concêntricas produzidas pela distensão do espaço. Porém, tendendo sempre a recompor sua condição original, tudo que lhe ocupe as malhas é comprimido na mesma medida de sua expansão.
Conceição da Barra, 24 de novembro de 2024
Bom dia!
"A alma não tem segredo que o comportamento não revele." Nossas atitudes são o reflexo mais puro do que guardamos em nossos corações. Que hoje, nossos gestos revelem amor, respeito e a presença de Deus em nossas vidas.
Cultivemos a amizade verdadeira, aquela que nos sustenta em dias difíceis e nos celebra em momentos de vitória. E lembremos que, ao respeitarmos o próximo, honramos a essência divina em cada ser.
Que seu dia seja guiado pela sabedoria de Deus, iluminado por boas escolhas e cheio de gestos que inspirem o bem. Vamos juntos fazer deste dia uma obra de fé e amor!
Que Deus abençoe você e a todos ao seu redor!
Bom dia!
"A alma não tem segredo que o comportamento não revele."
Nossas atitudes refletem quem somos, e cada gesto é uma oportunidade de demonstrar respeito, amizade e a presença de Deus em nossas vidas.
Que hoje possamos praticar essas lições, escolhendo o bem, valorizando quem caminha ao nosso lado e agindo com integridade.
Que Deus nos guie em cada decisão e abençoe o nosso dia!
Ilusão de Rédeas
Grito crescente, chama que não se apaga,
ferida que não cicatriza, voz que nunca suaviza.
Tempestade nascida de frestas venenosas, gota a gota,
onde se encontra um mundo cúmplice em sua indiferença?
Não sou dono dele, nem ele de mim, apesar da conexão sem fim.
Cada golo invisível de risos persistentes,
carregado do simples fardo fácil de engolir,
compreendendo-se como entendendo-se porquê: o fogo que chama por nós.
Algoritmos e estatísticas que subirão de encontro com o próprio sistema,
rédeas do controle, nascidas de sede que nunca é saciada.
Sozinha estará, assim permanecerá.
Controle é uma mera ilusão.
Corações sem alma, sozinhos acabarão.
Ó, gato preto.
Tu não sabes o quão és belo.
Mesmo carregado de memórias e lembranças negativas,
Você é um resultado da sobrevivência e coragem de seu ser.
Tu não tens noção de quantas pessoas estão passando o que estás a passar.
Isso é muito mais comum do que pensas, pobre gato.
És escuro como a noite e brilhante como as estrelas.
Você é mais do que imagina.
Fique tranquilo, gato.
Volte para a sua casa e abra um sorriso neste rosto triste.
Não tem casa?
Fique comigo que encontrarás a verdadeira felicidade.
Reencontre seus pais e será feliz para sempre.
Não se preocupe, lhe pagarei pela paz derradeira que enfim vai te redimir.
Bem-vindo a vida eterna, gato.
AMOR CELESTIAL
Amar não é fácil…
Que o diga quem amou.
***************
Dança comigo
Até que as luzes se apaguem,
E se acendam
Estrelas cintilantes neste céu.
E diz-me se ouves
Os anjos sussurrarem
A pedir-nos
Que continuemos a dançar, tu e eu.
Gostam de nos ver
Abraçados, enamorados,
Ansiando por um momento
Mais íntimo, de amor.
Pensando que aquela dança
Vivida em passos dados,
Terá como objectivo
Beijos e um abraço com vigor.
Um privilégio estar contigo
Nesta dança celestial.
Sentir que o amor
Vem lá de cima, livre, devagar
E o acto de o fazer,
Lindo, doce, tem muito de especial.
Os sinos tocam,
Os beijos dão-se,
E eu quero amar.
A FONTE
A água é um bem indispensável
À vida quer ela seja humana ou não…
************************
Se vejo uma fonte no caminho
Há coisa a que não resisto
Beber daquela água devagarinho
Tratando-a como uma dádiva de Cristo
Benzo-me antes de o fazer
Mas, ontem, algo raro aconteceu…
Após um trago daquela água beber
Cegou-me uma luz vinda do céu
Alojou-se no granito negro como breu
Que decorava agora aquela nascente
E que outrora teria atingido o seu apogeu
Iluminando tudo o que estava ao seu redor
Soltando muito calor,
Imparável, contagiante, dormente
Coisa estranha, pensei
A esta hora, com tanta luz do dia?
O que poderá ser, interroguei…
O que brilhará, com tanta teimosia?
Mas nenhuma resposta surgiu
Algo divino não seria para mim
O meu ombro uma mão sentiu,
Leve, doce, macia como cetim
Rapidamente uma ave se escapou
Veloz, branca e em surdina voou.
Mas a luz não se apagou
No alto daquela fonte
Onde casualmente parei
Milhares de luzinhas notei
Projectadas no horizonte
Saídas da luz
Que naquela fonte entrou.
Poetas não amam, poetas declamam.
Fazem cenários, constroem fantasias,
Pintam amores em telas vazias.
O verbo amar, em suas mãos, é moldado,
Mas será que já foi vivido, ou só sonhado?
Diz que ama, mas será que sente?
Ou o amor é um eco, distante e ausente?
Declama o desejo com precisão,
Mas o coração pulsa ou é mera encenação?
༻Não Deixe Nada Para Trás༺
༺༻
Hoje ao caminhar, indo por aí rumo ao meu destino, do nada me lembrei o quanto um dia sem motivo algum já fui alegre (às vezes demais), fui feliz ao ponto que transbordava e partilhava. Onde chegava não tinha como alguém se sentir por baixo. Claro que tinha sempre um cabisbaixo cortando o vibe, mas do tentar ao conseguir vai uma longa distância.
Então pensei: o que mudou? Eu ou algum por aí?
Pensei e repensei e logo soube no mesmo instante: sim, fui eu mesma que mudei e não vale nem apena querer colocar a culpa na vida como muitos fazem. Embora não tenha mudado sozinha, não!! Mas à responsabilidade é sim minha e sabem porque? Porque ao caminha por aí cruzei com inumarás pessoas, muitas vezes sabendo que nem devia me aproximar, outras por elas próprias a mim chegaram, muitas fora e outras tantas ficaram. É aqui, nas que ficaram e que parte do caminho comigo chegaram a fazer, essas são as que sem eu realizar me fizeram mudar. Umas por ignorância outras por maldade pura meu mode de ver e estar na vida alteraram. Bem, podemos dizer que faz parte do crescimento até ao final, mas daí a hoje ver tudo meio sem nexo? Ah não, não mesmo!!!
Com este pensamento voltei a sorrir e pensei: espera aí, isto tem solução!!
Vamos lá então voltar atrás um pouquinho só, ao lugar onde por lá deixei aquele sorriso em forma sonora que muitos irritava e refilavam, aquela forma de lidar com certos assuntos que quase todos em pânico ficavam e eu… ah eu fazia piada e não justificava.
Então, não quero voltar ao passado, mas por segundos neste irei apenas para recuperar o que por lá nunca devia ter permitido me fazerem largar.
Agora vou lhe dizer que erros todos cometemos, mas os lamentar, justificar a quem nada nos é? Nunca caia nessa. Aprenda com os seus e se responsabilize por eles, sim. Mas perante si mesmo que os cometeu e siga em frente sempre sorrindo e soltando aquele vibe de boa energia.
༺༻
Tc.04122024/150
O Mal não sabe que ele é mal, pois, se soubesse, não seria mal.
Toda a emanação veio do Bem. O Mal veio depois. E, curioso é pensar, o Mal não sabe que é mal, pois, se soubesse, não seria mal. Essa ideia nos convida a refletir profundamente sobre a natureza do Bem e do Mal, e, principalmente, sobre como lidamos com as adversidades e as falhas — tanto as nossas quanto as dos outros.
No princípio, tudo o que existia era harmonia, uma manifestação pura do Bem. Entretanto, com o surgimento do Mal, a dualidade entrou em cena. Mas o Mal, por si só, não é consciente. Ele é, muitas vezes, fruto de ignorância, de uma desconexão com a verdadeira essência daquilo que é bom, justo e amoroso. Quando reconhecemos isso, podemos perceber que tanto a paciência quanto o perdão são virtudes essenciais para restaurar a harmonia que o Bem representa.
A paciência - o fio que tece a compreensão:
Paciência não é apenas suportar; é acolher o momento presente sem resistência. É reconhecer que nem todas as coisas acontecem na velocidade que desejamos, mas sim no tempo necessário para que o aprendizado se complete. Quando enfrentamos o Mal — seja na forma de dificuldades, injustiças ou atitudes alheias que nos ferem —, nossa reação imediata é, muitas vezes, de indignação ou revolta.
Mas e se, em vez disso, cultivarmos a paciência? Paciência para observar, para compreender que muitas ações consideradas "más" vêm de corações machucados ou de mentes que desconhecem o Bem. Assim como o Mal não sabe que é mal, quem o pratica muitas vezes não tem consciência plena do impacto de suas ações.
Com paciência, deixamos de agir impulsivamente, abrimos espaço para o diálogo e nos permitimos ver além das aparências. É nesse estado de serenidade que somos capazes de compreender que o Mal é transitório, e que, como uma nuvem escura, pode se dissipar diante da luz da sabedoria e do amor.
O perdão - a ponte de retorno ao Bem:
Se a paciência é o caminho para a compreensão, o perdão é o ato que nos liberta. Muitas vezes, carregamos mágoas porque acreditamos que perdoar é concordar com o erro. Mas o perdão não é uma absolvição do que é injusto; é um gesto de libertação, tanto para quem perdoa quanto para quem é perdoado.
Quando entendemos que o Mal não sabe que é mal, começamos a enxergar além da superfície. Vemos que aqueles que nos ferem estão, muitas vezes, desconectados de sua própria essência, agindo sob o peso de traumas, medos ou ignorância. O perdão não justifica o erro, mas reconhece que todos estamos em um caminho de aprendizado.
Perdoar não significa esquecer, mas lembrar com compaixão. Significa escolher não permitir que o mal, cometido por outrem ou por nós mesmos, continue a nos aprisionar. É uma decisão de retomar o contato com o Bem, de deixar que ele guie nossas ações e nossos sentimentos.
O Bem como origem e destino:
Se toda a emanação veio do Bem, então o Bem é o estado natural de todas as coisas. O Mal, por sua própria ignorância, desvia, mas não tem o poder de extinguir o que é essencialmente bom. É como uma sombra que não existe sem a luz.
Portanto, ao enfrentarmos momentos difíceis, é importante lembrar que a paciência e o perdão nos reconduzem ao Bem. Quando somos pacientes, não permitimos que o Mal nos transforme em agentes de sua continuidade. E, ao perdoar, quebramos o ciclo de dor e permitimos que o Bem floresça, tanto em nosso coração quanto no mundo ao nosso redor.
Assim, que possamos cultivar essas virtudes diariamente. Que, ao reconhecer a ignorância do Mal, sejamos ainda mais comprometidos com a sabedoria do Bem. Pois, no fim, tudo retorna à sua origem — e a origem é, e sempre será, o Bem.
Quando dizemos coisas como "pessoas não mudam", estamos, na verdade, ignorando uma das verdades fundamentais do universo: mudança é a única constante. Para os cientistas, essa ideia de imutabilidade é quase absurda, pois tudo, desde a energia até a matéria, está em constante transformação — fundindo-se, crescendo, evoluindo e, eventualmente, desaparecendo.
O que realmente não é natural é nossa resistência à mudança. Insistimos em nos agarrar ao que já foi, às antigas versões de nós mesmos, às memórias que acumulamos, em vez de abraçar o novo.
O impacto que a mudança tem sobre nós depende de como a enxergamos. Ela pode parecer o fim, como uma morte, ou pode ser vista como uma nova oportunidade, uma segunda chance de viver. Quando soltamos o que nos prende, quando abandonamos nossas certezas, abrimos espaço para algo novo. E isso pode ser como uma descarga de adrenalina, como uma faísca que reacende a vida – uma chance de renascer, de começar de novo, a qualquer momento.
Abrace a mudança 🤞
Procure entender e ter maturidade em seus processos de lutas, porém, não desfaça e nem julgue o processo que seu próximo está passando!
Que sejamos instrumentos para edificar, e não para causar dissensões.
Que sejamos instrumentos de Deus para curar feridas, e não para piorar as feridas, e até mesmo criando novas feridas no coração das pessoas.
(DVS)
Ser igreja, é ser igreja genuinamente além das paredes da denominação, pois placa não salva ninguém.
Ser igreja é diferente de ter uma "religiosidade"!
Ser igreja é entender que a igreja só será perfeita quando o Senhor voltar, e passar pela transformação, de corruptível para incorruptível!
Ser igreja, não deve ser confundido com ser juiz! Juíz só existe um, e todos sabem quem é!
Ser igreja, é reconhecer que não somos perfeitos, e nem cobrar perfeição de ninguém!
Ser igreja é compreender que a justificação para a salvação, é pelo favor de Cristo (graça), crendo N'Ele, mediante a fé!
Ser igreja, é reconhecer que é impossível de ser justificado para a salvação por mérito próprio!
Ser igreja, é reconhecer que a Verdadeira igreja deve receber todas as pessoas, sem acepção, e cuidar, pois, Ele mesmo disse que não veio para os que estão são da saúde, e sim para os doentes!
Ser igreja é reconhecer que títulos não salva ninguém! Expulsar demônios não salva ninguém!
Ser igreja não é sinônimo de isenção de lutas e aflições, e sim, de compreender que enquanto estivermos aqui na terra, estaremos sujeitos a aflições!
Ser igreja é saber que mesmo sendo igreja, ainda sim somos pecadores!
Ser igreja é tratar todos os irmãos, sem parcialidade, sem fingimento!
Lembre-se sempre que a igreja é a noiva de Cristo! Qual noivo gostaria de ver a sua noiva sendo maltratada e desrespeitada?
(DVS)
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